História Opposite - Norminah G!P - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony, Mitologia Grega, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Ally Brooke, Apollo, Artemis, Atena, Connor Stoll, Dinah Jane Hansen, Eros (Cupid), Frank Zhang, Hades, Hermes, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Poseidon, Quíron, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Zeus
Tags Ally Brooke, Deuses Gregos, Dinah Jane Hansen, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Normani Kordei, Os Olimpianos, Percy Jackson
Visualizações 146
Palavras 1.871
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Harem, Hentai, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sim! Aqui estou eu, com a fanfic Norminah que tanto queria postar! Finalmente tive ideia para isso :3
Espero realmente que vocês gostem, vou misturar duas das coisas que mais amo, portanto acho que vai dar certo!
Não se preocupem, vai ter de tudo um pouco aqui, ok? É mais adolescente, porém com o mesmo estilo "adulto" que escrevo... mas óbvio que vai ter zoeira, entre outras coisas :3

A capa é temporária, obviamente. Vai ser totalmente voltada para as garotas, mas é provável que vocês vejam alguns de meus personagens aqui!

Enjoy <3

Capítulo 1 - Our New House


Fanfic / Fanfiction Opposite - Norminah G!P - Capítulo 1 - Our New House

Normani: 

 

-Então? O que achou? -Perguntou minha mãe, parada ao meu lado no meio da sala de estar.  

Não fazia nem vinte minutos desde a nossa chegada à Nova York, e agora já estávamos com todas as caixas de nossa antiga casa espalhadas pelos cômodos. Uma casa de dois andares no Harlem East era tudo o que podíamos pagar, mas era confortável o suficiente para nós duas. Por fora, nada mais do uma casa simples de cor amarelada, com um pequeno quintal para colocar o carro que não tínhamos. Por dentro, aconchegante e simples, em uma mistura de cores salmão e branco, com sala de estar, cozinha e banheiro no primeiro andar, e no segundo estavam os dois quartos e outro banheiro. Eu não precisava de mais do que isso para viver, e muito menos minha mãe.  

-Aconchegante, mamãe. -Respondi, encolhendo os ombros devido ao frio repentino. -Em qual quarto vou ficar? 

-Pode ficar com o maior, é o primeiro à esquerda. -Ela já estava com suas malas em mãos, subindo para o segundo andar, deixando-me sozinha na sala.  

Respirei fundo e comecei a abrir as caixas que estavam espalhadas por ali, procurando tudo o que fosse meu para poder levar ao quarto. Quando descobri que quinze das mais de cinquenta caixas eram minhas, desiste de levá-las antes mesmo de começar. Joguei-me por cima do sofá de dois lugares da casa já mobiliada, sentindo o cheiro de móvel novo adentrar minhas narinas, justo nesse momento minha mãe resolve descer.  

-Vamos, Normani! Não posso arrumar tudo sozinha! -Exclamou ela, puxando-me pela mão para fora do sofá. -Leve primeiro suas roupas, deixe-as perto do guarda-roupa, depois você leva o resto.  

E foi o que eu fiz, vendo-a subir e descer com suas próprias caixas. Devo admitir, minha mãe era uma senhora forte, tanto fisicamente quanto psicologicamente. Sua primeira separação foi muito antes de meu nascimento, quando Arielle e Ashley já tinham sete anos, e ela teve que criá-las sozinha com o salário de uma professora, era pouco para uma família de três. Então ela conheceu meu pai, lindo e forte, tudo o que ela sempre quis, gentil e extremamente educado. Em nenhum momento ele deixou de mostrar interesse nela, mesmo depois de descobrir que ela era mãe solteira de duas garotinhas. Foi o ano mais feliz que minha mãe teve, ela mesma admitiu isso, mas infelizmente não durou mais que isso. Dois dias depois dela se descobrir grávida de mim, meu pai sofre um acidente durante o trabalho no mar, e acaba falecendo. Ela nem teve a oportunidade de contar à ele sobre mim. Mas, mais uma vez, Andrea Hamilton se mostrou forte, e conseguiu sozinha cuidar de todas as três filhas.  

-Chega! -Ofeguei, atirando-me na cama de solteiro de meu quarto. -Acho que por hoje deu.  

