História Orgulho e Prepotência - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias A Origem dos Guardiões, Como Treinar o seu Dragão, Enrolados, Frozen - Uma Aventura Congelante, Valente
Personagens Anna, Elsa, Flynn Rider, Hans, Jack Frost, Kristoff, Mérida, Personagens Originais, Rapunzel, Soluço
Tags Elsa, Frozen, Jack, Jelsa, Kristanna, Universo Alternativo
Exibições 104
Palavras 2.439
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


as senhoras acharam q eu já tinha morrido?
nãmmmm, continuo aqui, vivíssima! mas são os mesmos problemas que falei antes: muito trabalho e pouco tempo.
aliás, ultimamente tá todo mundo meio sumido né? e.e (pelo menos as fics q eu acompanho ahsajahsaj)
consegui um tempinho pra atualizar hoje (tenho aulas aos sábados, blé) por isso aq estou. inclusive mudei a capa, cês viram?
enfim, como eu disse, não pretendo abandonar não! o lado bom é que vim adiantando os capítulos nesse meio tempo, então o próximo não vai demorar tanto assim.
bem, beijos e boa leitura!!!
ps.: pra quem não lembra, jack e elsa (recém-coroados) estão fazendo visitas a vilarejos próximos. enquanto isso, o conflito entre protestantes e católicos continua. oq será que eles vão ter que enfrentar daqui pra frente, agora que estão governando juntos?

Capítulo 14 - A Carta


Fanfic / Fanfiction Orgulho e Prepotência - Capítulo 14 - A Carta

                                                Every step that I take is another mistake to you.

 

A loira, quando parou de fitar as próprias mãos ou mexer no tecido do vestido, levantou o rosto e percebera, através da janela, que eles haviam chegado à cidade mais próxima do reino — Riviera, com um número relativamente grande de habitantes, e ela manteve-se receosa se sua presença seria bem vista ou não ali.

Ignorando tais pensamentos, desceu depressa da carruagem, novamente segurando a mão de Jack e sorrindo altivamente para as exclamações e reverências dos nobres e alguns populares ali presentes que se seguiram.

Fazia-se uma espécie de festa, ou comemoração à chegada dos reis, com música, danças e barracas meticulosamente ornamentadas; de fato, Elsa lembrara-se até do Festival que fora uma vez, contudo, lá não haviam as mesmas flores. Ainda tinha cara de inverno.

— Majestades! — Exclamou o Duque, alto, aproximando-se dos dois e reverenciando-se, ainda que com desgosto — Admito que pensei que estavam com problemas no trajeto, já que atrasaram-se... Quarenta minutos— disse, sórdido, olhando para o relógio de bolso.

— É, tivemos alguns problemas com o horário — respondeu Jack, olhando para Elsa sorrateiramente e ela lançou-lhe um olhar indignado rapidamente; como se apenas ela fosse a culpada pelo atraso, porém resolveu ignorar.

— Mas então, Duque, como se encontra a situação aqui? — perguntou ela, ligeiramente, mudando de assunto.

— Ah, eu não diria que está tão boa assim... — disse ele, pouco à vontade, e Elsa levantou uma sobrancelha, curiosa.

— À que se refere? — perguntou Jack, antes que Elsa tivesse a chance de indagá-lo.

— Bom... Tivemos alguns problemas, se me entendem... — disse ele, abaixando a voz.

— Não, não entendemos — disse Elsa, perdendo um pouco a paciência — Como assim?

Antes que o Duque tivesse a chance de responder, todos viraram o rosto rapidamente quando ouviu-se um grito de “ladrão! Peguem ele!” no meio da multidão, e guardas que corriam para alcançar um homem pobre e maltrapilho; Elsa pôde observar, rapidamente, uma caixa de madeira que o homem carregava, e quando ele tentou desvencilhar-se dos guardas, foi brutalmente espancado por um deles, até que perdesse a consciência. Tudo aconteceu numa fração tão rápida de segundos que a loira, com os olhos arregalados de horror, sentiu-se impotente diante da situação que tinha se passado. Jack, no entanto, já se aproximava deles, ordenando que cessassem — o que não foi muito bem recebido pelas pessoas, principalmente pelo comerciante roubado, já que não se tolerava o crime de furto — mas, ainda que com desgosto, os guardas o obedeceram.

Elsa já havia se aproximado do homem inconsciente, e desviou os olhos para a caixa derrubada, ainda fechada; abaixou-se para pegá-la, e levantou a tampa, revelando alguns pães velhos e um queijo mofado.

