História Open Your Eyes - Capítulo 18


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Categorias Harry Potter
Personagens Arthur Weasley, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Rolf Scamander, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid
Tags Draco Malfoy, Draluna, Druna, Luna Lovegood, Romance
Exibições 85
Palavras 1.635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente, olha essa fan art que fofinha!!!!! Sei que vocês vão ficar com preguiça de traduzir a fala da Luna, então eu peguei a tradução pra vocês. Ela está dizendo "talvez os narguilés pararem de tomar o meu sapato se você estiver por perto, Draco". Me diz, não é a coisa mais fofa do mundo?!

Capítulo 18 - A fuinha


Fanfic / Fanfiction Open Your Eyes - Capítulo 18 - A fuinha

“Tudo o que eu sou

Tudo que já fui

Está aqui nos seus olhos perfeitos

eles são tudo o que consigo ver

 

Se eu me deitar aqui

Se eu simplesmente me deitar aqui

Você deitaria comigo e esqueceria do mundo?”

(Chasing Cars, Snow Patrol)

Chegando no Beco Diagonal, Draco tentou comprar algo para comer, mas todas as lojas estavam fechadas. Era feriado. Desistindo, ele aparatou para o Estádio Bruxo de Liverpool. Encontrou Luna nas arquibancadas, vestindo um vestido azul escuro com mangas de renda e por cima um sobretudo preto e aberto. Ela usava um cachecol da Corvinal e estava mais linda que nunca. Assim que a viu ali parada, esperando por ele, Draco se esqueceu da raiva que sentia de seu pai. Ele se aproximou lentamente e silencioso, com a intenção de assustá-la, mas antes que chegasse perto, ela se virou e sorriu, estragando tudo.

— Olá!

— Oi – respondeu mal humorado. – Não está sentindo frio nas pernas?

Ela olhou para baixo. O vestido ficava apenas um pouco acima dos joelhos.

— Não. E você?

Draco franziu o cenho, confuso. Ele estava de calça. – Hã... não.

E ela voltou a sorrir, alegre. Por que ela tinha que ser sempre tão estranha?

— Trouxe uma coisa pra você. Ah, nem precisa abrir a boca, já sei o que você vai dizer, que não precisa ser encorajado e tal.

Draco fechou a boca, emburrado. Luna então se aproximou, enfiando a mão num bolço do sobretudo e estendendo uma caixinha para ele.

— O que é isso?

— Abra.

Bufando, ele pegou a caixinha e a abriu. Havia um cupcake lá dentro, um cupcake com a cobertura verde e o desenho branco de uma cobra no centro. Ela fizera um cupcake com tema da Sonserina pra ele.

— Luna... – ele sentiu o coração se acelerar. – Você...

— Ah, que maneiro, você fez um pra ele também!

Draco olhou para o lado, vendo Rony Weasley com um balde de pipoca na mão e um sorriso irônico nos lábios.

— Ela fez um pra todo mundo – ele explicou. – Com tema da Grifinória.

“Ah...” foi tudo o que saiu da boca de Malfoy.

— Eu comentei que ia vir assistir o seu teste e o Ron quis vir também – Luna sorria, inocente – Você gostou do cupcake?

— Hum... Sim, você acertou em cheio. Tô morto de fome!

Ela pareceu transpirar de alegria ao ouvir aquilo mas Draco não percebeu. Pegou grosseiramente o bolinho de dentro da caixinha, comendo numa mordida só. Ele tinha acabado de engolir quando o treinador do time chamou todos os competidores para o campo.

— Boa sorte, cara. – disse Rony. – Apostei com a Luna que você não ia passar nem da primeira etapa.

Draco lançou um olhar mortal ao Weasley, que sorria sarcasticamente, e depois se voltou para Luna, que olhava feio para o outro.

— Eu vou ir pro campo. Vejo você depois.

— Tá bom.

Ela o abraçou apertado, mesmo ele não retribuindo, e sussurrou em seu ouvido “apostei que você venceria”.

