História Only You - Capítulo 26


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Exibições 136
Palavras 1.589
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Goxxxxxxxxxxtosaaaas! Mamãe esta aqui, de volta.
Não me abandonem, pois agora eu cuido de quatro fanfics né.
Quem gosta do Luan Santana ai? Bom, quem gosta, tem fanfic dele no meu perfil e que não gostar, pode ler também. Quando eu comecei a ler fanfic do Zlatan eu não era fã dele e olha só onde cheguei, não é mesmo?
Boa leitura!

Capítulo 26 - Zlatan e Davina - Nada esta perdido.


Fanfic / Fanfiction Only You - Capítulo 26 - Zlatan e Davina - Nada esta perdido.

  P.O.V ZLATAN

 

  " - Isso não pode ser verdade. - consegui manter minha voz firme, por mais difícil que fosse."

  " - É verdade meu filho. - meu pai dizia ao telefone. Eu ouvia e identificava, apesar de tudo, o seu lamento."

  " - Como pai? Como isso foi acontecer? - eu ia perdendo a firmeza na voz conforme a ficha isa caindo, conforme meu coração ia apertando."

  " - Zlatan, ela tem tentado, não quis lhe falar nada para não te perturbar, mas essa é a verdade Zlatan. - ele suspirou - Ela disse que você seria um idiota com ela e é tudo que ela manos precisa é você sendo um babaca, você sabe disso e sabe que ela tem motivos para pensar assim."

  " - Eu não posso aceitar isso pai, simplesmente não posso. - sentei na cama, encarando a parde enquanto ouvia a voz calma do meu pai."

  " - Eu sei meu filho, eu sinto muito por isso."

  " - Ela não era a melhor, mas era ela  e é única."

  " - Tente a entender. - eu não conseguia me convencer daquilo."

  " - Não, ela podia ter me contado, não ia ser como um estorvo."

  " - Ligue mais tarde para ela, quando estiver mais calmo."

  " - Tudo bem."

  " - Tchau meu filho."

  Não o respondi, apenas encerrei a ligação. Eu não podia acreditar que aquilo estava acontecendo, era de mais para mim, eu não podia acreditar que as coisas podiam mudar tão rapidamente, mesmo que eu esteja acostumado com mudanças. Era perturbador que sua vida gire de maneira tão brusca e dolorosa.

 Dolorosa.

 Era isso.

  Dor.

  Dor é a palavra que definia o que eu sentia agora, dentro do peito, na carne, na alma. Eu fui um idiota por muito tempo, eu lutei e afetei isso por muito tempo, eu devia ter feito isso.

    

  P.O.V DAVINA

 

    Desci do táxi, que me deixou na frente da imensa casa de Zlatan. Fui liberada na hora pela empregada que estava trabalhando e que foi muito gentil comigo.

  - Onde Zlatan esta? - perguntei.

  - No quarto dele senhorita.

  - Pode avisar que eu cheguei?

  - Ele disse para a senhorita subir direto.

  - Ah, obrigada então.

  Caminhei pela imensa casa de Zlatan, até chegar na escadaria que dava para o segundo andar. 

 Espiei pela porta, vendo Zlatan sentado na beira da cama, com a cabeça baixa entre as mãos. Hesitei em bater, então só entrei devagar, tomando cuidado para não assustá-lo.

 - Zlatan? Ta tudo bem? - me aproximei mais um pouco, devagar.

 Zlatan levantou o olhar e eu perdi o ar dos pulmões. Ele estava vermelho, seus olhos estavam inchados, sua pele úmida. Ele estava chorando, sua dor exalava da alma e eu podia senti-lá na minha, me rasgado junto a ele. 

  Corri na sua direção, afastando suas pernas e me sentando nelas. Abracei sua cabeça, a apertando contra o meu peito. Zlatan envolveu seus braços na minha cintura. E então ele começou a tremer, seu corpo tremia junto ao meu, soltando soluços pesados e carregados de tristezas. Aquele não era o meu Zlatan.

  Cada soluço que ele soltava eu meu encolhia mais, era o som da tortura vê-lo chorar e sofrer desse jeito e não pode fazer nada, era horrível. Eu o apertava mais contra mim, mas ele não melhorava, ele precisava daquilo, do meu colo, da minha atenção e eu estava ali por ele.

  - Zlatan, oque aconteceu? - minha voz saiu mais fraca do que eu desejava. Eu estava me segurando para não chorar. Ele levantou a cabeça para me olhar e eu senti a facada que meu coração levou. Olhar aquela carinha assim, sofrida, era de mais, era pior do que eu imaginava que seria.

  - Meu pai me ligou hoje. - ele fechou os olhos com força, seus lábios tremiam e automaticamente os meus tremiam junto. - Minha mãe esta muito doente. Esta morrendo Davina. - eu não consegui, não conseguia não tremer junta dos pés a cabeça, não sabia o que dizer. Eu não podia fazer nada. 

  - Zlatan, eu sinto muito. - voltei a abraça-lo.

