História Ops! Sem querer amei você - Capítulo 9


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Categorias Emily VanCamp, Gregg Sulkin, Jake T. Austin, Justin Bieber, Leighton Meester, Pattie Mallette, Selena Gomez, Shawn Mendes
Personagens Emily VanCamp, Gregg Sulkin, Jake T. Austin, Justin Bieber, Leighton Meester, Pattie Mallette, Selena Gomez, Shawn Mendes
Tags Drama, Escolhas, Passado, Presente, Revelaçoes, Romance, Sonho
Exibições 23
Palavras 3.125
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Meninas se preparem, esse capítulo ta enorme!
Mas a partir de agora a história vai se desenrolar mais e acabaram-se os flashblack por enquanto pelo menos, acho que agora já dá pra entender um pouco esse jeitinho da selena haha

Capítulo 9 - Motivos: Desacreditado Parte 2


Fanfic / Fanfiction Ops! Sem querer amei você - Capítulo 9 - Motivos: Desacreditado Parte 2

Você está pronto? Está pronto?

Para uma tempestade perfeita, uma tempestade perfeita

 – Katy Perry, Dark Horse

 

- Tem certeza que não quer pipoca? – pergunto olhando a pequena porção de nachos que Selena insistiu pedir para nos dois.

- Tenho, isso já é o suficiente – ela responde e come um dos nachos.

É acho que hoje é o meu dia de ser um cavalheiro e comer pouco, não quero assustá-la.

- Vem – ela fala me apressando para a entrada da sala do cinema.
 
Nós tínhamos saído algumas vezes essa semana, foi apenas algumas voltas pelo campus, não tínhamos muito tempo pra nos ver como eu gostaria, nossas aulas tinham começado e estavam se organizando em questão de horário e tudo mais.
 

Vou caminhando atrás dela, estava feliz com o fato de que ela tinha aceitado um convite de verdade para sair nesse final de semana. Brandon me zoou durante o dia todo por eu estar tão preocupado em parecer o mínimo do agradável para uma garota, coisa que eu não tinha me esforçado em nada para ser desde que eu o conheci na faculdade, ou mais ou menos isso.
 

Pego nossos ingressos e o cara que estava liberando a galera para ver o filme nos deixa passar, logo subimos e procuramos nossos acentos, assim pude colocar os refrigerantes no porta copos e dar a minha atenção a quem realmente importava nesse momento.
 

- Acho que esse filme é bom..- ela se vira pra mim e começa a falar mas eu a interrompo com um beijo.

Aquele primeiro beijo tinha ficado na minha cabeça por um longo tempo. Ela não tinha me dado muita chance durante a semana, diferente das outras meninas com quem eu já havia me envolvido, e eu devo admitir que era uma das coisas que eu mais gostava nela.
 

Seus lábios se moldaram aos meus, macios como os da primeira vez, suas mãos vieram até o meu rosto e as minhas mãos foram até a sua cintura, desci as levemente até o seu quadril. Ela retribuiu o beijo, prolongando cada momento disso em minha mente, apertei sua bunda e depois acariciei seu quadril, nossas línguas acariciando uma a outra e nossas respirações em plena sincronia. Quando nos afastamos puder perceber que é ambos estávamos sem fôlego.
 

Sinto um leve tapa no braço e a olho sem entender.

- Não pode me trazer para um cinema e me dar um beijo desses assim quase que do nada! – ela fala baixo, mas bem incomodada, dava pra ver e na sua expressão.

- Desculpa?! – falo ainda sem entender muito bem. Qualquer garota sonharia com isso, não entendi muito bem isso.

 Fico a analisando bem de perto e ela se mexe um pouco notando minha atenção voltada só pra ela. As luzes se apagaram por completo e logo o filme começa.

Será que eu fiz algo realmente de errado?, penso me virando um pouco para olhar o filme.
 

