História Opostas - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias League Of Legends
Personagens Diana, Leona, Pantheon, Soraka, Taric
Tags Diana, League Of Legends, Leona, Lol, Lua, Romance, Shoujo, Sol, Yuri
Exibições 48
Palavras 565
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Fantasia, Fluffy, Hentai, Luta, Magia, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Estou a meses planejando essa fanfic com total paciência para que saísse da melhor forma possível. A Diana é uma das minhas personagens favoritas de League of Legends e eu sempre quis escrever sobre ela. A história dela e da Leona é muito interessante! Vai ser bem divertido explorar elas e o enredo que estou planejando para que saia o mais fiel possível com a lore do jogo.

Espero que gostem!

Capítulo 1 - Prólogo - O Escárnio da Lua


Fanfic / Fanfiction Opostas - Capítulo 1 - Prólogo - O Escárnio da Lua

Desde pequena, Diana fora ensinada a adorar o sol em todos os seus aspectos. Seus pais morreram no dia em que nasceu, numa tempestade. Foi encontrada ainda recém-nascida por caçadores Solari e adotada pelos sacerdotes de lá. A orfã foi criada como um deles. Ela aprendeu sobre as lendas do sol e treinou todos os dias com os guerreiros de Rakkor. Os anciões a ensinaram que toda a vida veio do sol e que a luz da lua era falsa. Mesmo assim, Diana achava que a lua era arrebatadora e linda de uma maneira que o sol severo de Monte Targon jamais conseguiria ser.
 
Todas as noites ela fugia dos dormitórios para colher flores e observar as nascentes de água ficando prateadas à luz da lua. Com o passar dos anos ela não concordava cada vez mais com os pensamentos dos anciões e de seus ensinamentos. Ela questionava tudo que eles diziam, passando a suspeitar que a história que contavam estava propositalmente incompleta. O sentimento de isolamento cresceu no coração da garota. Seus amigos de infância afastaram-se da menina que não se adaptava direito. Tal suspeita dela só aumentou no dia em que varria as bibliotecas do templo como punição de discutir com um dos anciões. Ela encontrou pergaminhos parcialmente queimados e os leu naquela mesma noite. Descobriu que existia um grupo extinto chamado Lunari, cuja fé via a lua como fonte de vida e equilíbrio.

Naquela mesma noite ela recebeu um pedido de ajuda para escalar as montanhas acima do templo. Lá ela encontrou uma iluminada cidade fantasma de prata e ouro. O vazio no coração de Diana fora preenchido pela esperança de fazer parte de algo maior do que poderia imaginar. Isso era o que queria a vida toda e não sabia. Uma nova energia percorreu o seu corpo quando ficou de pé. Ela seguiu em frente e viu uma fenda em meio a montanha que não teria sido vista se não fosse pela luz da lua. Com frio e precisando de abrigo, Diana procurou refúgio na caverna.

Dentro dali parecia um templo abandonado ou um salão de audiências. As paredes destruídas mostravam guerreiros de prata e ouro lutando lado à lado contra monstros. No centro do salão estava uma espada crescente e uma armadura prateada que nunca havia visto. Ao se aproximar, Diana viu que seu cabelo negro havia se tornado branco. Uma runa apareceu em sua testa. Quando seus dedos tocaram a armadura, ela teve as visões de vidas que nunca viveu, memórias que ela nunca vivenciou. Ela absorveu todo o conhecimento secreto em sua mente. Quando abriu seus olhos, viu que estava completamente trajada com a armadura prateada. Ela saiu do local e foi até o Templo Solari. Precisava dizer aos anciões o que havia descoberto. 

Eles escutaram com horror e os anciões a denunciaram como uma herege. Um crime como aquele só havia uma punição: A morte. Diana não conseguia entender como podiam rejeitar algo que era tão claro. Sua fúria cresceu e sua espada crescente brilhou. Diana atacou e atacou. Quando acalmou-se, viu o massacre que havia causado. Os anciões estavam mortos. 

Ela fugiu naquela noite. 
O ódio ainda queimava em seu peito, misturando-se com a dor de jamais ter sido aceita e com o fato de ser uma herege aos olhos das pessoas que acolheram-na. Naquele momento, só a luz da lua consolava a angústia que sentia. 
 


Notas Finais


Esse prólogo foi 100% feito de acordo com a lore dela no jogo, criado pela Riot Games. Resolvi colocar aqui para que entendam bem a história dela sem que tenham dúvidas na hora de dar continuidade ao enredo!

Espero que tenham gostado! Comentem dizendo o que acharam, me incentiva a continuar.


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