História Os Classe S - Capítulo 4


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Categorias League Of Legends, Mitologia Grega
Personagens Garen, Katarina, Teemo
Tags Ação, Garen, Katarina, League Of Legends, Love, Rivalidade, Teemo
Exibições 44
Palavras 2.210
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


No próximo capítulo haverá ação, porém será pouco.

Capítulo 4 - Katarina: O Mestre Morte Azul


Fanfic / Fanfiction Os Classe S - Capítulo 4 - Katarina: O Mestre Morte Azul

Antes de continuar a nossa história atual, deveríamos voltar a parte em que eu me encaixo nessa treta toda, certo?

Muito bem, contando a partir de dois dias atrás, meu avião Special decola, e muita gente importante inclusive eu, descemos no aeroporto do Galeão no Rio de Janeiro.

Aguardo minha mala na esteira de malas, pego-a e vou para o consulado brasileiro onde faço um registro falso, simplesmente disse meu nome falso "Akali Lins" que a atendente se endireitou e me tratou com todo respeito possível, e registrou o nome Akali e liberou o visto de trabalho por tempo indeterminado. Carimbando no meu passaporte que o motorista de helicóptero do Pluton me deu.

Então a atendente fez uma ligação dizendo que eu já estou no Brasil, e pediu que eu o aguardasse. Desconfiei no início parte do comportamento dela, mas arrisquei perguntar pra quem ela trabalhava.

Ela olhou para os lados como se temesse  que alguém o ouvisse. - Eu trabalho pra Pluton - disse ela quase sussurrando.

- Ah sim, só estava conferindo, não precisa ficar nervosa - disse eu dando um leve sorriso.

- Não estou nervosa pra quem eu trabalho, e sim por você estar em minha presença, senhorita Katarina, sou sua grande fã, seu trabalho em campo é impecável e muito comentado na corporação - disse ela tentando disfarçar sua empolgação.

- Fico lisonjeada, obrigada minha querida, você também trabalha em campo né? - perguntei.

- Sim, sim é verdade, meu disfarce é ser atendente de aeroporto, mas estou aqui não só pra receber e facilitar a passagem de outros agentes da corporação como também para reportar algo estranho ou até agir caso tenha algo suspeito nesse aeroporto como terroristas por exemplo. Eu sou classe A, nível agente secreto, meu primeiro trabalho em campo foi infiltrar no FBI para conseguir informações, agora estou aqui. - ela disse.

- Entendo, isso é bom. Continue com seu bom trabalho - comentei.

- Eu queria muito ir para o campo na parte da ação como você, mas estou sempre em áreas administrativas e de pouco risco por que meu metabolismo é diferente, e eu cansaria muito rápida se partisse para a ação, e provavelmente iria por em risco as missões, então eu fiquei com esse trabalho mesmo.

Pode não parecer, mas eu amo histórias, principalmente das pessoas da corporação, tira meus tédios e é uma boa maneira de conhecer outras pessoas que trabalham lá.

O telefone tocou e ela atendeu - Sim?... Ela está... Tudo bem, vou leva ela. - Ela desliga.

- Bem, seu contato daqui está te aguardado, vou te levar até ele - ela se levanta e faz um sinal pra eu acompanhar.

Levanto, pego minha mala e a mochila e o acompanho, andamos bastante até porque era um aeroporto enorme e lotado de pessoas de vários lugares do mundo.

Passamos por uma porta com uma placa "Proibido Entrada, Somente Funcionários Autorizados". E seguimos por um corredor, no final dele, havia um elevador com porta dourada. A atendente entrou e eu também, ela pressionou um botão "S", abriu uma tela com dígitos, ela digitou uma senha numérica rapidamente, e segundos depois no teto apareceram dois sensores que começaram a escanear o elevador com uma luz vermelha.

"Agente Hill, Classe A, Autorizada" - disse uma voz automática no auto falante do elevador - "Agente Katarina, Classe S, Autorizada" -  a voz continuou.

Bem, eu já passei por situações assim, então não me incomodei com isto.

Então abaixo dos números de andar do elevador, abriu um botão novo dourado com dígito -20, a agente Hill pressionou este botão, e o elevador começou a descer. (não havia antes andares abaixo de 1, o aeroporto tinha apenas 3 andares)

Então depois de uns segundos descendo, e que foi bem rápido pois era expresso, a porta se abriu e outro corredor apareceu, desta vez era um corredor com paredes vermelhas e a única porta encontrava-se no fim do corredor, a porta era branca mas tinha um símbolo nela em vermelho vivo cor de sangue, um capacete romano vermelho, o símbolo de Pluton. Quem imaginaria que 20 metros abaixo de um dos maiores aeroportos do Brasil tinha uma base de Pluton né?

