História Or Nah (Imagine Jimin - BTS) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Bts, Imagine, Jimin, Kykai, Romance, Você
Exibições 769
Palavras 1.733
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, meus amirecos ^^
Como prometido, aqui está o bônus de Or Nah
Já se passou um ano e eu espero que não tenha errado em nada pq sou mestra nisso kkkk
Espero que gostem ^^

Leiam as notas finais!

Ps: Muito obrigado pelo carinho, os comentários e todos os favoritos. ♥♥♥

Capítulo 2 - Fire Meet Gasoline (Bônus)


Or Nah – Bônus  

“Fogo encontra gasolina, estou queimando viva

Eu mal posso respirar quando você está aqui me amando...”

Sia – Fire Meet Gasoline.  

O cheiro forte de café era a única coisa que acalmava os meus nervos a flor da pele. Eu estava estressado e ficava ainda mais a cada novo segundo. Minha mente não conseguia digerir as palavras que estavam escritas no documento a minha frente. – O que é isto em sua mão, Jimin?

– É uma convocação da Scotland Yard. – Ergui meus olhos e encontrei sua expressão séria. – Amor...

– O que diz este papel, Park? – Soltei o documento e caminhei até ela, que não saiu do lugar. Sua barriga estava maior a cada dia e seu estado emocional só se tornava cada vez mais delicado.

– Vem, meu anjo. – Segurei suas mãos e a guiei até o sofá. – Eles estão me convocando para fazer um treinamento que durará dois meses.

– Jimin, eu estou com seis meses de gravidez! Quando você retornar eu já estarei perto de dar a luz.

– Eu sei, meu amor, mas eu preciso realmente ir, mesmo não querendo deixar você. Olha, você ficará com o seu pai e eu prometo voltar logo para ti, tá? – Ela assentiu e eu selei nossos lábios em um selar breve.

– Vou usar esse tempo longe de você para voltar à delegacia. – Arregalei os olhos e me coloquei de pé.

– Nem pensar! Se eu souber que você se arriscou indo lá com essa barriga enorme de gêmeos, eu ficarei muito chateado contigo! – Ela sorriu sapeca e mordeu o lábio, ação que sempre me desconcentrava sempre.

– Pena que você estará longe demais para fazer alguma coisa, não é mesmo Park? – Acompanhei em silêncio ela se pôr de pé e se aproximar de mim como uma serpente. – Sabe, já que você passará dois meses longe de mim, que tal matar essa vontade que eu estou de ser fodida por você? – Arfei e levei minhas mãos aos ombros dela, afastando-a de mim.

– Nem pensar! Você está gravida e eu não vou trepar com uma mulher grávida. – Os olhos dela tomaram um brilho magoado, mas era melhor assim.

– Faz isso! Vai, evita a baleia aqui. – Franzi o cenho. – Você não me toca desde que eu descobrir estar esperando gêmeos, Jimin! Tem asco da baleia que me tornei?

– Amor, não é nada disso, pelo amor de Deus! – Recebi um tapa forte no braço e ela saiu correndo da sala, deixando-me sozinho. Corri até o nosso quarto, mas a porta havia sido trancada; encostei-me a estrutura e suspirei cansado. – Amor, eu não quero te machucar. Sei que sua barriga pesa e que seus movimentos passaram a serem limitados por causa dos nossos filhos, por isso nunca mais fizemos amor, querida. Sai daí, por favor.

– Não, Jimin! Sua desculpa esfarrapada não vai colar! Você está com asco da baleia que me tornei depois que engravidei.

– Meu anjo, eu amo você com dobrinha ou sem dobrinha.

– Aí, está vendo! Eu estou enorme de gorda. – Bati levemente a cabeça na porta e bufei irritado. – Some daqui, Jimin!

– Amor...

– Eu mandei você sumir daqui! – Respirei fundo e saí da frente da porta retornado a sala, onde me sentei e encostei-me ao estofado confortável.  

