História Oppa - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, V
Tags Bottom Hoseok Squad, Taeseok, Teacher!au, Top Taehyung Squad, Vhope
Exibições 284
Palavras 1.912
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Até o fim

Capítulo 1 - Lollipop


              Gemia alto, claro, rouco, xingando-me por estar naquela situação novamente, aumentava cada vez mais os movimentos brutos que fazia em meu membro, mordia cada vez mais meu lábio inferior, tentei jogar meu cabelo agora úmido e suor, principalmente pelo esforço rude.

             Permiti um grito rouco arranhar-me a garganta assim que cheguei ao ápice, engoli a saliva, sentindo o toque metálico graças ao sangue que vinha do corte que fiz no lábio com os dentes, me repreeendi, repetindo que deveria ter mais cuidado.

              Tirei a roupa molhada de suor, me enfiando sob a água gelada do chuveiro, suspirei pesadamente, passando as mãos pelo rosto, teria que dar um fim naquilo.

              Tempo depois saí do banheiro, colocando uma roupa qualquer, me deitei na cama, tentando tirar pensamentos sobre ele de minha cabeça, por isso, tentei mecher no celular até adormecer.

              ---

              Observava desinteressado o corredor imerço de adolecentes irritantemente barulhentos, suspirava pesadamente diversas vezes, o ambiente cheio de hormônios me deixava enjoado, mas, amava minha profissão.

               Abri a sala situada no quinto andar, deixei a bolsa sobre a mesa fazendo um barulho alto, não me importei, relaxando a expressão, tomando um gole do café que peguei antes de vir para a escola.

              Suspirei ao ouvir o estridente do sinal de início ás aulas e os gritos, passos, risadas, incrivelmente iritantes ao meu ver, me virei, vendo as mesmas faces que via á muito tempo, admito que isso me irritava ás vezes, lambi os lábios, estes que agora possuíam um gosto levemente amargo, apoiei o corpo com as mãos que estavam na mesa acizentada, observei ao redor desinteressado, até olhar para ele, que conversava baixinho com seus amigos, as bochechas coradas, o sorriso marcante, os cabelos alaranjados cobrindo levemente os olhos bonitos... As coxas grossas cobertas apenas pela saia preta e as meias 7/8 também pretas que o uniforme exigia.

              Suspirei, teria que aguentar a aula inteira sabendo que ele estaria logo ali.

             ---

             Esfregava as têmporas, tentando descarregar o estresse que sabia que deveria ter, logo ouvindo a voz doce ecoar pela sala agora vazia.

              - P-Professor ?

              - Sim ?

              - Ér... E-Eu, preciso de ajuda em uma c-coisa.

               - No que exatamente ?

               - Isso.

               Me entregou uma folha com anotações sobre uma matéria recente, levantei uma sombrancelha, escrevendo as explicações nas partes em branco, logo olhando o outro, bochechas coradas, lábios inchados em tons avermelhados e corais pela maltratação constante, uma mania, dedos brincando com dedos em sinal de nevorsismo.

               - Ah, esse é um jogo sendo jogado, Baby.

                - O-O que ?

                - É hora da saída.

                - D-Desculpe.

                - Sem problemas.

                ---

                 - Está brincando, NamJoon ?

                 - Não, você sabe que ele está tendo problemas, ele é um bom aluno.

                 - Tudo bem, só não fique irritado se algo der errado ou algo assim.

                 - Você sabe que vai acabar passando somente daquilo.

                 - Hum ? Qual é o seu problema ?

                - Acho que o único problema aqui é as vezes que ele te fez ficar... Daquele jeito.

                - Hey !

                - Por que acha que eu pedi para você não ir no banheiro dos professores depois da saída dos alunos.

               - Mas eu não o fiz aqui.

               - É somente uma precaução.

               - Vou ignorar o que já ouvi de você lá dentro.

                - Eu não preciso te aguentar fazendo aquilo.

                 - E eu preciso ?

                 Riu sarcástico, olhando e balançando a cabeça em direção da porta, pelo fato do sinal de fim do intervalo ter soado irritantemente, torci a boca, olhando meu relógio de pulso, levantei, teria que aguentá-los.

