História Only mine - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Diabolik Lovers
Tags Irmã, Irmãos, Kino Sakamaki, Vampiros
Visualizações 83
Palavras 1.770
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Brotei

Capítulo 24 - Capítulo - 24


— Por que dos pesadelos? — perguntei um pouco mais calma apesar das lembranças virem toda hora


— É o despertar, ele estava te causando alucinações forçando a lembrá-la quem você era de verdade — diz Shin. Assenti um pouco insegura. Quando eu era pequena, na mansão Sakamaki, era maltratada por Cordélia e Beatrix como os meus irmãos. Mas os seus principal motivo era por eu não ser vampira justamente por ser filha de dois vampiros a qual eu não conhecia minha mãe, e por isso eu era uma aberração que foi abandonada.


— Quando irá acontencer? — isso, me referia ao despertar


— Daqui há três dias na Lua de Sangue


Ainda é um pouco estranho, eles são meus tios e os Sakamakis, meus irmãos 


— Ainda estou insegura sobre me transformar em vampira — confesso. Mas não é como se eu tivesse a opção de escolher, quando era pequena sempre desejei isso com todas as minhas forças para proteger meus irmãos para sempre, mas agora tudo mudou. Meu lado humano manda eu me afastar, tudo parece perigoso.


— Akane, nem todos os vampiros são monstros e você sabe disso — Carla disse, eu sabia disso só que tudo está vindo de uma vez e não acho que estou preparada.


— Preciso de um tempo. — concluí isso precisava de um momento sozinha para colocar a cabeça no lugar


— Tudo bem


Assenti e saindo da casa fui para a floresta. Não sei, mas eu gosto de florestas, ela me atraí por ser um lugar pacífico, silencioso, bonito, um lugar perfeito.


O mundo nem parecia que é tão surreal. Eu que tenho parentes de sangue vampiros, minha família toda, nasci com o objetivo de ser poderosa e matar Karl Heinz, ou meu próprio pai mesmo, um cara que está cansado de viver e quer ser morto por alguém mais poderoso que ele, só pode ser um psicopata, doente. Mas se é isso o que ele quer, ele vai ter.


Os Sakamakis meus irmãos, ainda é estranho referir-se assim para eles, me lembro como vivia com eles e os amava no meio de toda aquela bagunça.


Flash Back On


Nii, vamos! — chamei baixo por Laito. Nós olhávamos aquela cena traumatizados, Cordélia transava com Ritcher na nossa frente, ela não se importava se éramos duas crianças. Ela urrava de prazer que nem ligou para nós saindo do quarto, com certeza eu seria castigada depois, só o protegeria Laito dessa mulher imunda.


Corríamos até o grande jardim que ficava atrás da casa onde eu via Shu sendo agredido por Beatrix enquanto ela falava que somente Reiji daria orgulho a ela, era sempre assim eu tentava os proteger e depois saía cheia de hematomas coisa que eles não sabiam e eu não deixariam que soubessem


Eu corri até eles e puxei Shu bruscamente para trás de mim, não conseguia ver mais isso, sempre preferia ir no lugar deles do que vê-los sofrer


Ora, saía do meio sua aberraçãozinha — Beatrix me olhava com desprezo, mas eu não mexi um dedo continuei olhando ela desafiando


— É melhor do que ser o próprio monstro como você — sorri sentindo o meu rosto virar pro lado e logo arder. Tinha acabado de levar um tapa, queria chorar e correr pros braços da mãe que eu não tinha, mas tudo que fiz foi aumentar meu sorriso não poderia dá esse gostinho á ela. Beatrix levantou a mão novamente e fechei os olhos esperando


— Mãe, não ligue para ela, ela só está querendo chamar atenção já que essa aberração não quer ser excluída — Reiji disse sorrindo com desgosto. Eu sabia que era encenação, então não me incomodava, mas eu sofria por minha realidade ser desse jeito, eu era uma criança que nunca tinha brincado de bonecas que nunca soube o que era um amor de uma mãe, fui obrigada a amadurecer rápido e enfrentar aquela vida


— Certo, tem razão — Beatrix ria com ele e corri puxando Shu e Laito comigo Reiji ficaria bem, já que e o preferido de Beatrix


— Laito-nii, ache o Kanato-nii e os outros, se escondam, não deixe que Cordélia encontre vocês, tá bom? — falei depois de termos se afastado de Beatrix


— Sim, onee-san, vão encontrar aquele amigo de vocês? Mas antes de tudo está tudo bem com seu rosto?


— Sim e sim, não doí tanto mas, então não se preocupe!


Abraçei ele, depois de me separar Shu me seguia onde nós iriámos encontrar o nosso amigo que eu e ele encontrávamos escondidos. Se caso Cordélia e Beatrix soubessem, não veríamos mas a luz do dia, além de Edgar não poder saber que éramos vampiros, era realmente difícil esconder isso dele.


— Me desculpa!


— Pelo oquê?


— Aconteceu de novo, você apanhou no meu lugar. Eu não quero mais isso, Onee-san então pare, por favor


— Não adianta, enquanto eu estiver aqui não deixarei que nada aconteça com nenhum de vocês! — encerrei o assunto por ali. Sei que ele tentaria alguma coisa, mas não adiantaria


E, o lugar para onde estávamos indo ficava perto da aldeia de Edgar, só que era perto da floresta em um campo aberto rodeado de enormes arvóres


— Edgar — chamei por nosso amigo que se virou no mesmo instante dando um sorriso triste


— Olá, Yuki — arqueei a sobrancelha, ele estava estranho desse jeito, tão triste.


