História Onze Anos || VHope/TaeSeok - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jeon Jungkook, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi, Park Jimin, Taeseok, Vhope
Exibições 116
Palavras 1.165
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annygasheio!
Aaaaaaah muito obrigada pelos favoritos e comentários! <33
~perdõe algum erro.
Boa leitura!

Capítulo 2 - Demitido


— Taehyung. — Ouço a voz de Jimin me chamar, tirando de meu leve devaneio, em quanto eu jogava uma partida de paciência no computador da empresa.

Depois daquele não tao feliz encontro no hall de entrada, o homem gordinho nos guiou para para uma sala espaçosa, no qual havia algumas mesas de trabalho e computadores, alegando que ficaríamos aqui pelos dois meses. Jimin pegara uma mesa ao lado da minha, e agora ameaçava jogar uma caneta em minha cabeça, por minha falta de atenção.

— Faça seu trabalho. — Jimin era realmente rígido em questão à trabalhos. 

— Está entediante. — Resmungo, abrindo os botões do grande casaco que usava, e o tirando de meu corpo. O apoiei na costa da cadeira, esticando os braços ao ter o zíper aberto da segunda blusa de frio. Jimin ri.

— Que? — Questiono, franzindo meu cenho.

— Seu pijama é do Bob Esponja?

Arregalo meus olhos, olhando para minhas vestes. Inferno. 

— Eu tinha que fazer alguma merda. — Resmungo, tendo uma idéia estranha subitamente. — Oque é um peido pra quem já está cagado, não é mesmo?

Um riso escapa de minha boca, e dispo o casaco, ficando apenas com a blusa de manga longa do pijama. Jimin pareceu confuso com oque eu iria fazer, lançando-me um olhar censurador. Mecho meus ombros, revezando o que levantava, com uma expressão divertida no rosto.

— De novo não. — Jimin murmura, com um sorriso no rosto, tapando o rosto com uma das mãos. 

Alguns dos outros que estavam por alí, viram em sua cadeira, recebendo um aceno de princesa vindo de minha parte. Pode parecer um pouco estranho, mas é incontrolável esses tiques de loucura momentânea. Um garoto se levantou, vindo até mim, e se juntando á doidura. Oh oh... Maravilha, achei alguem com um grau de não-sou-humano compatível com o meu.

Como tudo que é bom dura pouco, nossa dancinha também dura. Um pigarreio atrás de nós me faz parar, engolindo em seco ao ver quem era o ser que nos observava com uma expressão de repreendimento.

Acham que aqui é lugar para dançar? — Hoseok questiona, colocando as mãos nos bolsos da calça social. Ficamos em silêncio, e ele parece se irritar. — Respondam.

O garoto de cabelo preto nega com a cabeça, engolindo em seco seguidamente.

— N-Não. — Sua voz o traí.

— Você acha? Taehyung! — Me encolho ao ouvir meu nome sendo chamado, evitando olhar para o ruivo mal-humorado.

— Não chefe... — Era estranho chamar alguem que tinha somente alguns anos a mais que eu de chefe, um alguem que no caso afundou minha cabeça numa privada. É, eu guardo ressentimentos.

— Me acompanhem. — Sua voz rígida dá por fim a conversa, e olho para Jimin antes de seguir o outro garoto. "Você está ferrado", dizia a cara de Park Jimin.

Acompanhei Jung Hoseok e o outro palhaço pelos corredores executivos, entrando em uma das salas, que havia um letreiro fixado na porta, deixando bem claro de quem era aquele escritório. Hoseok fez um sinal para que nos sentássemos a frente da mesa, e assim fizemos, com uma cara de quem havia sido pego roubando doce da cozinha.

— Vocês entraram hoje, certo? — Ele pergunta, sentando na poltrona da frente. 

— Sim. — Respondemos em uníssono. Minha mão suava frio, eu perderia o emprego que acabei de conseguir? 

— Desculpe senhor. — O garoto ao meu lado se desculpa.