— Comida — disse ela, quase inaudível — Ele só... devia querer alimentar a família — concluiu com os lábios trêmulos, e o homem, ainda jogado no chão, assentira.

As pessoas já haviam acalmado-se à aquela hora, apenas o comerciante ainda se mostrara indignado, por isso a Rainha apressou-se em dizer que ele seria ressarcido, e o homem enfim parara de reclamar. Permitiram que o maltrapilho deixasse o local sem sofrer mais penalidades, à contragosto dos guardas, ainda com a caixa na mão, e ele agradeceu profundamente aos reis por não ter sido linchado, com uma reverência desajeitada e deixando apressado o local.

— Bem, esse tipo de problema. — disse enfim o Duque, olhando para Jack e Elsa, receoso.

Problema?! — disse a loira, indignada — Isso é realmente sério, Duque, se estas pessoas estão roubando para se alimentar é por que...

— Porque estão passando fome, de fato — concluiu o Duque, e ela limitou-se a olhar enraivecida.

Uau, se não tivesse falado isso, jamais chegaríamos a essa conclusão — disse Jack, por fim, mas seu comentário foi prontamente ignorado pelo Duque.

— Não era exatamente isso que eu ia dizer — disse Elsa, se recompondo — Estou dizendo que a situação, para chegar a este ponto, já se mostra insustentável...

— Quê aconteceu com a safra deste ano? — perguntou Jack, de súbito.

— Bom, foi um inverno rigoroso, e quando a situação se amenizou, a safra não foi próspera o suficiente para alimentar a todos... Realmente lamentável. — explicou o Duque, sem muita emoção — Temos dinheiro, mas não temos os grãos.

— Então devemos comprá-los, obviamente? — disse Elsa, como se aquilo fosse um pensamento muito óbvio.

— Seria essa uma fácil solução, Majestade, se metade dos países de quem pudéssemos comprar não estivessem sendo recrutados para as alianças francesas e inglesas — disse o Duque, sorrateiramente — Mas ora, Rainha Elsa, tenho certeza de que como boa governante que é, logo encontrará solução para este caso, não é mesmo? — concluiu, debochado, e Jack olhou para ele irritado. — Tenho que ir andando, sou um homem ocupado, sabem, irei em uma reunião em Bergen. — disse, apressado — No mais, desejo-lhes uma boa sorte, Majestades.

E afastou-se, deixando uma loira preocupada e um albino ainda irritado. Porém, logo Elsa apressou-se para falar com ele, encarando-o com olhos hesitantes.

— Jack, acredito que o mais viável agora é que façamos um acordo com a Rússia — disse a loira — Vocês ainda têm bons grãos, certo?

Frost, já esperando aquele pedido, contudo, hesitou por uns instantes.

— Elsa, temo não lhe trazer boas notícias... — disse ele, olhando para ela — Acredito que a safra deste ano tenha sido suficientemente boa, no entanto...

— No entanto o quê? — disse ela, preocupada.

— Quais serão os nobres que desejarão realizar um acordo com Arendelle? Todos já se mostraram bastante irritados com os últimos acontecimentos, desde nosso casamento — disse ele, e ela baixou o olhar, ainda mais apreensiva.

— Tem certeza que não há uma única pessoa que possa fazer isso? — disse ela, meio temerosa e ansiosa.

— Bom... — começou ele, hesitante — Na verdade, tem, sim — disse o albino, relutante.

— Então — começou ela — Quem...?

— Tenho um primo, Patrick, soube que teve um boa safra este ano — disse ele, um pouco obstinado, levantando o olhar — Ele não se importaria, naturalmente, é protestante, mas isso não vai ser nada bom... — concluiu, franzindo a testa.

— Qual o grande problema se ele é protestante ou não, se ele têm os grãos? — disse a loira, impaciente.

— Elsa — disse ele, com um olhar de certa reprovação para ela — Acabamos de nos casar, fazer um acordo com um protestante justo agora com os nobres no nosso encalço iria irritar toda a nobreza católica — disse, com um rosto sério, que não combinava nem um pouco com seu habitual sorriso sarcástico; ela pareceu hesitar um pouco, mas continuou firme. — Não é mais uma guerra que você quer.

— Não posso ficar de braços cruzados quando é meu povo que está morrendo de fome — disse ela, também séria — Não, não sei, Jack... Por quê não tenta falar com esse seu primo, então?

— Não — disse ele — Eu não diria que ele é do tipo confiável, também. — falou, convicto.

— Então o que quer que eu faça? — falou a loira, alteando a voz, ávida por soluções. — Fique de braços cruzados diante da situação, é isso?

