História Original love. - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Tags Haylijah, Klaroline
Visualizações 63
Palavras 1.823
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Comentem, favoritem, e divirtam-se!
Beijo :*

Capítulo 10 - Capitulo 10


Fanfic / Fanfiction Original love. - Capítulo 10 - Capitulo 10

Caroline, Nova Orleans 
Ela estava de volta à sua casa, ansiosa para reencontrar Klaus. Decidida a esgotar suas chances, ela não queria rastejar atrás dele pra sempre, mas não desistiria sem ter certeza que ele também não estava arrebatado por aquela paixão e aquela necessidade de estarem juntos. 
No dia seguinte ela iria procurar Klaus, dizer o que queria, e dai para frente ver no que ia dar. Um exercício difícil para Caroline, sempre organizada e metódica, se arriscar assim era uma novidade. 

POV Klaus 
Ela voltou. Eu me segurei para não ir buscá-la no aeroporto e trazê-la direto pra minha cama. Eu estava com saudades, inegavelmente, sozinho no meu quarto eu pude sentir seu perfume em uma camisa que usei em um dos nossos encontros, julguei ser uma ilusão de um homem apaixonado, a camisa lavada dificilmente exalaria um perfume tão delicado deixado para trás a mais de duas semanas. 
Apesar de sentir cada parte do meu corpo implorar para ter Caroline em meus braços, minha cabeça insistia em pensar que uma viagem com o ex-namorado deveria ter suas implicações. E o pouco que eu ouvi e conheci sobre Damon Salvatore, me fez concluir que éramos muito parecidos, e isso era o motivo que me fazia surtar, me imaginei sendo o namorado dela por sete anos, eles terminaram por que Damon a traiu, ou talvez ainda estivessem juntos, uma viajem juntos seria o pretexto perfeito para reconquista-la. 
De qualquer forma eu precisaria saber se algo aconteceu entre eles,  precisaria saber o que ela sentia, por mim ou por ele. Deixei a noite do seu retorno como um presente para Caroline descansar e pensar. No dia seguinte eu a procuraria. 

