História Orgulhosos demais - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Eren Jaeger, Levi Ackerman "Rivaille"
Tags Amor, Ereri, Presente, Snk
Visualizações 80
Palavras 703
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Amor, esse é meu presente de compensação pelo que fiz. Espero que goste.
Sei que parecemos dois velhos ranzinzas brigando e que isso será cada vez mais normal... Porquê se não, não seriamos nós! Rsrs
Acho que somos perfeitos assim!

Te amo, @Rivail_Ackerman.

Capítulo 1 - Por quê brigamos?


Capítulo único

Por quê brigamos?


“Eu te amo, droga! Por quê você não engole esse orgulho e vêm até mim?” Ambos diziam essa mesma frase em seus pensamentos, alisando a mesma parede deitados na cama mas, em quartos diferentes. O amor era grandioso porém o orgulho conseguia prevalecer naqueles homens que só tinham tamanho para serem chamados assim… no fundo eram apenas duas crianças brigando.


-O que você têm fedelho?

-NADA! Eu só… não quero falar…

-Fazendo-se de difícil como sempre. Não vou passar a mão, Eren!

-ME DEIXE EM PAZ!

-QUER FICAR EM PAZ?! SAÍA DO QUARTO! - “Não saia, Eren…” Levi falava em pensamento com o coração apertado.

-VAI SE FERRAR! - “Por favor… não me mande sair…” Eren pensava e aguentava a vontade de chorar.


O rapaz de cabelos castanhos sai enfurecido do quarto esbravejando, com passos pesados; que fazia um barulho ensurdecedor, fecha a porta com força e entra no quarto ao lado batendo a porta com a mesma intensidade.


-Tsc. Esse fedelho ainda acabará com o pouco de paciência que tenho. - Levi passa a mão sobre a testa e solta o ar pesado pelas narinas. -Mas que droga, Eren!


Levi se levanta da escrivaninha seguindo em direção a cama que ficava encostada na parede, se deita de barriga para cima e coloca os braços atrás da cabeça, fitava a parede com um semblante raivoso porém seus olhos azuis desmentiam aquela raivosidade, era um olhar triste.

Eren no quarto ao lado anda de um lado para o outro xingando seu amado de todos os nomes possíveis, a cada passo batia a mão em punho contra outra que estava aberta. Suas bochechas se inflavam de ar e depois o soltou bruscamente.


“Preciso me acalmar… Ah! Aquele maldito!” Os pensamentos tentavam se ordenar mas um flash veio em sua mente, Levi gritando consigo o fez parar, seu peito doía e a sensação de saber que poderia perder seu amado… seus olhos se enchiam de lágrimas.

Eren se joga na cama encostada na parede a fazendo balançar e ranger, Levi do outro lado da parede ouve e percebe que o mesmo está perto dele, apenas aquela parede os separa. O rapaz de cabelos castanhos deitado se vira para o lado da parede, observando, observando…

Ambos colocam a mão na parede e ficam imaginando um ao outro, pensando que poderiam estar tristes, magoados… Aquilo faz a vontade dos dois de sair correndo, abraçar um ao outro, beijar os lábios macios e devorar as línguas.


“Não posso.” Ambos pensaram deixando seu orgulho dominar.


Deslisavam suas mãos naquela parede fria que poderia ser facilmente atravessada mas, o orgulho a transformou em um muro.


“Eren…”

“Levi…”

“Me perdoe!” Ambos pensaram ao mesmo tempo.

“Venha para os meus braços.”

“Te quero em meus braços.”

“A culpa foi minha.” Mais um pensamento em conjunto.

“Eu perdi o controle.”

“Eu fui um perfeito idiota!”

“Mas, você é irritante, escandaloso e me enlouquece!”

“Sou impulsivo, acabo falando o que vêm na cabeça… Estava nervoso. Não queria falar mas, você insistiu… Não podia esperar minha raiva passar?”

“Se pergunto é porque tem algo errado! Lhe conheço melhor do quê ninguém. Depois não venha reclamar que ‘não me importo com seus sentimentos.’”

“Tenho medo de te perder…”

“Eu te amo.” Aquele sentimento foi compartilhado em seus pensamentos, em seus corações e em suas almas.


[...]


Pela manhã uma luz entrava pela janela e seguia em direção aos olhos de Eren. Aquela iluminação incomodou o rapaz que dormia todo torto e com a mão ainda na parede, a mesma mão cobriu os olhos com a palma da mão voltada para cima, virou para o lado com a visão embaçada; a porta estava aberta e um vulto estava na frente, Eren se sentou assustado e observou melhor, Levi estava encostado de lado na porta.


-hmm. Me desculpe… por ontem. - Olhava cabisbaixo.

-Do que está falando, idiota? - Seu rosto se virou para o recém acordado.

-Nós… -Eren levantou a cabeça e seus olhos se encontraram com os do moreno; era o mesmo semblante frio de sempre.

-Nada do que aconteceu têm importância para ser lembrado. Eu te amo e isso basta.


Eren foi pego de surpresa com aquelas palavras e seu rosto começa a ficar ruborizado.

Levi se vira de costas.


-Venha comer, o café já está na mesa! -Ele olha por cima do ombro com um sorriso malicioso. - Ou você quer ser comido?




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