História Only Friends - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Palavras 2.195
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Me perdoem pela demora meus anjos, mas o trabalho e a escola tem consumido o meu tempo... Espero que entendam.
Boa leitura ♥

PS: Creio eu que esta fanfic não terá muito mais capítulos, ainda estou decidindo, porque ela está como eu planejei, então...
P.P.S: Preparem os corações.

Capítulo 12 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction Only Friends - Capítulo 12 - Capítulo 11

Cecília

Estar grávida não era uma coisa planejada por mim, muito menos agora, onde eu teria o dobro de responsabilidades, tanto com meu filho, quanto com o meu trabalho. E mais uma vez, me vi mudando da França para a Alemanha apenas por causa de Manuel. O loiro ficou um pouco atordoado com o quesito que iria ser pai, assim como eu nunca achei que seria mãe, entretanto, ele anda se mostrando mais calmo e mais paciente comigo e com a criança, já que eu não podia passar nervoso. As férias dele ainda estavam válidas, todavia, ele preferiu ficar em casa para poder cuidar de mim e do bebê.

Eu tive que reconstruir minha vida inteira novamente. Me vi obrigada deixar alguns planos para outras oportunidades e focar em outras coisas. Como ter que aumentar a casa para a criança, Manuel estava com os projetos já prontos e mandaria os arquitetos fazerem tudo certo. Também tive que sair com Lisa e Anna para comprar roupas novas para o bebê, enxoval e mais um tanto de coisas. Eu já estava de dois meses e minha barriga estava cada vez maior. Confesso que dei uma engordada também, minhas bochechas estavam mais rechonchudas e minhas canelas mais grossas. Nesse meio tempo, não tive tempo de me manter na academia, mesmo o obstetra dizendo que era possível e saudável eu continuar fazendo os exercícios, mas Manuel teimou alegando que seria melhor eu ficar quieta. Coisa que eu achei errada, mas pelo menos poderia continuar a fazer os catálogos de minha empresa à distância. Provavelmente poderia comparecer no próximo desfile que teria em Paris.

Uma coisa que também me incomodou, foi o fato da minha sogra não gostar de mim. Aquela mulher não tem nenhuma simpatia por mim, sempre me alfinetando com coisas que me magoam e sempre que eu e Manuel montávamos uma programação entre família, ela chamava Nina e esfregava na minha cara o quanto preferia a loira. O final de ano também foi horrível, escolhi ficar com Manuel e com sua família... O Sr. Neuer é um doce de pessoa, não tenho o que reclamar dele, já que o mesmo sempre me fazia mimos por eu estar grávida e sempre dizia o quanto estava feliz por mim, o irmão de Manuel, Marcel, também é um amor de pessoa. A única que realmente não tem nenhuma simpatia por mim, é a Sra. Neuer.

Me levanto da cama com certa dificuldade por causa da dor nas pernas e caminho até o banheiro. Escovo meus dentes, lavo o rosto e prendo meus fios alaranjados em um coque. Desço as escadas e começo a preparar o almoço, já que eu fiquei enrolando na cama. Escuto passos lentos e pesados, logo após sinto mãos em minha cintura e um beijo em meu pescoço.

-Bom dia. - Manuel boceja, pegando a faca da minha mão, indica a cadeira com a cabeça. Bufo e sento lá.

-Mal dia, você não me deixa fazer nada e eu nem estou com tantos meses assim. - Reclamo cruzando os braços e pegando o notebook em cima da bancada, abrindo e checando os e-mails que Bran me mandou.

-Você precisa descansar, não pode fazer esforços. - Manuel murmurou, terminando de cortas as cenouras e coloca para cozinhar.

-Eu estou grávida Manuel, não morta. - Rebati nervosa, fazendo-o levantar as mãos em sinal de rendição rindo. - Eu estava pensando... o final de ano foi um desastre entre eu e sua mãe, estava pensando se poderíamos convidá-la para o meu aniversário, sabe? Vai ser uma festa apenas para os amigos e familiares, mas eu gostaria que ela viesse.

-Olha Cecília, eu não sei... Não gosto de ver minha mãe lhe tratando mal e muito menos ver você cabisbaixo com isso, tentando manter um relacionamento amigável com ela. Mas se quiser, pode chamá-la. - Ele disse depositando um beijo no topo de meu cabelos, seguidamente sentando-se ao meu lado.

-Eu vou convidá-la então. - Sorri animada, fechando a aba dos e-mails e indo imprimir os convites. - Minha mãe vai adorar ver você, ela não te vê faz tempos... - Murmurei.

-Estou me preparando para a enxurrada de abraços que irei receber dela, já de seu pai eu não sei. - Ele suspirou.