Aquela foi a última das quinze caixas que trouxe para cima, mas eu não tinha condições nenhuma de arrumá-las agora. Pensei em como um banho seria bom, e pude jurar que minutos depois o registro do chuveiro tinha sido ligado. Corri até o banheiro, mas não havia nada fora do normal. Quando voltei para o corredor, dei de cara com minha mãe parada na porta.  

-Meu Deus, Normani! Que susto! -Exclamou ela, com a mão direita no peito. -Vim chamar você para escolhermos alguma coisa para o jantar. Que tal pedirmos pizza?  

-Nós temos dinheiro para isso, mamãe? -Perguntei, vendo-a revirar os olhos entediada, depois me deu as costas e começou a andar até a porta do meu quarto.  

-Normani, você tem apenas amanhã e domingo para arrumar o quarto. -Falou ela, ignorando completamente minha pergunta. -Não esqueça que suas aulas começam na segunda. Agora vá tomar um banho enquanto eu peço a pizza!  

Suspirei cansada, voltando para o meu quarto, tomando o cuidado para não tropeçar em nenhuma das caixas enquanto tentava chegar até o guarda-roupa. Peguei minha mochila e comecei a procurar por algo confortável para dormir, até que encontrei uma calcinha boxer que não me machucava, uma calça de moletom cinza e um moletom preto. Andei até a porta e, antes de sair dei uma rápida examinada no quarto. Uma cama de solteiro no canto, uma escrivaninha com cadeira onde poderia colocar meus livros, um guarda-roupa, uma estante, um espelho colado na parede e uma única janela que dava para a casa do vizinho. Simples, mas aconchegante.  

Andei até o banheiro e peguei uma toalha debaixo da pia, surpresa por saber que minha mãe foi rápida o suficiente para guardar aquilo ali. Despi-me rapidamente, jogando as roupas dentro do cesto de roupa suja escondido atrás da porta, depois me atirei embaixo da água do chuveiro. A melhor hora do dia para mim, a hora do banho. Eu poderia passar horas no banho, apenas sentindo meu corpo relaxar conforme a água caia sobre ele. Ali não havia ninguém para me chamar de feia, e eu me sentia bem o suficiente com o meu próprio corpo. Mesmo com o órgão sexual masculino, minha mão nunca cogitou a ideia de me abandonar, e isso é uma das coisas que mais amo nela.  

Depois do que imaginei ter se passado uns quarenta minutos, saí do banheiro com os cachos molhados e com os pés descalços. Graças à Deus fui rápida em pegar um par de pantufas, se dona Andrea me visse sem, estaria com problemas. Ela apareceu no quarto enquanto eu prendia a toalha no cabelo, evitando que molhasse minhas roupas.  

-Normani, seque o cabelo antes de descer. -Ordenou ela, fazendo-me abaixar os braços rapidamente, desistindo de tentar arrumar a toalha. -A pizza vai esfriar se você demorar muito! 

Revirei os olhos, sentindo minha barriga roncar, sentindo o cheiro da pizza de longe. Virei-me para as diversas caixas no chão de meu quarto, pensando em qual delas deveria estar o maldito secador. Como se lesse minha mente, minha mãe gritou lá de baixo: 

-Está na caixa com uma fita vermelha!  

Era a que estava mais perto da cama, dentro dela havia meus produtos de cabelo, junto das escovas e pentes, assim como o secador. Não levei vinte minutos para secá-los, embora não estivessem completamente secos. Pelo menos minha mãe não reclamou quando desci para jantar. Totalmente cansadas, apenas escovamos os dentes após o jantar e caímos no sono em nossas respectivas camas.  

 

(...) 

 

O sábado passou rapidamente, nem saímos de casa. A maioria das coisas foram guardadas nesse dia, deixamos a limpeza para o domingo. Todos os meus cadernos e livros da nova e antiga escola já estavam organizados na estante e na escrivaninha, minhas roupas já estavam espalhadas no guarda-roupa de tamanho médio, e minha cama estava preenchida com meu edredom da Hello Kitty favorito. O quarto da minha mãe era basicamente igual ao meu, porém menor, com uma cama de casal ao invés de solteira e sua janela dava para a frente da casa. Dona Andrea arrumou seu quarto, a cozinha e o banheiro mais rápido do que eu, que arrumei somente o meu quarto. A sala era a parte menos bagunçada, só precisaria passar um pano, o que fiz questão de fazer.  

