História Operação Onii-chan (Terminada) - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Elizabeth Liones
Tags Colegial, Elizabeth, Incesto, Melizabeth, Nanatsu No Taizai, Romance, Shoujo
Visualizações 374
Palavras 3.892
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa a demora, eu tava rachando a cabeça faz tempo para sair um final "Perfeito" então esse foi o meu resultado, espero que gostem ou me matem...

Capítulo 30 - Canto dos Anjos (Último)


Fanfic / Fanfiction Operação Onii-chan (Terminada) - Capítulo 30 - Canto dos Anjos (Último)


                                   (Capítulo Anterior)

                           [Pov.Autora]
 

Derrierie brincou e logo depois de abrir a porta do cômodo empurrou com força o irmão para dentro do quarto e trancou logo em seguida, a loira sorriu vitóriosa ao conseguir tranca-lo.

Já dentro do quarto ele estava confuso com a situação, praticamente tudo estava escuro, então ele ligou a luz e a imagem iluminada da garota sentada na cama apenas usando um camisola rosada quase transparente, seus cabelos assustadoramente enormes e lindos brilhavam junto com seus olhos.

Ela sorriu.

- Sentiu minha falta Onii-chan?.- Seus olhos azuis encontraram com os olhos esverdeados do menor.

- Muito....- Se aproximou dela para certificar de que era real e não fruto de sua imaginação, ele tocou o rosto dela apreciando cada detalhe, sentindo a textura.- Nunca mais fique longe de mim nunca mais.

- Não parece o nosso primeiro encontro? Quando nós nos conhecemos meus pais me trancaram em um quarto junto com você.

Ele assentiu com a cabeça sorrindo feito bobo e conectou os lábios nos dela, foi mais um beijo calmo para matar a saudade... 

 

             

                        [Capítulo atual]

                          (Pov.Autora)

Rapidamente se separaram do beijo que foi quase como um simples roçar de lábios, Elizabeth o puxa para um abraço apertado e caloroso, a maior passa os dedos sobre os cabelos loiros e sente o cheiro do corpo dele, a mesma tinha sentido muita falta do calor extremo vindo do corpo dele, era tão quente. Ela encaixa o rosto na curva do pescoço do menor sem cerimônia sugou para sentir mais o cheiro masculino, enquanto ele acaricia suas costas com um sorriso nos lábios tentando se conter para não descer maus a mão e apertar a bunda esbelta da prateada.

- Meliodas...- Ela volta a encara-lo dessa vez de uma forma um pouco estranha com uma sobrancelha erguida e os olhos esbanjando desconfiança.- Você está cheirando a Diane exatamente ela, o perfume dela está inpreguinado em você...

Por alguns segundos ele não respondeu nada, mas se lembrou de que uma hora atrás estava em cima de Diane tentando "mata-la" estragulada por falar uma coisa ofensiva à ele, não havia nada além disso, o mesmo olha para Elizabeth e começa gargalhar de sua reação ao pensar que havia algo mais, ela estava com ciúmes era bem nitído. Seus olhos azuis não negavam nada. 

- Bem, não é nada que está pensando, não se preocupe.- Os olhos dele deslizaram sobre o corpo dela vestido apenas por uma lingerie rosa na tonalidade transparente com o tecido bem fino e solto, seios fartos eram bem visíveis assim como suas curvas esculpidas por Deuses junto com suas coxas grossas e a pele branquinha e delicada, nesse momento ao reparar na pele da garota ele percebeu alguns roxos espalhados por sua barriga perna e principalmente seus pulsos.

- Vai ficar aí me comendo com os olhos ou vai tomar coragem pra me comer de verdade?.- A prateada mordeu os lábios impaciente com a lenta observação do amante...

Inesperavelmente ele a puxou pelas pernas a fazendo se sentar na beira da cama, se ajoelhou no chão e começou a beijar o machucados "roxos" em suas pernas um por um, ela o olhou sem entender qual era o motivo disso. Seus beijos eram quentes e delicados, seus lábios macios encostavam com cuidado em sua pele exposta como se fosse de porcelana, o loiro levantou a cabeça com um olhar sério e preocupado.

- Me desculpa.

