História Operação Onii-chan (Terminada) - Capítulo 8


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Elizabeth Liones
Tags Colegial, Elizabeth, Incesto, Melizabeth, Nanatsu No Taizai, Romance, Shoujo
Visualizações 1.023
Palavras 1.916
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa os erros e também o capítulo curto, e também pela demora.

Capítulo 8 - Os cabelos dos anjos eram prateados.


Fanfic / Fanfiction Operação Onii-chan (Terminada) - Capítulo 8 - Os cabelos dos anjos eram prateados.

                 

     [Capítulo anterior]

                 [Em outro lugar]

Uma mesa rodeada de homens importante s que serviam o governo do reino unido estavam em uma reunião com vários agentes segretos especializados, o líder se pos a frente de todos e pegou um microfone pequeno.

– Bom cavalheiros..peru um tempo atrás antes da nova lei a uns trinta a vinte anos atrás, havia um controle testes secreto em uma ilha fazendo fronteira com o peru, uma ilha totalmente desconhecida pelo mapa de hoje, lá era trasportados crianças recém-nascidas para testes horrendos com vários produtos químicos, poucos tinham a sorte de sobreviver depois várias substâncias químicas desconhecidas enjeitadas no sangue. As crianças que tiveram a sorte da vida, ganharam habilidades extraordinárias... O objetivo disso tudo era criar meta-humanos! Sim mutantes.

Todos na sala pareciam assustados, o homem arrumou a gravata e apontou para os agentes.

– Com o passar do tempo essas crianças se tornaram um problema para a sociedade, se infiltrando-se em varias casas como pessoas normais e depois cometendo barbaridades por não conseguir controlar as habilidades mortais... Por isso estamos aqui, para caçar essas pessoas e tranca-las em um lugar longe da sociedade... Por isso temos os caçadores de DEMÔNIOS!!!

 

                [Pov.Elizabeth]

Diane me chamou para caminhar no parque de manhã e perder os quilos que adquirimos no final de semana, eu com minha boa e generosa vontade aceitei o convite da minha diva, também preciso deixar nossas fofocas em dia.

Talvez passando mais tempo com ela eu esqueço um pouco do que aconteceu com o loirinho safado, ai que raiva se ele não fosse tão fofo juro que matava e jogava o corpo no fundo lado da cidade.

Aquele sutaque de gringo me deixa louca, não aguento mais pensar nesse garoto, e meus pais não ajudam em nada para me afastar dele... Realmente estamos passando muito tempo juntos, estou ate faltando alguns dias de aula para ajuda-lo com o idioma.

– Pensando bem... foi muito estranho ontem.- Fechei os olhos me lembrando de ontem a noite, quando tive uma das piores experiências da minha vida.– Chega a ser bizarro.

                   (Flashback)

– Ah! Onee-san que chato vamos fazer uma coisa mais divertida.- falou com a voz meiga enquanto puxava meu cabelo para que eu me aproximasse mais de seu rosto.

– Tipo o que?.- Perguntei na inocência, sentindo a respiração do do loiro ficar ofegante.

– S.A.T.I.S.F.A.Ç.Ã.O.- Soletrou com um olhar pervertido que na mesma hora me assustou.

Mas não me assustou tanto quando seu próximo movimento inesperado, que foi arrancar o fio do decote da minha camisola, deixando mais aberto quase a mostrar.

– Sabe maninha não achei que encontraria um entretenimento tão bom quanto você nessa casa de gente careta.- Sorriu sem desviar os olhos dos meus peitos.

– Eu não sou seu entretenimento, Irmãozinho.- Rosnei de raiva pronta pra dar um belo de um tapa naquele rostinho risonho, no entanto não consegui.

Ele foi mais rápido e com certeza mais forte pegando minhas duas mãos e amarrando na cabeceira da cama com o fio da camisola.

– Calma Ellie, é melhor calar a boquinha.- Passou a mão na minha franja tirando do meu olho, seu sorriso aumentou ao encarar meus olhos... Tenho Heterocromia, não gosto que me olham assim.

Queria morrer nessa hora, oque esse garoto acha que é?

Ele amarrou tão forte que senti minha corrente sanguínea trancar, futuramente não duvido ficar marcada por causa dele. Ouvi uma risada sarcástica sair de seus lábios e logo ele se levantou e foi em direção a porta trancando a mesma... Isso contribuiu com meu medo, sim uma garota crescida com medo dessa coisa ai, mas não é pra menos neh.

Ele voltou e engatinhou até perto de mim passando as mãos na minha coxa e logo apertando com força, fechei os olhos tentando não gritar ou seria meus pais preocupados, e sinceramente não que eles vejam essa cena.