Acabei pegando no sono e quando acordei no outro dia não havia mais sinais da minha amada no apartamento. Me senti um lixo, mas arrumei minhas coisas na bolsa e tomei um bom banho, antes de me vesti e ter que ir para o aeroporto. No caminho peguei o telefone e tentei várias e várias vezes ligar para ela, mas nenhuma vez ela atendeu. Um dos maiores defeitos da minha delegada era que ela era e sempre seria uma teimosa de marca maior.

Baguncei meus cabelos e findei o caminho junto ao motorista do taxi que eu havia pego. Por fim, embarquei para Londres, onde eu passaria dois meses longe de tudo.  

(...)  

O tempo passou arrastado e quando o prazo do treinamento finalmente terminou, eu quase chorei de felicidade. Não aguentava mais de saudade da minha menina, não aguentava mais de saudade dos meus filhos, os quais eu nem sabia como seriam as carinhas, mas que eu já amava com todo meu coração.

Quando o avião pousou em Nova Iorque, peguei o primeiro taxi que achei e fui para casa. O relógio marcava dez da noite e tudo que eu desejava era passar pela porta e encontrar minha menina acordada, algo raro, já que os bebês sugavam-na toda a energia. –Tenha uma boa noite! – Me despedi do taxista e desci do automóvel.

Passei pela portaria e dei um leve aceno ao porteiro, não prolongando nada. Eu queria chegar logo em casa e abraçar a minha amada teimosa. Tomei o elevador e não demorou para que eu finalmente me encontrasse na frente da porta do meu apartamento, a qual eu abrir lentamente e adentrei.

Estava tudo silencioso, as luzes apagadas e nenhum sinal dela. Caminhei cômodo por cômodo até chegar ao nosso quarto, onde a porta estava entreaberta. Silenciosamente, abri a porta e pensei que a encontraria dormindo, mas meu coração falhou as batidas quando eu vi o que estava acontecendo. Minha esposa estava completamente nua sobre a cama, com as pernas abertas, a cabeça pendida para trás e os lábios entreabertos, por onde saiam gemidos manhosos enquanto sua mão a acariciava lentamente. Foi impossível não petrificar automaticamente. Levei minha destra até o meu pau e apertei-o, controlando-me para não gemer e acabar com aquele belo show. A verdade é que eu estava tempo demais brincando de protegê-la, quando tudo que ela desejava era que eu me afundasse nela e a fizesse gozar bem gostoso.

– Aww Jiminie... – Seu gemido baixo só aumentou ainda mais a vontade que se aflorava dentro de mim. Eu precisava dela e ela precisava, mais do que nunca, de mim.

Soltei minha bolsa no chão e retirei meus coturnos, seguido da minha blusa preta de mangas. Em seguida retirei meu cinto e adentrei calmamente o cômodo, fazendo o silêncio necessário para que ela não percebesse que eu estava ali. Aproximei-me da cama e segurei-a firmemente pelas coxas grossas, puxando seu corpo cheinho para a beirada do móvel. – Jimin? – Sua expressão de surpresa poderia ter me feito rir, mas eu estava com um pau extremamente duro dentro da calça, que babava só de imaginar fodê-la.

– Fica quietinha, querida, seu policial irá cuidar de você. – Abri as pernas dela e levei meu polegar ao seu clitóris, onde passei a friccionar, gerando-a gemidos extremamente deleitosos. Tomei seus lábios com os meus sem a menor delicadeza e usufrui da sua boca deliciosa. Cessei o beijo e levei meus lábios ao lóbulo da sua orelha, onde mordi e depois sussurrei: – Quer que eu te chupe bem gostoso, meu amorzinho?

– Você ainda me ama Jimin, mesmo eu estando tão gordinha? – Sorri com seu biquinho e passei a beija-la do pescoço ao seu ventre avantajado.  

