História Opostos: One-shots de Miraculous - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Palavras 952
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Fantasia, Ficção, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capítulo Único - Os amigos


Alya e Nino sempre estavam como segundo plano, sempre dando suporte e alegrando os amigos, Marinette e Adrien. Aos poucos os dois se aproximaram, se tornaram amigos, e essa amizade está prestes a se tornar algo mais.

Era mais um dia na escola, Nino ouvia musica sentado na sua carteira esperando Adrien, mas foi Alya quem chega primeiro, e ele nem nota.

-Bom dia Nino.-Ela diz se aproximando, ele só balançava a cabeça no ritmo da música.

A morena se irrita e bate na mesa.

-BOM DIA, NINO!-Dessa vez ele pula de susto, e com uma longa respiração, também de susto.

-Ah! Bom dia.- Diz sorrindo, como se nada tivesse acontecido.

Ela faz uma cara de desconfiada, para Nino, era fofo. Fazia um tempo que Alya estava com aquele sentimento por ele, toda vez que o via, sentia algo que, só aumentava a cada dia, estava tão confusa que não tinha contado a Marinette. Toda vez que ele sorria ou se aproximava a deixava paralisada, era o único que a fazia ficar sem palavras.

Já Nino, tinha certeza que estava caído de amores por Alya, desde aquele dia que ficou preso na jaula com ela, por causa do akumatizado, Animan, começou a reparar mais no jeito dela, como era corajosa, como ficava feliz ao atualizar seu blog. Só de a ver sorrir ele ficava feliz, ele adorava todas as expressões que ela fazia. Pensando nisso, nem reparou que a aula já havia começado e Adrien já estava no seu lado.

-...um dos marcos da Revolução Francesa foi a queda da Bastilha, simbolo do regime absolutista...- A professora foi interrompida por um tremor.

Logo toda a turma olhou pela janela, em seguida um aviso do diretor nos auto-falantes.

-A todos os alunos, professores e funcionários, mais um akumatizado a solta, pedimos a todos que voltem para suas casas.

Imediatamente, todos começaram a arrumar as mochilas, Alya foi uma das primeiras a terminar, e quando olhou para o lado viu que Marinette não estava mais lá, o mesmo aconteceu com Nino que percebeu que Adrien já havia sumido. Como ela não queria perder tempo de filmar o novo vilão nem Ladybug e Chatnoir acabar com ele, saiu correndo da sala. E o moreno percebeu isso, e saiu correndo atrás dela, sabia que, enquanto estava filmando não iria perceber no perigo que se metia, isso nunca tinha acontecido, mas vai que? Nino pensava.

-Nino?!- Alya disse correndo, enquanto ele a acompanhava.

-Estou aqui para ter certeza que não vai se machucar.-Respondeu com um sorriso, que a deixou vermelha.

Os dois se depararam um o novo akuma que estava com roupas formais vitorianas, tinha uma bengala que soltava raios e destruíam tudo. Rapidamente Alya pegou seu celular e começou a gravar.

- Meu nome é Folmel e vou destruir toda a Paris, para formar uma nova cidade vitoriana *risos maquiavélicos*.

-Nos não vamos deixar.-Gritou Ladybug do alto de um prédio.

A luta estava acirrada, mas logo a dupla dinâmica de Paris já tinha tomado vantagem. O que eles não notaram é que um dos raios destruidores de Folmel que tinha saído de sua bengala para acertar Chatnoir acabou indo em direção a Alya, que não percebeu o perigo se aproximando, e a dupla de heróis estava tão concentrada na luta que nem tinha percebido esse pequeno, porém, catastrófico detalhe.

Nino sim, não só percebeu, como corre em até Alya na intenção de socorre-la. Ele pulou em sua direção abraçando o peito dela, e girou seu corpo no ar para que a garota não batesse no chão, na queda. E ele tinha , não só, levado uma batida forte no chão como também foi atingido pelo raio destruidor do akumatizado. Alya, que até agora estava de olhos fechados, viu Nino no chão segurando ela.

-NINO! -Se ajoelhou do lado dele. Que abriu um pouco os olhos.

-Você está bem?- Disse fraco, passando a mão no rosto dela, e desmaiou com a dor que sentia.

-NINO! NINO! NINO!-Gritava a morena, choramingando.

No dia seguinte...

O garoto acordou no hospital, com soro em sua veia e uma enfermeira do lado, que checava suas condições vitais.

-Que bom, você acordou.- Disse a enfermeira sorrindo.

-O que aconteceu?- Ele perguntou meio tonto, se sentando na cama.

-Você foi tentar salvar sua namorada do akumatizado e acabou sendo ferido por ele, e desmaiou.

-Namorada?-Perguntou surpreso.

A enfermeira sorriu e apontou para Alya que dormia no sofá.

-Ela estava tão desesperada, se recusou a ir para casa até que você acordasse.

-Obrigado. -Ele olhava para sua bela adormecida com compaixão.

-Está tudo certo com você, vou deixar descansar um pouco.-A enfermeira disse saindo do quarto. E deixou Nino olhando, apaixonado, para sua amada. Logo ela abriu os olhos, esfregando-os.

-Bom dia, flor do dia! - Ele disse com a voz amigável.

-Nino Lahiffe!-Alya disse se levantando do sofá e indo furiosa até ele, o que o deixou espantado e comum pouco de medo.- Seu idiota, tonto, sem noção.- Logo ela começou a chorar, e colocou as mãos no rosto.- Porque fez aquilo?

A garota chorava e chorava, estava tão feliz, por ele ter acordado, e com tanta raiva, dela mesma, por não ter visto aquele maldito raio e por ter deixado Nino se machucado daquele jeito.O rapaz, para acalma-la, puxou-a para um abraço forte e aconchegante.

-Porque te amo, e não podia ver você, machucada, ou qualquer coisa do tipo.- Foi isso que fez ela parar de chorar e olhar vermelha para Nino, que disse com um sorriso bobo.- Eu te amo Alya Césaire.

-Eu também te amo Nino.- Os dois sorriram feito bobos, até Alya o puxar para um beijo tenro, e com Nino retribuindo esse beijo, deixando apaixonante e acolhedor.

-FIM-



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