História Only Hope - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), VIXX
Personagens Jimin, Personagens Originais, Ravi
Tags Bts, Jimin, Ravi, Vixx, Vixx Ravi
Exibições 57
Palavras 4.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Então genteee
eu fico super feliz por vcs me apoiarem e decidi
tocar o foda-se para os comentários negativos
e como recompensa pelo apoio que me dão
aqui vai mais um cap.
Não vou falar muito
Boa Leitura.
As partes em itálico são pensamentos.

Capítulo 11 - Cap.10 - Você vai sofrer as consequências


Fanfic / Fanfiction Only Hope - Capítulo 11 - Cap.10 - Você vai sofrer as consequências

- Aahh, Jimin.... – Gemo seu nome, chegando ao meu ápice, ele retira seus dedos e leva até a boca.

- Tão docinha. – Ele lambe os lábios e me olha sorrindo.

Oque foi que eu fiz? Eu não devia ter feito isso. Como eu pude ser tão fraca, o Ravi não merece isso, eu não devia deixar, o que eu faço agora?

- Princesa? – Jimin me olha preocupado. – Você está bem? – Ele vê a indignidade no meu rosto.

- Hum? – Estou meio aérea. – Está tudo bem. – Me levanto devagar, totalmente nua, Jimin olha cada ponto do meu corpo. – Eu... eu preciso ir. – Digo baixo e me encaminho a escada, sinto meu braço ser puxado.

- Você prometeu que não iria fugir. – Ele diz baixo e parece ter medo.

- Eu não estou fugindo. – Solto meu braço. – Eu preciso de uma roupa.

- Você pode vestir minha blusa. – Ele corre e pega sua blusa e me entrega sorrindo.

- Eu preciso de um tempo sozinha. – Digo de cabeça baixa.

- Não me deixa sozinho. – Ele abraça minha perna e começa a chorar. Não vou aguentar isso.

- Jimin. – Digo tentando solta-lo. – Por favor. – Enfim, consigo me soltar e corro para meu quarto.

- Você não tem onde se esconder Hope. – Ouço Jimin gritar e está com muita raiva. Me tranco dentro do banheiro.

- HOPE!!! – Ele bate na porta do banheiro várias vezes, juro que pensei que ele iria derrubar a porta.

- Vai embora. – Sento no chão, escorada na porta, as mãos na cabeça e deixo toda a raiva e arrependimento sair. – Por favor vai embora.

- Hope? – Ele pergunta confuso. – Hope, você está chorando?

- Jimin, por favor.

- Abre a porta princesa. – Ele diz com uma voz doce. – Eu vou cuidar de você.

- Eu quero ficar sozinha.

- Eu sei que não quer. Por favor Princesa, abre a porta.

Pensei por vários minutos, era um erro ter Jimin ali, e o maior erro é ter sucumbido aos seus toques, não faço a mínima ideia de onde Ravi esteja, ele pode estar morto agora, como vou saber? Devo admitir que as sensações com Jimin foram totalmente diferentes de quando eu estava com Ravi, mais isso não vem ao caso, eu traí o Ravi, ele não merece isso, assim que tudo isso acabar e se terminar bem, eu vou contar tudo a ele, comecei a pegar no sono, quando escutei a doce voz do Jimin.

Desta vez, este lugar

Desperdícios, erros

Muito tempo, muito tarde

Quem era eu para te fazer esperar?

Ele sabe o efeito que essa música tem em mim, é a minha música preferida, ele sabe que eu fico sensível ao ouvi-lo cantar e no estado que estou, sinto que vou desmoronar.

Apenas mais uma chance,

Apenas uma respiração

Apenas no caso de haver apenas uma restando

Por que você sabe

Você sabe

Você sabe

E vem a parte que acaba com meu coração, eu amo tanto essa música, e amo mais ainda quando Jimin a canta.

Que eu te amo

Eu te amei o tempo todo

E eu sinto sua falta

Estive afastado por muito tempo

Eu continuo sonhando que você estará comigo

E nunca irá embora

Paro de respirar se eu não te ver mais

- Isso é golpe baixo. – Digo sorrindo e chorando ao mesmo tempo. – Sabe o efeito que essa música tem em mim.