  - Ela disse que não queria me contar e não me contou até a situação ficar crítica. Disse que eu seria um idiota e que era tudo que ela menos precisava . Eu sei que fui um idiota, eu sei disso. - Zlatan me tirou delicadamente do seu colo e se levantou - eu fui a merda de um filho ingrato, eu não fiquei ao lado dela, eu fui embora e fui estúpido com ela por todos esses anos. - ele chorava e ria sem humor, esfregando o rosto. Aquele não era o meu Zlatan. Tinha raiva misturada a dor . Fiz menção de tocá-lo, mas ele se fastou quando me aproximei. - EU fui um idiota todos esses anos, me afastando dela, não ligando, a deixando longe e fora de tudo na minha vida. EU só mandava dinheiro e essa isso. - ele se virou para mim, sua careta de dor denunciava o quanto ela estava sofrendo - Agora ela esta doente e eu me sinto um inútil por não poder fazer nada, por não poder reparar anos perdidos.

 Pela primeira vez na minha vida eu estava vendo Zlatan Ibrahimovic chorar.

  Sem ter certeza de que ele deixaria, me aproximei, puxei seu braço o trazendo para a minha direção. Fiquei nas pontas dos pés, segurei seus rosto entre minhas mãos, sentindo as lágrimas quentes molharem minha mão. Ver ele assim estava me matando, eu era louca por ele e não conseguia fazer, não conseguir transportar aquela dor para mim e eu faria qualquer coisa por ele, moveria o mundo se fosse preciso, porque eu o amava.

   - Zlatan. - segurei meu choro, ele não precisava disso agora - Olha pra mim meu amor. - seus olhos encontraram o meu.

  -  Você não tem culpa de nada, as coias acontecem porque tem que acontecer, não vou dizer que sei o motivo ou sei quem faz isso, mas acontecem. Você é a pessoa mais maravilhosa que eu conheci durante toda a minha vida. - sorri para ele, deixando que algumas lágrimas escorressem -  Você passa longe de ser um idiota sem razões. Tudo que aconteceu foi fruto do passado, agora viva o presente, curta ela enquanto ela esta aqui. - afaguei suas bochechas com os polegares - Ela é sua mãe Zlatan, ela vai te perdoar por tudo e no instante que você a abraçá-la  dizer que a ama, esse será o dia mais feliz da vida dela.

 Ele abriu a boca para falar alguma coisa, mas não disse e repetiu o gesto mais três vezes, até encontrar a sua voz.

  - Eu não posso fazer isso, não consigo. - sorri para ele.

  - É ai que você se engana. Você pode tudo, você é Zlatan Ibrahimovic e eu esterei ao seu lado sempre. 

 Zlatan sorriu para mim, não disse nada e ficou assim por quase dois minuto.

  - Eu vou casar com você Davina Claire.

  - Pode apostar que vai Zlatan Ibrahimovic.

  Zlatan envolveu seus braços na minha cintura e me puxou mais para si, colando nosso corpos. Enlacei meus braços atrás da sua nuca, colando nossas testas. Ele uniu nossos lábios e eu pude sentir seu gosto me invadindo, mas agora, eu sabia que ele estava melhor, seu estado de espírito melhorou.

  - Nada esta perdido Zlatan.

  - Repete como você me chamou? -  pediu, fazendo um bico e eu o mordi.

  - Meu amor. - repeti, sorrindo para ele.

  - De novo.

  - Meu amor.

  - Meu amor. - ele falou e isso parecia melhor na voz dele.

  

  Eu amava ZLatan Ibrahimovic e isso estava escrito na minha alma.

 

P.O.V ZLATAN

 

 Era incrível como meia dúzias de palavras que ela dizia podia fazer meu dia melhoras, era incrível como eu não conseguia parar de olhar para ela, de prestigiá-la e corteja-la. Eu a amava, a admirava pela sua força. a admirava por ser quem era e por conseguir chegar onde chegou, apesar de tudo que passou e ainda conseguir dar a volta por cima, desculpar quem a tinha magoado.

  - Pode parecer clichê, mas quanto eu te olho para que o mundo sorriu só para mim. - falei, enquanto abraça o corpo nu dela ao meu, de baixo dos lençóis, entrelaçando ainda mais nossos corpos.

  - É, é bem clichê, mas eu gosto. - ela sorriu e eu derreti vendo aquilo.

  - O que vamos fazer agora? - perguntei.

  - Não sei você, mas eu vou tomar um banho quente. 

 Davina se levantou, deixando um vazio ao meu lado e saiu andando até meu banheiro, se virando e dando uma piscada.

  - Você não vem.

 Meu Deus, que mulher que eu tinha. Ela é maravilhosa, seu corpo é perfeito. Sua pele branca era perfeita a meia luz do abajur, sua silhueta nua era deslumbrante, capaz de derrubar qualquer homem que a visse. Eu sei disso porque sou a prova viva que ela derruba qualquer um. Ela me derrubou, me capturou e eu a agradeço por isso.

  - Davina Claire, não me afronte. - levantei correndo, a segurando por trás, fazendo ela soltar um grito e junto ao grito veio sua risada gostava, música para meus ouvidos. Beijei seu pescoço, onde ela tinha aflição e ela se encolheu no meu corpo. - Você um dia me mata Davina, me mata do coração.

 A peguei no colo, sob seus protestos e a beijei, entrando na água quente com ela.

 


Notas Finais


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