História Oposto A Ele. - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang
Personagens T.O.P
Visualizações 2
Palavras 794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - CAPÍTULO 2º - Cafofo


Fanfic / Fanfiction Oposto A Ele. - Capítulo 2 - CAPÍTULO 2º - Cafofo

Cheguei em casa, é claro que eu não ajeito nada. Por que da família, sou distraída e levo gritos da mamãe e do papai, tecnicamente mimada. Minha irmã se responsabiliza por mim, aliás. Quando eu tinha meus 07 anos de idade eu havia caído da escada e batido minha cabeça, dizem que foi exatamente nesse momento que sou "especial", me tratando como uma criancinha, mas na verdade fumo e bebo e isso não me faz nem um pouco criança. 

Resolvi sair de casa, com a supervisão da minha irmã, é claro. Perdi a cabeça e não as pernas: meu pai, senhor Jackson me deu para recomeço a câmera fotográfica, para cada lugar que for, registrar os momentos ótimos. Pegamos o carro da família, a única que poderia colocar as mãos no volante era Kehlani (minha irmã mais velha): ela também me trata igual bebê. Essa falta de confiança me deixa pé da vida;

- Me diga, Kehlani. Que país é esse? 

- Coréia do sul, agora moramos em Seul. 

- Por que esse país? Eu queria muito morar em Dubai, lá é colorido! 

- Eu sei anjo, mas aqui pode ser um pais interessante, para a sua melhora! 

- Ah, entendi. : Digo não gostando de sua resposta. 

- Onde você quer ir Alicia? 

- Algum lugar, que eu possa ver a vista. 

- Mas está frio, tem certeza? Pode ser ruim para você. 

- Kehlani, eu quero conhecer a cidade. Pra você eu posso ser doente, mas eu sei exatamente o que eu faço então para de ser controladora. 

- Tudo bem. Mas só um pouco pra você não pagar resfriado. 

(- Está vendo? Mal me escuta quando eu digo algo, como se eu fosse 100% louca. : Penso) 

***

Kehlani estacionou o carro, e fomos para uma ponte de madeira para poder ver a vista, estava tardinha. E quando vejo o pôr do sol, surge uma felicidade em mim, como se aquela paisagem me visesse bem. Não sei por que, mas sinto um grande renascimento: 

- Por quê? : Kehlani pergunta. 

- Por quê o quê? : Pergunto. 

- Gosta de ver o pôr do sol. 

- Por que é a única coisa que me faz bem.

- Nossa! A única!?!

- Sim! 

- Que consideração. Nem a irmã. 

- Falando em consideração, algo que não haveria sentido. Mas, como faço para me relacionar com alguém da Coréia? Já que não sei essa língua? 

- Verdade, não havia lhe dito. Aqui a maioria sabe inglês, quem me disse foi o papai. 

- Certo, isso é bom. Sou boa em inglês. 

- Bom, com o tempo Alice, você vai pegar o jeito. 

- Ok. 

A noite veio, e consigo aquele friozinho. Nada melhor que aquele café reforçado, ou chá. Queria muito tomar algo quente e continua vendo a vista sobre a ponte, porém minha irmã nunca que me deixaria ir, por nada. Ou ficar, pelo menos 10 minutos só, me achando louca e que faria algo muito grande: 

- Acho melhor irmos, está ficando frio. 

- Mais já? : Avistei uma cafeteria do outro lado da rua. 

- Sim.

- Tem uma cafeteria atrás de você. 

- Sério isso? 

- Então irmãzinha, você ama cafeína, tem certeza que não quer tomar antes de ir? Além disso, você adora se manter acordada, para cuidar de mim certo? : Digo, sorrindo para convencê-la. 

- Hum...Tá, você venceu. Mas isso é golpe baixo já que amo café, e sabe que preciso. 

- Certo.

Kehlani, tem seus problemas cerebral, da qual ela não pode ficar dormindo cedo demais, por que desmaia, isso é raro porém não sabemos o nome: os hospitais daqui poderá ser de grande ajuda, essa foi uns do motivos que papai e mamãe nos trouxeram. Eles acham que por aqui, tem hospitais melhores. - Para se manter é preciso cafeína, minha irmã fuma, mas detesta me mostrar, então sempre faz isso as escondidas, mas quando quero algo, eu a suborno. 

Fomos para a cafeteria; ela pegou um simples café sem açúcar, eu um bolinho e capuccinos. Ela diz, "sorte sua por não conseguir engordar tanto" realmente não é sorte minha, é horrível. Sou magra, mas tenho corpo, ou seja (meia gordinha) ainda estou fora do padrão, mas não quero saber, sou bem assim. Fora Kehlani, querendo emagrecer para ser modelo, que coisas assustadora, apesar dela ter a capacidade: 

- Kehlani, você é bonita. : Eu digo.

- Ainda não, mas vou ficar quando emagrecer direito. 

- que bobagem, isso é ridículo. Quero uma irmã como ser humano, não como vassoura ou pipa. 

- Pipa? 

- Se bater um vento, você voar! : Dou risadas. 

- Idiota. : Ela sorri. 

De conversas e vai e vem, fomos para a casa. Quando chegamos, Kehlani contou a novidade, e eu...apenas fui para o quarto. 


Notas Finais


Se gostaram, sinta-se livre para comentar, curtir e compartilhar. Divulguem para ajudar a continuar! Leia com aquele amigo(a), ou namorado! E divirta-se.
- Autora.

PS: Espero que gostem.


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