POV Caroline 
No dia seguinte eu acordei cedo e fui correr na rua. O dia estava lindo, eu acordei inspirada, a cidade amanhecia lentamente, se agitando. Na volta, passei no armazém para comprar algumas coisas, queria testar algumas receitas que aprendi no Brasil. 
- Caroline Forbes, não é!? 
- Sim, sou eu mesma. Respondi sorrindo para uma moça que me pareceu muito familiar. 
- Freya; Mikaelson. Nos conhecemos outro dia em seu bistrô. 
- Ah claro, como vai Freya? Respondi empolgada em conhecer a irmã de Klaus. 
- Estou ótima. Eu fui ao bistrô dia desses e soube que estava de férias. Quis te cumprimentar. Ela falou muito simpática. 
- Ah sim, eu viajei para o Brasil. Eu só volto pro bistrô mês que vem, mas espero poder te ver lá. 
- Claro eu vou sim. Adorei o ambiente, a comida... e a chef também. Freya falou ajeitando o cabelo atrás da orelha com um sorriso. Eu não pude deixar de sorrir de volta. Ela é linda e tem o mesmo magnetismo do Klaus. 
- Combinado Freya. Falei com um tom descontraído. 
- Tenho uma ideia melhor, desculpa se eu vou parecer muito atrevida, mas adoraria ouvir suas histórias sobre o Brasil e a comida de lá, e acho que você iria gostar de uma cobaia para seus testes né. Freya falou com seu jeito descolado, enquanto apontava para minha sexta cheia de ingredientes diferentes. 
Eu fiquei meio na dúvida do que fazer, mais tarde eu queria ir ver o Klaus. Mas Freya era tão agradável e tinha o tal magnetismo dos Mikaelson, acabei concordando. 
Fomos para o meu apartamento, Freya ficou encantada com minha coleção de discos de jazz. 
- Você se importa se eu for tomar uma ducha? Falei servindo chá gelado pra ela. 
- Claro que não. Eu me convidei pra sua casa, não quero te atrapalhar. Ela respondeu colocando um dos discos na vitrola. 
- Certo. Eu não demoro. Fica a vontade. Respondi saindo da sala. 
Enquanto tomava banho eu pensava se falava para Freya sobre Klaus e eu, decidi falar só o básico, comentei que tive a chance de conhecer Klaus, mas não entramos no assunto, ela logo mudou o rumo da conversa. 
Freya tem o charme de Klaus, mas é muito diferente dele, ela é vibrante num sentido mais puro, mesmo sendo tão atraente ela exala uma vibe completamente positiva e livre. Um ar despreocupado, divertida, solar. Nós cozinhamos juntas, comemos e tomamos uma garrafa de vinho branco enquanto riamos sobre histórias hilárias de suas aventuras pelo mundo. 
Depois de me ajudar com a cozinha ela anunciou que iria embora. 
- Você foi a melhor coisa que poderia me acontecer hoje Caroline. Ela falou sorrindo. 
- Posso dizer o mesmo, fiquei feliz em ter alguém pra provar a moqueca comigo, foi muito divertido. Falei acompanhando Freya até o elevador. 
- Não vejo a hora de marcarmos outro programa. Quem sabe mais na minha área de atuação. Ela falou rindo. 
- E qual seria sua área de atuação senhorita Mikaelson? Perguntei debochando. 
- Aventura!!! Ela respondeu entrando no elevador. Ela segurou a porta com um dos pés e se virou de volta para mim, sua mão escorregou pela minha nuca, Freya me beijou na boca, suavemente, com um movimento calmo sua língua tocou a minha, meu corpo se arrepiou. Eu apesar da surpresa me vi enebriada com aquela iniciativa e correspondi o beijo da mesma forma. Senti a mão de Freya me segurar pela cintura e me puxar para dentro do elevador, ela ainda me beijava, agora mais intensamente. O beijo estava mais quente, com ela encostada na parede do elevador, me segurando mais firme e mais próxima ao seu corpo, a porta do elevador se fechou atrás de mim, Freya parou o beijo, sorriu e apertou o botão do térreo, ela girou no calcanhar em um movimento rápido e me prensou contra a parede do elevador, voltou a me beijar, agora mais maliciosa, mais provocativa, eu não tive tempo de reação, estava chocada, estava envolvida naquele beijo surpresa. Quando o elevador parou eu senti ela diminuir o ritmo do beijo, quando a porta abriu ela mordiscou meu lábio inferior e me soltou. 
- Eu te ligo. Freya falou sorrindo e saindo rapidamente do elevador que voltou a fechar a porta. Eu encostada na parede, sem respirar, imóvel, encantada, assustada, surpresa. Depois de alguns segundos dei um passo incerto para frente e pressionei o botão do meu andar. Um sorriso brotou nos meus lábios enquanto subia para meu apartamento. Quando entrei em casa e fechei a porta o sorriso sumiu. 
- Ela é irmã do Klaus. Eu falei em voz alta. 