- Abre a porta Princesa. – Fico acuada por um momento e enfim resolvo abrir a porta.

Ainda estou sem roupa, ele me olha sorrindo, pega sua blusa e gentilmente me veste, ele me puxa para fora do banheiro e cola nossos corpos. Começa a cantar novamente e começo a me guiar pelo quarto e quando me dou conta estou dançando com Jimin.

De joelhos eu pedirei

Uma última chance para uma última dança

Porque com você

Eu resistiria todo o inferno para segurar sua mão.

Ele aperta minha mão e minha cintura, parece aqueles filmes de contos de fadas, onde o casal esquece tudo e todos ao seu redor.

Eu daria tudo

Eu daria tudo por nós

Dou qualquer coisa

Mas eu não vou desistir

Porque você sabe

Você sabe

Você sabe

Ele me abraça forte e canta perto do meu ouvido, me desligo de tudo e foco somente em sua voz.

Que eu te amo

Eu te amei o tempo todo

E eu sinto sua falta

Estive afastado por muito tempo

Eu continuo sonhando que você estará comigo

E nunca irá embora

Paro de respirar se eu não te ver mais

Ele para e sorri, sei bem o que está pensando.

Estive afastado por muito tempo

Mas você sabe

Você sabe

Você sabe

Eu queria

Eu queria que você ficasse

Porque eu precisava

Eu preciso ouvir você dizer

- Tudo que eu preciso é você. Você é a única que eu quero na minha vida. – Ele passa a mão pelo meu rosto. – Continua por favor.

Eu sempre fiz duetos com Jimin, minha voz não é tão feia e eu sei porque ele quer que eu continue essa parte da música. Balanço a cabeça afirmando, começo a cantar e voltamos a dançar.

Que eu te amo

Eu te amei o tempo todo

E eu te perdoo

Por ter ficado afastado por muito tempo

Então continue respirando

Porque eu não vou mais te deixar

Acredite

Segure-se em mim

E nunca me deixe ir

Mantenha a respiração

Porque eu não vou mais te deixar

Acredite

Segure-se em mim

E nunca me deixe ir

Ele para e passa a mão no meu resto, cantamos a parte final juntos.

Segure-se em mim

E nunca me deixe ir

E lentamente eu me entrego ao beijo, ele pede passagem com a língua e eu cedo. Suas mãos estão na minha cintura, me conduzindo até a cama. Gentilmente, ele me deita e fica por cima de mim, seu beijo é doce e calmo, uma das suas mãos está em meu cabelo, fazendo carinho, enquanto a outra está em minha perna.

- Você é perfeita. – Ele me olha sorrindo, com aquele olhar de apaixonado. Perfeita? Longe de eu ser perfeita, eu traí meu namorado com meu melhor amigo que passou a ser meu namorado eu acho, e acabei de trai “meu namorado” com “meu ex”. Isso é confuso, e eu sei que estou totalmente errada e no conceito certo da palavra, eu sou uma puta, vagabunda, vadia, todo o tipo de palavra.

- Jimin. – Tento afasta-lo.

- O que foi Princesa?

- Não é nada. – Dou um sorriso amarelo. – Então, vamos assistir ao filme? – Ele me olha confuso, mas acaba concordando.

- Vamos assistir “O Senhor do Anéis” – Descemos, ele coloca o filme e senta no sofá, parece tão feliz. – Vem, senta aqui comigo. – Pego a bacia de pipoca e me sento ao lado dele.

O começo do filme foi interessante, Jimin nunca havia assistido e eu tive que explicar cada fala do personagem, aos poucos ele foi entendendo e parou de perguntar. Eu preciso entender o motivo dele estar aqui e explicar essa história do pai.

- Jimin? – Gollum, Frodo e Sam estão no Vale Morgul . – Podemos conversar? – Jimin foca no que Sam está dizendo para só então se virar para mim.

- Você está disposta a ouvir tudo? – Ele me olha com medo.

- Estou aqui para te ajudar. – Pego sua mão e beijo-a.

- Está bem. – Ele respira fundo e me olha como se implorasse por ajuda.

