História Opposites - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Jelena, Justin, Opostos, Selena
Visualizações 68
Palavras 3.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá (:
Essa conta é nova por aqui, mas eu sou veterana pelo Spirit em outra conta rs But a categoria que escrevo é mais acessada por menores de idade, sendo assim, não me sinto bem em escrever +18 por lá.
Não sei qual vai ser a repercussão dessa história, mas espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 1 - The Beginning


Fanfic / Fanfiction Opposites - Capítulo 1 - The Beginning

The Beginning | O início

Leblon, Rio de Janeiro.

Dalva abria as cortinas de shantung de seda do quarto de sua menina para deixar que o sol entrasse e despertasse a dorminhoca Selena, sempre que passava a mão naquele tecido branco como neve pensava no absurdo que era o preço do metro, mesmo juntando seu salário do mês não conseguiria pagar por toda a ostentação em forma de bloqueador de claridade.

– Selly, querida, bom dia! – Disse animada tentando despertar a garota.

– Ai Dalva, me deixa dormir só mais um pouquinho, hoje nem tenho aula... – Selena cobriu o rosto com seu lençol de algodão egípcio e se aconchegou, quando sentiu o quentinho implorou aos céus pra nunca mais sair dali.

– Mas hoje é sexta, a senhora tem aula sim. – Dalva foi até a moça, puxou a coberta e lhe plantou um beijo de bom dia na cabeça, essa, por sua vez, deu um sorriso e abriu os lindos olhos cor de mel preguiçosamente.

– Ai Dalvinha, o professor de Ética Profissional avisou que não poderia dar aula hoje, então estou de folga! Agora posso voltar a dormir, por favorzinho? – Pediu com voz meiga e fazendo beicinho, quase convenceu a empregada que cuidou dela desde pequena, apenas quase.

– Menina, olha o dia lindo que tá lá fora! Ligue pros seus amigos que estão de folga também e vá pegar uma praia. Minha finada mãezinha dizia sempre: camarão que muito dorme, a maré leva! – A moça riu da mulher e acabou percebendo que não adiantava tentar contra argumentar, além disso, havia perdido seu sono.

Sentou na cama e deu início ao seu ritual de espreguiçamento, ergueu as mãos o mais alto que pôde e alongou seus braços, puxou a cabeça para um lado e depois para o outro, sentindo que estalava o pescoço. Assim que concluiu se esticou para pegar o celular que passara a noite na sua mesinha de cabeceira, deslizou os dedos sob os olhares atentos de Dalva que se assegurava que ela não voltaria a dormir, encontrou o nome que queria e pressionou em cima da tecla “call”, esperou em silêncio alguém atender.

– Buongiorno, bambina. O que temos de bom pra hoje? – Perguntou entusiasmada assim que a melhor amiga atendeu a ligação.

– Selly, vá acordar sua avó! – A outra respondeu a saudação com um mau humor matinal típico.

– Nossa! Que acidez, Fran... Estamos de folga, vamos pegar uma praia, vai...

– Me deixe adivinhar... A Dalva te acordou e agora você vai retribuir o favor pra toda galera, né?

– Huuuuum, acerto-ou. – Falou cantando na linha arrancando risinhos de Francia. – E aí, vamos?

– Tá, Selly, umas dez horas aí na do Leblon mesmo, pode ser?

– Você é a melhor amiga de todas, sabia? – Disse a outra em comemoração.

– Sim, eu sabia! Arrivederci, ragazza. – E encerrou a ligação.

Os cumprimentos e outras coisas simples eram as únicas expressões que Francia sabia reproduzir em italiano, ao contrário de Selena que tinha fluência nessa língua e mais outras duas; não era por menos, claro, seu pai, Ricardo Gomez, exigia que fosse a melhor e, para agradá-lo, correspondia muito bem as suas expectativas nesse quesito, não só nesse, mas sim em todos, afinal, se hoje cursava Direito era pura e simplesmente por ser a carreira que o patriarca da família achava que sua filha deveria seguir.

