História Os Classe S - Capítulo 8


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Categorias League Of Legends, Mitologia Grega
Personagens Garen, Katarina, Teemo
Tags Ação, Garen, Katarina, League Of Legends, Love, Rivalidade, Teemo
Exibições 17
Palavras 4.137
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Garen: Aprendiz de classe S


Fanfic / Fanfiction Os Classe S - Capítulo 8 - Garen: Aprendiz de classe S

Meu Deus como é era linda! - Garen pensou - Mesmo Katarina indo em sua direção com aqueles olhos verdes assassino, cabelos naturalmente ruivo, o modo que ela se veste, incrivelmente sexy.

Lembro-me de quando o conheci, isto foi há anos atrás, quando nos tornamos oficialmente classe S.

Eu havia terminado a escola de guerra em Demância, minha cidade natal, e Katarina havia voltado do japão do seu treinamento de ninja e assassino.

Porém nos conhecíamos muito antes, todos aqueles que almejam ser classe S, passa pelo conselho de Classe S, desejam eles querendo ser ora heróis ou vilões, devem passar por por este conselho, para realizar testes e exames, cadastros e mais testes: Era como uma faculdade de Classe S, qualquer pessoa pode entrar para realizar os exames, mas se não forem qualificados o suficiente não passam, apenas 5 pessoas de cada classe:  Guerreiro, Assassino, Atirador e Feiticeiro são aprovados, ou seja de milhares de pessoas do mundo que almejam este teste anualmente, apenas 20 pessoas são aprovadas para ser um classe S.Aqueles que não foram aprovados nunca mais poderão fazer o teste, ou seja, há apenas uma chance na vida para ser classe S.

Eu e Katarina, entramos na mesma turma, ambos já éramos qualificados para serem o que queríamos na classe S, eu guerreiro, pois treinava desde novo para ser, e Katarina uma assassina, pois treinava também desde nova para ser. Porém não éramos classe S ainda.

Por isto após o colegial, decidimos ser classe S, e acabamos entrando na mesma turma, foi aí que nos conhecemos, tive uma sensação estranha, quando o vi, acredito que ela também, pois foi a única pessoa daquele lugar que chamou minha atenção.

Então viramos colegas de classe, estudamos juntos tudo que precisávamos saber sobre os classe S, não nos falávamos muito durante a aula, mas após ela, nos encontrávamos para conversar sobre tudo, então durante três anos viramos muito amigos e sabíamos praticamente tudo um sobre o outro. 

Então chegaram os exames no final deste mesmo ano, o exame de classificação, e sobrou apenas 500 pessoas, todas que foram aprovadas nos exames de classificação, e foram aprovadas também nos exames físicos. o restante foi eliminado, e tiveram todos os seus dados apagados, para nunca mais poderem entrar na escola da Classe S.

No ano seguinte, houve o exame de escolha de classe, eu obviamente fiquei como guerreiro, e Katarina como assassina. Após isto, nós nos separamos e ficamos em escolas diferente, Katarina na escola de assassinos, eram no total 100 alunos por classe, todas as 5 classes ficaram em escolas diferentes, tendo 100 alunos cada. 

Porém sempre nos víamos a noite, depois da aula, gostávamos da companhia um do outro, e foi aí que percebi que gostava dela além da amizade, porém nunca disse nada e nunca demonstrei, aprendi que guerreiros não devem mostrar sentimentos. Acredito que Katarina aprendeu a mesma coisa sobre assassinos, até o olhar dela mudou, sempre foi frio, mas esfriou ainda mais, porém comigo o olhar dela nunca mudou.

Então após esta escola de classe, fomos todos indicados para escolas diferentes, eu voltei para minha cidade natal, e Katarina foi encaminhada para o Japão para terminar o treinamento de assassina classe S. Todos os candidatos, dos 100 que estavam nas escolas selecionadas, apenas 5 seriam selecionados, foi então que nunca mais nos vimos, então nos despedimos, ela me abraçou e disse que não me perdoaria se eu não fosse aprovado, eu ri. 

Também o abracei, e ficamos minutos nos olhando nos olhos, então percebi que ela sempre olhava para minha boca, e as vezes mordia os lábios, nervosa talvez?

Então eu passei a mão no rosto dela, segurei sua nuca e o puxei pra mim, então beijei sua testa.  Ela olhou para mim com aqueles lindos olhos, e sorriu, mas foi aquele sorriso tipo "seu idiota", então eu disse que voltaria e seria aprovado, depois entraria para a CIA. Ela me desejou sorte, e disse que não saberia o que fazer, mas iria viajar o mundo e realizar vários feitos. Fiquei feliz por ela, então desejamos boa sorte um para o outro e nos abraçamos uma última vez, um abraço que durou uma poucos minutos, porém queria que fosse uma eternidade.

