História Only mine - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Diabolik Lovers
Tags Irmã, Irmãos, Kino Sakamaki, Vampiros
Visualizações 64
Palavras 1.979
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hoje vai ter uma descoberta... a estória vai dá mais um passo no próximo capítulo. Não quero enrolar muito, então vamos lá kkkkk

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

Capítulo 22 - Capítulo - 22


Abri meus olhos, acordada em uma cama totalmente bagunçada e nua.. eu estava nua

 

A meu deus

 

Eu transei com o Yuma

 

— Você é minha

 

Totalmente sua

 

Puta merda

 

Onde eu estava com a cabeça?

 

Eu quero agora me enfiar em um buraco e não sair mais de lá, é muita vergonha. Catei minhas peças de roupa ou pelo menos o resto delas. Esse Filho da puta, era minhas preferidas

 

Tomei um banho demorado, pensando em como eu vou encarar ele. Eu estou sentindo um misto de emoções e sentir isso me deixa confusa, e eu não quero ficar confusa, agora eu estou com raiva..

 

Vesti uma regata e um short branco, pronta para abrir a porta. Minhas pernas tremem, respiro fundo e saio do quarto indo em direção a cozinha preparar meu café. Hoje eu acordei cedo, o que já é um milagre. Fiquei esperando a água esquentar e na mesma hora vi Yuma descer as escadas e ficar apoiado no balcão, só ele nos separava. Fiquei tensa, mas não falei nada

 

— Então você é dessas.. — sorriu malicioso

 

— Dessas o que? — falei desentendida

 

— Que finge que nada aconteceu entre a gente ontem — ele continuou sorrindo malicioso e eu fechei a cara. O que ele pensa que está fazendo?

 

— Pelo o que eu saiba. Nós não temos nada. — coloquei o café no copo junto com a minha nutela, parando ao seu lado — E só por que transamos não quer dizer que eu vou mudar e virar uma de suas vadias — sai de lá deixando ele completamente irritado. Sorri satisfeita

 

— Não foi o que quis dizer ontem — gritou e eu mandei o dedo do meio pra ele

 

Se ele pensava que eu iria ficar mansa e abrir as pernas de novo, ele está redondamente enganado. Choraminguei quando eu vi que minha nutela tava acabando. Terminei meu café e fiquei pensando em que eu fiz com o Yuma

 

Claro, foi sem compromisso, sem compromisso

 

Mas eu gostei

 

Revirei os olhos, só o que me faltava. E Fora isso, essa mansão aqui é um tédio. Se eu morasse sozinha, com certeza não pararia em casa. Saudades da minha liberdade

 

Me levantei e subi as escadas passando pelo quarto do Azusa, simples tinha o nome dele escrito na porta. Vamos passar direto

 

— Eve. — tentativa falha. Virei pra ele o fitando-o. A diferença entre ele e o Kanato, e que o Kanato tenta botar medo só que não dá, pra mim ele só consegue ser fofo. Já o Azusa.... ele consegue ser do mesmo jeito. Mas mesmo assim é melhor não ir subestimando, odeio quando isso acontece

 

— É Akane não Eve — seu semblante rapidamente mudou para uma neutra. Eu fiquei sem entender nada

 

— Você gosta de dor? — sua voz soou fria e pela primeira vez ele não falava pausadamente... parecia que tinha mudado

 

— Eu não posso dizer que gosto da dor. Mas a dor que me fez sofrer no passado me fez forte no presente. — digo e ele me prensa na parede.

 

— Gostei de você! — disse e me mordeu. Novamente aquela dor insuportável. Tentava me soltar dele, tentava acerta-lo, mas não surtia efeito. Passaram-se minutos, eu ouvindo os sons sujos da sua boca

 

Eu odeio ser fraca

 

— Como esperado da Eve — me olhou maravilhado e eu estava com nojo. Nojo de todos daquela casa. Ele saiu me deixando lá, coloquei a mão no meu pulso e senti dois buraquinhos. Andei passando por corredores, já não sabendo em que cômodo eu estava

 

Esbarrei em uma pessoa, mas exatamente em Ruki. Ele carregava um sorriso discreto porem seu semblante era de luxúria

 

