História Operação V - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Apollo, Artemis, Atena, Calipso, Charles "Charlie" Beckendorf, Clarisse La Rue, Connor Stoll, Dionísio, Frank Zhang, Gleeson Hedge, Grover Underwood, Hades, Hazel Levesque, Hefesto, Jason Grace, Leo Valdez, Luke Castellan, Mitchell, Nico di Angelo, Octavian, Percy Jackson, Piper Mclean, Poseidon, Quíron, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Sally Jackson, Silena Beauregard, Thalia Grace, Travis Stoll, Will Solace, Zeus
Tags Annabeth, Annabeth Chase, Caleo, Calipso, Charlena, Comedia, Drew, Drew Tanaka, Ex-namorado, Frank Zhang, Frazel, Hazel Levesque, Humor, Jasiper, Jason Grace, Leo Valdez, Michael, Michael Yew, Ódio, Percabeth, Percy, Percy Jackson, Piper Mcclean, Rachel Elizabeth Dare, Romance, Silena, Silena Beauregard, Thalia, Thalia Grace, Thaluke, Vingança
Exibições 207
Palavras 2.422
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ayo, ladies and gentlemen! Aqui é a Lady Elena!
Gente, eu sei que eu demorei, mas eu tive dois bons motivos para isso.
Primeiro, eu estava em semana de provas, mas elas já acabaram, então não tem nada com o que se preocuparem.
Segundo, eu estava reescrevendo a fic. Sim, reescrevendo. Eu simplesmente odiava os primeiros capítulos, então e reescrevi tudo até esse capítulo, Eu acho que ficou melhor, mas eu peço que vocês leiam, por favor, e me deem suas opiniões. Sério, galera, leiam de novo. LEIAM DE NOVO!
FAÇA O SEGUINTE: SAIA DESSE CAPÍTULO, VÁ ATÉ O PRIMEIRO E LEIA TUDO ATÉ CHEGAR NESSE! DEPOIS, DEIXE UM COMENTÁRIO EXPRESSADO SUA OPINIÃO.
Enfim, leiam de novo e aqui está um capítulo até que grande para compensar a demora.
Enjoy it! :)

Capítulo 15 - A festa Stoll


GENTE, LEIAM ESSE AVISO!

Eu poderia falar para vocês lerem as notas iniciais, mas eu sei que muita gente não faz isso. E esse aviso é muito importante.

Eu reescrevi a fic porque simplesmente odiava os capítulos anteriores, então peço que você volte ao capítulo um e leia tudo de novo antes de ler esse, por favor. Sério, isso é muito importante. E você pode deixar comentários nos capítulos reescritos falando o que você achou ou pode me contar tudo depois na caixinha de comentários desse cap. Faça qualquer coisa, mas leia tudo de novo!

É só isso! Boa leitura ;D

 

Ele parou no meio do caminho e me encarou, ciente de que eu o encarava de volta. Seus lábios formaram as seguintes palavras: “Me siga”. Só uma pessoa realmente burra o seguiria.

- Já volto.

Pois é, eu fui muito burra.

Levantei-me da mesa, vendo-o deixar o estabelecimento. Minha consciência falava que era a última chance para desistir, mas eu não estava com muito entusiasmo para ter alguma palestra sobre popularidade. Deixei o café também, e o vi sentado numa mesa do restaurante ao lado. Andei até ele, cruzei os braços e parei a sua frente de cara amarrada. Vi seu olhar subir até o meu rosto, e ele me lançou um sorrisinho meio irônico.

Qual é a dele?! 

- O que você quer? – perguntei, batendo o pé impacientemente. 

- Preciso de um favor – falou.

Eu praticamente não falava com ele desde que eu tinha atirado o livro na Drew, quando eu estava de detenção novamente. Não que eu sentisse falta. Nunca. Mas ouvir sua voz, por algum motivo, deu-me um arrepio. E eu não gostei daquilo. 

Comecei a ficar desconfortável e respirei fundo, descruzando os braços e mordendo os lábios. Ele continuava com aquele sorriso. Ah, eu queria tirá-lo de seu rosto. 

Tá, qual é a sua?!

- Não devo favores a você – virei-me lentamente.

- É urgente – ele agarrou meu braço.

Eu nem havia reparado que ele levantara. Mas aquele sorriso desaparecera de seu rosto, fazendo-me sentir vitoriosa. Olhei para ele com as sobrancelhas erguidas e puxei meu braço, que não foi solto. Ele era mais forte do que eu, obviamente.

