História Ordinary Life - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dakota, Iris, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Peggy, Rosalya
Tags Anônima, Banda, Blogueira, Famosos, Nigths Of Summer, Pop Punk, Queen, Vicandre
Exibições 95
Palavras 1.648
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey, everybody!

Tudo bom? Então tá bom.

Primeiramente, eu gostaria de agradecer a essas maravilhosas pessoas que me deram uma chance e leram minha fanfic. Obrigada, obrigada mesmo!

Segundamente - existe essa palavra? -, eu queria pedir desculpas pela demora, mesmo que não tenha sido muita, e só pra avisar o capítulo 3 já está pronto e já será atualizado nesse domingo. O prazo máximo para postagem, e se eu não postar nesse dia marcado, provavelmente eu morri :)

Não, não brincadeira, mas como eu não qiero tomar o tempo de vocês, vou parar de encher o saco de vocês e deixá-los(as) ler.

Boa leitura ^^

Capítulo 2 - Ironic


Fanfic / Fanfiction Ordinary Life - Capítulo 2 - Ironic

Capítulo 2-  Ironic

 

Tradução do capítulo: Irônico.

It's like rain on your wedding day

It's a free ride when you've already paid

It's the good advice that you just didn't take

And who would've thought, it figures

 

Hello, criançada! 

Bem-Vindos a mais um “Tagarelando com a Queen!” Urrul!

E hoje vamos falar de um grupinho animado, que saiu destruindo coraçõezinhos das gurias (e dos guris também), que fez você se perguntar: “Que banda é aquela, cujo os membros mais deixam os instrumentos pendurados nos ombros do que tocam?” E a resposta, meus amores, veio pegando fogo como Noites de Verão.

Nights Of Summer, ou NOS, como a banda carinhosamente chama (não mentira, é por que o nome é grande pra carai), é uma banda australiana, e que começou como todos os futuros astros: Postando covers de música no YouTube. 

São eles: Lysandre Hemmings (no vocal, piano e guitarra), Castiel Clifford (no vocal, teclado e guitarra), Kentin Hood (No vocal e no baixo) e Nathaniel Irwin (no vocal e na batera). Todo mundo canta ali, viu?

Logo depois do Quarteto Fantástico sair por aí fazendo várias aberturas de shows, saíram pelos Estados Unidos adoidados, montando seu próprio exército cor-de-rosa. Ui que medo. 

Pronto, o sucesso rolou. A internet já começava fazer GIF's da banda ou testes como: Qual integrante do NOS é perfeito para você? Nas revistas Teen.

O primeiro disco deles  lançado em junho de 2014, e que leva o nome maravilhoso da banda. Maaaaaas, uma coisa que eles ainda não tem é um nome Fandom. E agora fãs? Como  vocês vão identificar para o mundo? Como Nightstetes? Summeretes? Verãozildas? Summer Roberts?

E agora fãzocas? Eu acho que vocês estão meio atrasadonas, hein? Principalmente depois e eles  lançaram um single chamado She Looks so Perfect. Isso é muita ingratidão. E agora o que é que o Nights of Summer vai falar na próxima convenção de BoyBand? Que eles não tem nenhum nome de fandom? Aliás, ele ficam mega putássos quando são chamado de BoyBand, por que de acordo com eles, (Abre aspas) “Nós somos uma banda de rock, cara. Tipo Gun’s n Roses, cara.” (Fecha fuking aspas).

Um minutinho.

HAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHA! AI MEU PÂNCREAS!

Tá bom, queridos. Vocês são rock como Gun’s n Roses. 

 

E agora vamos para algumas curiosidades.

• O Castiel pinta o cabelo toda hora, dizem que na primeira vez que ele tingiu o cabelo, as suas madeixas majestosas ficaram cor-de-rosa por três dias. 

• O Nathaniel quando toca bateria parece que está caganeira pelo tanto de careta farofa que eles faz. 

• O Lysandre A-D-O-R-A produtos para o cabelo. 

• Kentin é o mestre da careta, a banda diz que ele tem uma cara super-maleável e consegue facilmente moldá-la.