- Pelo que? Você não fez na de errado, pelo que eu saiba.- Encarou o menor que se encontravá entre suas pernas.

- Por não conseguir ser o suficiente para te proteger, eles te machucaram, isso foi culpa minha.- O loiro se explicou, estava sentindo-se culpado com o acontecimento.- Acredite, não teve um santo dia que eu não tenha sentido saudades suas, a vida já não estava andando nos trilhos sem você, a vida não estava mais fazendo sentido algum sem você comigo.

Ele disse a fazendo sorrir por dentro e por fora, o coração dela batia feito louco implorando para continuar, implorando para aceita-lo como nunca antes. A prateada olhou intensamente dentro dos olhos esmeraldas, antes ela via um mero garoto bipolar e agressivo caindo de paixão aos seus pés, agora ela vê a imagem de um homem verdadeiramente amando-a com toda força.

- Faz há nove meses que nós conhecemos, mas a queimação no meu peito que você me causa é como se nós conhecessemos a um milhão de anos atrás, a cada ano que se passa meu amor não diminui só aumenta...

   

 

                  ♤     [Pov.Elizabeth]    ♤

 

Sorri com suas palavras bonitas, ele consegue me deixar feliz em questão de segundos, mas ao mesmo tempo estou frustrada pois não sei dizer palavras tão bonitas assim como as dele, não é nem por falta de sentimentos e sim por falta de criatividade, romantismo não é muito a minha praia (não mais). O loiro se levanta e fica em pé em minha frente, levo minhas mãos aos botões de sua camisa social e começo a desabotoar com calma sem desconectar nossos olhares repletos de luxúria, aqueles malditos olhos que me levavam ao delírio, aquele maldito sorriso safado que fazia parte de seu pequeno charme.

- Impressão minha ou você estava indo para um velório todo de preto.- Questionei terminado de dasabotoar a camisa, mordi os lábios admirando sua imagem, o abdômen bem definido, dedos passando em volta dos meus lábios.- Fica extremamente sexy de preto, parece um bad baby boy.

O mesmo sorriu de lado com meu comentário, peguei sua mão e deslizei por baixo do meu vestido fino e fui subindo sentindo sua pele passar por minha barriga devagar até chegar no meu seio direito, ele não se mexia eu o guiava pelo meu corpo. Passei a língua pelos meus lábios, ele sozinho começa a massagear me fazendo fechar os olhos por alguns segundos, me recomponho minha mão vai em direção ao zíper de sua calça jeans extremamente colada em seu corpo. 

Inesperavelmente suas mãos fortes e ágeis empurram meu corpo para trás me fazendo deitar na cama com brutalidado, sinto o corpo do menor sobre o meu. Queria resmungar contra seu ato, mas ele falou antes.

- Não me toca sem minha permissão.- Disse sério tomando o controle da situação, em seguida segurando meus braços acima da cabeça, o mesmo beija meu maxilar com ternura e me olha com desejo.- Seja minha submissa e eu serei seu dominador, terá que obedecer minhas ordem seguir minhas supostas regras...

- Assim não vale.- Questionei contra.

- Seja uma boa menina e cala a boca, a não ser que queirá que eu mesmo faça isso...

- Já isso, não seria uma má idéia.- Gargalhei brincalhona com sua resposta, o loiro não perdeu tempo e se inclinou para baixo e foi de encontro com os meus lábios. Senti seu gosto insano de hortelã cigarro e chantilly uma mistura estranha, porém não deixava de ser boa pelo fato de ser seus lábios. O loiro pediu passagem pra língua, eu simplesmente me entreguei sem pensar duas vezes. Queria tê-lo dentro de mim, queria sentir seu gosto por inteiro sobre mim, queria tê-lo derramando o prazer sobre mim, quero ouvir sua voz gemendo no meu ouvido... é isso que eu quero.

Depois dessa jornada entediante longe de casa de tudo e todos. Matando, cortando, esquartejando, removendo órgãos, explodindo laboratórios, cortando cabelos e dentes de enfermeiras ... fazendo vingancinhas... sinto uma imensa necessidade de contato físico, como se isso dependesse da minha vida.