-É, meu pai não aceita muito esse fato de estarmos juntos, mas é questão de tempo, ele só tem ciúmes de você comigo. - Soltei um riso, lhe roubando um beijo. Ele assentiu.

-Vamos comer. - Ele disse me puxando delicadamente pelas coxas.

Ele havia feito uma maravilhosa macarronada que eu estava com tanta vontade de comer. Lavei a louça e me sentei no sofá vendo Kiara pular em cima de minhas pernas. Como Manuel estava ficando nos treinos até mais tarde, comprei um companheiro para mim. Uma pastora alemã linda de dois meses. Pegamos ela já grande para poder acostumar com o ambiente da casa e as pessoas que ali conviviam. Manuel veio até mim, deitando e me arrumando em seu peito, colocando a mão em minha barriga. Sorri pequeno e lhe dei um beijo no peito.

 

Hoje era um dia especial, pelo menos para mim. Hoje era o dia do meu aniversário e uma ocasião perfeita para juntar famílias e amigos. O dia estava um pouco frio, mas nada insuportável. Lisa, Thomas, Robert e Anna já haviam chegado. Minha irmã e meu cunhado estavam em um hotel aqui por perto e já estavam vindo com meu pai e minha mãe. Os pais e irmão de Manuel chegaram ontem a noite e passaram a noite aqui, a mãe dele não me dirigiu a palavra o curto período que ficamos no mesmo cômodo, o que eu agradeci, já que ela não me alfinetou com coisas ruins.

-Lisa, coloca o laço aqui. - Estiquei o braço, ela ficou confusa. - Deixa eu pôr. - Murmurei tirando-a da cadeira e colocando o laço.

-Cecília Agnès Courtney, o que você fazendo aí em cima? - Escutei a voz de Manuel e revirei os olhos.

-Já disse que eu estou grávida, não morta Manu. - Rebatei descendo da cadeira, onde senti as mãos do loiro em minha cintura.

-Isso mesmo, não está morta. - Lisa mandou a língua para ele, batendo em minha mão, fazendo todos rirem.

-Ainda bem que Manuel tem Cecília na vida dele, já pensaram? - Sr. Neuer brincou, onde todos riram novamente.

-Demorou bastante para ele perceber que ela era a vida dele, mas eu estava aqui para isso. - Thomas entrou no embalo, me fazendo rir alto.

-Engraçadinho você Thomas. - Manuel queixou-se com uma careta. A campainha tocou e eu corri para atender. - Sem correr! - O loiro exclamou. Abri a porta vendo Catherine e Danny. Abri os braços recebendo os dois.

-Que saudades de você! - Dei um pulo apertando minha irmã contra mim. Logo minha mãe e meu pai saíram de trás deles, vindo me abraçar também.

-Meu Deus filha, que saudades de você! - Meu pai me abraçou sorrindo abertamente. - Vejo que está grande... - Passou a mão em minha barriga, sorrindo juntamente com minha mãe.

-Sim! Agora entrem, está frio aí fora. - Murmurei sorrindo. Eles entraram e foram cumprimentando o resto do pessoal que estava lá. Por alguns minutos, percebi a ausência de Manuel e estranhei, procurando-o pelos cômodos da casa.

-Ceci? - Ouvi a voz de Lisa e saí de meu quarto.

-Você viu o Manuel? Queria apresentar ele para o meu pai, mas não o acho... - Resmunguei sentida.

-Hey, ele saiu com Thomas e Robert para pegarem algo importante, já já eles estão de volta. - Lisa esticou a mão para mim. Assenti vendo o sol se pôr lá fora e suspirei pegando na mão de Lisa e descendo até a sala, onde todos conversavam e interagiam como podiam, já que alguns não conseguiam falar alemão direito e optaram para o inglês.

-Voltamos. - Robert entrou batendo o queixo, juntamente com Thomas e Manuel. Marco e Mario apareceram.

-Graças, que susto você me deu. - Segurei o rosto do loiro entre minhas mãos e dando-lhe um beijo singelo. - Vocês vieram! - Fui abraçar os outros dois loiros sorridentes.

-Quem é a mamãe mais linda nesse mundo? - Marco murmurou dando-me um beijo na bochecha. - Quero te contar algo depois... - Sussurrou em meu ouvido e eu assenti.

-Você está linda Cecília. - Mario me elogiou, me abraçando em seguida. Logo aconteceu a cantoria do parabéns e todos trouxeram alguns presentes para mim, até mesmo para o bebê.

-Isso é muita coisa. - Cocei a nuca envergonhada, ganhando um beijo de Manuel. - Obrigada por tornar esse dia tão especial. - Sorri lhe dando mais um beijo.

-Esse é o meu. - Catherine estendeu o embrulho e o deixei do meu lado. - Hey!