• A  galerinha da bagunça é mega baby, o mais velho deles, o Nathaniel tem 22 anos, e o resto da criançada tem 20 anos, sendo o Lysandre o mais novo. Os outros se consideram tipo irmãos mais velhos dele. Own, que meigo.

• Nathaniel nasceu no dia 17 de fevereiro de 1994, Castiel deu o ar de sua graça em 09 de agosto de 1996, Kentin nasceu em 15 de março de 1996 e Lysandre nasceu em 20 de novembro de 1996. E de acordo com as minhas contas astrológicas, nos temos um aquariano, um leonino, um pisciano e um escorpiano. Bora lá na revista da Capricho pra ver se combina com o de vocês, monas. 

• A molecada A-D-O-R-A fazer uma dancinha improvisada na hora dos ensaios. O pesadelo dos coreógrafos. 

• O Kentin gravou She Looks so Perfect de cueca. Ele adora fazer isso. Manda nudes por microfone, Ken.

 

Então crianças, esse foi mais Um Tagarelando com a Queen! E me desculpem pela demora, prometo não demorar tanto da próxima vez. Beijooooos.

 

Peggy só sabia rir quando terminou de ler aquele post. 

Victorie e Peggy estavam em uma lanchonete localizada no centro da cidade londrina. Um café estava posto de frente a Peggy, que já estava frio, e um suco de laranja com bolo de chocolate para Victorie. A morena observava a amiga de cabelos roxos, quase pretos, ler o seu post, feito no dia anterior. 

– Isso tá hilário! – Peggy riu mais uma vez, fechando a tela do notebook e o colocando em cima da mesa. – Quanto tempo gastou para conseguir fazer tudo isso? 

– Incluindo o tempo que eu gastei para conseguir as informações? – Peggy assentiu. – Acho que uma duas ou três horas. 

– Porra! – Exclamou surpresa, chamando olhares ofendidos de alguns clientes. – Eu gasto mais tempo que isso para fazer uma miséria de reportagem que não deve ter mais que mil palavras! – Disse, por um minuto sentindo-se angustiada com sua realidade. – Mas por que você não faz a faculdade de jornalismo? Você tem talento pra coisa. 

– Ah, Peggy, eu já te disse... – Suspirou, cruzando os braços e olhando para um ponto qualquer no teto do estabelecimento. – Jornalismo é algo sério. Eu não consigo lidar com essas coisas. Com o blog não, com o blog é diferente. Os leitores gostam das minhas palhaçadas, ela gostam do meu jeito solto. – Sorriu por um momento ao lembrar-se dos elogios que recebia e também o ofensas nas redes sociais de Queen. – Eu consigo ser eu mesma ali. 

– Mas como jornalista você teria uma carreira! – Peggy tentou argumentar, convencer a amiga que apenas negou. 

– Mas eu tenho uma carreira! – Bateu com as mãos na mesa, fazendo um barulho significante que chamou atenção dos demais ali no estabelecimento. Peggy lhe lançou um olhar de cautela, e Victorie entendeu, encolhendo os ombros. – Eu ganho dinheiro com o blog, isso não é uma carreira para você? 

– Mas o seu trabalho poderia ser reconhecido, VOCÊ poderia ser reconhecida, sem ficar se  escondendo atrás de uma tela de computador. – Falou morena de cabelo curtos um pouco mais baixo para não chamar atenção. 

– Eu estou feliz com o blog, valeu? Eu não quero mais nada que ele. – Insistiu em sua ideia, e Peggy soltou um suspiro angustiado. 

– Tudo bem, a vida é sua, você sabe o que faz com ela.

Peggy rendeu-se, indo tomar o resto do seu café. Victorie cortou um pedaço de seu bolo, mantendo-se calada, apenas observando o chato movimento do local. Não deu muita importância quando ouviu o som do sininho da porta zunindo, mas cravou os seus olhos na criatura de cabelos tingidos de vermelho passando pela porta. Ela não teve total certeza, por que o garoto estava com um moletom largo preto, uma touca verde musgo e um óculos escuro, mas ela sabia que reconheceria aquela cabeleira vermelha em qualquer lugar. 