Passamos o filme todo sem nos falar muito. Eu havia deixado Selena escolher o filme e ela escolheu uma paródia, o que foi bom pois assim que ela saiu percebi que seu semblante estava um pouco melhor, uma boa chance para tentar reparar o que eu podia ter feito de errado.

- Gostou do filme? – puxo assunto assim que saímos da sala do cinema.

- Gostei.. – Selena me olha e depois a mão e toma fôlego – olha me desculpa..

- Não, eu que tenho que te pedir desculpa – falo em sua defesa, eu te peço mais ainda não entendi muito bem o porquê eu to fazendo isso, penso.

- Eu gostei do beijo só não estava esperando assim e.. – ela me olha – não quero que tenha a ideia errada sobre mim, eu não costumo fazer essas coisas que vão além do beijo.

Ah, que droga!, penso. Ela é virgem, caramba, agora isso explica sua reação no cinema.

- Eu.. nem sei o que falar direito. – digo a verdade a ela – Me desculpa, foi um ato idiota da minha parte!

Ela se encolhe um pouco e olha para a minha cara de arrependido.

- Podemos cortar essa parte da nossa noite? – pergunto tentando concertar meu erro.

 Ela para um minuto e parece pensar em algo e depois de minutos concorda e sorri pra mim.

- Que tal irmos a um lugar um pouco diferente disso? – falo pensando em algo mais animado que o desastre do cinema.

 - O que você tem em mente? – sua curiosidade esta estampada em seu rosto.



Selena P.O.V.


 

- Essa máquina é uma farsa, todo mundo perde seu dinheiro aí, melhor irmos em outra – falo desanimada ao perceber que Gregg escolheu a famosa máquina em que você pega ursinhos.

- Era para você achar fofo – seu sotaque é bem aparente, mas é fofo.

Solto uma risada baixa.

- Tudo bem, vou te dar um desconto e dizer que acho fofo – falo olhando sua concentração em colocar a moeda na máquina e passar a controlar o pegador de ferro.

A garrinha de ferro obedece ao seu comando e vai até o montante de ursinhos, ele para um minuto e analisa bem suas opções e depois me olha e novamente volta sua atenção a máquina. Ele escolhe o panda e aperta o botão. Por mais incrível que pareça, eu apenas pisquei e aconteceu uma mágica que ele consegue pegar aquele panda. É a única explicação que eu vejo no momento.

- Como assim? – pergunto incrédula no que eu vejo.

Ele retira o mini panda e me mostra, fico de boca aberta mas bem animada ao constatar que ele tinha conseguido.

- Eu não costumo desistir daquilo que eu quero – ele fala convencido.

Sorrio e pego o ursinho que ele havia pego pra mim.

- Obrigada – olho o mesmo mais uma vez na minha frente. Era pequeno e muito fofo, especial para um primeiro encontro.

- Não precisa agradecer – ele fala e pega a minha mão.

Gregg teve a ideia de me trazer a um parque de diversões para compensar sua mancada de mais cedo, o que foi ótimo pois não conhecia muito da cidade, estava indo aos poucos até mesmo pela faculdade, mas foi muito bom sair daquele ambiente um pouco, as aulas eram bem cansativas.
 

- Vamos comer mais alguma coisa? – pergunta olhando os algodões doces.

- Nossa, faz muito tempo que eu não como isso – fico olhando para o vendedor.

- Hoje é o seu dia de reviver os bons tempos da infância – brinca.

- Mais ainda? – replico de volta – Já não bastou todos os brinquedos que me fez ir?

- Até parece que não gostou – ele responde rindo. Eu gritei tanto quando fui na xícara maluca que todas as crianças ficaram nos olhando como se fossemos de outro planeta.

Ele me leva até o vendedor e compra um algodão para cada um de nós. Pego o meu e abro, e começo a comer.

Olho para o lado e o Gregg havia sujado a sua bochecha com o seu algodão doce azul, era impossível me conter e comecei a rir.