– Te amo, te desejo e ainda enlouqueço com cada pedacinho teu, meu amor. Você não está gorda, está gostosa e ainda é capaz de me fazer ficar de pau duro com pequenas coisas. – Voltei a tomar seus lábios com os meus, mas não por muito tempo, pois os abandonei para dar atenção a sua intimidade suplicante. Assim que fiquei face a face com sua intimidade rosadinha e pronta pra mim, salivei, não esperando nem mais um segundo para deslizar minha língua de cima a baixo, dando uma atenção especial ao seu botãozinho rosado, contato que a fez estremecer e gemer manhosa. – Quer mais, meu amor?

– Sim. Aww Jimin, é tão gostoso... – Seu corpo todo se arrepiou e voltei a acaricia-la com a minha língua gulosa, a qual usei para leva-la ao primeiro orgasmo depois de vários meses sem sexo comigo. – Você ainda faz milagre com essa língua deliciosa. – Ri nasalmente e a tomei em meus braços, levando-a até a parede de vidro do apartamento, a qual tinha uma mesa de madeira pura encostada à ela. – O que pretende, Park?

– Exibir o quão gostoso é te foder bem forte. – A deitei sobre a mesa e me afastei para retirar as últimas roupas que estavam em meu corpo. Assim que retornei, afundei-me nela sem a menor delicadeza. Escorreguei para dentro do seu interior com tanta facilidade que perdi o fôlego. – Tão molhadinha... – Gemi e dei inicio aos movimentos mais desejados da minha vida. Eu estava faminto dela e ela faminta de mim.

Uma... Duas... Três... Quatro e mais incontáveis vezes, que me levaram, junto a ela, a um orgasmo delicioso. Derramei-me dentro dela e a apertei em meus braços por fim, para que pudéssemos sentir o quão forte eram as sensações que nossos corpos proporcionavam um ao outro.

– Vou dar para brigar contigo sempre, Park.

– Faça isso que eu adorarei te fazer ficar de bem comigo novamente, meu amor. – Sorrimos.  

(...)  

Um mês se passou e, como o esperado, os gêmeos nasceram na data marcada. Zion e TaeYan, ambos de cabelos negros e olhinhos puxados, características minhas que fez com que a mãe deles quisesse me fritar vivo.

– Garanto que o Zion vai gostar mais de mim. – Ela balançava o pequeno serzinho em seus braços enquanto eu estava com TaeYan junto a mim na cama.

– Ilusão também consola, meu amor. Meus filhos vão preferir o papai, não é garotos? – Ela me fulminou com os olhos e eu caí na risada.

– Idiota! – Tomei o pequeno Tae em meus braços e me levantei da cama, seguindo até o meio do quarto onde ela me olhava chateada.

– Não fica chateada, meu amor, ou eu serei obrigado a colocar meus filhos no berço e te jogar naquela cama para te ensinar o quão bom é te fazer ficar de bem novamente comigo. – Ela sorriu e eu capturei seus lábios em um beijo doce. – Te amo.  

– Eu também amo você.

"... Eu ainda posso sentir sua respiração sobre mim, me sentindo

Eu poderia transar com você por toda a eternidade, infinitamente..."

Infinity - Niykee Heaton


Notas Finais


O que acharam?
Ficou bom? Ao menos apresentável?
Tomara que vocês tenham aprovado.

Bem eu ontem achei essa fic por um acaso e eu não conheço a escritora, talvez ela tbm não me conheça e se conhecer pode não gostar de mim kkkkkk vai saber né? Mas eu amei de verdade essa fic que ela está escrevendo e junto com minha melhor amiga Luna venho surtando. É realmente maravilhosa e tem tudo que uma Army safada gosta kkkkk

Deem uma chance a esta obra e aqueles que comentarem lá avisa que conheceram a obra por aqui para que eu possa agradecer ^^

Espero que gostem.

Link: https://spiritfanfics.com/historia/froot-6314968

Aqui em baixo está o link da minha bb *'* Cativa.
Para quem ainda não conhece, dá uma olhada, é de graça kkkk

https://spiritfanfics.com/historia/cativa-long-imagine-jimin--bts-6575942

Beijinhos ♥

Sue♡♡


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