— Aconteceu alguma coisa? — perguntei preocupada


— É, o que aconteceu? — Shu pareceu perceber também


— Meus pais.. eu os desobedeci. Eles me bateram e dava pra ver o quão decepcionados estavam — minha primeira reação foi de abraçá-lo, por mais que eu desaprove o modo que os pais deles tratam ele, ele os amam.


— Eu não acho que seja certo eles te bater por algo que você não crê! — Shu concorda


— Não gosto de deixá-los decepcionados sabe


— Seja o que for tenta pedir desculpas, talvez estejam arrependidos!


— Talvez — deu um mini sorriso 


— Vamos esquecer isso por hora, e fazer o que agora? — Shu pergunta animado


— Brincar? — falo como se fosse óbvio


— Claro, mas de quê sua cabeça oca


— Você não explica, e não me chama de cabeça oca, sua preguiça — Shu faz cara emburrada e posso ouvir a risada de Edgar debochando do mesmo


— Não ria, não é engraçado! — ele riu ainda mais e eu acabei acompanhando — Então é assim, você é a cabeça-oca e você o diabetes


— Eu já falei que não sou uma cabeça-oca!


— E nem eu um diabetes


Agora foi a vez dele rir das nossas caras


— Pera por que diabetes? — se questionou sozinho depois de um tempo


— Sério que você não sabe? — sério que ele não sabe? Mas tá tão óbvio


— Por quê você é um viciado em açúcar — Shu respondeu


— Depois eu sou a cabeça oca, né? — ri dá cara que ele fez — Esquece, vamos brincar de pega-pega?


— Vamos, tá com você! — Edgar corre em desparada para um lado e Shu pro outro. Eles sabem que eu fico irritada quando fazem isso, nem tiramos zerinho ou um! Só de vingança vou atrás de Edgar.


— Eu vou te pegar Sr.Diabetes — resmungo enquanto corro atrás dele que está a minha frente. Ele está rindo e isso só me ajuda na minha causa


Quanto mais corríamos, mais eu sentia o cheiro de fumaça inundar minhas narinas. Víamos o enorme fogo no horizonte, vinha da aldeia de Edgar.


Eu já não ouvia suas risadas e logo percebi que estava correndo desesperadamente em direção ao lugar. A aldeia estava completamente destruída, tinha chamas por todo o canto


Meus pais — ele estava desesperado, fora de si, atônico


— Não vai, é perigoso! — eu estava preocupada, se algo acontecesse com ele? 


Mas ele me ignora, eu não poderia deixá-lo ir sozinho, eu o segui


Ele corre até uma pequena casa no final da aldeia, esta estava totalmente destruída e ainda tinha chamas. Mas em frente da casa, no terreno, dois corpos. Havia dois corpos


— Mãe, papai, não me deixem. Me desculpem! — Edgar chorava com os corpos mortos dos pais eu o abraçei chorando junto. Aquela cena era amendontradora, não conseguia olhar


Comecei a ouvir passos eu e Edgar olhamos para trás onde vimos dois homens. Ambos tinham seus olhares sérios para mim, não os conhecia, antes que eu falasse alguma coisa, Edgar interrompeu


— Foram vocês que fizeram isso? — Edgar gritou, atraindo os olhares deles e ele correu ao na direção do homem de cabelos brancos tentando acertá-lo. Os olhos do homem ficaram vermelhos fazendo o corpo de Edgar travar, no instante eu sabia o que eles eram, vampiros, eram a mando de Cordélia? Será que ela tinha descoberto tudo e mandou matar Edgar como vingança? Se fosse assim jamais me perdoaria


— Garoto tolo, não se engane não fizemos isso com sua aldeia. Nós só estamos aqui atrás de uma pessoa e não é você — isso me aliviou um pouco, mas ainda assim o que queriam comigo? Edgar parece perceber isso e olha para mim, era visível que eu estava com medo, mas só de fazerem algo com ele


— O que irão fazer com ela, desgraçados? — passaram por Edgar e andavam na minha direção — Yukina, corra agora, corra!


Eu não me movia


— Eu vou ficar bem, eu prometo! Não suportaria perder você também, então vá! — as lágrimas saiam a todo custo, não queria deixá-los mas se era preciso se somente esses homens estavam atrás de mim.


Olhei uma última vez para Edgar e corri o mas rápido para dentro da floresta. Se eles eram vampiros, eu sabia que era inútil, mas eu já não comandava mais meu corpo, meus pés pequenos estavam doloridos. E, eu estava lá correndo sem olhar para trás, me sentia tão inútil, não conseguir proteger ninguém, como iria proteger meus irmãos, Edgar.. sendo só uma humana? 


Institivamente tive que parar de correr pois os dois homens se encontravam na minha frente


— Carla, ela não é parecida com Lise? — o homem de cabelos avermelhados perguta sorrindo 


— Sim, Shin — o homem vulgo Carla responde, ele vinha na minha direção, minhas pernas tremiam


— O que vai fazer?


— Não iremos fazer nada com você, pequena. Só iremos protegê-la dele — ele não iria fazer nada comigo? Me proteger de quem? — Você irá entender no futuro, por isso estamos tirando suas memórias.




Acordo em um quarto, a claridade fazia os meus olhos arderem, tudo parecia tão nítido


— Querida está tudo bem? — uma mulher de cabelos castanhos e olhos da mesma cor me perguntava preocupada, não me lembrava dela — Parece que bateu a cabeça muito forte


— Quem é você? — pergunto com a voz rouca. Minha cabeça doía e não me lembrava absolutamente de nada.


— Oh.. me desculpe, eu sou sua mãe






Notas Finais


Eu não sei vocês, mas quando eu leio o que eu escrevi me dá uma vergonha.. sei lá. Eu posso ler outra fic pior que a minha, mas eu sinto que ela tá melhor que a minha, entende? Kkkkkk, ó vida

E no próximo capítulo não demorarei tanto


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