- Eu não vou te julgar Jimin. – Aperto sua mão e me viro de frente pra ele com as pernas cruzadas. – Pode me dizer tudo, sem medo nenhum.

- Tudo bem. – Ele abaixa a cabeça e aperta minha mão. – A empresa do meu pai teve uma grande queda nas economias quando eu estava com 9 anos, ele começou a beber para esconder as magoas, minha mãe não aguentou e eles terminaram, isso foi como um salto para o meu transtorno, eu fiquei descontrolado, passei por vários médicos, eram milhares de medicamentos e tratamentos, eu estava superando tudo aquilo, e 3 anos depois minha mãe resolve encarar um novo amor. – Ele coloca a mão no rosto e respira fundo mais uma vez.

- Qual o problema da sua mãe conhecer outra pessoa? – Pergunto na maior inocência.

- Eu juro que não tinha nada demais. – Ele se mexe e deita no meu colo. – Depois de 1 ano ele começou a mostrar a verdadeira face.

- Deixa eu adivinhar. – Passo a mão pelo seu rosto na esperança de acalma-lo. – Ele batia na sua mãe. – Tão obvio.

- Isso. – Ele me olha triste. – E durante 3 anos foi assim, até que chegou um dia que ele machucou muito a mamãe e eu tive coragem de denuncia-lo. Ele está preso até hoje.

- E onde seu pai entra nessa história? – Pergunto impaciente.

- Se você esperar eu conto. – Ele se levanta sorrindo e me agarra pela cintura, me colocando em cima dele.

- Jimin. – Tento me afastar.

- Calma Princesa. – Ele sorri e passa a mão no meu rosto. – Olha é uma fada. – Ela aponta para televisão.

- Seu bobo. – Digo sorrindo, tento descer do seu colo, mas ele não deixa. – Não é uma fada, esse é o Legolas, Príncipe dos elfos.

- Ele parece uma fada. – Aquele sorriso de criança que eu tanto adoro nele.

- Ele é um elfo. – Sorrio.

- Você é tão linda. – Ele faz carinho no meu rosto. – Tão perfeita.

- Para de dizer que sou perfeita. – Digo com a cabeça baixo e coloco a minha mão sobre a dele no meu rosto. – Eu não sou perfeita.

- Você é sim. – Ele beija minha mão. – Minha Princesa Perfeita. – Balanço a cabeça em negativo.

- Pode terminar de me contar a história? – Me levanto do colo dele.

- Está curiosa para saber como eu matei o meu pai? – Ele diz sorrindo. Ele é doido?

- Não é isso. Eu só quero entender.

- Hum. – Ele me olha curioso. – Tudo bem. Meus pais voltaram depois que denunciei aquele imbecil. – Ele se deitou novamente no meu colo. – Meu pai jurou que estava limpo e que iria melhorar, a empresa voltou às mil maravilhas e meus pais pareciam felizes, por um tempo.

- Ele voltou a beber?

- Isso aí. E também batia nela, não eram somente tapas ou empurrões. – Ele para novamente e respira fundo. – Mamãe gostava de se arrumar, de ficar bonita, de sair com as amigas. – Ele sorri. – Mas ele não gostava muito disso. – Seu sorriso desaparece. – Eu passava a maior parte do tempo na casa da minha avó e teve um dia que eu cheguei muito cansado da escola e decidi dormir em casa mesmo, não tinha ninguém em casa, então eu fui direto para meu quarto e permaneci lá.

Flashback Jimin 3 anos atrás

Mamãe deve ter saído com as amigas, já é 23:00 e ela não apareceu. Vou comer alguma coisa e ir dormir.

Desço até a cozinha, improviso alguns sanduiches, pego 1L de refrigerante e vou para o quarto. Termino de comer, tomo um banho e vou dormir ás 00:20.

Acordo assustado com os gritos de agonia da minha mãe, eu nunca tinha ouvido algo do tipo, corri até a porta e abri bem devagar, somente uma fresta, vi aquele homem que eu chamava de pai arrastando minha mãe pelo cabelo, minha mãe gritava e chorava, lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, ela olhou para a porta e me viu, disse bem baixinho para que aquele monstro não ouvisse.