Então ele morde meus lábios inferiorés me fazendo deixar um gemido fraco escapar da minha boca, uma de suas mãos me pega pelo braço e me vira de bruços com rapidez, fiquei prensada contra a cama. O mesmo parou por uns instantes, com certeza estava "Vendo se as medidas da camisola estavam corretas em meu travesseiro" sinto sua mão bater com força deixando um tapa ardido e estalado, gargalhei com a queimação de dor e prazer.

- Waw...- Senti minhas bochechas queimarem.

Ele se aproxima do meu ouvido com sua voz rouca e extremamente sedutora, me deixando molhada aos poucos.

- Temos aqui uma masoquista assumida, não sabe o quanto me deixa excitado assim pequena Elizabeth.- Sussurrou no meu ouvido, sua mão deslizou fazendo um percurso das minhas costas até a minha calcinha por cima do meu ponto sensível, o loiro começou a fazer movimento circulares. Suspirei fundo permitindo as ondas de prazeres atingirem meu corpo.

- Hummm, o pequeno aqui é você Little boy...- Provoquei, deitei com o rosto na cama e apertei o lençol com as mãos, o loiro aumenta a velocidade dos movimentos e abre uma fresta na minha calcinha, penetrando um dedo, grui um pouco mais auto, assim foi por cinco minutos. Meu corpo estava totalmente quente, e me derreti em seus dedo. Olhei para trás e o vi abaixando o zíper do jeans, era bem visível sua excitação, não consegui disfarça minha felicidade ao ver a imagem dele assim por mim.

- Estou vendo esse sorriso.- Disse mirando meu rosto enquanto aperta meu bumbum com uma das mãos, ronronei igual uma gatinha sapeca.- Então é isso que a princesinha sapeca quer.

Sinto ele se enterrar totalmente em mim, uma dor boa me consome de fato isso é incrível, deixo um "A" abafado escapar da minha boca, o loiro se posiciona segurando minha cintura e se movimentando com "vai e vem" de forma lenta e gostoso, olho em seus olhos verdes e ele faz o mesmo comigo, vejo um sorriso safado escapar de seu lábios, ao aumentar os movimentos os sorriso de desfaz e sua boca e tomada por suspiros.

Também não consigo me conter e comecei a gemer segurando mais forte o lençol, vejo os olhos dele se fechando em meio ao prazer. Ele aperte mais minhá cintura contra si, indo mais, mais, mais rápido. A cama se movia juntamente com suas fortes investidas, meu interior se contraí apertando ele mais dentro de mim, ouvi ele suspirar alto.

- Caralho, havia me esquecido de como você é apertada.- Ele range os dentes sentindo meu interior aperta-lo, sorri de lado sentindo algumas lágrimas escorrerem pelos meus olhos, meu rosto com certeza está pegando fogo de vermelho. Ele socava tão forte e rápido, meu primeiro ápice me atinge com tudo, solto um gemido rouco sentindo meu líquido escorrer devagar para fora, minhas pernas ficam trêmulas e meu corpo pesado.- Boa menina...

 

   (.....)

Voltamos aos beijos nossas línguas brigavam por espaço, batalhavam por mais contato, estamos sem os obstáculos das roupas nos atrapalhando,  nossos corpos estão grudados e perfeitamente encaixados na cama macia e espaçosa, seus beijos descem para meu pescoço e logo se transformam em chupões eletrizantes, meu coração bombeia feito doido. Entrelaço minha mão na sua, ele já estava novamente "animado" com meu contato, essa seria uma oportunidade perfeita pra tomar o controle, mudei de posição rápido como uma raio, fiquei por cima e sorri maldosa vendo sua expressão espantada com minha força.

- Cansei de ser sua submissa little boy.- Fiz um biquinho infantil como de costume e sem cerimônia fiz com que ele se encaixasse em mim de novo, passei a mão pelo seu abdômen me apoiando por lá mesmo, comecei os movimentos viciantes e prazerosos "Para baixo e para cima" ele fechou os olhos e deixou a boca seme-aberta deixando sussurros escaparem, suas mãos foram para minha cintura... fiquei enjoado de ir de vagar, não sei oque deu no meu corpo, mas meu sangue começou a correr mais rápido pelas minhas veias, sinto as minhas pupilas dilatarem... começo a ir em um ritmo assustador.

