História Oposto A Ele. - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang
Personagens T.O.P
Visualizações 3
Palavras 1.286
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - CAPÍTULO 3º - Trabalho primeiro.


Fanfic / Fanfiction Oposto A Ele. - Capítulo 3 - CAPÍTULO 3º - Trabalho primeiro.

Despertei, pelos gritos horríveis de papai, mal chegamos a este país, ele já havia preparado um trabalho. Era mais ou menos assim, papai no nosso país antigo, vivia viajando para a Coréia trabalhando como fotógrafo. Para facilitar, já que por aqui ele ganhava mais, viemos​ para cá! Com o cargo que ele tem, e eu supostamente tenho que obter alguma ação para ajudar minha mente (que eles acham que tem algum problema) desenvolver melhor! Ganhamos uma vantagem pelo emprego dele. Então dividindo, mamãe cuidar e arrumar a casa, eu e minha irmã ficarem em alguma ação para desenvolver e meu pai trabalhando. 

***

Fomos para seu emprego, que pelo caminho papai dizia sobre as pessoas famosas que conhecia por aqui. Fotógrafo de certo ponto ganhava suas vantagens, ele mais se divertia do que trabalhava: lembrando a nós que existia certas pessoas estressadas porém de certa forma até saia para beber com alguns deles. Kehlani não se sentiu maravilhada com essa história perguntando ao papai "Então ficávamos em casa enquanto você bebia?" Papai não soube responder, apenas respondeu "Não!". Quando havíamos chegado, vimos que era um grande prédio (uma empresa, talvez) entramos no estacionamento guardando o carro em uma das vagas, pegamos as câmeras que estavam ao nosso lado e nos dispensamos do local até o elevador: 

- Meninas isso vai ser divertido. : Diz papai animado.

- Não sei, não. : Diz minha irmã.

- Sendo real pra vocês garotas , eu e sua mãe conversamos sobre esses lances de namorados ontem a noite! E gostamos de como eles agem aqui, acho que se vocês gostarem de alguém derrepente. Podemos deixar vocês se desenvolverem nesse "lance" de amor. : Disse papai deixando bem claro.

- Pai, abaixa a bola pelo amor de Deus. Mal chegamos no país e já rola esses papo? : Diz Kehlani. 

- É verdade, tem pessoas bonitas pra vocês. Excerto os mais velhos que tem uns que são bem horríveis. Mas vocês saberam encontrar! Né Alicia? 

- Ainda bem que nunca me apaixonei. : Digo rindo. 

Quando subimos ao último andar que no caso seria o 5º (quinto andar), vimos um corredor branco, e que tinha uma enorme porta ao fim, e algumas salas conforme fomos andando: Meu pai buscou seu Notebook​ do próprio trabalho e trouxe aos seus braços. Onde passávamos papai era cumprimentado algumas vezes, se agachando ou apenas com "oi" em coreano. Conforme Kehlani e eu passávamos chamávamos a atenção de alguns, que sorria outros de certo ponto maliciosamente, e outros apenas sérios e cochichando no ouvido de outras, eu sentia uma tensão sobre mim: 

- Relaxem meninas, eles estão te admirando por serem diferentes, até mesmo bonitas. É sempre assim. : Diz papai nos assegurando. 

- Não gosto disso. : Diz Kehlani. 

Chegamos a sala do papai, que ficava no final desse corredor. A sala era enorme, com um grande painel branco a frente, algumas câmeras grandes, uma mesinha onde havia comida e outra mesa para trabalhar, que papai colocara sua câmera e Notebook: papai se dispensou da sala, pedindo para Kehlani e eu esperarmos na sala que ele iria resolver alguns assuntos ou até mesmo buscar o modelo: 

- O quê o papai foi fazer? : Kehlani perguntou.

- Não sei. 

- Será que vamos fotografar? 

- Não sei, talvez. 

- Você parece meio desconfortável Alícia.

- Estou neutra apenas. 

- Nossa. Você sempre fica neutra. 

- Talvez. 

Papai voltou, mas agora acompanhado, por um homem alto, mais alto que mim e minha irmã. Tinha um jeito elegante, pois vestia coisas sociais, com os cabelos pretos, bem penteados e alinhados. Com um copo de café na mão, e um cheiro de cigarro insuportável: quem mais o notou devia ser minha irmã, que quando olha alguém que a princípio gostou de primeira, fica fixa e imóvel:

- Depois daquele Bap, você está bem Choi? : Pergunta o papai, agora falando em inglês. 