– Me solta.- Sussurei, sendo ignorada.

– Sua pele é tão macia e frágil, parece um pêssego.- Deslizou os dedos sobre minha barriga por dentro da camisola.- Sabia que os anjos tinham cabelos prateados?.

Abri os olhos e me deparei com o verde esmeralda brilhante e intenso sobre mim, o sorriso que nunca se deslanchava. Por um momento me perdi naquela imensidão e fui tirada dela com o toque do meu celular, que estava na beirada da cama. Estou amarrada não consegui mexer um músculo perto dele.

Meliodas pegou e atendeu colocando no viva-voz. Fiz um olhar de desaprovação com a atitude dele.

– Hello.- Disse para a pessoa atrás da linha, ele parecia realmente estar se divertindo com isso.

Deus que não seja Elaine, qualquer pessoa menos Elaine.

– Elizabeth?.- Disse a pessoa, que no momento reconheci a voz de Guila minha colega de classe, e minha terceira BFF.– Desculpa esse é o celular da Elizabeth?.

– Já está acordada, amor?.- Meliodas debochou jogando o celular para perto de mim.

Suspirei aliviada por não ser Elaine.

– Guila?.- Minha voz saiu distante achei que ela não me escutaria.

– FILHA DA PUTA!.- Gritou Guila, obviamente não sabendo que estava no viva-voz.– Tá namorando e não avisou o bonde, que espécie de amiga você é?.-Revirei os olhos com os pensamentos dessa vaca.

– Credo, esse não é meu namorado. Que nojo você acabou de falar com meu irmãozinho.- Cuspi as palavras rápido.

– I'm still here, docinho.- Cantarolou Meliodas cheio de graça, minha vontade de voar no pescoço dele era imensa.

– Guila você precisa de alguma coisa?.- Disse lentamente, pelos tive essa impressão.

Enquanto esperava a resposta da minha amiga, acompanhei com os olhos o loiro novamente encaminhar para perto do meu corpo devagarinho. Eu pude sentir a quentura e o simples roçar de sua pele sobre mim foi perturbadoramente bom.

– O trabalho Elizabeth.- Ela disse como se fosse algo muito importante mas a única coisa que eu consegui prestar atenção foi naqueles olhos verdes cheios de brilho e más intensões sobre mim, junto com aquele tipico sorriso cafajeste desenhando em seu rosto.– Segunda-feira quando você faltou o professor Gil passou um trabalho em grupo e eu tirei você, sei que você é desleixada então vou fazer a maior parte.- me sentiria ofendida se não tivesse um garoto beijando meu pescoço como se fosse uma obra de arte.

Por incrível que pareça não senti vontade de afasta-lo.

– Não enten...- arfei sentindo sua mão entrar na minha camisola e apertar meu seio direito abrindo de uma vez por todas a minha roupa.– Para.- minha ordem saiu como um sussurro, e só foi mais um estímulo para ele passar a língua no meu mamilo já endurecido pela excitação.– hum!.- Dei o máximo de mim para não soltar um gemido.

– O trabalho é algo relacionado a cosplay, por isso eu vou escolher se não você vai pegar algo que pareça com uma prostituta.- disse ela, eu já não queria mais falar com a Guila, eu só queria desligar e xingar Meliodas.

Assim que ela pronunciou a palavra prostituta senti as mãos do loiro subir sobre minha nuca me puxando de um jeito para que eu conseguisse encarar sua expressão que não negavam divertimento.

Ele parecia adorar me ver pressa sem poder gritar para ninguém.

– Prostituta.- Disse de um forma risonha.– Essa ideia me anima, Maninha vamos brincar disso?.- Sua voz saiu mais grossa que o normal, estranhei um pouco.

Queria enfiar minha cara no centro da terra.

– Tem certeza de que esse é seu irmão? As coisas parecem bem quentes ai.- Disse Guila irônica, aparentando estar um pouco brava.

– Droga! Meliodas para com isso.- novamente ouvi minha voz sair baixa. Tentei me mexer mas a única coisa que consegui foi receber um puxão mais forte me mobilizando e a língua quente deslizando meu pescoço ate o meu queixo.– uh...

– Elizabeth que diabos esta acontecendo ai?.- Guila parecia bem brava (Será que ela não percebe que ta atrapalhando minha foda?) ela rosnou ao ouvir as gargalhadas de Meliodas.– Tem como começarmos o trabalho hoje aqui em casa?.

– Não posso estou cuidando do meu irmãozinho.– Estou ocupada.- me amaldiçoei porque gemido na última palavra, mas porra! aquela boca me enlouquecia ao me encher de beijos molhados e Meliodas não parava de brincar com meus seios.