Deu um salto da cama, assustando sua eterna babá e amiga que estava distraída pensando na vida, beijou o rosto da mulher e correu para o banheiro soltando sua linda voz mezzo-soprano na canção Same Old Love de alguma cantora da moda. Dalva poderia ficar ouvindo a moça cantar por horas sem cansar-se, porém, tinha muitos afazeres na casa e logo estaria atrasada se não começasse a organizar tudo, então, tendo cumprido seu papel de despertador saiu do quarto.

Selena entrou em seu banheiro, pegou sua escova de dentes e passou a escová-los fazendo com que a música que cantava soasse engraçada, realmente, uma folga inesperada fazia milagres na vida da garota que estava muito animada naquele dia. Tirou o pijama, as roupas íntimas, fez um coque simples nos cabelos, pôs uma touca e entrou no seu boxe, quando sentiu a água gelada cair no corpo rapidamente encolheu-se num cantinho preferindo aguardar que ficasse na temperatura correta, experimentou primeiro colocar seu pé, depois uma das pernas e tomando coragem lançou-se inteira.

A água estava quentinha, ainda assim arrepiava seu corpo que acabara de sair do frio da central de ar que coloca sempre no clima Polo Norte. Iria à praia, mas não podia deixar de esfoliar a pele, passar seus sabonetes hidratantes e outros produtos, quarenta minutos mais tarde deixou o banheiro enrolada em uma toalha bem branquinha e confortável, esquecera-se do seu roupão, deitou na cama de barriga para baixo e puxou o celular para ver seu aplicativo de mensagens, havia cerca de cento e uns trambolhos, passou os olhos rápido, Francia, Edu, chata da Alana, David querendo sair, cinco grupos novos que insistiam em colocá-la, porém, diariamente deixava todos, ficando apenas no da faculdade, mensagem também da mãe informando que ela e seu pai haviam viajado para São Paulo aquela manhã.

A relação com seus pais era complicada, eles estavam sempre viajando e quase não lhe avisavam quando iam ou para onde, desde que se entendia por gente foi assim, criada praticamente por Dalva, a empregada/babá que a alimentava quando sentia fome, cuidou dos seus machucados, segurou sua cabeça quando passou mal, limpou suas lágrimas durante as paixonites adolescentes e lhe dava carinho. A figura dos pais só se fazia presente quando ela deveria tomar uma decisão importante, então eles vinham dar suas opiniões, quer dizer, impor!

A mãe, Mandy Cornett, casou com seu pai muito cedo, nem parecia mais filha dos avós simples de Selena, eles mesmos diziam que a mulher havia mudado muito desde que conheceu uma vida mais abastada, a menina era a única que visitava seus avós, a mãe apenas mandava uma mesada como se achasse que aquilo a liberava do compromisso de estar presente na vida deles.

O pai, Ricardo, era um importante empresário do ramo das empreiteiras, atualmente havia fechado negócios nas mais diversas construções civis, inclusive prestando trabalho para o governo, ganhando licitações. Quando chegou do seu país de origem já tinha capital para começar seu negócio, como era bom no que fazia acabou crescendo razoavelmente rápido no mercado. Selly mantia relações com seu avô paterno, amava o velhinho com todo o coração e queria muito que se mudasse para o Brasil, mas Ricardo insistia em mantê-lo no México, mandava mesada, um mal de família.

Despertou-se dos pensamentos quando o celular tocou sua música favorita do momento, era Francia.

– Alô! – Cantou atendendo a ligação.

– Sim, criatura! Tô te esperando há horas aqui em baixo!

– Não pode ser, só fiquei uns quarenta minutos no banho.

– Selly, você me ligou há quase duas horas! Dormiu de novo, foi? – Francia falou com uma voz chateada.

– Amiga, desculpa! Sobe e me espera aqui em cima, juro que não vou demorar. – Não esperou resposta, apenas desligou e correu para seu closet.