              ---

              - Hoseok. - parte de mim se repreendeu pelo tom ter soado seco e sem sentimento, indiferença.

              - S-Sim.

              - Gostaria de saber se estaria interessado em ter aulas particulares.

              - Bem...

              - Talvez seja melhor ser em minha casa, moro sozinho.

               - Obrigada. - me senti arrepiar pelo tom doce e arrastado. - Mas, preciso do e-endereço.

               - Aqui. - lhe entreguei um papel mal cortado com o endereço, passou os olhos pelo mesmo, logo se reverenciando. - Não o precisa fazer. - tombou a cabeça, pescoço brando esposto. - Me refiro a reverência.

               - O-Ok.

               - Pode escolher a hora, com a condição de ser após das sete e quarenta da noite.

               - Ás oito ?

               - Ok.

              Saiu, mordi os lábios, tanto por te a visão das coxas brancas, quadril se remechendo pelo andar, a saia sacudindo levemente, saber que poderia ter o prazer de levantá-la e fazer o que bem entendesse.

                Mas, me lembrava da inocência que o outro possuía.

                Permitia a sensação do erro ser cada vez mais prazeroso.

                ---

                Me sentia sobrecarregado, sabia que podia não aguentar mais, acabar com ele acima daquela mesa cheia de livros sem qualquer tipo de preparação, somente para ver sua expressão mudar repentinamente para uma totalmente extasiada, gemendo alto, sem ao menos saber o que eu fazia com ele, por nunca ter escutado a palavra "Sexo".

               Realmente teria que me segurar, eram férias, por isso nos encontrávamos mais cedo, indicando mais tempo juntos, o que me deixava cada vez mais imerço em insanidade.

               Era exatamente o que sentia no momento.

               Vendo a saia vermelha mal cobrir metade das coxas fodidamente brancas, estas que eram cobertas pela meia preta rendada presa a um sock garter de couro da mesma cor, os spikes, o coração de metal,  o deixavam cada vez mais atrativo e impuro, e sabia que era coisa da minha mente, esse era o efeito que ele dava em mim, a blusa social preta evidentemente maior que si que se desabotoasse mais um botão daria para ver perfeitamente a clavícula livre de marcas, apertei a mão contra a coxa, sentindo minhas unhas se apertarem contra minha pele mesmo sobre o tecido da calça preta que usava.

               Balançava os pés descalços, cobertos somente pela meia, e com o balanço consequêntemente sua perna se movimentava, imaginava como seria a sensação de tê-las me rodeando enquanto investia no interior alheio, ouvindo os gemidos quentes contra meu ouvido.

               - Eu quero lhe ensinar uma coisa, somente preciso saber se você vai me obedecer. - sabia da sua curiosidade.

              - Tudo bem.

              - Vem. - lhe dei a mão, subindo até o quarto. - Preciso que você faça o que faz com seu pirulitos, Hoseok.

               - Ok.

               - Quero que me chame de Oppa, entendeu ?

                - Entendi, Oppa.

                O tom inocente deixava tudo mais incrivelmente pornográfico.

                Me sentei na beirada da cama, massageando a ereção que mal percebi que foi formada, abri o botão e o zíper, abaixando-a juntamente com a cueca, somente até poder tirar meu membro o aperto agonizante, movimentei minha mão contra a extenção, antes de chamá-lo e dizer o que teria que fazer.

                Colocou a língua para fora, sentia seu nervosismo por nunca ter feito aquilo, gemi ao sentir sua boca me abrigar, apertei minhas próprias coxas tentando previnir apertos e puxões contra as madeixas alaranjadas alheias, o fazia de forma incrivelmente inocente cumprindo minhas ordens cuidadosamente, me fazendo lembrar exatamente quando me torturava rodando o pirulito vermelho rosado contra a boca.

                Tentava esconder minha vontade de gemer, ele o fazia de forma tão natural, o que era um tanto estranho para o que realmente fazia, porém este não tinha ciência disto, fazendo minhas mãos cada vez mais ter o desejo de agarrar a cintura fina e afeminada e o jogar contra a cama e assim o possuir.