— Está bem, pode ir. — ... Que?! Como assim?! 

— Serio?

— Não, fica aí. — Grosso, não mudou nada. — De qualquer forma, no final teríamos de eliminar alguns estagiários. 

— Vai nos demitir? — É a minha vez de perguntar, tendo os olhos do chefe sobre meu rosto em seguida. Seu semblante é despreocupado e do tipo king.

— É provável que sim. Está usando um pijama? — Ele torce o nariz, apontando para meu peito.

— Eu... Hm... Me atrapalhei na hora de me trocar, não vi que tinha ficado com ele. 

— Deve ser mais atento.

— Sei disso. — Assinto.

— E porque não foi? — Mordo meu lábio, ficando nervoso e aflito com a situação.

— Isso não vai se repetir.

— Não respondeu minha pergunta. — Hoseok se mantém sério, com uma caneta girando entre os dedos longos. — Me responda.

— Fui irresponsável, desculpe, não vai se repetir.

— Creio nisso, até porque você não trabalha mais aqui. — Arregalo meus olhos, o olhando pela primeira vez desde que ele apareceu na sala.

— Oque? Não, Porfavor Hoseok.

— Não me chame assim, sou seu chefe.

— Desculpe, chefe... Porfavor, eu não posso perder esse emprego, vim para Busan só por causa dele, não tenho como voltar para casa agora, estou sem dinheiro.

— De um jeito, não me importo de qualquer forma. — Fungo, formando um beicinho improposital. — Não vai me causar remorso com aegyo.

— Porfavor...

— Vá para casa.

Humilhado, novamente. 

Me levanto da cadeira, caminhando para fora, saindo da empresa em pouco tempo. Abraço-me aos próprios braços, sentindo o frio gélido arrepiar meu corpo inteiro. Havia esquecido meus casacos na sala, Jimin traria para mim depois, certo?

Decepcionado comigo mesmo, eu era um desastre, não conseguia manter as coisas em ordem, como conseguiria algo na vida?

Meus olhos estavam lacrimejados quando retorno ao hotel, indo imediatamente para o café, pedindo um expresso ao me sentar em um dos estofados. O café era do tipo americano, com sofás vermelhos em vez de cadeiras.

Me sinto mal, realmente, como iria embora para Daegu eu não fazia idéia, talvez encontrasse um emprego de meio período na cidade, somente para conseguir dinheiro para uma passagem, e pagar a conta do hotel, claro. Tudo oque eu tinha na carteira, mal dava para pagar as minhas refeições, como eu ficaria vivo até conseguir a passagem era uma pergunta sen resposta.

O celular em meu lado toca, e o nome de Jimin de faz presente na tela. Deslizo o dedo, atendendo a chamada, levando o celular ao lado de meu rosto.

— Fala. — Resmungo, mal humorado.

Oque deu com o chefe? Porque não voltou? Dal Po já está aqui.

— Dal Po?

O garoto que dançou com você.

— Ah sim... Respondendo á sua pergunta... — Dou um sorriso para a garçonete que traz o copo de expresso, dando um gole em seguida. — Hoseok me demitiu.

Oque?! Porque?!

— Ele apenas disse, que eu não trabalho mais aí.

Isso é injusto!

— Eu sei.

Você não vai fazer nada?

— Quer que eu faça oque, Jesus?

Não sei Tae... Aish... Onde você está?

— No hotel.

Consegue passar quantas noites aí? — Jimin apesar de rígido, puxando meu pé, sempre foi cuidadoso.

— Um ou dois dias.

Certo... Venha para o hotel que eu estou, fique comigo.

— Não, Jimin não prec-

Teu rabo que não precisa, vai ficar a onde quando o prazo no hotel acabar? Pare de frescura e vá para onde estou hospedado. 

— Jimin...

Pare de resmungar. Vá para o hotel, vou falar para o porteiro te dar uma chave extra. Está me ouvindo?

— Estou. — Respiro fundo, brincando com o plástico do copo de café. — Jimin, traz meu casaco?



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