Domingo limpamos o quintal, passamos pano e cera nos quartos, na sala e até mesmo na cozinha, e isso somente durante a parte da manhã e o início da tarde. Durante o intervalo do almoço, sua mãe a convenceu de que deveria se informar qual era o trajeto até o colégio, quais ônibus pegar ou qual trem. Os técnicos da companhia telefônica e energia elétrica chegaram perto das três da tarde, colocando todos os fios possíveis na casa, arrumando o gerador e colocando internet, tudo isso em trinta minutos.  

Com toda a casa arrumada, passei o resto da tarde no único computador que tínhamos em casa, um notebook simples, mas era o suficiente para dividirmos. Minha mãe era do tipo que evitava tecnologia, pelo menos nos primeiros dez anos da minha vida, mas acabou desistindo depois de tantas reclamações de minha parte. Consegui me informar o trajeto até a escola, pelo menos não precisaria andar de trem, pegaria apenas um ônibus que passava na esquina da minha rua. Durante as poucas horas da tarde, minha mãe foi até o mercado da nossa rua que, por coincidência, também ficava na esquina, voltando de lá com comida para o mês inteiro.  

-Então? Amanhã é seu grande dia! Primeiro dia na escola nova! -Falou minha mãe, bem mais empolgada do que eu. -Preparada?  

-Não vejo muita coisa de diferente, mãe. Só espero evitar problemas e tirar boas notas. -Respondi indiferente, ajudando-a colocar os pratos na pequena mesa da cozinha.  

-Normani! Você precisa se enturmar mais, minha filha! Não pode ter medo das pessoas desse jeito. -Reclamou ela, colocando uma travessa de macarrão no descanso de panela.  

-Não é medo, mãe. Só não costumo sair por aí falando com o primeiro que aparecer na minha frente. -Respondi, dando de ombros, não querendo que ela soubesse o verdadeiro motivo.  

Ela suspirou alto, sentando ao meu lado na mesa, pegando minhas mãos com as suas e trazendo-as junto ao seu peito.  

-Você não pode ter medo do que os outros irão pensar, meu amor. Você é linda, exatamente do jeitinho que é! -Disse ela, gentilmente, passando a mão direita com delicadeza pelo meu rosto. -Você é forte! Tão forte quanto o seu pai!  

-Você nunca fala muito sobre ele, mas sempre diz o quanto meu jeito é parecido com o dele. -Murmurei, chegando mais perto dela e aconchegando minha cabeça em seu peito.  

-Um dia, meu amor. Um dia irei lhe contar tudo, mas agora não é o momento, ok? -Falou ela, afagando meus cachos, afastando-me delicadamente. -Agora você precisa se alimentar! Quero minha garota forte e de pé bem cedo amanhã. Irei com você até o colégio, pelo menos durante esses primeiros dias.  

-Não precisa, mamãe! -Resmunguei, pensando em como seria ridículo caso minha mãe aparecesse comigo na escola.  

-Não discuta comigo, Normani! É para a sua própria segurança. -Disse ela, firme, então pegou meu prato e me serviu com uma boa quantidade de macarrão. -Agora coma!  

Passamos o resto da noite conversando sobre os lugares que poderíamos visitar durante a semana, depois das minhas aulas, e até mesmo nos finais de semana. A hora de dormir chegou mais rápido do que eu gostaria, e logo tive que arrumar minha mochila para a torturante manhã de segunda-feira. Perto das dez da noite, minha mãe passou rapidamente em meu quarto para me dar um beijo de boa noite, então seguiu para o seu próprio. Joguei-me na cama, pensando em todas as possibilidades para o meu primeiro dia de aula, temendo que alguém descobrisse sobre minha falha genética, e que uma nova sessão de bullying começasse.  

Não lembro exatamente quando adormeci, mas foi logo depois de ter me enrolado como em um casulo no meu edredom da Hello Kitty. Sonhei com o mar, e um cavalo correndo livremente sobre a areia fofa da praia, um dos meus lugares favoritos, principalmente em um dia ensolarado. Não acordei nenhuma vez durante a noite para beber água, como sempre acontecia, parecia até que meu cérebro sabia o quanto eu precisava de um bom sono.  

A manhã de segunda-feira começou, e eu não estava preparada para o meu primeiro dia na escola nova.

 


Notas Finais


Então? O que acharam? Comentem!!
Próximo capítulo vai estar, provavelmente, maior do que esse.
Espero que tenham gostado!!

<3 <3 <3
Ah, não se preocupem que vou postar ambas as fanfic, okay?


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