História Os 13 porques - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Os 13 Porquês (13 Reasons Why), Sou Luna
Visualizações 38
Palavras 869
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal olha eu aqui com a minha nova fic espero que gostem. Aqui vão alguns avisinhos

Se voce tem menos de 16 anos e quer ler ok. Se quiser coisas "inapropriadas" no capítulo avisarei antes ok? Ok.

Capítulo 1 - Prólogo


Senhor? – ela repete. – Quando você quer que chegue? Esfrego a sobrancelha esquerda
com dois dedos.
Lateja cada vez mais.
– Tanto faz – respondo.
A atendente pega o pacote. A mesma caixa de sapatos que estava na porta da minha casa há
menos de vinte e quatro horas; embrulhada de novo num saco de papel pardo, fechado com durex,
exatamente como a recebi.
Mas agora com um novo destinatário. O nome seguinte na lista de Luna Valente.
– Os treze porquês – murmuro. Sinto um calafrio só de pensar.
– Desculpe, não entendi.
Faço um gesto com a cabeça.
– Quanto é?
Ela pega a caixa e digita uma seqüência de números no teclado.
Coloco em cima do balcão o copo de café que comprei no poato de gasolina e olho para a
tela. Puxo umas notas da carteira, procuro algumas moedas no bolso e ponho o dinheiro ao lado do copo.
– Acho que o seu café ainda não fez efeito – ela diz com ironia. – Está faltando um dólar.
Entrego o dólar e esfrego os olhos para afugentar o sono. Tomo um gole do café, que a esta
altura está morno e duro de engolir. Mas preciso acordar.
Ou talvez não. Talvez seja melhor passar o dia sonâmbulo. Talvez seja a única maneira de
agüentar este dia até o fim.
– Deve chegar amanhã – a atendente informa. – Talvez depois de amanhã. Ela joga a caixa
num carrinho.
Eu deveria ter esperado até o final da aula. Deveria ter dado um último dia de paz à (vocês irão descobrir ).
Ainda que ela não mereça.
Quando chegar em casa amanhã, ou depois de amanhã, ela vai encontrar um pacote na
porta da frente. Ou em cima da cama, se a mãe ou o pai ou outra pessoa chegarem primeiro. E vai pirar.
Eu pirei. Um pacote sem remetente? Esqueceram ou foi intencional? Talvez um admirador secreto?

Quer o recibo? – pergunta a atendente. Com a cabeça, digo que não.

Mesmo assim, a impressora cospe um recibo. Observo a atendente cortar o papel na
serrilha de plástico e jogá-lo no lixo.
É o único correio da cidade. Será que foi a mesma funcionária que atendeu as outras
pessoas da lista, as que receberam o pacote antes de mim? Será que elas guardaram o recibo como um
souvenir bizarro? Esconderam na gaveta das meias? Pregaram nos seus murais de cortiça?
Quase peço meu recibo de volta. Quase digo: “Desculpe, mas vou querer o recibo sim”.
Como lembrança.
Se bem que, se eu quisesse uma lembrança, poderia ter feito cópia das fitas ou guardado o
mapa. Mas nunca mais quero ouvir aquelas fitas de novo, mesmo por que a voz dela jamais vai sair da
minha cabeça. E as casas, as ruas e o colégio estarão ali para me lembrar.
Agora não está mais nas minhas mãos. O pacote já está a caminho. Saio do correio sem o
recibo.
Minha cabeça ainda está latejando debaixo da sobrancelha esquerda. Estou com um gosto
azedo na boca. Quanto mais me aproximo do colégio, mais perto estou de ter um surto.
Eu quero surtar. Quero cair no chão e me arrastar para dentro dos arbustos. Porque logo
depois dos arbustos, a calçada faz uma curva, contornando o estacionamento da escola. Atravessa o
gramado e invade o prédio principal. Chega até a porta da frente e vira um corredor, ziguezagueando
entre fileiras de armários e salas de aula, até desembocar na porta da minha classe.
Ali, de frente para os alunos, estará o sr. Rey. Ele será o último a receber um pacote
sem remetente.
No meio da sala, à esquerda, estará a carteira de Luna Valente. Vazia.



1 hora depois da aula


Um pacote do tamanho de uma caixa de sapatos está apoiado na porta da frente. A porta da
minha casa tem uma pequena abertura por onde o carteiro coloca a correspondência, mas qualquer coisa
mais grossa que um sabonete é deixada do lado de fora. Um rabisco apressado no embrulho endereça o
pacote a Matteo Balsano, por isso o pego e entro em casa.
Levo o pacote para a cozinha e o coloco em cima do balcão. Abro a gaveta das tralhas e
pego a tesoura. Passo uma das lâminas em torno dele e levanto a tampa. Dentro da caixa de sapato tem um
rolo de plástico-bolha. Desembrulho e encontro sete fitas cassete.
No canto superior de cada fita há um número pintado em azul-escuro, talvez com Com esmalte de unha unha. Cada lado tem um número. Um e dois na primeira fita, três e quatro na seguinte, cinco e seis, e 

assim por diante. A última fita tem um treze de um lado, mas nada do outro.
Quem enviaria uma caixa de sapatos cheia de fitas? Ninguém mais ouve fitas cassete. Será
que tem algum jeito de tocá-las?
A garagem! O rádio na bancada de madeira. Meu pai o comprou usado por uma ninharia.
Como é antigo, ele não se importa se o aparelho ficar coberto de serragem ou respingado de tinta. Mas o
que importa mesmo é que ele tem toca-fitas.
Arrasto um banquinho até a bancada, largo a mochila no chão e sento. Aperto o eject do toca-fitas. Uma porta de plástico se abre, e coloco a primeira fita

Notas Finais


E ai foi o prólogo preparem-Se primeiro capítulo sai sábado BEIJOS,fiquem com deus e ate la.


Obs:acompanhem também minha outra fic (capítulos la também saem sábado)

https://spiritfanfics.com/historia/impecaveis-sou-luna-8802474


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