- O que foi? – ele me olha sem entender muito mais ainda comendo.

- Você se sujou – respondo ainda rindo.

- Ah, foi você – ele me acusa e se aproxima de mim.

- Eu o que? – falo desconfiada da sua aproximação com o algodão doce na mão.

Antes que eu pense em algo, ele me suja no queixo com seu algodão doce. Eu olho bem pra ele e tento o melar também, mas por eu ser mais baixa ele ganha uma certa vantagem sobre mim e consegue se desviar com mais facilidade.

- Ei! – grito animada pela brincadeira que desenvolvemos juntos – Não adianta fugir de mim! – anuncio.

Acabamos por nos tornar duas crianças novamente brincando no meio do parque, hoje era um dia atípico pra mim.

- Tenta me acertar com isso aí! – ele me desafia rindo.

Eu aceito me aproximo mais e o encurralo contra um poste e me estico, conseguindo finalmente o sujar na outra bochecha novamente.

- Consegui – falo vitoriosa o olhando bem de perto.

Seu sorriso brincalhão ainda está aparecendo em seus lábios, mas os seus olhos estão nos meus lábios e sem pensar muito, eu me aproximo e o beijo.

Ele retribui e acabamos nos abraçando, mas diferente do beijo de hoje mais cedo esse é mais comportado e dura menos, já que pelo que percebi ele já não era mais virgem que nem eu.

- Já ta meio tarde, acho melhor irmos – falo olhando o celular assim que eu guardo o ursinho na minha bolsa pegando uma toalhinha que sempre carrego comigo para limpar minha mão.

- Melhor mesmo, ainda temos que tomar o táxi – ele fala.

Concordo com a cabeça e limpo sua bochecha onde sujei e ele mesmo se sujou, depois ele faz o mesmo comigo pacientemente.

Voltamos para os nossos dormitórios de táxi nessa noite.



Alguns meses depois...

 

Passei a semana estudando, nos víamos pouco, pois ali o meu primeiro foco era o estudo de fato, mas ele fazia questão de sempre que possível falar um pouco comigo ao menos. No intervalo entre as provas semestrais saímos juntos e até mesmo com a Kath.

Ela tinha conseguido se livrar do Jhon, o que era um grande avanço em seu ponto de vista, mas algumas vezes ele ainda tentava algo. E eu.. bem, eu até estava começando a me acostumar com esse tipo de relacionamento que havíamos desenvolvido, era leve e espontâneo, mas ainda não era um namoro, pelo menos não oficializado.

- Vamos comer algo agora? – Kath passou a tarde toda na biblioteca comigo, me ajudando a estudar.

- Ok, te dou essa folga! – brinco com ela e começo a recolher os livros que havíamos pegado emprestado.

- Finalmente! Estava me sentindo torturada! – ela dramatiza e logo levanta da mesa com suas coisas devidamente arrumadas e empilhadas em seus braços.

- Não exagera – rio baixo e a sigo assim que pego minhas coisas até a porta.
 

Fomos caminhando até os nossos dormitórios para deixar nossos livros e cadernos e depois partimos para o refeitório.

- O Professor Cleaford gostou muito do meu desenvolvimento no nosso último trabalho e me avaliou para um estágio – ela diz enquanto caminhamos até o fim da fila da cantina.

- Sério? – pergunto entusiasmada com a notícia.

- Sim, não é incrível? – ela fala sorrindo.

O Professor Cleaford era nosso professor de

- Kath, essa é a melhor nóticia que você poderia receber! Ele te avaliou para qual tipo de estágio? – pergunto.

O refeitório estava um pouco movimentado pelo horário. As pessoas que tinham aula em período integral saiam nesse horário para comer algo sempre.

- Ele falou que era para trabalhar na publicidade um menino revelação no vine, mas eu ainda não sei muito bem, ele apenas me falou que era algo novo e que iria conversar comigo melhor amanhã para ver se eu aceitava e que ele conhecia o menino e que vale muito apena investir nele e é uma grande oportunidade para mim que ainda estou começando e é claro, ele iria me instruir em tudo – ela fala pegando sua bandeja e escolhendo uma salada de frutas e um suco.