- Eli...eli..eliza...- Meliodas arregala os olhos me fazendo gargalhar sem sentido algo, sento que ele chegou ao segundo ápice, mas não paro, isso dura mais alguns minutos, ele já estava no quarto ápice totalmente suado e ofegante, uma de suas mãos se encontravam em uma seio.- Droga... Elizabeth.

Finalmente parei suspirando fundo e notando a terrível sensação dos cabelos grudarem nas minhas costas, me joguei ao seu lado e o puxei para que me abraçasse, o loiro ainda estava estava em seu estado de transe olhando para o teto pensativo e assustado. Me aproximei e dei uma beijo sapeca em seus finos lábios de hortelã.

- Acabou comigo...

- Desculpa, não sei oque deu em mim... acho que senti muito sua falta.- Agarrei seu corpo entrelaçando nossas pernas e nossas mãos e comecei a enche-lo de beijos, suas bochechas, seu pescoço, uma simples e longa trilha de beijos até seus lábios novamente, dei um selinho com a intenção de aprofundar mais, mas ele não retribuiu, continuou olhando para o teto ainda imóvel, fiz uma cara triste.- Te machuquei?

O mesmo me encarou sem expressão alguma, seus cabelos loiros estavam mais bagunçados que o normal, parecia pensar nas palavras certas a usar.

- Foge comigo, Elizabeth.- Disse sério e firme, não como uma pergunta e sim como uma ordem.

Paralisei por alguns estantes, isso com certeza foi algo inesperado, não sei oque pensar, fugir com ele seria uma decisão séria que deveria ser bem pensada... ou talvez não, pois todos acham que estou morta mesmo.

- Fugir pra onde? nosso lugar é aqui Meliodas, nossa casa, com nossos pais, nossos amigos, tem a escola, tem os estudos, nossos objetivos de vida.- Sorri mirando seus lábios.

Por empulso ele se levanta se sentando na cama, me levanto também estranhando sua reação. Ele se vira para mim e segura meu rosto, me fazendo olha-lo com mais fixação.

- Ellie, nosso lugar não é na sociedade normal, não somos humanos normais.- Franzi o cenho tentando compreende-lo.- Nunca nós aceitaram por isso, é também porque somos legalmentes irmãos, vão nos desprezar e de qualquer forma nos excluir, vamos ser vistos como monstros de qualquer jeito.

- Mas e nossos amigos?.

- Estão fazendo um velório, acham que você está morta, eles não se importam comigo, percebi que o único motivo que me prendia aqui era a vontade de estar com você, mas agora que sei que é igual a mim, sinto que podemos ficar juntos em outro lugar, um lugar feito para pessoas como nos e ninguém e nada poderia julgar. Podemos usar essas habilidadés meta-humanas para algo bom.- Segurou minha mão me lembrando dos meus supostos "poderes".

 

 

 

 

 

                          (......)

                    [Pov.Autora]

 

O grande portão branco da mansão Austráliana se abriu revelando um lugar verdadeiramente lindo e grande bem estruturado, várias flores espalhadas para todos os cantos de entrada. A temperatura e o clima desse lugar é perfeito para crescer as flores e rosas e até verduras, esse lugar pareciais uma uma Fortaleza de tão grande.

Elizabeth e Meliodas se olharam, ambos estavam com as mão dadas prontos para seguir o caminho sem volta para o lado de dentro. A prateada estava tão iluminada e radiante como a luz do dia, um sorriso de fazer qualquer um se derreter, principalmente ele, usava um vestido branco até a altura de suas coxas e uma sapatilha baixa para não menosprezar a altura do namorado, seus cabelos fava uma impressão que a garota era. Já o loiro estava com uma roupa mais social um terno sem gravatá preto e a camisa social branca, ele de longe fazia juiz a fama de garoto nada amigável, sendo totalmente o oposto da namorada.

Ele a amaria mesmo ela sendo o sol e ele a lua, mesmo ela sendo a luz e ele a escuridão...

- Vamos?.- Ele perguntou segurando firme a mão da prateada que ainda por dentro estava insegura por ter deixado tudo para trás e fugir.

- Vamos.

 

 

                         (......)

