História Opposite Destinations - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Dylan O'Brien, Holland Roden, Teen Wolf
Personagens Dylan O'Brien, Holland Roden
Tags Dylland
Exibições 54
Palavras 1.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oioi, voltei!!!

Capítulo 7 - You can not be him


Dylan P.O.V

Já fazia alguns minutos que eu esperava por Tyler na frente da escola. Ele pediu para mim esperar ele para ir ao vestiário, mas ele estava atrasado e daqui a pouco ia bater o sinal.

Bateu o sinal e nada dele, e eu não iria chegar atrasado para o teste, não mesmo. Fui para o vestiário e me sentei no banco, esperando todos se ajeitarem e o som alto do apito ecoou por todos os cantos daquela sala, fazendo as risadas e gritos que pareciam tão importantes cessarem.

- Nós vamos começar os testes daqui a pouco, mas primeiro – passou o olhar por todos ali na sala e franziu o cenho – Cadê o capitão do time? Não me digam que ele faltou

E quando eu ia falar algo, Daniel me interrompeu dizendo que Tyler havia chegado cedo e que tinha visto ele entrando em uma sala. Como eu imaginava, o treinador mandou eu ir procurar ele e só voltar quando tivesse o achado. E assim eu o fiz, sai procurando ele por todos os cantos e salas daquela escola e nada. Ah, ninguém consegue sumir assim do nada. Por fim entrei na última sala que ele poderia estar, e lá estava ele, mas não da forma como imaginei que estaria ou o que estaria fazendo.

- O treinador mandou você ir, agora – dei ênfase no agora, atrapalhando o beijo dele com Crystal. Os dois me olhavam assustados e nervosos, como se tentassem de alguma forma me segurar ou se explicar, só não conseguiam. Continuei observando os dois e abri um sorriso falso, dando meia volta e saindo de lá.

Eu não sabia o que fazer, minha cabeça estava uma confusão. Não sabia se contava para Holland e estragava a vida dela ou não contava e deixava ela viver um amor de mentira. Não era pra mim decidir isso, muito menos saber, quem deveria fazer isso era o cara que tava trancado em uma sala beijando sua melhor amiga.

- Dylan? Tá tudo bem? – me desliguei dos meus pensamentos e olhei para frente

- Holland? O que faz aqui?

- O jogo já vai começar, você viu o Tyler? – fodeu

- Ahn...não vi – pensei – Mas ele já deve estar chegando, vamos?

- Ta bom então – assente e caminha em minha frente, indo em direção a quadra.

Crystal P.O.V

Eu simplesmente não sabia o que fazer, se eu corria atrás dele e implorasse pra ficar quieto ou deixava ele contar para Holland na primeira oportunidade. Eu sei que estávamos agindo de uma forma errada e que boa parte disso era minha culpa, mas eu não podia negar o amor que existia em mim. Eu me culpo por ter me apaixonado pelo namorado da minha melhor amiga, mas acabou rolando e eu não mando nos meus sentimentos. Mesmo que ela saiba, eu acredito que ela me perdoe, ela sempre foi uma pessoa que não guardava rancor e ficar escondido dela não parece assim tão ruim.

- Droga – Tyler soltou em um suspiro depois de um grande tempo em silêncio

- O que vamos fazer agora? – voltei meu olhar até ele, levando minhas mãos até seu braço e num movimento repentino e bruto, se afastou de mim

- O que vamos fazer agora? – repetiu num tom de deboche – Isso é culpa sua, eu já disse milhões de vezes que não podemos nos encontrar no colégio – me olhava com desgosto

- Então porque veio? – cruzei os braços – A culpa não foi só minha, além do mais, se tu tivesse falado pra ela como eu disse, não íamos precisar ficar escondido

- Ah, agora é minha culpa? – riu irônico – Se tu quer tanto que ela saiba, conta tu

- A namorada não é minha, idiota – bufei e me virei, pegando minha mochila e ajeitando em meus ombros

- Vadia – murmurou e num viro rápido, me aproximei e dei um tapa em sua cara

- Vadia é a sua mãe, Tyler – abri a porta e voltei, sentindo suas mãos envolverem meu pulso e me puxar

- Se tu for embora eu vou... – o interrompi

- Vai o que? Me bater? Vai se foder – puxei meu pulso da sua mão e voltei até a porta – Me esquece – sai e bati a porta, o deixando lá se afogando na própria raiva.