- De qualquer forma amiga, você estará realizando seu sonho, que foi sempre o de começar a conquistar a sua vida em NY! – sorrio animada por ela.

- É verdade, mas Sel, se eu ficar mesmo com esse estágio, eu quero que possamos dividir um apartamento só pra gente, e mesmo que você não possa dividir comigo eu quero que você vá, ok? – ela me olha daquela forma que diz: ‘’Não importa o que você diga, eu não desistirei até que você mude de ideia’’.
 

 

O que me restou?
 

Suspiro e confirmo com a cabeça.

Pego um sanduíche e um suco também e me sento na mesa vazia junto com ela.
 

Comemos um pouco e depois voltamos para o nosso dormitório. Vejo que o Gregg me esperava, Kath olhou e apenas revirou os olhos pra ele e passou direto, eu fiquei um pouco para trás e paro na sua frente. Ele se inclina e me deposita um breve selinho aos meus lábios.

- Está muito cansada ou tem um pouco de energia ainda pra sair comigo? – pergunta me avaliando.

- Depende.. – respondo cautelosa.

- Queria te levar para patinar no gelo comigo hoje, mas... acho que você não está muito afim – ele fala um pouco desapontado.

Dou um pequeno sorriso.

- Gregg, hoje ainda é quinta – olho bem o seu rosto que já se ilumina um pouco com o meu sorriso.

- E o que tem? – ele abraça minha cintura – Eu sei que essa semana você tem se concentrado muito em seus estudos e acho que seria um boa você sair um pouco e se distrair assim.. de surpresa.

Paro e penso um pouco. Ele tinha razão, eu precisava me distrair um pouco de tudo aquilo e seria um boa sair com ele.

- Tudo bem, você tem razão, mas eu preciso me arrumar ainda e saímos ok? E não podemos voltar tarde.

Ele beija minha testa e me solta, concordando com o que eu havia falado.


 

- MEU DEUS GREGG! – falo um pouco alto pelo entusiasmo de vê-lo cair pela 15ª vez apenas em uma hora patinando.

- Parecia uma boa ideia antes! – seu sotaque fica mais realçado ainda enquanto tenta se levantar do gelo. Sua queda havia sido de bumbum no chão.

- Eu não sabia que você não sabia patinar no gelo – retruco a ele de forma implicante mas patinando até ele para ajudá-lo a levantar.

- Parecia fácil nos programas de inverno londrinos – ele pega na minha mão e se levanta um pouco desajeitado.

Rindo, permaneço segurando a sua mão desta vez para garantir que ele não caia de novo. Seu orgulho no ínicio o fez escolher patinar sozinho até agora e só o levou ao chão.

- Mas é fácil, basta se equilibrar para início – falo calmamente segurando a sua mão.

O vejo tentar endireitar a postura ao observar como era minha. Como ele é mais alto que eu fica um pouco engraçado de se ver, mas respiro fundo e espero a sua melhor postura sair depois de alguns minutos.

A patinação no gelo estava repleta de crianças pequenas levando tombos tão engraçados quanto os de Gregg, mas o que era de se admirar nele era a sua persistência em tentar me impressionar. Várias pessoas nos olhavam ao longe, um casal de jovens roubando a cena das crianças, eram o que eles deviam pensar de nós dois.
 

- É o melhor que consigo fazer – ele anuncia pra mim.

Seus ombros ainda estão um pouco curvados para baixo, mas posso dizer que houve uma grande evolução até.

- Tudo bem, agora arraste um pé depois o outro sempre para fora – instruo-o.

Percebo sua relutância em fazer o que eu disse, mas aos poucos ele faz.

Em poucos minutos estávamos patinando devagar mas de maneira constante e sem que nenhum de nós caímos.