POV Klaus 
Certo, meu dia tinha sido bem pouco produtivo, eu não tirei Caroline da minha cabeça nenhum segundo, assim que acabei de assinar os últimos documentos importantes do dia eu sai correndo do escritório. Liguei para Caroline para confirmar que ela estava em casa, avisando para me esperar.
- Klaus, tudo bem se a gente sair pra jantar e conversar? Ela perguntou ao telefone, com a voz estranhamente pesada. Alguma coisa tinha acontecido entre ela e Damon e ela queria me contar. 
- Eu tinha outros planos pra gente amor. Respondi pensando, dependendo do que ela iria me contar era melhor estarmos só nós dois, não queria levar um fora em um restaurante lotado. 
- Eu sei. Ela respondeu pensativa. 
- Ok, vem pra casa. Ela finalmente falou. Nesse momento eu fiquei ainda mais angustiado, talvez ela tenha chego na mesma conclusão que eu, levar um fora em um restaurante lotado não era muito bom. 
- Até já. Respondi meio preocupado. 
Quando eu cheguei o porteiro já estava avisado. Subi direto, desta vez não teve salto alto andando pelo corredor, não teve aquela pequena espera que gera expectativa, assim que eu toquei ela abriu. Estava linda como sempre, mas não havia nenhuma produção, Caroline usava um macacão preto de tecido mole sem mangas, que deixava suas curvas belíssimas, ela estava descalça. 
- Oi amor. Falei entrando e a beijando. A princípio ela pareceu estranhar o beijo, mas depois se rendeu, apertou com força minha nuca, eu a levantei no colo, suas pernas abraçando minha cintura, fechei a porta atrás de mim com o pé, eu a apertava contra meu corpo. Ela suspirava durante o longo beijo, uma sensação única me invadia, estava matando a saudade que tanto me consumiu naquelas duas semanas, eu a encostei na parede da sala, ela me beijava intensamente, eu tinha medo de parar, tinha medo do que ela queria tanto conversar, eu só queria te-la, só queria fazê-la lembrar de toda nossa conexão, nossa intimidade, queria que Caroline lembrasse de como éramos intensos juntos. 
- Eu senti sua falta amor. Senti muita falta disso. Falei enquanto beijava seu pescoço. Ela arfou, completamente imersa na sensação prazeirosa de estar matando o desejo acumulado. 
- Klaus, espera, não precisamos ter pressa. Ela falou entre alguns gemidos baixos. Eu tive medo dela querer parar e conversar, então desci pelo seu ombro a alça do macacão, enquanto beijava seu colo e pescoço. 
- Podemos falar sobre o que você quer que eu beije agora. Falei me ajoelhando e retirando o restante do macacão, até tocar seus pés. Ela respirou fundo, jogando a cabeça para trás, imaginando o que eu faria. 
- Klaus! Ela falou tentando intervir. Eu fiz um movimento rápido e abaixei sua calcinha. Ela prendeu a respiração. Quando eu a beijei suavemente  entre as pernas ela gemeu, suas mãos correram pelos meus cabelos, ela me puxou contra seu corpo excitado. Eu delirei em vê-la com tanto tesão. Conforme eu aumentava a velocidade dos movimentos dos meus lábios e língua, ela se entregava mais, murmurava, gemia baixinho, eu sentia seu corpo se contrair, seu abdômen tinha espasmos quando eu a estimulava mais rápido. Caroline apertou meus cabelos com os dedos, seu gemido se tornou mais alto e constante, ela balançava seus quadris como quem pede mais e mais, ela estava no clímax, um orgasmo indiscreto, escancarado, eu estava explodindo de excitação, seu corpo nu de pé na minha frente, seu gosto, seu cheiro, eu estava completamente seduzido por aquela mulher. 
Eu a sentei no sofá, suas pernas ainda trêmulas, seus olhos semicerrados, sua respiração estava irregular. 
- Senti sua falta. Falei lhe dando um beijo na boca. Ela correspondeu o beijo com ansiedade, tratou de tirar minha gravata e camisa rapidamente. Beijava meu pescoço enquanto tirava meu cinto e a calça, ela se sentou em cima de mim, a sala estava com a luz baixa deixando um clima sexy no ar, Caroline se ajeitou sobre mim, encaixando nossos sexos me fazendo gemer ao senti-la, ela jogou a cabeça para trás colocando minhas duas mãos sobre seus seios desnudos, o que quer que ela tinha para me falar não fazia diferença nenhuma naquele momento. Transamos ali mesmo, no sofá da sala, ela estava no comando, me deixando rendido diante de toda sua dominação, toda sua segurança, sua força. Fomos pra cama mais tarde, trocamos algumas carícias e pegamos no sono, cansados, satisfeitos. Dormimos abraçados, eu não me lembrava a última vez que dormi com uma mulher depois de transar, e para minha surpresa eu percebi que não via a hora de amanhecer para vê-la acordar. 


Notas Finais


Acho que to criando um ship novo... kkkkk
Vou querer sugestões de nome! <3


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