— Eu esperei tanto por isso. — ele me jogou no sofá e me prendeu com suas mãos. Seria inútil eu reagir por mais que eu quisesse, ele mordeu meu pescoço e gemi de dor. Quando ele ficou saciado ele me olhou e eu fiquei com o mesmo olhar que dei pro Azusa: Nojo — Magnífico. — fiquei sem expressão no rosto. O que eu poderia fazer... ou oque posso fazer? — Vá para seu quarto. — mandou e eu automaticamente levantei e fui cambaleando até o banheiro do meu quarto. Tomei um banho, logo depois colocando pequenos curativos na aluta do pescoço e pulso

 

 

Todos os dias era desse jeito. Todos naquela mansão me mordiam, eu já estava ficando sem graça, sem vida. Os Sakamakis não davam as caras, eu estava sozinha, eu queria minha liberdade, ser livre novamente. Agora eu me sinto uma pessoa presa, um gado

 

Já Yuma... ele era o único quem não me fazia nada comigo. Também não nos falávamos muito depois daquela noite. Eu estava e estou tendo pesadelos constantemente, onde eu vejo muito sangue e gritos. Mas também vejo a garotinha, Yukina eu não sei o que ela faz mas ela sempre sorrir pra mim. Acabo que acordo com putas olheiras e dores de cabeça

 

Nós saímos para ir pro colégio e como sempre desci primeiro. A minha aparência não era uma das melhores, cansada, cheia de pequenas mordidas que eram cobertas por um cachecol e pequenos curativos. Andei até o corredor, indo em direção a biblioteca. Não iria assistir aula hoje

 

Entrei na bibliotecária da escola e logo fez aquele barulhinho de sino, quando eu entro. Meus olhos ficaram cheios de água, quando vi a Akira, ela estava com um livro em mãos, mas quando me viu seu olhar estava preocupado. Corri pra abraca-lá e ela me retribuiu. Nessa hora eu já chorava, eu não conseguia mais segurar, nunca mostrei esse lado pra ninguém, sempre fui uma garota forte. Mas agora tudo estava desabando e eu não sabia oque fazer

 

— Vai me contar o que está acontecendo? — ela perguntou afogando minhas costas enquanto eu ainda chorava

 

— E-Eu não posso — falei entre soluços e ela me ergueu me olhando séria

 

— Eu sei está acontecendo alguma coisa. Akane você não é assim, sempre foi uma garota forte. Mesmo nos conhecendo por pouco tempo, somos amigas e eu estou preocupada, não é de hoje que você está assim. Então por favor me fala o que está acontecendo — uma lágrima desceu pelo seu rosto, e eu não consegui, desabei novamente. Eu estava insegura, mas ela era minha amiga, melhor amiga e eu não conseguia mentir pra sempre

 

— Akira eu peço que não fique assustada e não me... abandone — ela assentiu séria — Os Sakamakis e os Mukamis são vampiros! — falei em um sussurro e esperei alguma reação assustada dela, mas não veio

 

— Eu sabia! — eu fiquei totalmente confusa e surpresa com ela. Ela sabia?

 

— Como assim? Você sabia? — arqueei a sobrancelha

 

— Não err... eu sou nova nisso, descobri esses dias. — respirou fundo e continuou — Eu descobri que tinha um porão na minha casa. Eu fiquei um pouco receosa de entrar, mas acabei cedendo, lá dentro era pequeno mas era um pouco aconchegante. Só uma pequena mesa no meio e sofás empoeirados e no meio tinha um enorme livro e do lado tinha uma pequena carta. Eu comecei a ler ela, claro

 

' Akira minha filha, se estiver lendo isso e por que eu já não vou estar mais com você, eu quero lhe contar uma coisa que você jamais pode contar para alguém. Eu e seu pai, nós sentimos muito por ter estado ausentes na sua vida, sem uma família, mas era preciso.. era pra te proteger. O mundo em que nós vivemos não é normal, ele é sobrenatural, pode achar isso uma loucura, afinal tem tal direito para tal. Mas eu e seu pai somos..Lobos.