E a imbecil da Guila pareceu não perceber que estava me atrapalhando com esse Papinho de trabalho escolar, Como eu queria meus braços livres para desligar aquele telefone, eu estava já tão desesperada pra abraçar o loirinho.

– Estou ocupada Guila.- Não escondi a expectativa na voz ao sentir Meliodas descer os beijos até a minha barriga abrindo toda minha camisola.

– OCUPADA?.- O grito dela o fez tornar para o celular.

– O coisa chata, será que não tem coisa melhor pra fazer?.- Ele pegou o celular irritado.– Outra pessoa pra você cuidar da vida, não?.

Ela finalmente desligou.

Ele arremessou o celular na cama de novo e escalou o meu corpo com as mãos até chegar no meu pescoço, isso foi um carinho tão gostoso que me fez ronronar.

– Sua aminguinha é bem chata.- sua boca rasta pela maçã do meu rosto.– Queria espanca-la e deixa-la sem as pernas.- Disse de um jeito tão psicopata.

Mas eu só conseguia gemer quando ele se aproximou colocando uma perna entre as minhas, arquei as costas tendo meu íntimo pressionado em sua coxa.

– O trabalho...- Que merda eu estava falando?.

– Foda-se o trabalho.- minha perna foi puxada em direção a sua cintura eu gemi alto a sentir sua mão arrancar minha calcinha em um puxão violento que a fez em vários pedaços.– Você disse que estava ocupada, não mentiu em nada.

– Aharam... Sim.- senti a mesma mão que me puxou tocar me entre as minhas pernas, seus dedo foi direto nos meus lábios... Tentei a todo custo me movimentar naquele dedo, mas era meio difícil me mexer.

– Que garota apressada.- Lá estava seu deboche habitual, deveria ser mesmo muito divertido ver meu sofrimento... Esse garoto parece um psicopata sádico e esquisito.– Pobrezinha, mal consegue se mexer.- Em um ato de crueldade ele esfregou seu polegar em uma área sensível enquanto enterrava seus dois dedos em mim de uma vez só.

E logo começaram os movimentos rígidos e fortes, tão fortes que meu corpo ia para baixo e para cima acompanhado os movimentos, eu não consegui conter os gemidos. Isso era tão bom, tão quente. Me fazia derreter por dentro e minha excitação escorria pelas minhas perna molhando a minha camisola.

Ele parou e tirou os dedos de dentro de mim e eu fiz um olhar de desaprovação, por que ele parou?.

Notei que havia que estávamos sujos de sangue, tinha realmente muito sangue na minhas perna e nos dedos dele. Não demorou para ele provar meu sangue que estava em seus dedos levando ate a boca, me assustei ao ver o rosto como se estivesse fazendo uma refeição.

– Isso é muito bom.- A pupila dos seus olhos cresceram assustadoramente, engolei a seco vendo ele se abaixar para ate minha intimidade e provar mais.

– MELIODAS!.- Gritei sentindo suas mãos segurem forte minha coxa ao ponto de me machucar.– Ah...- Gemi alto quando seus lábios encostaram em mim, uma ronda de arrepios envolveram.

Por que eu estou gostando disso? O que está acontecendo.

                 (Flashback Off)

– Elizabeth... ELIZABETH.-  Diane me chacoalhou chamando minha atenção é me tirando dos pensamentos.– Amiga vamos, oque você esta fazendo ai parada?

Revirei os olhos colocando os fones de ouvido, indo em direção da mesma.

– O que esta acontecendo? parece que viu um fantasma.- Ela riu brincalhona, apenas sorri forçado concordando.– Depois da caminhada eu estava pensando em passar na casa da Guila.

– OK...- Disse desanimada.

 

 

Leia as notas finais...


Notas Finais


Pra quem não entendeu, Meliodas é um mutante, uma das 10 crianças que sobreviveram a testes a 30 anos atrás... Ele não é uma pessoa normal, sim como vocês já perceberam e a Elizabeth ta completamente desconfiada... (Sim, ele tirou a virgindade dela daquele jeito, mas não rolou nada depois daquilo além dele ter literalmente a machucado muito, a louca gostou)

Apesar dele não ser mal, ele também não é bonzinho. Por isso tem alguns problemas mentais que o deixa com um aspecto psicopata.

Mas ele tenta esconder isso, não é culpa dele isso, pois ele sofreu muito desde a verdadeira infância e então adquiriu essa característica.

Ele foi julgado como criminoso só pra ficar preso por causa de seus poderes então fugiu da cadeia e foi para um orfanato, e agora os caçadores de "demônios" estão atrás dele.

O acharam...?

Deixe seu comentário e suas perguntas, vou responde-los.


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