- Fique aí e não saia por nada.

Eu me tranquei no quarto, escorado na porta, com as mãos no ouvido, tentando de alguma forma não escutar os gritos de horror da minha mãe. Não posso passar por isso de novo. Não posso deixar minha mãe passar por isso de novo.

Me levanto, vou até a cozinha e pego uma faca. Preciso salvar a minha mãe. A porta do seu quarto está aberta, imagino que meu pai não saiba que eu estou aqui. Aquela cena ficará gravada em minha mente para sempre. Mamãe está nua em cima da cama, com as mãos e os pés amarrados, meu pai está com um chicote e desfere vários golpes no frágil corpo da mamãe, vejo que as chibatadas são fundas a ponto de sair sangue das feridas. Não posso deixar isso continuar.

Abro a porta com uma certa ferocidade, a faca está firme em minhas mãos.

- Saia daqui seu fedelho. – Meu pai grita. – Bastardo idiota. – Ele vem em minha direção com o chicote, não penso duas vezes e invisto a faca em sua barriga.

Minha mãe solta um grito de desespero. Eu sinto ódio daquele homem a minha frente, e sem pensar invisto a faca mais vezes em seu torso, minha mãe implora para parar, mas algo em minha mente diz que não.

Só me dou conta quando vejo o corpo do meu pai no chão sem vida. Corro até minha mãe e a desamarro, ela nem olha para mim e corre para meu pai.

- O que você fez? – Ela segura a cabeça dele e grita comigo.

- Eu salvei você. – Digo com raiva. Não acredito que minha mãe vai contra mim.

- Você é um assassino. – Aquilo foi a gota d’agua.

- Eu devia ter deixado ele continuar com as torturas, quem estaria morta agora seria você. – Passo por ela e agora é dela que sinto raiva.

Hope Pov.On

Eu respirei fundo e tentei decifrar tudo aquilo que ele disse, não consigo imaginar tudo isso. Meu Deus, como o Jimin sofreu.

Eu pulo em seu colo e o abraço forte. Não consigo acreditar que o meu ChimChim sofreu tanto.

- Eu sinto muito. – Ele me aperta e começa a chorar.

- Depois disso... – Ele me solta. – Eu precisei me explicar para a polícia e adivinha só. – Ele segura minha cintura e me senta no sofá novamente. Olho confusa pra ele. – Minha mãe disse que era mentira, que nunca havia sido espancada, que eu tinha transtorno bipolar e que em um dos meus ataques matei o meu pai. – Não posso acreditar. – Pois é. – Ele sorriu fraco. – Minha própria mãe se voltou para mim.

- Jimin, eu... – Sou impedida por ele que coloca um dedo na minha boca.

- Não precisa dizer nada Princesa. – Ele passa a mão pelo meu rosto. – Como eu sofro desse transtorno a polícia me liberou, eu não queria olhar na cara da minha mãe, então resolvi ficar o mais longe possível.

- Decidiu ir para o Brasil. – Essa eu sei.

- Isso. Conheci os meninos na escola, eles sabem como eu sou e me apoiaram. Eu tinha uma tia brasileira por parte de pai e decidimos ir para o Brasil para tentar uma vida melhor. – Eu não pude me segurar depois dessa e comecei a soltas altas risadas. – Qual é a graça?

- Uma vida melhor no Brasil? – Começo a chorar e minha barriga começa a doer de tanto rir. – Olha só, nunca mais fala isso. – Ainda estou rindo. – Ninguém vai pro Brasil para uma vida melhor.

- Para mim foi ótimo. – Ele vira e fica de frente pra mim. – Eu conheci você. – Paro na mesma hora. – Não precisa ficar surpresa. Você foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida. – Ele sorri. – Eu tive que ir atrás de outros médicos, começar um novo tratamento, então fiquei um tempo sem fazer nada. Eu estava perdendo o controle muito fácil, os meninos já estavam perdendo a paciência e minha tia também, então resolvemos ir para escola, e foi aí que você entrou na minha vida. – Ele segura meu queixo e sorri. – Você é o meu ponto de equilíbrio. – Oi? Outro?