Começou a jogar todos os seus biquínis no chão, em busca de algum que lhe agradasse, pegou primeiro um amarelinho, tirou a toalha, vestiu e olhou-se no espelho, campainha tocando, estava atrasada e o pior: não tinha gostado da roupa de banho que fazia com que ficasse muito pálida. A melhor amiga nem bateu na porta, apenas empurrou e já veio gritando.

– Pô, tá de zoa com minha cara? Te esperando um tempão! – A morena de quase 1,70 veio pisando duro e se jogou na cama espelhando os lençóis.

– Ai amiga, mil desculpas, não sei como me distrai tão rápido. – Selena respondeu do closet.

Segundos depois saiu vestida com um biquíni com a calcinha branca e o sutiã vermelho, branco e azul, imitando os marinheiros americanos, parou na frente da amiga e deu uma voltinha.

– Posso te desculpar, mas só se você me emprestar esse biquíni depois que usar! – Falou marota.

– Claro que empresto! Então, acho que tá aprovado, vou pegar um shortinho e um chapéu e a gente já vai.

– Amiga, avisei os meninos, provavelmente eles estão já estão lá por baixo.

– Cê chamou a Alana também? – A garota perguntou com cara de quem já se cansava por antecedência.

– Claro que não, ami!

– Ainda bem, sem paciência pra ela hoje. – Respirou aliviada.

– Mas chamei a Manu... – Falou rápido e cobriu o rosto com um travesseiro antes que a amiga lhe arremessasse qualquer coisa que tinha nas mãos.

– Fala sério, Fran! Chamar a Manu é a mesma coisa que convidar a chata da Alana também. – Disse com voz de choro falsa.

– Não fica bolada, é só não ligar pras provocações dela.

– Ahãm, muito fácil cê dizer isso, mas tudo bem, não é isso que vai estragar meu dia.

Assim que acabou de se vestir, colocou as coisas dentro da bolsa, uma canga, um protetor labial, carteira com cartões e dinheiro, documentos e um bloqueador solar. Saíram do quarto rindo e conversando alto, passaram na cozinha, pegaram uns croissants e correram para porta da frente antes que Dalva começasse a gritar porque não haviam comido direito.

Saíram do prédio, atravessaram a rua e já estavam na praia, chamavam bastante atenção onde passavam, Selena, embora baixinha, tinha uma barriga chapada, pernas torneadas, bumbum avantajado, tudo resultado de algumas horas na academia e a corrida diária, suas feições também encantavam, os olhos cor de mel, nariz afilado, boca pequena e bem vermelha. Já Francia era uma morena linda, com seios fartos e cintura fina, um pouco mais alta que Bia, tinha um corpo de dar inveja e uma boca esperta.

Não demoraram muito para encontrar o resto da turma, Edu acenou chamando-as, ele era o melhor amigo de Selena, mas estava na cara de todos que queria bem mais do que isso, menos da própria menina. Ela foi até o garoto e o abraçou, cumprimentando-o entusiasmada. Olhou para o resto da galera e viu Alana, sua amigo-inimiga pegando sol com o bumbum para cima, seu corpo, já bronzeado, atraía inúmeros olhares de cobiça; a menina sequer levantou a cabeça quando Selly deu “oi”. Manu acenou, deu um sorrisinho e voltou para seu livro, se protegia do sol embaixo da barraca e era a menina mais meiga e nerd que andava com eles. Matheus, como sempre, estava surfando e David chegou por trás da moça a abraçando.

– Oi, meu amor. – E deu-lhe um beijo no pescoço, sabia que ela ficaria toda envergonhada e fazia para provocá-la.

– Oi, David. – Respondeu corando e se afastando do garoto que ficou com um sorriso irônico no rosto. O menino era o que podia ser chamado de sonho de consumo de muitas garotas, porém, não dela.