 

O casal entrou no salão principal da mansão, havia muitas pessoas reunidas com balões brancos e azuis, havia muitos rostos desconhecidos, porém amigáveis. Era uma festa de boas vindas, Elizabeth sorriu alegre com a bela recepção enquanto puxava Meliodas junto para comprimentar o pessoal, ele sem muita escolha foi arrastado. A prateada foi exatamente em Derrierie abraça-lá,  pois algo na garota dizia que tudo isso foi graças a irmã de Meliodas, e de fato foi.

- Elizabeth seja bem vinda ao "Canto dos anjos" uma academia para meta-humanos e também um "esconderijo" sinta parte da família agora.- Derrierie, animada.- Essa festinha e pra você que de alguma forma conseguiu nos vingar do "Dr.London" e também pela volta do fundador da academia.

- Obrigado não sei nem oque dizer... PERAI fundador da academia?.- Elizabeth olhou para Meliodas que estava já no outro canto sendo bajulado por outras garotas, ela sorriu sacando quem era o fundador.- Acho já esperava algo assim vindo dele.

- Bem... não foi fácil construir tudo isso, mas valeu a pena, adotamos e salvamos muitos meta-humanos de laboratórios.- Derrierie.

A prateada estava distraída conversanão com a loira, quando pequenas mãoszinhas puxam de leve seu vestido tentando chamar atenção dela, ela seu e vira assustada e se depara com três garotinhas gêmeas, cada uma carregava um desenho diferente nas mãos.

- Elizabeth é verdade que você castigou o homem mau?.- Uma delas peguntam estendendo a folha com o desenho para Elizabeth ver, era o desenho de uma boca igual a ela arrancando a cabeça de outro boneco, ela estranhou o desenho feito pela criança pequena, mas desfarçou.

- Si...sim, ele não vai mais castigar ninguém.- Se abaixou na altura das pequenas e assinou o desenho das três com carinho, eram desenhos dela arrancando pedaços do corpo do "Dr.London" Derrierie riu abafado vendo os desenhos também.

- Obrigado Elizabeth.- Deram um beijo na bochecha da prateada e saíram saltitantes.

Elizabeth se levantou vendo as garotinhas de longe, Derrierie encostou a mão no ombro dela.

- Vem, vamos conhecer o quarto de vocês dois.- Puxou ela pela mão e passou puxando Meliodas também o tirando da roda de garotas interesseiras, ele não protestou contra, estava pedindo socorro com o olhos para sair de lá.

 

                          (......)

 

Subiram as escadas até o último andar, Zeldris, Estarossa e Derrierie carregaram as malas de ambos e deixaram em cima da cama de casal espaçosa do quarto grande com a porta roxa. Era tudo bem organizado e luxuoso, havia uma sacada, televisão closet e suíte. Elizabeth se jogou na cama ao lado das malas, Meliodas tirou os sapatos e foi direto pra sacada sentir o vento de fora, ele estava bastante feliz por ter conseguido convencer a namorada a "fugir" para o canto dos anjos, ele sabia pra ela seria muito difícil abandonar a vida que tinha antes.

- Bom, vamos deixar vocês descansarem da viagem.- Estarossa.

- Se precisarem de alguma coisa... se virem sozinhos ninguém é empregado de ninguém aqui.- Zeldris disse com o jeitão mal-humorado, depois olhou para a prateada jogada na cama, sua posição deixou com que o vestido curto mostrasse um pouco de sua calcinha rosada, o moreno corou um pouco com a imagem.- Abro excessão só pra você princesa...

Derrierie jogo o moreno pra fora do quarto e diz um pouco nervosa.

- Ele quis dizer, qualquer coisa é só chamar.-  A Loira saí quarto fechando a porta os deixando sozinhos.

Elizabeth se levanta da cama e vai até a sacada também para observar a paisagem da sacada, estava vetando. Estavam no alto e dava de ver tudo em baixo, sem dúvidas a melhor visão, havia um campo de flores, uma pequena praça com crianças brincando algumas andando de bicicleta outras jogando amarelinha, em pensar que aque las crianças seriam tratas como monstros pela sociedade se descubrirem seus potenciais.

A prateada sente o corpo de Meliodas a abraça-lá por trás encostando o rosto em sócias costas, ela permanece imóvel.

- Você ama mesmo as flores né.- Disse ele.