- Estou melhorando. : Ele sorri. 

- Então, que continue melhorando! E fique bem, está preparado para as fotos que pediu? 

- Deixando claro que não as quero publicadas, apenas gostaria de vê-las para ver meu posto. 

- Apenas treinamento? 

- Sim, por favor. 

- Tudo bem, Choi. Aliás, não te apresentei, me desculpe. Essas são minhas filhas! 

Meu pai nos acena para irmos até eles, Kehlani foi a primeira a cumprimentar. Já eu, apenas fiquei no meu canto, e acenei com a mão como se fosse um sinal de "Tchau". Meu pai não gostou muito disso, e Choi percebeu seu olhar, então veio até mim e pegou em minha mão, me cumprimentando: 

- Olá senhorita Alicia. : Disse olhando em meus olhos, sorrindo.

- Oi. Choi. : Pensei, de longe Choi era estranho, mas de perto é mais ainda. 

Ele riu. 

- Que mal educada. : disse papai. 

Começamos a nos arrumar, e Choi se colocou no lugar indo para o painel branco. Meu pai colocou a mim e Kehlani para fotografar enquanto ele ajeitava as coisas no Notebook. Cada uma ficou de um lado, apontamos a câmera para Choi, ligamos os flashs e começamos a fotografa-lo enquanto ele fazia as poses. Conforme íamos tirando as fotos, parecia que Choi não estava bem, pois seus olhos piscavam mais do nunca, como se não estivesse enxergando ou querendo enxergar. Então parei de tirar foto, Choi parecia enjoado, ele poderia desmaiar a qualquer hora ou até passar mal: pedi para Kehlani parar de fotografar, poderia ser às flashs ou o som que a câmera faz quando captura. - Peguei um copo de água que estava entre a mesa de comida, e levei para Choi: 

- Você não está bem. : Eu disse. 

- Estou, senhorita e obrigada pela água. : Ele sorri e toma toda a água. 

- Não, você não está bem. E não me peça obrigada. 

- Hum? : Choi levanta uma de suas sobrancelhas. 

- Se não estivesse ruim, como diz não estar. Não apertaria seus olhos inúmeras vezes e muito menos aceitaria beber a água que ofereci. Afinal, para que consumir, sendo que você não fez nada que o fez cansar?

-... - Choi ficou sério. Como se não houvesse resposta, apenas fixou suas pupilas em mim. Assim como meu pai e minha irmã que não disseram si quer alguma palavra. 

Devolvi o copo para a mesa, proporcionei a minha irmã desligar o flash assim como eu fiz, levei uma cadeira pra Choi, para se sentar e não ter aquela má sensação novamente: 

- pronto, podemos tirar fotos agora. Tudo bem para você Choi? : Perguntou Kehlani.

- Claro. : Choi parecia ter ficado sem graça por que ainda me olhava com seriedade.

Comecei a fotografa-lo novamente, desta vez ele estava bem, e não teve recaídas ou mal estar. Depois de tudo terminar, meu pai pegou as fotos das câmeras e as colocou no Notebook pelos cabos USB, vendo que as fotos ficaram ótimas, bem produzidas. Choi gostou, elogiou o nosso certo talento. Na verdade, mais da minha irmã do que a minha, pensei na hora o quanto ele era criança por se doer através de um conselho. 

Quando passará a hora, Choi tivera que ir embora, fizemos aquele ritmo de despedidas. Eu aliás, fiquei apenas de longe, enquanto ele se despedia do meu pai e Kehlani (com o aperto de mão) a mim, apenas acenou. Para jogar o mesmo jogo, não o correspondi, então o olhei e levantei uma sobrancelha, ele olhou de volta com uma expressão de desentendido: 

- O que aconteceu aqui? Alicia! : Pergunta meu pai após Choi se retirar.

- Não sei. 

- Rolou um momento de atenção por aqui. : Disse Kehlani. 

- Não acho. : Respondi. 

Fomos para casa depois de editar as fotos mais um pouco. Durante a viagem, me fizeram tantas perguntas que realmente são desnecessário. 


Notas Finais


Palavras que no texto, significativo: (pra quem não sabe)

Neutra: Mais ou menos, sim e não.

Seriedade: Sério.

= Divulguem!


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