- Como assim ponto de equilíbrio? – Agora sim fiquei confusa, eu sou o desequilíbrio em pessoa.

- Eu contei ao meu psicólogo sobre você. Ele disse que nunca tinha me visto assim, eu estava feliz, tomando os remédios e seguindo a vida como qualquer adolescente, ele disse que não parava de falar de você, e em uma de nossas conversas ele disse que você é o meu ponto de equilíbrio, é o que me mantem com os pés firmes no chão. – Isso só pode ser brincadeira. – Você é o meu ponto de equilíbrio.

- Fico lisonjeada. – Sorrio e pego sua mão. – Mas, Jimin? E essa história da sua mãe, a morte do seu pai, o que você sente quanto a isso?

- Quer saber se eu sinto vergonha por ter matado ele? – Ele me olha de um jeito que não consigo entender e só então foi cair a ficha. Me levanto assustada.

- Você não tem vergonha por ter matado seu pai. – Ele abaixa a cabeça. – Tem vergonha por ter gostado. – Ele me olha num misto de medo e orgulho. E aquilo me deixou com um pouco de medo.

- Não tenha medo de mim Hope. – Ele se levanta e eu corro pela escada indo em direção a escada.

- Hope? – Ele agarra minha perna e eu caio de cara no chão. – Eu não vou te machucar. – Ele me puxa e cruza minhas pernas na sua cintura.

- Me solta! – Bato em seu peito que está descoberto.

- Acha que eu vou fazer com você a mesma coisa que meu pai fez com minha mãe? – Isso nunca tinha passado pela minha cabeça, mas agora não sai dela.

- Jimin, me solta. – Começo a gritar.

- Eu vou fazer a mesma coisa. – Fico com mais medo. – Só que não vou te machucar. – Ele segura meu braço acima da cabeça e diz perto do meu ouvido. – Eu vou te dar prazer.

- Jimin, por favor. – Tento me soltar, o que faz ele ficar com raiva e me agarrar pelo cabelo, indo em direção ao quarto. Eu gritei, esperneei, mas de nada adiantou, ele me levanta e me joga em cima da cama. Me encolhi e comecei a chorar.

Jimin Pov.On

Ela não tem que fugir de mim, ela prometeu não fugir. Não vou mentir, eu gosto de ver ela nesse estado.

- Então princesa. – Subo em cima dela e prendo suas mãos acima da cabeça. – Você está com medo que eu vire o monstro que meu pai foi com minha mãe? – Digo perto do seu ouvido. Nossa, como eu desejo essa garota.

- Você é um monstro. – Ela diz com os olhos cheios de lágrimas e aquilo doeu em mim, me levanto cambaleando. Ela vai me pagar por tudo que fez.

- Vamos ver se seu namoradinho vai gostar do monstro. – Digo com um sorriso malicioso.

- Não Jimin, pelo amor de Deus! – Ela corre até mim e sem pensar bato em seu rosto, fazendo com que ela caia desmaiada em cima da cama.

- O seu namoradinho vai pagar pelo o que você fez comigo.

Vou decidido até a casa dos caseiros da ilha, eu tive bastante tempo para estudar tudo nessa ilha. Abro a porta e me encaminho ao quarto daquele ladrão, ele está do mesmo jeito que eu deixei. Numa cadeira, com as mãos e pés amarrados. Eu vou acabar com esse idiota.

- Hey, acorda! – Digo alto, mas ele nem se movimenta. – Acorda! – Bato em seu rosto algumas vezes para que ele desperte. Aos poucos ele acorda e levanta a cabeça.

- Cadê a Hope? – Sério?

- A Hope está muito bem, não se preocupe com ela. – Pego uma cadeira e me sento na frente dele. – O meu assunto é com você.

- Tá com ciúmes porque eu roubei sua namorada? – Ele diz com um sorriso sarcástico e isso aumenta mais minha raiva.

- Feliz eu não fiquei, por isso vim até aqui.

- Pra ver como ela está feliz comigo? – Eu vou matar esse ser.

- Acha mesmo que ela está feliz com você?