- Que tal me largar? – propus e vi seus olhos se estreitarem. Mas ele soltou. – Qual é o problema?

- Eu to saindo com uma garota... – eu ia interrompê-lo, mas ele tapou minha boca. – ... que não larga do meu pé. Queria que você me ajudasse a me livrar de... OUTCH! Você me mordeu!

- Isso é o seu urgente? – revirei os olhos e suspirei. – Diga um motivo para eu te ajudar.

- Eu posso começar a gritar que você é uma doida que quer abusar do meu corpinho. 

Meu rosto foi tomado por uma careta. É o quê?

Fingi pensar por um momento, mas quem eu queria enganar? Palestra sobre popularidade não estava em meus planos.

- Não tenho nada melhor para fazer, então ok. Cadê ela?

- Bem ali – ele apontou par uma ruiva sentada no McDonald’s.

Olhei para ele com cara de "Você só pode estar brincando."

- Salve-me – ele fez uma carinha parecida com a do Gato de Botas, o que me fez esboçar um sorriso, e foi ao encontro dela.

Tirei aquela sombra de um sorriso de meu rosto e preparei-me psicologicamente para o que estava prestes a acontecer. Respirei fundo ao vê-lo sentar na cadeira e coloquei meu melhor sorriso no rosto. Enquanto andava até lá, pensava no que fazer. Deveria brigar com a garota, fingindo ser a namorada ciumenta? Ou deveria fingir ser a namorada grávida?

Não vi razão para não fazer tudo.

- Amor! – gritei para Jackson, que me encarou de volta. – Você não vai acreditar! Eu estou grá... – direcionei meu olhar para a menina e fiz meu sorriso sumir. – Quem é ela?

A menina fez cara de tacho e me olhou como se eu fosse um tribufu. Qual é, eu não estava tão feia assim! 

- Eu sou a namorada dele – ela respondeu, sua voz nasalada penetrando meus ouvidos.

Fiz careta, mas me recompus e devolvi o olhar.

- Não, eu sou a dele. O que tá acontecendo aqui, Percy? – falei de forma estridente, mas também sufoquei um riso.

Eu não sabia que era tão boa atriz. Convenhamos, eu estava me saindo muito bem. 

- Xenia, eu...

Xenia? Tá certo isso, Produção? 

- Fica quieto – levantei minha mão, calando-o. E então me virei para a menina com um olhar superior que eu sabia que dava raiva em todos. – Você o namora há quanto tempo? 

A menina tentou devolver o olhar, mas vacilou. Era esse o poder da encarada. 

- Duas semanas! E você, queridinha? – ela me chamou de queridinha?

- Há cinco anos, queridinha.

A garota, do nada, se levantou e tacou bebida no Percy. Este deu um salto na cadeira e olhou-a atônito. Eu segurei a gargalhada.

- Se você prefere essa loira burra...

Eu parei de ouvir na hora. Loira burra? Até Jackson fez careta (mais do que já estava fazendo). Ninguém me chamava de queridinha e depois de loira burra! 

- Tá, fofa, você tem cinco segundos pra sair daqui antes que eu arranque seus cabelos! – olhei-a com o meu melhor olhar assassino.

E mais rápido do que eu imaginei, ela se retirou bufando. Dei de ombros e me sentei em seu lugar, pegando uma batata frita. Olhei para Jackson, todo molhado, e fizemos um Hi-5. As pessoas nos encaravam, mas não ouvi nada além de sussurros intrometidos. 

- Você tá um pouco molhado – disse, sorrindo enquanto estendia-lhe um guardanapo. – Sabia que esse foi o ponto alto do meu dia? 

Ele revirou os olhos e arrancou o papel de minhas mãos. Ri e arranquei mais uma batata do pote.

- Xenia? – questionei.

- Grávida? – Percy rebateu.

- Eu mereço um Oscar, meu bem – sorri cinicamente, estendendo a mão.

Jackson me ignorou.

- Quando ela te chamou de loira burra, achei que você fosse matá-la – confessou ele.

Assenti vagamente. Ele já estava mais seco, e sorte a dele de sua camisa ser escura.

- Sei me controlar. Agora, entregue-me meu Oscar.

- Vou fazer algo melhor do que isso, baby – ele disse e me examinou. Fiquei um pouco desconfortável enquanto ele me fitava, mas relevemos. – Assim está bom. Vamos.

Está bom para o quê? 

- Vamos! – Jackson repetiu, puxando-me impaciente.