Estendeu a canga embaixo do guarda-sol e se encheu toda de protetor solar, o corpo era sensível e se não se cuidasse ficaria além de ardida, vermelha feito um camarão, colocou seus óculos escuros e iniciou uma conversa animada com sua galera, aquela sexta seria ótima, sem dúvida alguma.

Complexo do Alemão, Rio de Janeiro.

Justin abriu seus olhos de uma única vez, era sempre assim, acordava num sobressalto fosse por um sonho ou por um de seus amigos gritando do lado de fora de sua casa. Morava no lugar alto do morro do Alemão, sua residência era um pouco diferente da maioria que existia por ali, possuía grandes quartos com muitos confortos, sala de jogos, piscina e churrasqueira, sua moto era uma Kawasaki Versys e tinha o maior amor por ela.

O rapaz de vinte e três anos era muito conhecido na comunidade, respeitado principalmente pelo lugar de destaque que ocupava por ali, um dos comandantes do tráfico de entorpecentes na região, daí é que vinha o dinheiro que usava para manter alguns luxos e, por que não, ajudar muita gente da comunidade.

Olhou para o lado da cama e viu Lari ressonando ao seu lado, os dois tiveram uma noite animada, muitos poderiam achar que ele era viciado, mas em relação às drogas Justin só consumia o álcool, seu vício mesmo era sexo e, por isso, a loira falsificada dormia com uma expressão de felicidade pela boa madrugada que ele lhe proporcionou.

– Larissa, acorda aí que tem que meter o pé! – Convidou a menina a se retirar sem nenhuma cerimônia.

– Ai Justin, coé! Deixa eu dormir mais. – Lari choramingou com preguiça.

– Nem vem! Mermão, tenho uma parada pra fazer, cê tem que ir. – Colocou a mão atrás da cabeça e fitou o nada.

A menina finalmente abriu os olhos e passou a mão no peitoral definido do rapaz, tentando convencê-lo a ficar na cama mais um pouco; entretanto, parecia que ele tinha mesmo algo a fazer e apenas retirou a mão com unhas enormes pintadas de cor-de-rosa que o arranharam nas costas recentemente. Ela não pareceu ficar muito feliz com a interrupção.

– Se liga que nem sempre vai me ter aqui! – Falou levantando da cama irritada e foi para o banheiro usando apenas uma calcinha tão pequena que sumia em seu traseiro grande. Justin apenas observou, cobiçando, mas tinha compromisso aquela manhã, ele sabia que Lari não falava sério, poderia acontecer qualquer coisa e bastava estalar os dedos que a tinha em sua cama.

Alguns minutos depois a menina saiu do banho enrolada numa toalha, vestiu sua roupa e saiu sem falar uma palavra. O rapaz pegou seu celular e chamou seu braço direito.

– Aê, Rato, já tá na área? – Perguntou quando seu segundo no comando atendeu a ligação. Rato, na verdade, era Ryan Butler e crescera com o rapaz na comunidade, eles sempre fizeram tudo juntos e agora não era diferente. Justin não permitia que nenhum de seus parceiros de trabalho usasse a mercadoria, todos eram limpos, até onde sabia, e nem as meninas colocavam uma substância ilícita no corpo.

– Fala, camarada, tô por aqui sim. Acabei de ver a Lari saindo feito um furacão do setor! – E riu, sabendo da relação complicada que tinham os dois amigos.

– Não posso deixar ficar... Vai que ela acostuma! Não sirvo pra ter coleira, mano.

– Tô ligado! Mas vamos aos negócios: Leblon, Ipanema ou Copa? – Rato questionou.

– Tô a fim de dar um rolê no ponto dos famosos, mano, hoje é Leblon. Mas manda o Dão e o Punk pra Copa, avisa o Dentinho pra ir com eles, mas se fizer merda eu não vou perdoar.

– Fica tranquilo. Já é, mano!

O “rolê” a que os garotos se referiam era uma pesquisa de mercado, geralmente essas praias estavam cheias de adolescentes e jovens filhinhos de papai que gostavam do que eles tinham para oferecer. O princípio de Justin era simples, se tinha quem comprasse, haveria quem vendesse, melhor ele do que outro, por exemplo, a gangue do Chaz que vivia arrumando confusão com sua galera para conseguir o controle da área.