— Vamos dar um jeito — disse ele, tentando acalmá-la — Fique calma, ainda temos que falar com o resto dessas pessoas, lembre-se de colocar um bom sorriso no rosto, Rainha — falou, referindo-se aos nobres que volta e meia vinham cumprimentá-los, e sorriu para um homem que acenava para eles ao longe.

Mas não adiantou; a loira permaneceu distante, continuou com a imagem do homem espancado em sua cabeça durante toda a visita, deixando que Jack encarregasse-se de conversar com aquelas pessoas.

Em razão disso, ficou mais afastada durante a visita, quase perdendo-se em meio às pessoas que ali se apresentavam; foi surpreendida, no entanto, quando sentiu um esbarrão numa súbita cabeleira rebelde e cor-de-fogo que identificou imediatamente.

Ai! — exclamou a ruiva — Me desculpe, moça, essas bebidas sempre me deixam.... Elsa? — exclamou rapidamente, surpresa e abestalhada quando identificou o rosto da figura loira que sorria — Menina, quê que cê tá fazendo aqui? — disse, rindo, e só aí se deu conta de que ela já era uma Rainha. — AAH! Ai meu Deus, isso presume que eu deva dar mais do que um pedido de desculpas não é? Ai caramba, sou muito burra! — disse, martirizando-se com a mão na testa, e Elsa limitou-se a rir.

— Mulher, tranquila... — disse a loira, calma — É verdade que é minha súdita sim, mas também é minha amiga — a ruiva pareceu acalmar-se do susto — Então não precisa dessas coisas. Também, já estou acostumada né... — disse essa última parte um pouco mais baixo, mas ainda assim audível, contudo a ruiva não pareceu entender.

— Ah, sim, bom... — disse, meio enrolada — Mas de qualquer forma, porquê está aqui? — perguntou curiosa.

— Era isso que eu ia lhe perguntar — falou a loira — As visitas pós-coroação, lembra-se? Não sei se comentei com uma das garotas... — disse, vagueando.

— Não sei, acho que não lembraria de qualquer forma — confessou, rindo; talvez um pouco mais pelo efeito das bebidas, Elsa pode perceber, mas não fez nenhum comentário — Ah... Sobre o que eu faço aqui? Fácil, esse lugar tem os melhores vinhos da região, e eu tive que vir conferir — falou, e Elsa riu mais frouxamente.

— Entendo — disse — Hiccup está com você? — perguntou.

Ahn... — começou, tentando se lembrar, e a memória pareceu acender em sua cabeça. — Está, sim, lembrei agora — falou rápido — Na verdade ele nem queria vir, mas de uma maneira consegui convencê-lo, já que ele ficou me enchendo o saco sobre Bergen naqueles últimos dias — disse, baixando a voz.

— E onde está? — perguntou a loira.

— Tá ali, ó — apontou com uma das mãos, para um canto mais movimentado — Vejo que ele também já encontrou Jack. — percebeu, mesmo que não fosse preciso falar, já que a loira notara os dois conversando. Seus pensamentos voltaram para Jack e o maltrapilho por alguns segundos, mas logo tratou de afastá-los.

— Bom — disse a loira, mudando de assunto — Tenho realmente que lhe agradecer por ter me emprestado aquele livro, Meri — falou, sorrindo — Me ajudou muito mesmo...

— Não falei? — disse ela, sorrindo — Achei que aquele final podia ser melhor de qualquer forma, sabe, Arya não merecia aquilo...

Então começaram a conversam avidamente sobre o tal livro, vários minutos e opiniões se passaram até a ruiva voltar a falar com Hiccup (que reverenciou Elsa timidamente, enquanto ela sorria de canto e avisou-lhe baixo — acho melhor a Merida dar um tempo nesses vinhos, Hic) e deixar Elsa e Jack novamente sozinhos. Suas feições, ainda que tentasse esconder, mostravam-se cansadas e abatidas, observou ela.

— Será que já podemos ir, agora? — perguntou a loira, de canto, para o albino.

— Só estava esperando você dizer — respondeu ele com um sorriso, e em poucos minutos já se encontravam dentro da carruagem em movimento, observando a fina geada que caía sob a janela, enquanto Jack girava e fitava sua coroa pesada com as mãos, meio perdido à pensamentos.

 

(...)

 

— Como foi? — perguntou Elsa, de súbito, longos minutos após terem entrado na carruagem, rompendo o vasto silêncio que ali habitava. Ele pareceu sair dos pensamentos e ergueu os olhos safira para encará-la. — Digo, com as pessoas... os nobres, acha que eles estão ao menos otimistas?