Levantei e acabei batendo meu joelho na mesa. Soltei um muxoxo enquanto ouvi o garoto ao meu lado rir. Revirei os olhos e olhei para o café em que eu estava há poucos minutos.

- Tudo bem, leve-me aonde quer que você queira levar – peguei meu celular e lancei um olhar para minhas amigas.

“Não estou me sentindo muito bem, não vou voltar para dentro. Não se preocupe comigo.”

A resposta veio quase imediatamente.

“Tudo bem mesmo? Quer que a Silena leve você?”

“Não, vou andar um pouco para espairecer. Obrigada.”

***

- Você me trouxe para uma balada? – gritei.

Mesmo estando do lado de fora, a música era tão alta que eu mal conseguia ouvir meus pensamentos.

- Uma festa! – ele corrigiu entusiasmado.

- E de quem? – gritei novamente.

- Dos irmãos Stoll! – ele respondeu.

Arqueei as sobrancelhas. As festas desses caras eram épicas e problemáticas. Talvez eu estivesse assustada. Talvez. 

- Eu não entro aí! – falei e virei para ir embora.

E então eu vi Thalia, Silena e Hazel. Direto do shopping. Thalia no celular, e o meu vibrando, já que ela provavelmente ligava para mim.

- Ah, meu Deus! – tapei minha cara com as mãos.

- O que foi? – Percy gritou.

Estávamos, agora, tratando-nos como se fossemos velhos e íntimos amigos, mas eu sabia que isso iria desaparecer. Apontei para as meninas com a cabeça. 

- Você falou que estava aqui comigo, né? – neguei com a cabeça. – Então isso é um problema. 

Ah, sério? 

- Seguinte, vai falar com elas e diz uma desculpa qualquer.

- É o quê? – gritei, incrédula com a possibilidade disso. Mas era tarde demais, ele já tinha me empurrado e eu esbarrado em Thalia.

- Céus, por que você está aqui? Te mandeitrocentas mensagens! – ela disse.

Pisquei algumas vezes e sorri.

- E foi por isso que eu vim! Estou melhor, foi um pequeno enjoo.

- Como é que sabia que era esse o endereço? – Thalia franziu a testa e eu desviei o olhar (acidentalmente) para Percy. Ela percebeu isso e levantou as sobrancelhas ao ver, pronta para que questionar. 

Eu fui mais rápida ao encará-la novamente e dizer:

- Puff, quem é que não sabe que isso aqui tá rolando? Por favor! – eu tentei rir. – E aí, quem quer ir embora?!

- Nada disso – Silena me puxou quando eu tentei arrastá-las para o carro. – Essa é uma grande oportunidade de trabalhar sua popularidade. Né, Hazel?

Hazel, que estava do lado dela, assentiu.

- Vamos fazer uma entrada triunfal nesse clube e ficamos só mais um pouco – ela disse.

- Mas... – tentei arranjar uma desculpa. – Minha roupa! Minha roupa tá feia!

- Que nada, você tá linda – disse Silena.

Olhei suplicante para Thalia, e ela me entendeu. Puxou-me para o canto e gritou para que eu pudesse ouvi-la.

- Eu sei sobre os boatos que falam que as festas deles são caóticas, Ann, mas eu fui a quase todas, e nada demais aconteceu. São legais – ela falou. – Agora larga de frescura e vamos entrar.

Ah, sim, claro, ela me entendia. 

- Mas eu não quero ir! – protestei, batendo o pé no chão como se eu fosse uma criança. 

- Faremos um cominado: se você entrar, eu não comento o fato de que você estava aqui com o meu primo. 

- Mas eu não... 

- Annabeth, eu te conheço e você não consegue mentir para mim. Faço disso mais fácil, ok? 

Suspirei. 

- Ok. 

- Certo, vamos lá, pegadora de primos alheios. 

- Ei! – abri a boca indignada, mas ela já me arrastava de volta. 

Revirei os olhos e mal percebi Silena se aproximando. Apenas reparei nela quando chegou perto e cochichou:

- Você tem que andar com os populares. Aqui tá cheio deles. É uma boa hora para se enturmar.

Assenti e entramos no clube bem na hora das luzes de neon. Eles ligaram o gelo seco, e ficou exatamente como elas planejaram. Adentramos a festa um pouco mais e, assim que Thalia viu um garçom com uma bandeja, ela pegou dois copos de uma bebida azul e entregou um a mim.

- Eu não bebo! – gritei.

- Querida, você bebe, sim! – ela gritou de volta e me puxou para uma mesa, na qual Silena e Hazel estavam com os outros populares. – Engole agora, pegadora de primos alheios! 

