História Órus - Capítulo 6


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Categorias Linkin Park
Personagens Brad Delson, Chester Bennington, Dave Farrell, Joe Hahn, Mike Shinoda, Personagens Originais, Rob Bourdon
Tags Bella-flor, Charlotte, Chester Bennington, Ficção Cientifica, Linkin Park, Mundo Paralelo, Órus
Exibições 22
Palavras 650
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Órus está de volta...

Capítulo 6 - Em Movimento


Quando voltei para a cabana, estavam todos reunidos em volta de uma fogueira. Rob foi o primeiro a me ver, ofereceu-me uma fruta e abriu espaço para eu sentar perto dele. Charlote e Mike cochichavam do outro lado da fogueira, ver aquilo só aumentou minha raiva. Brad, Dave e Joe debatiam se algum dia sairíamos de Órus.

- O que você acha, Chester? - Me perguntou Dave.

- Acho que se não saírmos da cabana nunca encontraremos um portal que nos leve para casa.

- E como é que vamos encontrar? Os Doutores que eram cientistas não conseguiram, imagine a gente, meros músicos! - Dave, negativo como sempre.

- Daremos um jeito. Amanhã sairemos daqui, vamos encontrar outro portal e voltar para casa.


***


Charlote parou no alto da colina e olhou para trás pela primeira desde que saimos da cabana. O vento chicoteava seus cabelos vermelhos em seu rosto bronzeado. Ela os agarrou e amarrou com um pedaço de barbante puído. Quando se virou para nós, trazia no rosto um sorriso triste.

- Aquela cabana foi o meu lar por tanto tempo. É difícil partir... eu não consigo lembrar de todos os detalhes da minha vida na França. As memórias que tenho de lá são como sonhos, não sei são reais ou invenções da minha cabeça. Os Doutores disseram que algum dia eu possa lembrar de tudo com mais clareza assim como não lembrar. A cabana e os Doutores são mais reais para mim do que a França. A única prova que tenho de algum dia ter tido uma vida lá é o meu diário. Vocês acham mesmo que vamos encontrar um portal?

- Vamos torcer para isso. - Mike respondeu.

Ele deu a mão para ela e juntos caminharam à frente de nós.

A direção que íamos, o norte, a vida animal ia se tornando cada vez mais escassa. Depois de um tempo andando, não ouvíamos mais nenhum grasnar, até mesmo os mosquitos que tanto nos pertubavam, haviam nos abandonado. Num certo ponto as árvore sumiram de vez. Charlote parou de caminhar e olhou ao redor.

- Vai escurecer logo. Vamos ter de passar a noite aqui mesmo.

- No meio do nada? - Rob não escondeu sua preocupação.

- Ali! Aquilo é uma gruta? - Eu apontei para um ponto abaixo do morro onde estavámos.

- Onde? É sim, é uma gruta! Podemos ficar lá. - Disse Charlote.

- Tá tão longe. É melhor ficarmos aqui mesmo.

- Deixa de preguiça, Joe, quanto mais caminhar mais peso você perde. - Disse Brad, ajeitando nas costas o cesto de palha que abastecemos com água e comida.

- Se eu continuar caminhando e comendo frutas, vou ficar desnutrido, não magro.

Charlote achou melhor mandar dois de nós até a gruta para certificarem-se de que não tinha nenhum perigo lá embaixo. Brad e Mike foram os escolhidos. Depois de meia hora, eles acenaram da entrada da gruta, indicando que a área estava livre.

A entrada da gruta era estreita, as paredes úmidas e baixas. Nos arrastamos no escuro por cerca de sete metros até que chegamos numa área maior onde pudemos ficar de pé. Havíamos levado conosco gravetos para uma fogueira. Não demorou muito para nos acomodarmos ao redor do fogo tendo como jantar frutas e água.

- Eu daria tudo por uma boa xícara de café. - Ouvi Brad suspirar.

- Somos dois então. - Todo mundo sabe o quanto sou dependente de café, temia não aguentar muito tempo sem cafeína circulando por minhas veias.

A exaustão e cansaço nos levaram a deitar pouco tempo depois. Charlote deitou perto de mim, de costas. Eu observava encantado a luz bruxuleante da fogueira tornar a cor de seus cabelos mais intensa.

Me senti envergonhado quando ela virou e me flagrou a admirando. Charlote sorriu e com uma voz carinhosa desejou-me boa noite.

- Boa noite, Charlote. - Disse eu de volta.

Notas Finais


Hum, que calmaria, não? Acho que nossos viajantes estão precisando de um pouquinho mais de adrenalina.


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