Meia hora depois Justin e Ryan pegavam suas motos e saíam em direção ao Leblon, claro que não levavam mercadoria, a intenção era apenas sondar como estava tudo por ali e se seus garotos estavam fazendo um bom trabalho sem despertar muitas suspeitas. Aquilo tudo era bem perigoso e eles tinham um sistema bom para que desse certo, primeiro que faziam um rodízio de quem ia trabalhar e onde, repetindo poucas vezes os rostos nos lugares, segundo que eles não levavam a mercadoria com eles, geralmente tinham clientes certos e só iam fazer entregas em lugares específicos, até agora vinha dando certo.

Chegaram ao local combinado, estacionaram as motos e logo avistaram alguns dos rapazes já fazendo suas abordagens, nem um dos lados deu aparência que conhecia o outro, mas o chefe sabia que seus subordinados tinham noção de sua presença e se empenhavam duas vezes mais. Caminharam pela praia por um longo tempo e, como já era quase hora do almoço, voltaram para pegar seus veículos para seguirem o caminho até o quiosque preferido de Justin desfrutar de caipirinhas e camarões.

Quase chegando onde haviam estacionado viram um grupo animado arrumando-se para ir embora e Rato chamou atenção do amigo dizendo que um daqueles garotos era um de seus mais antigos clientes e gastava bastante dinheiro principalmente com giz* e drops*.

– Véi, esses riquinhos sustentam tudo isso e mais um pouco, depois a galera do morro que é drogada, vê isso, o cara montado na grana, tem tudo o que quer e vai se acabar com essa merda. – Justin comentou com o colega.

– E a gente ajuda, né parça? – Riu-se o outro.

– Tem quem compre, tem quem venda. – E o papo acabou aí mudando rapidamente para o jogo entre Flamengo x Fluminense pelo campeonato carioca.

De repente, Justin ficou parado e não conseguia desviar sua atenção da moça que o olhava também com cara de tacho junto da turma que tinha um de seus clientes. Ela era muito linda, com certeza uma das garotas mais bonitas que o rapaz já vira, sua visão não conseguia tomar outro rumo, não podiam interromper o contato.

Selena conversava animadamente com os amigos, todos já tinham pegado suas coisas e se despediam marcando encontros naquela sexta à noite, até que ela desviou a atenção para uma despedida do mar e cravou seus olhos em um moço andando por ali. O rapaz era alto, estava com a blusa nos ombros, mostrava seu corpo bem desenhado num peitoral definido e uma barriga seca e musculosa, tinha braços largos e fortes, o rosto era perfeito com a boca delicada.

A garotinha que brincava de bola com o pai parou quase de chutando uma pedra, o sorvete do menino deixou de cair a meio caminho do chão. Selena e Justin se encaravam, ninguém sabia dizer por quanto tempo; os sons da manhã foram reduzindo e tiveram a impressão que ao redor tudo estava em câmera lenta.

– Ei, mano, tudo legal aí? – Rato balançou sua mão no rosto do amigo que olhava para uma garota com uma expressão abobalhada no rosto.

– Amiga, deixa de loucura e vem! Tá parada com esse sorriso bobo no rosto por quê? – Francia perguntava para Selena sem entender o que exatamente a tinha feito parar.

Justin fez menção de ir até a menina, mas uma morena alta a puxou pelo braço para seguirem seu caminho; para sua tristeza, a baixinha se deixou ser levada. Foi então que o dia de Justin mudou completamente, antes de entrar num prédio, ela olhou para trás e sorriu em sua direção. 


Notas Finais


Dedos cruzados para alguém ter gostado desse primeiro capítulo. Sintam-se a vontade para deixar suas impressões, elas me deixariam muito feliz.
Grandes beijos e até o próximo capítulo <3


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