Ele sorriu de leve e assim que ela o soltou, montou na vassoura e voou para o campo. Havia dez jogadores ali, todos montando um círculo no ar. O treinador estava no chão segurando um megafone.

— É O SEGUINTE – gritou ele. – VOU SOLTAR CINCO POMOS, E QUEM NÃO CONSEGUIR NENHUM EM TRINTA MINUTOS TÁ FORA. ENTENDERAM?

Todos assentiram lá do céu, e o homem começou a abrir o baú. Draco olhava com atenção, acompanhado enquanto as bolinhas de ouro voavam pelo ar e os jogadores se matavam para pega-las.

Ele vasculhou cada centímetro do território com os olhos até ver um flash dourado passar perto das arquibancadas. Voou para lá, mas o pomo voou ainda mais para longe.

Outro jogador bateu os olhos nele e entrou na competição. Logo, haviam uns três caras em sua na cola. Malfoy ouvia os sons, mas não tirava os olhos do pomo. Deu uma guinada pra cima, fazendo parecer que o pomo estava no alto, e os idiotas foram atrás. Então Draco deu a volta por eles e continuou perseguindo o pomo, usando toda a velocidade que sua vassoura possuía. Ele estava muito perto agora. Ergueu o braço, esticando os dedos o máximo que pôde, e então sentiu uma coisa se debater em sua mão agora fechada. Ele havia pegado o pomo.

Do outro lado, nas arquibancadas, Luna pulava e gritava de alegria enquanto Rony semicerrava os olhos.

Draco pousou na grama macia e desceu da vassoura. Caminhou até o treinador, arfando, e entregou-lhe a bolinha dourada.

— Muito bem, Malfoy! Pode esperar no banco.

E ele foi. Cinco minutos depois, o tempo acabou e ele teve que voltar para a vassoura. Agora eram só cinco jogadores e dois pomos. Foi difícil, mas ele conseguiu ganhar mais uma vez. Por fim, restaram só ele e o outro competidor chamado Edmundo.

— UM POMO. QUEM GANHAR VAI JOGAR COM O VENCEDOR DA COMPETIÇÃO DE AMANHÃ E UM DELES SERÁ O NOVO APANHADOR DO TIME. – explicou o treinador. – VOCÊS TÃO PRONTOS?

Draco assentiu com a cabeça e Edmundo fez sinal positivo com a mão.  Ele parecia estar na faixa dos trinta anos e tinha cabelo preto e olhos azuis. Era maior do que Draco, porém mais lento.

O loiro tentou acompanhar o pomo com os olhos, mas assim que escapou do baú, não demorou muito e sumiu de vista. O outro competidor voava ao redor do campo, fazendo uma busca, mas Malfoy se manteve parado. Então ele viu o pomo passar como um flash pelas costas de Edmundo e se desesperou.

Calma.

Draco começou a voar noutra direção, dando a impressão de que tinha visto o pomo. Aquilo quase sempre funcionava, e funcionou dessa vez também.  O outro cara veio atrás dele, e assim que ele havia se afastado do pomo, Draco voou a toda velocidade de encontro à bolinha dourada. Precisou se pendurar de cabeça pra baixo na vassoura, mas conseguiu pega-lo com a mão esquerda.

— PARABÉNS, MALFOY! – anunciou o treinador, no megafone – VOCÊ FOI CLASSIFICADO PARA A PRÓXIMA ETAPA, QUE OCORRERÁ DEPOIS DE AMANHÃ.

Lentamente e sorrindo, Draco pousou no chão, entregou o pomo de volta ao treinador e voou para as arquibancadas, onde Luna pulava de alegria. Não havia sinal de Rony, mas Draco estava tão feliz que nem deu sua falta. Para ele só existia Luna.

Draco desceu da vassoura a poucos passos dela e a bruxa veio correndo ao seu encontro, o abraçando. Ele a girou, e os dois riram.

— Você venceu! Você venceu! – ela repetia. – Eu sabia que venceria!

O bruxo a colocou no chão, sem soltá-la. Ele estava suado, o cabelo todo desgrenhado e as roupas amassadas, mas ela parecia não ligar. E o sorriso dela era tão lindo e contagiante! Sem pensar muito, Draco simplesmente aproximou o rosto do dela e a beijou.