Holland P.O.V

O jogo havia terminado a horas, e nada do Tyler. Dylan tinha conseguido passar no teste e virar um titular e eu estava feliz por ele, de verdade, mas eu não tinha cabeça pra sair com eles e comemorar. Eu estava preocupada com o Tyler, ele sumiu o dia inteiro e mesmo ele ultimamente andar estranho, ele nunca fez isso.

Fiquei um tempo conversando com o Dylan e o resto do time na esperança do Tyler aparecer, mas não aconteceu. Já estava anoitecendo e de qualquer forma ele teria que aparecer, hoje, amanhã, o dia que for, e isso me enlouquecia. Me despedi de todos e voltei pra casa a pé, me jogando no sofá assim que entrei em casa e pegando o celular.

Holland: Crystal? Hey.

Holland: Tu viu o Tyler hoje? Ele falou alguma coisa?

Crystal: Desculpa Hol, eu não vi :/

Crystal: Aconteceu alguma coisa?

Holland: Ele sumiu o dia inteiro e não apareceu no jogo, fiquei preocupada.

Crystal: Relaxa, ele deve aparecer.

Holland: Espero que sim, mas obrigada! Até amanhã.

Crystal: Até, babe.

Fui até meu quarto e tomei um banho, vestindo meu pijama e apagando logo depois de deitar na cama.

Acordei num pulo com o barulho de alguém batendo na porta, parecia que ia derrubar a porta com a tamanha força que usava pra bater. Olhei no visor do celular que marcava exatamente 3:06 da manhã. Que tipo de pessoa aparece na minha casa a essa hora da manhã? Desci rapidamente as escadas e apoiei as mãos na porta, ficando na ponta dos pés para alcançar o olho mágico. Era o Tyler, mas o que ele fazia aqui a essa hora?

- Amor – falei assim que abri a porta e o abracei, sendo empurrada pra bem longe

- Não me encosta – falou enrolado e fechou a porta

- Tu tá bêbado? – me aproximei novamente, o analisando

- Eu pareço bêbado – assenti – Então o porquê da pergunta, idiota?

- Eu já disse pra você que detesto pessoas bêbadas e que me tratem mal sem motivo – bufei – É melhor dar meia volta e só voltar quando estiver sóbrio

- Tu acha que manda em alguma coisa? – riu num tom de deboche e se aproximou de mim, levando suas mãos para meus braços e os apertando com muita força. – É tudo sua culpa, Holland. Eu não consigo ser feliz, eu não consigo ficar bem contigo no meu lado

- Tá me machucando, amor – tentei me soltar. – Por favor, me desculpa, eu juro que tento melhorar – apertou com mais força

- Não me chama de amor, sua vadia – me soltou e acertou um belo soco em meu rosto, o que me fez cair e levar imediatamente minha mão até o local – Eu odeio você, tanto – me levantou e voltou a segurar meus braços com força.

Naquele momento eu não conseguia mais prestar atenção no que ele dizia, eu estava confusa e machucada, eu apenas encarava seus olhos. As lagrimas já escorriam pelo meu rosto, e eu sentia uma dor insuportável em meus braços, como se fossem cair se ele apertasse com mais força. Eu sabia que ele me xingava e soltava palavras horríveis contra mim, e por mais que eu quisesse me defender ou fugir o mais longe possível dali meu corpo parecia estar travado, como se eu nunca mais conseguisse dar um passo que seja para trás. Aquilo doía e eu simplesmente não conseguia e nem podia fazer nada, até que um “Tu me impede de ser feliz com a mulher da minha vida” saiu de sua boca e eu consegui entender bem claro, e parece que isso fez meu corpo despertar, me debati com força, tentando sair de seus braços novamente e depois de um tempo, consegui sair. Fiquei um tempo o encarando, esperando que terminasse de falar

- Eu nunca pedi que ficasse e nem te obriguei, a porta está ali, a escolha é sua – me virei de costas e caminhei em direção as escadas. Senti um puxão forte e meu corpo voou para trás, batendo as costas contra a parede. Minhas pernas enfraqueceram e eu senti meu corpo inteiro latejar depois do choque dele contra a parede, eu estava no chão tomada pelas lágrimas novamente e ele apenas me olhava, sem nenhum arrependimento do que havia feito. Tudo em minha volta começou a girar e perdi completamente os sentidos do corpo, caindo por completo no chão e antes de apagar, conseguia ver o sorriso que Tyler havia aberto, e eu o olhava desesperada, até perder totalmente a consciência.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, até a próxima!


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