 Passou-se mais um tempo e saímos da patinação, já havia dado a nossa hora.
 

- Quer comer algo? – ele pergunta colocando o par de seu tênis .

- Não precisa, acho que já esta ficando tarde e se demorarmos podemos nos encrencar – sorrio e fico de pé.
 

- Tudo bem, espero que você tenha se divertido! – ele fala ficando de pé também.

- Sem dúvida foi divertido, você não tem jeito nenhum pra isso – falo e sorrindo ao implicar um pouco com ele.

- Ei! Aquilo tudo foi uma encenação pra você se divertir um pouco – ele diz fingindo uma cara de orgulho pelo seu feito.

Entrelaço meu braço no dele e fomos caminhando juntos até a rua com grande movimento para pegarmos um táxi de volta ao campus.
 
 

 Minha sexta foi bem animada com a confirmação de Kath para o estágio, sua empolgação estava me contagiando. Era impossível não notar sua felicidade. Saímos de noite para comemorar, fomos até um restaurante japonês e aproveitamos um karaokê que lá havia.

Não lembro que horas saímos de lá, mas valeu á pena.


 

Após uma semana que Kath estava trabalhando ela me deixou responsável pela pesquisa da nossa nova casa. Eu consegui achar um apartamento dentro das nossas condições no Brooklyn para alugarmos e estávamos fechando o negócio esta semana. Era do jeitinho que queríamos, mas faltava pequenos detalhes ainda.
 

- Não acho que foi uma boa ideia você deixar o Gregg ir a festa ontem sozinho- Kath fala olhando no celular o blog da faculdade e me mostra fotos do pessoal ontem bêbados e muito deles vomitando.

- Mas o que eu podia fazer? – falo terminando de pentear o meu cabelo e o secando.

- Melhor ver como ele está – ela me sugere e eu acabo concordando.

Sai do dormitório feminino e fui indo até o masculino. Nesse tempo que temos saído, vi algumas vezes Gregg entrando nesse quarto, sigo até o mesmo e bato devagar na porta e abro depois de alguns instantes.

A cama estava desarrumada e logo pude ver sua cabeleira toda desgrenhada por baixo de toda a coberta. Olho em volta e só tinha mais um menino dormindo também no dormitório, o que me deixou bastante aliviada. Me aproximei dele a ponto de cutucá-lo, mas algo me chamou a atenção, um vestido estava junto da sua roupa, quando volto minha atenção para a cama, algo se move ao lado de Greeg, era uma menina. Ela estava abraçada a ele e imersa na coberta a tal ponto no qual eu não pude a ver assim que o vizualizei.
 

Ele estava com outra.

Por alguns instantes senti que meu corpo estava completamente paralisado. E aquela cena parecia algo inacreditável de acontecer, como não pude perceber isso antes?, era isso que se passava pela minha cabeça.

A menina se mexeu mais uma vez e tive que despertar do meu transe. Obriguei minhas pernas a se movimentarem daquele quarto para bem longe, qualquer lugar servia naquele momento.

 Foi impossível conter as lágrimas, algo que era oriundo de um coração partido, um coração machucado. Quanto mais eu queria as limpar, mais e mais lágrimas teimavam em descer. Quando me dei conta eu estava no pequeno lago, onde já havia estado com ele uma vez. Chorei por minutos a fio. Chorei até estar cansada, exausta de tanto chorar. E quando finalmente consegui um momento sem que as lágrimas teimosas me invadissem novamente, peguei meu celular e fiz a primeira coisa que me passou pela cabeça.
 

- Alô? – a voz do outro lado na linha disse.

- Sou eu.. – minha voz falhou um pouco, mas respirei fundo e engoli o choro – Eu me decidi, vou fechar o negócio.

- Quando podemos nos encontrar para resolver? – perguntou.

- Hoje mesmo... – respondi com coragem.


 
Flashback off



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