               O afastei, gemi baixo, vendo um filete de saliva me ligar até a boca inchada, que logo foi lambida.

               - Eu fiz um bom trabalho, Oppa ?

               - Ah, Baby.

               - Fiz algo errado ?

               - Acho que o fez até certo demais.

                - Oppa ?

                - Hum ?

                - E agora ?

                - Seja um bom aluno, deite ali, com as pernas bem abertas para o Oppa, ok ?

                - Sim.

                O vi o fazer, corando fortemente ao separar as pernas, o fazendo mais lentamente com as coxas, massageei a ereção ainda existente, espalhando a saliva alheia, já que não conseguia abrigar-me totalmente na boca, quase engasgando somente com a grossura, saliva que usaria como lubrificante, subi na cama, me pondo entre suas pernas, beijei seu joelho direito, colocando a mesma em meu ombro, desabotoando cinco botões da blusa social branca que usava pelo calor que agora existia, olhei o rosto corado, olhos levemente escondidos pelos cabelos laranjas, boca vermelha rosada inchada, entre aberta, respirando fundo, saliva escorria sutilmente pelo canto da mesma.

               Levantei a saia, xingando baixo pela visão da calcinha rendada preta contrastar com a pele, a tirei, vendo a pequena ereção que se formava, provavelmente não sabia de onde vinha aquela sensação, afastei mais a perna posta em meu ombro, lambendo os lábios com a visão da entrada nunca penetrada, virgem, gemi rouco, sentindo o corpo sob mim se encolher, ataquei a coxa suspendida, lambendo, chupando e mordendo fortemente, com o olhar fixo no outro, que entortou a boca em dor na área sensível, o vi ficar distraído com meu olhar, usei isso ao meu favor, logo penetrando um dedo lubrificado.

              - O-Oppa.

              - Você merece ser fodido sem piedade, Baby.

              Remexi meu dedo, logo enfiando outro, fazendo o mesmo até o quarto, que só foi usado por ser sua primeira vez, gemi com o calor, parei de marcar ambas as coxas, fiz leves movimentos em mim, me posicionando.

               O penetrei devagar, o ouvindo gemer baixo, tentando empedir de fazê-lo.

               - O-Oppa, o que é i-isso ? - disse mordendo os lábios, se referindo aos gemidos.

               - Tudo bem, fazê-los. - disse com dificuldade pela sensação do calor e do aperto estremo.

               - S-São e-estranhos, O-Oppa.

               - Eu quero te ouvir, b-bem alto. - gaguejei pela sensação da primeira investida.

              Começou a soltá-los respirando auditivamente, por agora estar respirando corretamente, graças ao esforço anterior, gritou assim que lhe toquei a próstata, mesmo com os movimentos lentos, porém profundos, joguei a cabeça para trás, queria deixar o cuidado de lado, o foder forte, fundo.

               - O-Oppa.

               Aquele foi o gatilho, encaixei a outra perna em meu quadril, pressionando os dedos contra a pele macia das coxas dele, começando a investir fundo, forte, preciso, ouvindo rapidamente os baques fortes da cama contra a parede, segurou em meu pescoço arranhando, logo fazendo-o em minhas costas, me inclinei acertando a próstata diversas vezes, colei nossos lábios engolindo os barulhos impuros, explorei a boca alheia, ouvindo os baques aumentarem.

                Apoiei minha testa na de Hoseok assim que o ar se fez necessário, continuei surrando-lhe a próstata, logo abriu a boca deixando seu olho lacrimejar, liberando uma lágrima, gritei rouco, sabia que ele o queria fazer, somente estava acabado demais para fazê-lo, destruído demais, pelo ápice recente, continuei as investidas fortes, logo chegando ao ápice, gemendo alto.

                Saí do interior alheio, gemendo ao ver sêmen escorrendo do interior alheio as pernas marcadas abertas.

                - Quando o Oppa vai me dar mais pirulito ?


Notas Finais


Eu tive que fazer isso ;)
Comentem !!!!!
Percebam que não está marcada acabada, tem bônus ;)
Até ^-^


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