Abrimos a porta e entramos na base que mais parecia um quartel general, tinha muitos agentes, andando pra lá e pra cá, havia carros do exercito de vários países, aviões e helicópteros internacionais também, apesar de a base ficar no Brasil havia pessoas de vários lugares, e entradas também (a entrada que usei era a única pelo aeroporto, mas havia como entrar lá de outras maneiras como portais por exemplo, ou teleportando, não é meu caso pois é minha primeira vez ali e meu teleporte é pequeno, 1 a 5 metros), e havia também soldados e homens de terno e gravata, havia poucos classe S, quem é classe S consegue reconhecer outro, é difícil explicar, mas eu senti que havia poucos ali.

- Então chegamos! Seu contato te aguarda no setor de Administração, fica ali em cima - ela apontou para o lugar que era protegido por vidro tão fino mas tão resistente que aguentaria um tiro de canhão sem um arranhão. Havia um homem com capuz azul olhando para a base com os braços cruzados para trás, como um general, olhou em minha direção, depois virou as costas e sumiu.

- Acredito que aquele é meu contato né? - perguntei

- Sim, é ele - ela sorriu - boa sorte Katarina, foi um prazer - ela me dá um abraço e que me deixa sem jeito, se recompõe, e se retira voltando para o aeroporto.

Eu fico olhando ela sumir pela porta que entramos, olho para o segundo andar. 

- Bem, aqui vou eu. - respiro fundo.

Subi as escadas de alumínio que tinha do lado e entrei no corredor de administração que havia apenas uma porta, bato nela e entro.

- Katarina, se apresentado. Soube que queria falar comigo - Falei ao entrar.

- Deixe de formalidade Katarina - O homem do capuz virou da cadeira que estava sentado ficando de frente pra mim na mesa de escritório dele. - Há quanto tempo!

- Espere, não pode ser! - olhei novamente para o rosto, e que era difícil por causa do capuz, mas reconheci na hora - Talon! O que faz aqui?

- Ele riu, bem eu sou o responsável por esta base. - ele abaixa o capuz, mostrando seu rosto inocente.

Talon tinha uma pele tão clara que parecia um Nico Di Angelo da vida, cabelos liso e preto batendo no ombro, pálido e com olhos quase mortos de tantas olheiras, se vestia como um mago antigo, uma túnica com um capuz, todo azul. (ele era fascinado por coisas da Europa Antiga), e que confundia muita gente, porém eu sabia que ele era um assassino classe S especialista em missões furtivas, e já foi um assassino que lutou contra os templários (ele é um imortal, nunca envelhece, só morre se for assassinado mesmo) e já foi meu mestre na arte do teleporte, seu uniforme de batalha é de um ninja com uma lâmina no braço direito, e ele usa um capuz (não me espanto), por algum motivo não gosta muito de pegar sol, e ele tem uma capa mais estranha que você já viu, como se tivesse sido cortada em 5 partes, e cada ponta dela tem uma lamina que lembra ponta de flecha gigante, ou seja, se ele dançar balé no meio de um exército ele mata todos facilmente, além disso pode ficar invisível por alguns segundos e ainda teleportar, a única diferença é que o limite dele é de 3 metros. Eu o admiro muito, ele é um assassino muito melhor que eu e tem centenas de anos de experiencia, e já esteve em todas as guerras possíveis depois da idade média, mas olhando pra ele, tipo agora, qualquer pessoa acharia ele o cara mais fraco daquele lugar. Mas nessa corporação, ele é o cara mais respeitado (eu também tô na lista, desculpa querida, beijos), e tem o título de Morte Azul.

Me aproximo dele e faço uma reverência - é um prazer rever-lo, mestre.

Ele me dá um moca - Acabei de dizer pra deixar de formalidades.

- Aiii, precisava disso? - coloquei a mão na cabeça.

Ele olha pra mim e sorri. - desculpa, desculpa. - como foi a viagem?

- Passei a maior parte dormindo, e você? Quando foi que virou general?

- Comandante - ele corrigiu - Bem, eu dei um tempo dos assassinatos, e trabalho em campo, aí Pluton me colocou pra comandar essa base. Soube ontem que você estava vindo. Então, o que você tem pra mim?

