História Os 26 mártires do Japão - Capítulo 6


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hidan, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Karin, Konan, Matsuri, Naruto Uzumaki, Orochimaru, Pain, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Tsunade Senju
Tags Itahina, Painkonan, Sasodei
Visualizações 39
Palavras 903
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Capítulo seis: jogo


— Considerando a proporção entre alunos e funcionários, bem... É mais provável que seja um aluno. — Konan observou — Aliás, Sasuke, você conhecia a vítima? Talvez soubesse de algum inimigo dela...

— Bem, mais ou menos. Quem conhecia melhor era a Sakura, porque ela era representante de classe, e um outro amigo nosso. A Matsuri era ex-namorada de um amigo nosso, o Gaara... Me pergunto como ele está. Não o encontramos hoje. — o Uchiha mais novo disse — E que eu saiba, ela não era pessoa de ter inimigos. Na verdade, segundo a Sakura ela tinha bastante amigos e tinha boas relações com a turma toda.

— Falando em boas relações, dattebayo... — Naruto mudou de assunto — Soube que vão fazer uma sessão no tabuleiro Ouija para tentarem falar com ela, dattebayo. A Karin, da nossa sala, a que é minha prima, 'ttebayo, ela consegue se comunicar com o outro lado.

Hinata empalideceu de imediato. — G-gente, eu não acho isso uma boa ideia. Não gosto de brincar com coisas sérias, ainda mais em um momento desses...

Itachi apoiava sua decisão, por outras razões além da religião. — É, não sei não. Para mim parece falta de respeito tentar transformar isso num espetáculo.

— Isso mesmo, essas merdas não são brincadeira. Jashin-sama que o diga... — Hidan disse, beijando o símbolo de Jashin que estava no pingente de seu colar. Apesar do colégio ser católico, alunos de outras religiões, ou de nenhuma religião, eram tranquilamente aceitos. Não ser cristão não era raro, na verdade.

— Eu não tenho nada para fazer, então... Onde vai ser? — Konan questionou. Apenas Pain conseguiu perceber o ligeiro sorriso que ela tinha no rosto.

Naruto se defendeu, levantando as mãos em sinal de rendição. — Vai ser na sala do clube de literatura, dattebayo, a Karin é a presidente e tem as chaves. Mas ela sempre foi muito séria sobre todas essas coisas, 'ttebayo, não acho que ela brincaria sobre isso, ela acredita de verdade.

— Nesse caso... — Deidara disse, virando-se para o colega de quarto — Sasori, meu bom homem, vai fazer o quê hoje à noite, hm?

O outro riu. — Se você chama assistir uma sessão espírita de encontro, bem... O que eu posso fazer, não é mesmo?

(...)

A sala do clube de literatura talvez fosse mais apertada do que imaginaram para o grandioso público de treze pessoas que havia ali. Além dos nove, encontravam-se ali Karin, a médium, Sakura, a representante de turma, Ino, amiga da representante e atual namorada de Gaara, e o próprio Gaara. Apesar de ser tudo improvisado, a sessão tinha um ar de solenidade bem peculiar: com as luzes apagadas, várias velas estavam espalhadas pela sala, acesas e queimando de maneira intensa, com a janela fechada. Era sabido que esse tipo de brincadeira pudesse levar a advertências e até suspensões, mas não que o colégio desconhecesse certas práticas dos alunos; eles apenas precisavam disfarçar bem e não deixar provas. Como havia mais gente do que o esperado, apenas os estudantes do segundo ano formaram uma roda menor, em que todos eles tocavam a ponteira, concêntrica à roda maior dos demais. Ao centro da menor roda, estava o tabuleiro, uma peça de papelão recoberto por papel e cuidadosamente pintado à mão, da maneira tradicional.

Antes de iniciar a sessão, Karin explicou as regras. — Primeiro, nunca tire sua mão da ponteira antes de pedir e conseguir permissão dos espíritos para sair. Segundo, não façam perguntas ou se comuniquem diretamente com um espírito; eu serei a única a fazer as perguntas para deixar tudo mais organizado, e porque eu tenho experiência nisso. Terceiro, não entrem no círculo com intenção de zombar; o que estamos fazendo é muito sério, e não uma brincadeira. Agora com os recados dados... Vamos lá. Vamos, cada um e em voz baixa, rezar a oração mais querida. Não importa qual a sua religião, e caso você não tenha uma, apenas peça por proteção com as suas próprias palavras.

Considerando que não houve qualquer manifestação contrária, Karin começou a própria oração, sendo seguida pelos demais em um sussurro. As grossas paredes evitariam que o som se espalhasse e indicasse a presença deles ali, mas era melhor prevenir. Ao fim das orações de todos, ela abriu os olhos e foi seguida pelos demais.

— Antes de entrarmos nesse círculo, peço proteção. Que a nossa viagem seja segura, e voltemos em paz. — Karin disse — Fechem os olhos, e respirem fundo. Precisamos de um coração calmo para atravessar a parede que separa os dois mundos.

Ninguém ousou desobedecê-la, pela seriedade que transmitia em suas ordens. A chama das velas fazia reflexos alaranjados nas lentes de seu óculos. Nos segundos que se seguiram, houve absoluto silêncio, tanto que podiam ouvir o som das próprias batidas de seus corações.

A ruiva voltou a falar, dessa vez fazendo uma pergunta bastante direta. — Tem alguém aí?

A ponteira se moveu lentamente até o "sim". Nesse momento, muitos gritos e suspiros de surpresa foram abafados. Não esperavam que pudessem se comunicar com o "outro lado" assim tão facilmente, quase que de forma instantânea.

— Muito bem. Seja bem-vindo ao nosso círculo se vem em paz. — Karin falou — Estamos falando com Matsuri Suna?

Novamente, a placa se movimentou, dessa vez, fazendo um movimento circular até o centro do tabuleiro para indicar que ainda havia alguém ali, a movimentando. As respirações permaneceram suspensas por uma fração de instante. No entanto, ao contrário do que esperavam, a ponteira direcionou-se para o "não".

— Então com quem estamos falando?


Notas Finais


EITA.


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