-Nem me venha com hey, pois os seus presentes geralmente são nada normais e muito menos discretos. - Dei um suspiro teatral, fazendo todos rirem.

-Obrigado pela parte que me toca. - A loira revirou os olhos claros. Terminando de abrir os presentes, guardei todos com muito carinho no quarto e Lisa entrou no local, fechando a porta atrás de si. Ela me estendeu um vestido cor-de-rosa bem clarinho, com saltos e uma presilha em cima. Arqueei a sobrancelha.

-Vista-se com isso, o presente de Manuel está lá embaixo. - Ela disse sorrindo de orelha à orelha. Mesmo contrariada, me vesti com a roupa escolhida e desci as escadas normalmente, acariciando minha barriga.

Lisa me indicou o caminho que dava até o jardim. Ao olhar o jardim, quase tive uma síncope. Ele estava totalmente decorado com ramos de flores vermelhas e brancas. Havia luzes em lamparinas com sóis estampados no papel. A grama estava com pétalas vermelhas e o cheiro estava delicioso. O frio não parecia importante naquele momento, já que eu pus um pequeno casaco nos ombros e tudo fazia parte do cenário. Meus familiares, amigos e Manuel ali. Com uma calça preta, sapatos, uma camisa social e boina na cabeça. Ele estava lindo. Saí somente do transe, quando Lisa colocou uma coroa de flores sobre minha cabeça e me fez caminhar até onde Manuel estava.

-Eu estou tremendo igual à uma vara verde, então não estranha. - O loiro disse tirando-me uma risadas altas. Assenti ainda rindo. - Eu tenho algumas coisas para falar... Eu sabia que amava você desde do momento em que nos conhecemos no Estádio Vicente Calderón, também sabia que não iríamos ficar somente na amizade colorida e também sabia que não aguentaria esconder meus sentimentos por você durante muito tempo. Eu tinha algumas pessoas contras o nosso relacionamento, mas eu realmente não me importo, porque é você quem me faz feliz, quem me fez abrir os olhos, quem me fez as coisas com outros olhos e...

-E eu pensando quem tinha feito esse papel. - Thomas interrompeu, fazendo todos rirem incluindo à mim, entretanto, o loiro levou um beliscão de Lisa.

-Continuando... Fora você quem eu sempre quis estar perto e um dos melhores momentos nesse ano que se passou, foi ter você dentro da minha casa, onde eu pude cuidar de você e dele ou dela. - Ele pôs a mão em minha barriga. - Por isso, eu peço perdão por tudo que eu fiz e agora... - Ele ajoelhou no chão e eu pus a mão na boca. - Quero que você se case comigo, aceita?

-Eu... - Limpei as lágrimas dos olhos, sorrindo. - É claro que eu aceito. - Disse, fazendo-o rir e soltar o ar preso em seus pulmões aliviado. Peguei em sua mão e o beijei.

-Ok jovens, prontos? - Vi um padre sair do meio da multidão e sorri com os olhos semi cerrados.

-Você planejou tudo isso. - Disse rindo de sua feição.

Bem, estávamos casados, oficialmente. Thomas tirou uma foto e postou nas redes sociais dele e de Manuel. Sabia que causaria uma repercussão enorme, já que não havíamos assumido nada para a mídia, então eles teriam uma baita surpresa. Mas o que estava valendo para mim, era ter Manuel, meu filho, minha família e meus amigos ao meu lado, independentemente de qualquer coisa.

-Feliz aniversário. - Manuel sussurrou contra os meus lábios, sorrindo. Escutei um estouro e pulei do chão com a mão no peito. Marcel e o Sr. Neuer haviam soltado fogos de artifícios.

-Eu estou tão feliz por vocês. - Minha mãe disse com a voz embargada e nos abraçou. 

-Olha Manu, se fizer ela sofrer, arranco sua cabeça fora. - Catherine abraçou ele e depois eu.

-Eu arranco as duas... - Meu pai comentou coçando o queixo.

-PAI! - O repreendi, rindo. 

-Sr. Courtney, eu farei sua filha feliz, acredite. - Manuel disse dando um sorriso. Todos vieram nos abraçar, Marco quase arrancou minha lombar do lugar, mas eu fiquei feliz em tê-lo ali. 

-Vejo que já se casaram, perdi a cerimônia, me desculpem o atraso. - Ouço a voz de Mats e corro para abraçá-lo apertado. - Estou feliz por você.

-Muito obrigada. - Digo voltando a ficar ao lado de Manu. E naquele momento, eu sabia que nunca deixaria aquela família por nada, mesmo ela sendo esquisita às vezes...


Notas Finais


Espero que tenham gostado, me desculpem qualquer erro meus amores e até o próximo ♥

Kiara: http://data.whicdn.com/images/69809247/large.jpg


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