Pegue a mochila e abri, tirei dali uma maleta prateada com senha, senti uma pressão quando peguei ela e entreguei pra Talon

Aparentemente ele sentiu a mesma pressão. - Entendo, tem proteção dupla - Ele analisou e colocou na mesa.

- Tá protegido por magia as senhas da maleta, Vai demorar um pouco pra decodificar, é uma senha que muda a cada 30 segundos, então temos que quebrar a magia, e descobrir a próxima senha, só assim para abrir.

- E quanto tempo para isto ocorrer? - Perguntei.

- Cerca de 24h - ele respondeu

- Entendo, praticamente 2 dias contando desde o dia que recebi a missão.

- Você pode ficar aqui na base e esperar, temos um lugar só pra você, procure o Sr. Kazuto, ele fica na parte financeira, e vai te passar os procedimentos finais e te guiar para o lugar onde você vai ficar. - ele se vira e pega a mala - eu vou levar essa mala para a inteligência, eles vão decodificar, em 24h, apareça lá, que vamos abrir essa maleta e ver qual a sua próxima missão.

Pego minha mala de viagem saio da sala e desço as escadas e procuro o setor financeiro.

- Sr. Kazuto está? - pergunto para uma mulher que estava no computador.

- Sim, ele está na sala dele, só entrar por aquela porta - ela aponta para a porta.

Bato na porta e entro.

- Boa tarde Katarina, seja bem vinda ao Brasil. - disse o Sr. Kazuto que era um japonês com óculos e um jaleco branco (também não sei porque ele estava de jaleco branco, não me perguntem).

- Boa tarde, obrigada, acho - respondi

- Enfim, aqui está - ele me entrega um cartão vermelho com um S dourado e com um chip - é um cartão ilimitado, você pode gastar no que quiser do jeito que quiser, não precisa colocar senha, ela é automática pois muda toda hora, e se ficar muito tempo longe de você o cartão se auto destrói, se precisar de outro só vir aqui comigo que eu darei uma segunda via.

Peguei o cartão e fiquei admirando o S dourado.

- Bem, você quer que compremos um lugar para você ficar aqui ou pretende escolher sozinha o lugar? Ou se quiser pode ficar aqui na base mesmo, o que você deseja? - ele disse.

- Bem, eu acho escolher sozinha o lugar, obrigada. - falei

- Você precisa de um meio de transporte? Quer que escolhemos pra você ou você quer comprar sozinha? - ele perguntou.

- Acho que quero que escolham um pra mim.

- Muito bem, me acompanhe. - Ele se levanta e aperta um botão do lado da mesa.

A parede atrás da mesa dele se move para o lado e aparece uma porta metálica atrás, ele aperta o botão da porta e faz sinal pra eu acompanhar.

Entramos no elevador e o Sr. Kazuto pressionou o único botão do elevador descemos ainda mais. (esse lugar leva ao inferno também de tanta descida?)

A porta do elevador abriu e demos de cara para um, bem como se chama mesmo? o nome que mais se aplica nisto acho que é uma concessionária, mas não é uma comum, pois não é carros a venda, mas havia todo tipo de carros, alguns que nunca vi, havia também carros do exército de vários países, o Sr. Kazuto andava livremente por ali, e cumprimentando todos que passavam por ele. Enfim parou no meio da "concessionária" e pediu para eu escolher qualquer um, e se quiser ele daria recomendações, eu pedi recomendações claro.

Ele me recomendou variados carros, dizendo as potências, os números de cavalos, por quem já foi usado, incluindo alguns agentes famosos como 007, alguns grandes nomes dos Kingsman, e alguns classe S famosos, como não entendo nada de carro escolhi um BMW Z4 vermelho, pra combinar com meu cabelo porque sou dessas. 

Ele me entregou a chave com uns botõezinhos, e disse que ia fazer as instalações finais e até o dia seguinte o carro estará na garagem do aeroporto pronto para uso.

Agradeci a ele, e voltamos a sala dele, ele me guiou até o meu dormitório que mais parecia uma suíte.

Coloquei minha bolsa na cama e deitei, fiquei minutos olhando pra o teto. Dei um grande suspiro e comecei a desarrumar minha mala para coisas que eu usaria ali na base, como roupa nova, escova de dente, escova de cabelo, tirei também um sensor com um símbolo de uma borboleta roxa, lembre imediatamente de quem era: Lulu.


Notas Finais


Atenção, sempre envio a história primeiro no wattpad, antes de publicar aqui: https://www.wattpad.com/story/67389730-league-of-legends-os-classe-s


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