História Orfanato da Nova Geração Peculiar (Interativa) - Capítulo 13


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Categorias O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares
Personagens Alma LeFay Peregrine, Personagens Originais
Tags Interativa, Orfanato, Yaoi, Yuri
Exibições 45
Palavras 978
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Voltay!

Perdão qualquer erro!

Boa leitura!

Capítulo 13 - Clichê do Orfanato e Monstro


Fanfic / Fanfiction Orfanato da Nova Geração Peculiar (Interativa) - Capítulo 13 - Clichê do Orfanato e Monstro

- Espera um minuto! Expliquem esse babado direito, por que o circo vai pegar fogo! - Russel disse escandalosamente.

- Bárbara, está voltando, e ela não pretende sair daqui de mãos vazias... - Andrew murmurou.

- Está insinuando que... sua visão vai realmente acontecer, Andrew? - Peregrine sussurrou olhando para o chão, aflita.

- Sim.

- Ai Deus...

(...)

Após aquele pequeno e apavorante diálogo, Peregrine passou horas e horas em seu escritório, quieta, alheia. Até na hora do café da manhã, desceu calma e silenciosamente as escadas, séria.

- Quero que... cada um dê seu máximo quando Bárbara chegar, e... caso algo aconteça, aproveitem bem esses prováveis últimos dias que teremos uns ao lado dos outros. - Ela sussurrou derramando algumas lágrimas.

- Sim, senhora. - Murmuraram em uníssono.

(...)

No jardim, Adam avistou Emma, olhando para o céu. Tomou coragem e foi se aproximando da mesma, calmamente.

- Emma... - Sussurrou meio incerto.

- Sim, Adam... - Ela virou-se para ele sorrindo.

- Eu queria saber se, por um acaso... você poderia me perdoar por ter sido tão grosso e rude com você. Só agora que eu pude perceber o que realmente eu sinto, aqui dentro no meu peito. Meu coração bate tão rápido quando eu estou perto de você... eu sinto que... é amor. Amor verdadeiro.

- Sabe que... é recíproco? - Ela sussurrou sorrindo.

Ambos gargalharam e olharam-se intensamente, então foram aproximando seus rostos, até acabarem completamente com aquela distância, finalmente deram seu primeiro beijo.

Finalmente o casal havia se entendido.

(...)

Hope e Kyle estavam em um passeio numa praia, anos depois de onde viviam.

- Sabemos do nosso amor, sabemos que é recíproco, mas... não custa nada dizer mais uma vez um eu te amo, não é Kyle? - Murmurou Hope sorrindo minimamente.

- Eu te amo, Hope.

- Eu te amo, Kyle.

Abraçaram-se, não se beijaram por quê sentiram-se um pouco constrangidos, pois havia um casal de idosos passeando pelo local, achavam uma certa falta de respeito com os mesmos.

- Se algo acontecer, nós ficaremos unidos para sempre. Lembre bem disso... - Kyle murmurou dando um beijo no topo da cabeça do mais novo, que apenas assentiu.

(...)

- Amanda? - Murmurou Shusan batendo levemente na porta do quarto da garota.

- Shusan? - A garota disse surpresa.

- Será que podemos conversar?

- C-claro... entra aí! - Murmurou dando passagem para a ruiva.

- Eu queria dizer que... - Murmuraram em uníssono, mas logo deram risadas sem graça e olharam-se nos olhos.

- Você primeiro... - Amanda indicou.

- Já que... vamos provavelmente morrer logo mais, eu não quero morrer sem dizer que eu percebi que... eu te amo.

- Posso dizer aquele clichê do orfanato?

Shusan assentiu sorrindo.

- É recíproco...

Beijaram-se carinhosa e apaixonadamente, logo encostaram as testas e ofegantes disseram:

- Eu te amo, mais que minha própria vida.

-Ah! Adorei o desenho... - Shusan sussurrou dando um selinho na garota de cabelos rosas, que apenas sorriu.

Os casais do orfanato estavam aproveitando o máximo de seus prováveis últimos tempos juntos.

(...)

- Alice? - Peregrine murmurou entrando na varanda, onde a garota encontrava-se encostada no parapeito, olhando para o céu, sorrindo levemente.

- Pois não?

- Não tem um par ainda? E Enoch?

- Eu e Enoch tínhamos uma amizade colorida, nada de paixão, e sinto que isso não é para mim...

- Por que?

- Ficar presa a alguém, quando posso ter quem eu quiser e ser livre? Não, me identifico mais com a liberdade, ser livre e dona de mim...

- Está certo... Pretende sair do orfanato se for sobrevivente?

- Prometo vir visitá-los sempre...

As duas sorriram e se abraçaram.

(...)

- Minha princesa, saiba que... te amo muito, ouviu? - Horace murmurou segurando o rosto de Llelo delicadamente.

Llelo suspirou e assentiu, dando um leve sorriso.

- Lutarei até a morte por você, querido.

- Eu também, querida... eu também. - Horace disse dando um beijo no topo da cabeça de Llelo.

Lluvia estava na cozinha, bebendo um pouco de suco, quando ouviu a voz de Alice.

- Também ta solteirona? - Alice murmurou sorrindo.

- Prefiro, essa coisa de namoro não é para a minha pessoa, sabe?

- Entendo perfeitamente. Aí, caso a gente sobreviva, que tal darmos uma volta no mundo de 2017?

- Mas, e a Llerine?

- É só uma voltinha... apenas algum tempo, para você experimentar um pouco do gosto da liberdade.

- Fechado. - Lluvia murmurou apertando a mão de Alice.

(...)

- Enoch?

- O quê, Adara? - Murmurou frio.

- Eu fiz algo? - A garota perguntou aflita.

- Tem horas que sua voz irrita, sabia?

- Mas...

- Sem essa! Você não passa de uma vadia irritante no fim das contas sabia, Adara?

- Mas...

- Some do meu quarto! Vadia sem sal! - Revirou os olhos e deu as costas para a garota, que pôs-se a chorar e saiu correndo dali.

- Monstro!

Enoch ouviu a porta bater e suspirou.

Olhando para a carta que em cima do criado mudo ao lado de sua cama.

"Adara está perto de morrer, fique longe dela ou ela morre mais rápido ainda, da pior forma possível.

Faça com que esse castelo de cartas que é a relação de vocês, desmoronar logo!

Ou eu farei.

Bárbara."

 

Enoch sabia que... no fundo, Adara sentia que ele fez o que fez e disse o que disse, apenas para protegê-la.

A casa de cartas havia desmoronado.

E agora Enoch era chamado de monstro, por seu grande e único amor.

 

 

Eu não sou tão gentil

Eu odiava você, mas eu te quero

É isso mesmo, meu tipo

Meu coração não mente

 

Ela começou

Estou enviando um sinal de perigo de dentro

Não tenha medo, o amor é o caminho

Meu amor, eu entendi

Você pode me chamar de monstro


Notas Finais


Perdão qualquer erro!

Música: Monster - EXO

Achay que ia ter mais treta... mas realmente estamos muito próximos do fim.

Estou com mais uma fanfic aqui, já prontinha para ser postada. Mas, só depois que acabar essa. :3

Coments! :3

Adoro!

Amor

YohQueeM


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