 

Tínhamos que fugir por que estava tendo uma guerra entre vampiros e lobos, nós todos estávamos agitados se preparando para o pior. E pra proteger você, nós não tivemos escolha e deixamos você com sua tia, você era só um bebê, tão pequena, tão linda. Me partiu o coração ter que te deixar. Eu não pude te ver crescer, cantar parabéns no seu aniversário ou mesmo ver seu namorado. Espero que nos perdoe, nós te amamos muito

 

Dos seus pais 

 

Akira sorria emocionada, e eu não deixei de ficar feliz por ela. Ela pelo menos tinha uma família que a amava e eu admito que tenho inveja. Inveja por não saber o que é uma mãe de verdade ou um pai, inveja de como é ser amada.

 

— Sabe, quando vi os Sakamakis pela primeira vez. Ao redor deles eu sentia uma áurea estranha, diferente dos outros. Eu tinha lido aquele livro do meu porão e, pá, descubro que não são.. humanos. Eu ainda não absorvi tudo o que é desse mundo.. e eu nem sei oque eu sou de verdade.

 

— Então você sugere que é uma loba? — perguntei receosa. Mas seja oque for, ainda continuarei ao seu lado

 

— Bem acho que sim. Segundo o livro todos temos uma primeira transformação no início da adolescência, e sinceramente eu nunca tive isso.. na verdade eu nem sabia disso — sorriu irônica e eu de certa forma a invejo por toda essa confiança. Eu nunca me imaginaria na vida sendo uma sobrenatural. — Mas eu não vim aqui para isso!.. Seus primos por que fazem isso?

 

— Eles não são meus primos, na verdade nenhum deles — mordi o lábio inferior nervosa. Eu acho que estava um pouco pálida nessa hora

 

— Eu entendo, não precisa explicar — ela falou e eu senti que tirei um peso das minhas costas — Os Sakamakis me levaram — fiz aspas com a mão — Para a mansão deles me falando que eu era uma noiva de sacrifício, eu obviamente não poderia contar pra ninguém sobre isso. Os Mukamis fizeram o mesmo me dizendo que eu era a Eve, uma pessoa com sangue poderoso que escolhe outra pessoa pra se tornar Adam, a pessoa mais poderosa do mundo demoníaco. Então por isso que eu sou mordida todos os dias por eles e sinceramente eu não aguento mais Akira, eu literalmente vivo presa. — desabafei e eu me senti um pouco melhor por está contando isso pra ela

 

— Você já considerou em fugir?

 

— Já mas eu não tenho para onde ir e muito menos algum dinheiro. E além do mais eles iriam atrás  de mim e me encontrariam, então é um pouco impossível. — falei e essa era a minha triste realidade. Ela assentiu um pouco triste

 

— Garotas a biblioteca irá fechar! — falou a mesma mulher que me atendeu naquele dia. Nós assentimos e saímos em direção a saída da escola, faltava pouco tempo pra tocar

 

— Akira, aconselho a reagir normalmente na frente dos Sakamakis e Mukamis. Fica somente entre nós — falei

 

— Okay, somente entre nós — sorriu e deu um acenou indo embora. Fiquei esperando sentada do lado de fora, claro esperando os Mukamis. Mas antes deles saírem uma pessoa apareceu na minha frente

 

Ayato

 

Ele me puxou bruscamente apertando meu pulso e eu bufei pela dor. Ele estava sério e logo ele tirou meu cachecol expondo todas as mordidas, deveria ter mais de umas dez ali

 

— Filhos da puta — vociferou

 

— O que está fazendo? — o olhei sem entender. Pelo o que eu sabia eles não estavam nem aí pra mim. Me olhou e rapidamente me soltou fazendo eu cambalear para trás, quando eu fui ver ele já não estava mais lá

 

O quê aconteceu aqui?

 

Sem ao menos perceber todos já estavam saindo. Acordei do meu transe e já fui logo indo pra a direção do carro. Os Mukamis entraram mas eu nem olhei pra eles. Quando chegamos em casa fui logo indo pro quarto, tranquei a porta só por precação, o que não adiantaria nada se eles quisessem entrar. Sentei na cama como de costume e fiquei pensando em hoje mais cedo.. ele teria enlouquecido?

 

Andei até a varanda e fiquei olhando aquele céu, mas quando fui sair eu senti alguém atrás de mim. Me fazendo eu parar no mesmo instante

 

— Se você quer descobrir toda a verdade venha comigo. — a voz era rápida e grave. Não hesitei em virar rapidamente para trás, meu mundo para quando eu vejo o homem dos cabelos brancos e olhos dourados

 


Notas Finais


Próximo capítulo esperem..


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