Ele passou de cabeça baixa, passando pelas mesas, onde ninguém pareceu dar-lhe importância. Victorie o seguiu com os olhos, de boca aberta, não acreditando no que via. Ele caminhou em passos rápidos até o caixa, onde falou alguma coisa com a atendente e logo depois ela voltou com uma sacola da lanchonete, cheia de pedidos. E pagou e saiu logo em seguida da lanchonete, apressado. 

Victorie continuou de boca aberta, Peggy a olhava de sobrancelhas franzidas, estranhando a mudança de humor da amiga. 

– O que foi? – Perguntou dando mais um gole de seu café. 

– Vem comigo. – Disse puxando a carteira da bolsa e deixando uma jota de 20 na mesa, debaixo do prato. 

– O quê?! – Perguntou sem entender, mas a essa altura já estava sendo arrastada por Victorie.

Victorie é relativamente alta, e principalmente com seus saltos altos, passava de seus 1,71 de altura. Os passos rápidos das duas eram engraçados, chamando atenção dos demais na rua. Victorie caçava combos olhos o garoto de cabelos vermelhos. 

– O que você está fazendo?! – Perguntou Peggy, tentando acompanhar os passos da amiga. 

– Eu vi, eu tenho certeza de que o vi... – Victorie dizia, de modo baixo, apenas para que Peggy e ela ouvissem. 

– Viu quem, sua doida?! – Perguntou confusa. 

– Ali! – Victorie exclamou a puxando com mais força para o meio da rua.

Buzinas altas de carro se fizeram quando as duas passaram correndo por ali, fazendo Peggy olhar a assustada. 

– Saiam do meio da rua, suas malucas! – Gritou um motorista, pondo a cabeça para fora do carro. 

– Ah, vá se foder! – Revidou Victorie, mostrando o dedo do meio para o motorista, que apenas buzinou com mais vontade, sendo acompanhado pelos outros. 

– Desculpa! – Sorriu amarelo para o motorista que bufou e continuou seu caminho. – Você tá querendo nos matar?! 

– Não, tô querendo confirmar uma coisa. – Olhou para os lados, vendo uma pequena pracinha a poucos metros. – Vem comigo.

Peggy não teve tempo de dizer mais nada, apenas a puxou em direção a pracinha onde se esconderam atrás de uma árvore. 

– O que a gente tá fazendo aqui?! – Perguntou Peggy já irritada com toda aquela correria. 

– Fala baixo sua retardada! Eles podem nos ouvir! – Disse focando seu olhar no carro preto, estacionado no outro lado da calçada. 

– Quem irá nos ouvir?

Victorie não respondeu, apenas focou os olhos na mesma figura de minutos atrás. Ele se aproximava em passos um pouco mas lentos do carro, viu a janela do carro ser aberta e uma figura de cabelos platinados abrir a porta para o mesmo entrar. Victorie arregalou os olhos, tendo total certeza de que não estava louca. Puxou o celular da bolsa e posicionou a câmera antes que ele entrasse no carro. Bateu uma foto, duas, três. Três fotos de diferentes posições. 

– O que está fazendo? – Perguntou Peggy confusa ao olhar mais de perto as fotos, não entendendo. 

– Tirando algumas fotos de Nights of Summer, não é óbvio? – Respondeu sorrindo, se levantando enquanto passava as fotos com o dedo. 

– Como tem certeza que são eles? – Perguntou Peggy tomando o celular de sua mão, e vendo as fotos. 

– Eu reconheceria aqueles quatro em qualquer lugar. – Victorie sorriu, vendo o carro já arrancando asfalto para bem longe. 

– E o que você vai fazer com essas fotos? – Perguntou Peggy, lhe devolvendo o celular. 

– Eu ainda não sei, mas talvez me renda uma boa grana.

 

•••


Notas Finais


E aí, gatenhos? Vomo ficou?

Altas tretas irão aparecer nos próximos capítulos. Será? Não dou spoiler. Foi mal.

Mas muito obrigada por ler, vocês são fodas!

Créditos: Fiz o post com base no canal OK! OK! Créditossss
Link: https://www.youtube.com/watch?v=M4mnC1xTZGA&t=6s

Playlist: https://open.spotify.com/user/vkoftrollei/playlist/0ZYCQAw8VUAW955ge7Lm3S

Falem comigo: http://ask.fm/Trolhei

Bj na bunda.


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