- Amo, são as decorações da natureza, devem ser cutivadas assim.- Apontou para o campo.- Em grande quantidade.- Sorriu ao sentir o vento passar e levar o aroma das flores até eles.

Se virou de frente para ele colocando os dois braços em volta de seu pescoço, ele a levantou colocando-a sentada na sacada. A mesma se assustou com a altura e agarrou ele mais forte. O loiro riu de sua reação, mal percebeu a garota que havia prensado ele contra seus fartos seios.

- Desculpa...

- Pelo que?.- Desceu as mãos pela cintura da garota, um sorriso safado brotou dos lábios dele.- Podemos fazer aqui, pensa que interessante. 

- A...a..aqui?.- Ela olhou para os lados, para baixo, para cima com o rosto queimando de vergonha.- Está louco? Tem crianças lá em baixo, gente passando toda hora.

- Idai?

- Você vai ver o "idai" quando eu jogar ele na sua cara.- Puxou o terno dele com raiva e abismada com que o loiro sugeriu, depois percebeu que ele eles tava brincando e sorriu logo depois selando os lábios em um beijo entre risadas.- Você não presta...

Depois de algumas piadinhas o clima ficou sério e silencioso, Meliodas tirou a franja dela dos olhos admirando a cor mel que havia naquele lado, era uma garota que possuía uma beleza diferente.

- Prometa que nunca mais vai me deixar não importa as circunstâncias, vai ficar ao meu lado todo sempre.- Ele matou o silêncio.

A prateada abriu a boca diversas vezes, mas o som não saía, olhou para os lados pensativa, até que ele segurou o queixo dela a fazendo fixar os olhos nele novamente, o temperamento dele começou a aumentar.

- Elizabeth apenas prometa!.- Disse em tom alto o suficiente.

- Eu prometo.- Finalmente disse quase como um sussurro insegura, talvez ela estivesse com medo de não comprir uma promessa como essa.- Mas sabe que existe diversas coisas que podem nos separar, existe a morte.

- Não importa, se for preciso quebro os portões dos céus ou Inferno para te trazer de volta... Elizabeth... Elizabeth.

Um barulho estrondoso atingiu a prateada no peito, uma simples bala cravada em seu puro coração foi o suficiente, o loiro entrou em desespero notando oque havia acontecido, o corpo dela caiu sem vida em seus braços, seus olhos verdes esmeraldas foram possuídos pelo negro da Ira.

- ELIZABETH.... ELIZABETH...

Ele olhou para trás vendo um homem com de cabelos grande parado com uma mera arma de fogo na mão, mas não era uma arma qualquer e sim uma letalmente mortal para um meta-humano. Aparentemente ele estava o tempo todo escondido no banheiro esperando momento certo.

- Uma vingança pela vida do meu pai que passou a vida toda fazendo essa raça maldita, para no final se revoltarem contra ele.- Ele sorriu olhando o corpo da bela garota já sem vida, mas ainda com lágrimas nos olhos segurando a mão do amado até seu último momento, o homem desconhecido apontou a arma para a cabeça do loiro, mas não apertou o gatilho.- Só não te cravo uma bala, por que a dor da perda é pior que a dor da verdadeira morte...

- Desgraçado.- Meliodas se levantou com o semblante totalmente alterado e caminhou lentamente em direção ao homem, pensando em uma morte dolorosa e agoniante.

- Tem sorte que dei três para se despedir da psicopata, desculpa estragar o final de "Feliz para sempre".- Gargalhou mesmo sabendo que a morte também estava próxima.

 

 

                        (......)

 Minutos depois o quarto de casal se encontrava todo ensanguentado e o homem que havia matado a bela garota estava sem seus membros e sua cabeça estava pendurada no ventilador, o loiro estava no canto da parede com o corpo da garota nos braços, tudo em sua mente rodava como um carrossel ou montanha-russa sem rumo.

- Nunca gostei de montanha-russa.

 

 

 


Notas Finais


Por favor não me matem, eu estava pensando em fazer uma segunda temporada com ela voltando seria uma outra história bem mais explicada, mas aí eu pensei melhor.... não deixa assim mesmo.

Desculpa pelo final ;-; eu nunca disse que séria feliz.


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