- Eu tenho certeza.

- Bem... – Me levanto e começo a andar pelo quarto. – Devo admitir que você proporcionou um bom sexo para ela. – Ele me olha se sentindo orgulhoso. Paro atrás dele e me abaixo a altura do seu rosto. – Além disso, o que mais você deu?

- Eu dei amor e carinho. – Ele diz confuso.

- Oh! – Me sento novamente. – Isso ela tinha de sobra. Os pais, as amigas. – Digo contando nos dedos. – E eu.

- Você? – Ele sorri cinicamente. – Você nem soube dar os melhores prazeres da vida a ela. Eu fui homem o bastante e proporcionei isso a ela.

- Homem? – Pergunto confuso. – EU fui homem o bastante para esperar o tempo dela, já você a obrigou na primeira oportunidade.

- Veja bem o que diz. – Ele parece estar com raiva. – Eu não obriguei ela a nada.

- Eu conheço a Hope. Ela ficou com você porque sempre ficava no pé dela, tanto com palavras quanto com gestos.

- Eu não amarrei ela numa cama e fiz o que bem entendia. Ela fez porque quis.

- Não, ela fez porque você a pressionou. – Me levanto e aponto o dedo em seu rosto. – Você tirou a pureza dela. – Digo com raiva.

- Pureza? – Ele sorri de novo. – A Hope nunca foi pura. Sempre teve a mente maliciosa.

- Isso quando estava com você.

- Lógico que não.

- Você a deixava daquele jeito. – Estou gritando? – Hope era uma menina inocente.

- Realmente, eu posso ser o causador disso. – Ele se ajeita na cadeira. – Mas Hope nunca foi somente uma menininha inocente.

- Mais uma prova de que você não a conhece. Eu pensei que você fosse o melhor amigo.

- Eu sou mais que isso agora. – Aquele sorriso que eu estou odiando. Ele fala como se transar com ela o faz melhor que eu.

- Eu sei o seu segredo WonShik. – Digo com mesmo sorriso e vejo que ele fica um pouco curioso.

- Segredo? Você não sabe nada sobre mim.

- Pelo contrário. Eu sei tudo sobre você.

- Se me conhece tanto, então me diz qual segredo é esse?

- Um segredo que vai deixar a Hope muito triste e sentir nojo da sua cara. – Começo a andar em sua volta. – Um segredo que vai faze-la se afastar de você. – Paro a sua frente. – Ela vai te odiar. – Ele me olha num misto de medo e raiva.

- Não pode contar para ela. – Ele está com medo.

- Porque eu não contaria? Você a roubou de mim, nada mais justo que eu a tirar de você.

- Você não pode tirar ela de mim. – Ele está assustado. – Ela... ela é...

- Eu sei, eu sei. – Sento novamente. – Ela é seu ponto de equilíbrio. Ela também é o meu. – Ele me olha confuso. – Mulheres, mulheres, doenças a parte. – Sorrio.

- Você também sofre de esquizofrenia?

- Oque? Claro que não, eu não sou doido. – Ele fica com raiva. – Digamos que eu não sei controlar as minhas emoções. Olha só eu cansei de conversar. – Me levanto. – Vamos a parte interessante. – Pego uma faca que estava escondida na minha calça.

- O que você vai fazer? – Ravi me olha assustado.

- Você vai sofrer as consequências.


Notas Finais


Genteeeeee.....
Eu surtei escrevendo esse cap.
Vou confessar que está sendo meio dificil fazer o P.OV do Ravi e do Jimin
Eu pesquisei bastante, vi videos, mas nunca irei saber realmente o que se passa
na cabeça de um esquizofrênico e um bipolar, mais estou tentando dar o meu melhor
Espero que tenha ficado bom...
E a música que eu coloquei aí é do Nickelback - Far Away
Vcs não sabem, mas Nickelback é minha vida <3
E quero fazer uma pergutinha a vocês.
Vocês shippam a Hope com quem?
Com quem vcs acham que ela deve ficar?
Me digam pfv
ficarei muito feliz....
É só isso por hoje amores
Bjinhos de Suga
e obg de novo pelo apoio


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