Dei um gole na minha bebida, irritada e quase fazendo um shot, e quase morri. Era amarga, muito amarga. Deixei o copo cair no chão, e ele não se quebrou por ser de plástico, mas a bebida se espalhou pelo chão. Uma mão puxou a minha, e a pessoa, vulgo Thalia, levou-me para a pista de dança.

Eu não conseguia enxergar Thalia muito bem por causa das luzes de neon, mas as pessoas da pista que estavam pintadas refletiam uma certa claridade e isso era útil. Eu estava dançando distraidamente, então acabei esbarrando numa pessoa. 

- Nossa, até que você sabe dançar! 

Bufei ao ver Percy. Pronto, lá se foi nossa "amizade".

- Sai daqui antes que a Thalia te veja e me chame de novo de pegadora de primos alheios! 

- Vou adotar esse apelido! – Percy riu e piscou para mim. 

Novamente, bufei. Afastei-me dele e acabei batendo em alguém em meu caminho de volta. Quando me virei para pedir desculpa, vi que era Travis.

- Olha só, a nova popular! Oi, Annabeth! – ela falou.

- Oi, Travis! – sorri. – Parabéns... É seu aniversário? – questionei. Pelo o que eu me lembrava, o aniversário deles já tinha passado.

- Não – respondeu. – Gostando da festa?

- Aham... – e eu fiquei curiosa. – Então pra que a festa?

- Ah, Annabeth, você não sabe nada sobre ser popular... – ele riu. – Damos festas por diversão, sem essa de datas especiais!

- Ah... – respondi, um pouco sem jeito.

- Vem comigo – ele me puxou. – Vou te ensinar algumas coisas. Ah, oi, Thalia! – passamos por Thalia, que estava com Luke.

Ela acenou e sorriu, dando um beijo na bochecha de Luke. Travis procurou por alguém enquanto me puxava, e finalmente achou. Connor foi puxado, assim como eu, para a escada.

- Quer se divertir, Annabeth? – perguntou Connor, após um breve olhar com Travis.

Assenti, meio relutante. Não sabia se meu conceito de diversão e o deles era o mesmo. Travis pegou uma caixa de pulseira de neon e entregou a mim. Connor pegou uma espécie de tinta de neon e também me entregou. Eles sorriram e apontaram para um espelho, o qual estava me refletindo depois de poucos segundos. Lembrei-me do clipe Neon Lights, da Demi, e resolvi passar as luzes como ela. Óbvio que o dela ficou melhor, mas o meu não ficou nada mau. Fui novamente para perto de Travis e Connor, que me empurraram alguns degraus para cima, e falaram com o DJ.

- Muito bem, Annabeth, agora você vai se jogar e cair na multidão – falou Connor.

- O quê?! – gritei.

- Relaxa, fazemos isso toda festa – Travis tentou, em vão, me tranquilizar.

Bem na hora que Centuries, do Fall Out Boy, começou a tocar, eles pegaram o microfone e disseram esse “negócio aí de se jogar”. Estava morrendo de medo.

E se não me pegassem? Eu ia morrer!

Mas não tive muito tempo para pensar naquilo. Não podia simplesmente descer o lance de escadas sem ser taxada de covarde. E isso eu não era. Eles me colocaram na frente de toda aquela gente, de costas, e fizeram uma contagem regressiva.

- Três!

Some legends are told
Some turn to dust or to gold
But you will remember me
Remember me for centuries

Vasculhei os olhos pela multidão em busca de Thalia, mas acabei encontrando outra pessoa. Jackson fez um joinha para mim. 

- Dois!

And just one mistake
It's all it will take
We'll go down in history
Remember me for centuries

Acabei rindo e o vi sorrir. Não sei o que estava acontecendo ali, mas eu estava fincando mais tranquila e confiante. 

- Um!

Hey, hey, hey
Remember me for centuries

E eu me joguei.

Abri meus braços durante a queda. E mãos me seguraram. Não apenas um par, mas muitas. Elas me levavam pela multidão. E com o tempo ficou divertido.

Thalia tinha razão. Afinal, as festas dos Stoll eram legais.


Notas Finais


Fall Out Boy é uma banda muito legal. Se vocês não conhecem, deem uma olhadinha neles.
Bem, é isso.
VOCÊS LERAM TUDO DE NOVO? ESPERO QUE SIM!
Espero que tenham gostado!
E desculpe pela demora, juro que vou tentar postar com mais frequência!
Um abraço estilo Tyson e beijossssssssss! :*


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