— Otimistas, não sei se é a palavra certa — falou Jack, cansado, passando a mão pelos cabelos e bagunçando-os levemente — Certamente as pessoas já se deram conta do problema com o abastecimento — disse — Mas acho que estão esperando que façamos alguma coisa, esperando para ver qual será nosso próximo passo.

— Entendo — assentiu ela, em concordância — Jack... — disse ela, meio hesitante, quando se sentiu levemente intimidada pelos penetrantes olhos azuis que a cortavam, mas ainda assim continuou — Tem certeza... de quê fazer um acordo com esse Patrick não é uma boa ideia? — disse por fim, baixo.

— Não, Elsa — disse ele, convicto, e ela suspirou cansada — Eu já disse que iremos achar uma solução para isso — falou, e ela em vão percebera que aquela seria sua palavra final, teimoso como de costume, desviou os olhos para a janela e recostou-se no banco irritada.

— E veremos quanto tempo mais essas pessoas irão aguentar até que morram de fome — completou ela, ríspida; ele ouviu mas não ousara falar mais nada, e o silêncio voltou a se instalar, pesado e gélido.

 

A carruagem enfim aportou no castelo, já era tarde da noite, Elsa descera rapidamente sem dar uma palavra a Frost; ele sabia que ela estava irritada, contudo, não fez muito, ou não sabia o que fazer, para contornar aquela situação entre os dois.

A loira chegou ao castelo e não fez menção de ir cumprimentar Anna, ou mesmo Rapunzel, que àquela altura deveria estar no décimo sono. Quando pensou em subir para o quarto, contudo, parou ao ver seu antigo quarto com a porta entreaberta, uma ideia súbita e insana ascendeu-lhe à cabeça.

Entrou rapidamente, observando papel e tinta em cima da cômoda, que usara bastante quando escrevia cartas para Anna enquanto a mesma estava em Londres.

Não pensou mais que duas vezes ao começar a escrever, com caligrafia meio afetada, uma carta curta, porém com valioso conteúdo. Ao terminar, percorreu os olhos por ela, leu e releu mais algumas vezes até concordar consigo mesma que aquilo era realmente o certo a se fazer. Por fim, carimbou o símbolo do reino de Arendelle, azul como gelo, e fechou a carta rapidamente.

Olhou de esguelha pelo corredor, Jack já deveria ter subido a essa altura, pensou ela, e assim aproximou-se de uma das poucas empregadas que ainda estava no corredor.

— Sra. Fields — chamou Elsa, baixo, para a senhora simpática de meia-idade e cabelos castanhos grisalhos.

— Majestade — reverenciou-se rápido dela, e observou-a esperando algum pedido.

— Preciso que entregue essa carta o mais rápido possível, por meio dos generais, nobres, não sei — disse ela, ansiosa, segurando a carta por entre os dedos, e a criada a observava com atenção — A quem está endereçada, tem o símbolo real, ele vai saber do que se trata. E peço que, por favor, não a comente — ordenou rápido, e a Sra. Fields assentiu, pegando a carta cuidadosamente, até Elsa agradecer e ela retirar-se.

Tendo feito isso, e já sabendo que não poderia voltar atrás, limitou-se a subir as escadarias com hesitação e angústia. Mordeu os lábios.

Não queria ter sido obrigada a fazer isso, mas muito menos gostou de ver o que acontecia fora dos portões do castelo.

É isso que meu pai faria?, pensou, enquanto subia mais os degraus; provavelmente não, uma voz ao fundo se sua cabeça respondeu, e ela sorriu internamente — mas, no momento, quem governa sou eu. Ela não se importava.

E não seria mais uma subordinada do rei, que vive à sua sombra. Queira Jack ou não.

Não queria ser lembrada como uma mera esposa do Rei, e sim como uma Rainha.

Será que a pessoa a quem a carta estava endereçada responderia? Não sabia, não tinha ideia do que pensar... Talvez seja loucura...

No entanto, já tinha feito, agora lhe restava esperar.

 

 


Notas Finais


VIXE!
acredito q vcs já tenham uma ideia de quem é o destinatário da carta, né non?
pq será que o jack não confia nesse primo dele, o Patrick? ai, isso ainda vai dar o que falar viu!
acham certo oq a elsa fez? como será que o jack vai reagir a ela resolvendo as coisas sozinha? governar juntos vai ser mais difícil que eles pensavam HAUHAUHAJA
mais importante, qual a opinião de VCS? Comentem!!!!!! comentários são o que ainda me fazem continuar, so, please, imploro, não me façam escrever pras paredes. esperando vcs.
bem, até, beijos!!!


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