A principio, Luna ficou surpresa, e mesmo estando surpresa ela retribuiu ao beijo de Draco, o que o encorajou. Ela está gostando. Ele sorriu entre o beijo e mordeu o lábio inferior dela, mas antes que voltasse a beijá-la, a bruxa abriu os olhos e se afastou.

E do outro lado das arquibancadas, Rony voltava do banheiro com um balde de pipoca novo que comprara no caminho e deixou-o cair no chão ao se deparar com a cena.

— Oh não – Luna disse mais para si mesma do que para ele. – Não devíamos ter feito isso.

Ai. Aquilo machucou.

— Por que não? – questionou Draco, sem entender. – O que há de errado?!

Luna saiu dos braços dele e deu um passo para trás.

— Nós somos amigos – disse confusa. – Você é meu amigo.

— Ah não! – ele revirou os olhos. – Se você disser “não quero estragar a nossa amizade”, juro por Deus que lanço um Avada em você.

Luna arquejou, dando outro passo para trás. – Você faria mesmo isso?

— O que? Não! – ele deu um passo para frente. – Foi só modo de falar.

— Mas você jurou por Deus!

— Foi o calor do momento – ele olhou hesitante para cima. – Hã... Desculpa aí. – voltou a olhar pra ela. – Pronto, já pedi desculpas. Mas o juramento ainda está valendo, então acho melhor você não dizer “não quero estragar a nossa amizade” por que se disser, terei que lançar uma Avada em você.

Ele estava brincando, mas ela não entendeu.

— Ah, qual é, Luna! Você me beijou de volta! – ele deu outro passo para frente – Você quis.

— Não quis não.

— Quis sim. – disse mais baixo, dando outro passo para frente e envolvendo a cintura dela, colando os corpos. – Você quis...

Draco inclinou o pouco rosto, roçando seu nariz no dela, e Luna não fez nada nem tentou se afastar. Ela só ficou olhando para ele, com os olhos azuis perplexos. Ele estava quase encostando seus lábios nos dela quando alguém gritou:

— Solta ela, sua fuinha!

Draco afundou a testa no pescoço de Luna, suspirando pesadamente. Para sua surpresa, ela o defendeu.

— Não chame ele de fuinha, Ron!

— Mas... Mas ele estava te agarrando, Luna!

— Eu sei!

Draco levantou cabeça, olhando feio para Rony, que parecia estar vendo dois dragões acasalando e não para dois bruxos que tinham apenas se beijado.

— Cara, você não percebe que está atrapalhando? – disse Malfoy.

Então Luna se voltou para Draco e deu um tapa no braço dele, se afastando e separando o abraço dos dois de novo.

— Não fale assim com o Ron!

— Ele me chamou de fuinha! Como você quer que eu fale?! 

Ela não respondeu. Se virou, muito irritada, e aparatou dali. Draco xingou e chutou sua vassoura, com raiva.

— Você vai ver só, fuinha! – ameaçou Rony, furioso. – Se assediar a Luna de novo, eu e o Harry vamos acabar com você! E a minha mulher é candidata a Ministra da Magia, então quando ela virar ministra vai acabar com você também!

E mostrando o dedo do meio, apartou deixando Draco sozinho, que soltou outro palavrão e chutou a vassoura mais uma vez.


Notas Finais


1 - Ok, agora calma. Eu não vou fazer aquele lance de "não quero estragar a nossa amizade". A Luna só está confusa, mas tudo irá se resolver no próximo, que aliás, eu vou postar ainda hoje, então não me matem! Só vou dar uns retoques no capítulo e posto ele a noite.
2 - Vocês encontraram algum erro no capítulo? Eu revisei ele várias vezes, mas sempre fica algum erro, então se vocês virem, me avisem!!!
3 - Você que sempre comenta e você leitor fantasma que nunca comentou, comente agora. Eu estou louca de ansiedade pra saber o que vocês acharam e ver a reação de vocês!


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