História Os caminhos de um destino - Capítulo 11


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Categorias Saga Crepúsculo, The Vampire Diaries
Personagens Damon Salvatore, Edward Cullen, Elena Gilbert, Jacob Black, Stefan Salvatore
Tags Crepusculo, Crossover, Romance, The Vampire Diaries, Universo Alternativo
Visualizações 11
Palavras 1.055
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Ecchi, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Lei de Murphy


Enquanto esperávamos o jogo acabar, Jake e eu fizemos um plano de fuga para Port Angeles naquela noite. Claro que nós poderíamos ter feito tudo da forma correta.  Esperar pelo fim de semana, pedir autorização aos nossos responsáveis e ir assistir um filme no cinema... Mas eu queria hoje, eu estava ansiosa para fugir daquela realidade, de cada passo pensado, cada palavra medida. Com aula no dia seguinte Charlie nunca iria me deixar sair assim, se ele descobrisse o que estávamos fazendo meu pequeno avanço seria totalmente anulado. Voltei dirigindo meu carro e seguindo sua viatura enquanto considerava.

Era incrível como o carro era potente e extremamente confortável, muito melhor que o esperado, com certeza nós poderíamos ir e voltar rapidamente, a questão era se seria rápido o suficiente.

Jake tinha um perfil muito parecido com meus amigos de Mystic Falls e eu sentia muita falta dos meus amigos, foi pensando nisso que eu decidi que valia a pena o risco.

Sue estava nos esperando com o jantar pronto, Leah e Seth já estavam sentados na mesa, todavia ambos não olhavam para mim. Charlie e Sue devem ter imaginado que isso era por causa do incidente do dia anterior, mas eu desconfiava que eles estivessem achando que eu havia espalhado as fotos de Tyler e estivessem com medo que eu fizesse algo assim com eles também. Mal sabiam eles que eu não tinha nada haver com isso. Mas se Leah não tivesse envolvida e Edward também não, quem teria feito isso?

Ao terminar o jantar fui para o meu quarto me arrumar e aguardar a hora marcada. Era meia-noite e todos estavam em seus quartos. Todas as luzes da casa estavam apagadas. Eu medi a distância da janela do meu quarto até o chão e joguei os lençóis amarrados que se transformaram basicamente em uma corda de apoio. Desci devagar e corri até o meu carro. Para minha surpresa Jake já estava lá me esperando. Ele contou com uma carona do seu amigo Embry até aqui, ele tinha sorte com suas amizades.

- Pronta para dar o passeio da sua vida? – o animo dele era contagiante, toda a preocupação foi embora nesse momento.

- Vamos logo, é agora ou nunca. – Eu falei ao mesmo tempo em que sentava e ligava o motor (que era incrivelmente silencioso), sorri para Jake. – Você é um presente dos deuses. – eu lhe disse. – Feito sob encomenda. – Ele completou sorrindo.

Chegamos em Port Angeles em menos de quarenta minutos como ele havia prometido, tempo que eu nem notei passando, pois durante todo o caminho nós estávamos conversando freneticamente ou cantando muito mais alto que o volume do rádio permitia. Jake me pediu para estacionar em frente a uma boate que para um dia de plena quarta-feira estava impossivelmente lotada. 

-Jake, nós não vamos poder entrar ai – eu lhe disse enquanto olhava a multidão de pessoas ao nosso redor. Alguns bebiam em pequenos grupos, outros dançavam próximos a carros esportivos, e uma fila enorme de pessoas, que queriam entrar no estabelecimento, dobrava a esquina.

- Relaxa Bells, tudo depende dos seus contatos. – Ele pegou a minha mão indo em direção aos seguranças que nos deram boa noite e nem sequer pediram meu documento de identidade.

Por dentro a boate era incrível, a música não permitia que você ouvisse nada além dela, as pessoas pulavam e dançavam sem se importar com mais nada. Eu estava no paraíso.

- Quer beber alguma coisa? – Jake gritou no meu ouvido. – Não, obrigada - eu lhe respondi. Eu além de estar dirigindo eu era “responsável” por alguém mais jovem que eu, sendo que nenhum dos nossos pais sabia quem nós estávamos aqui. Eu não poderia me arriscar ainda mais. Isso seria abusar da sorte.

Se Jake poderia construir um carro sozinho ou cantar qualquer musica, dançando ele era muito mais inacreditável. Ele dava um show em todos os sentidos, todos nos davam espaço e paravam para nos olhar, de relance pude até notar alguns garotos imitando seus movimentos. Embora eu não fosse pé de valsa era muito fácil dançar com ele, ele me envolvia de uma forma que me fazia sentir leve, confiante e entusiasmada.  Fazia muito tempo que eu não me divertia desse jeito.

Jake foi ao banheiro e eu já estava com a garganta seca de tanto cantar e dançar, então segui para o balcão e pedi um refrigerante, o bartender me entregou um copo com gelo e soda. Enquanto eu bebia um cara se aproximou e me chamou para dançar, eu não tive um bom pressentimento quando olhei em seu rosto então apenas balancei a cabeça e me virei para o outro lado.

- Não precisa se fazer de difícil gatinha, eu vi você olhando para mim. Em cinco minutos resolvemos nosso problema, seu namorado nem vai notar. – ele disse alisando meu braço.

 - Me deixa em paz – Eu gritei para ele, com muita raiva pela petulância dele. De onde ele tirou tanta confiança? Ele ficou irritado e começou a me puxar. Por mais que eu tentasse me soltar ou gritar ninguém me ouvia, além do fato dele ser muito forte.

Ele me arrastava em uma direção oposta aquela que eu tinha entrado e eu pude notar que ele deu uma nota de cem reais ao mesmo segurança que me deixou entrar com Jake, o qual fez vista grossa enquanto eu pedia por socorro e era puxada pela a porta dos fundos.

Nesse momento não tinha mais ninguém na rua, eu não fazia ideia de que horas eram, e ele imobilizou meus braços com uma mão e fechou minha boca com a outra nos levando para uma rua escura. Eu não entendia o que estava acontecendo comigo, porque o som da minha voz diminuía, porque meu corpo estava focando flácido ou porque minha visão estava cada vez mais embaçada. No entanto eu pude ver quando ele apareceu caminhando ao nosso encontro.

O cara que me arrastava me soltou para sacar uma arma e disparar tiros em sua direção, mas não conseguiu abatê-lo. Edward possuía uma expressão de pura fúria enquanto pegava meu agressor pelo pescoço e o atirava a mais de dez metros de distância. Eu olhei para seu rosto sem acreditar no que tinha acabado de presenciar e de repente minha visão mudou, o chão parecia cada vez mais próximo e tudo desapareceu.



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