Foi um dos 2 anos mais complicados que tivemos, não podíamos entrar em contato, nem nada, pois era proibido nos treinamentos, tínhamos que ficar longe da maioria das tecnologias, e os treinamentos eram desde os tempos antigos, os mesmos acessórios, não tinha 1% de tecnologia neles, era tudo a moda antiga.

Então após terminar o treinamento, veio a prova final, voltamos para o país do Conselho de classe S, para realizarmos a prova final, dos 100 em cada classe, apenas 5 seriam aprovados, fizemos no mesmo dia a prova, e ficamos aproveitando as companhias um do outro, e falando sobre nossos treinamentos e também sobre a prova, após uma semana faríamos outra prova, porém prática, seriam praticamente exercícios reais. aí depois de uma semana, seria a nota final de ambas provas.

A ansiedade era grande, então chegou a semana da prova prática, fui encaminhado para um teste que era praticamente no meio da guerra civil do Iraque e Arábia com a América, e Katarina foi encaminhada para a Rússia para matar um ditador, porém ela teve que disputar com outros assassinos, ou seja, alguns obviamente terão se matado, terminei minha missão primeiro e voltei para o Conselho, foi aí que li a notícia que o ditador havia morrido, então ela cumpriu sua missão.

Então chegou o resultado final, dos 100 guerreiros, 5 foram aprovados, e eu estava entre eles, olhei para Katarina que estava com os outros assassinos, ela virou pra mim e sorriu, consegui ler em seus lábios "Parabéns", 30 morreram em combate, e o restante foi desclassificados permanentemente.

Dos assassinos, 5 foram aprovados, e Katarina ficou em primeiro lugar, em segundo ficou um cara que aparentemente não falava nada, um ninja totalmente preto, com uma máscara metálica, e possuía garras presa aos braços, soube mais tarde que o nome dele era Zed, e que tinha um irmão que ficara em terceiro lugar, ele parecia mais forte que Zed, mas parece que queria dar o lugar a frente para o irmão. Katarina foi única mulher que conseguiu ser aprovada como assassina, e 90 assassinos morreram na missão, e os ouros 5 restantes foram reprovados.

Dos Atiradores, 5 aprovados, um deles era Caitilyn que era também amiga minha e da Katarina nos primeiros anos da escola para classe S, ela foi aprovada em segundo, ela usava um chapéu de tipo chapeleiro louco, totalmente roxo com listas amarelas, e um vestido também roxo que iam até acima dos joelhos mostrando suas pernas, era como aquelas mulheres sexy do velho oeste seu chapéu possuía uma espécie de Lupa, que era presa com outras lupas menores, ela sempre usava como mira para poder melhorar sua precisão de tiro, o primeiro lugar foi Lucian, um homem negro que não falava nada, vivia sempre calado e de olhos fechados, como se tudo que olhasse fosse deprimente, ele tinha um rastafári que ia até as costas, mas as laterais da sua cabeça eram raspadas, e tinha uma tatuagem visível branca, que lembrava ondas. Apenas 10 atiradores morreram neste teste, o restante foi desclassificado

Dos Feiticeiros, a primeiro lugar foi Le Branc, era uma feiticeira que lembrava a Zatana, usava uma capa preta, e um cajado que tinham pedras que flutuavam, ela era rival da Katarina, sempre almejou ser assassina, na escola de classe S, todos ficamos na mesma turma, então após os testes, ela foi indicada pra ser feiticeira, pois usava habilidades mágicas, então ficaram em turmas separadas, mas ela sempre considerou Katarina uma rival, mas quando podiam eram boas amigas, a segundo lugar, soube o nome mais tarde que era Zyra, ela lembrava a Hera Venenosa, e tinha poder de manipular e criar tudo do reino plantae, capaz até de tornar mutante, por exemplo uma rosa, ela pode mutar e tranformar esta rosa em uma planta assassina que solta gases venenosos e espinhos que atiram, é uma mulher muito perigosa, tanto que ela foi única que assassinou nesse teste, matou 10 pessoas usando uma árvore que suga energia, deixando todos fracos e ainda usou veneno dessa árvore para que pudessem morrer sufocado, o restante dos candidatos foram reprovados permanentemente ou tiveram a sorte de não encontrar Zyra no seu caminho.

Então todos os aprovados receberam um acessório para comprovar que são classe S, eu recebi um pingente com uma jóia verde junto com outros quatro guerreiros classe S, que prendi no cabo da minha espada, Katarina e outros 4 assassinos receberam um broche negro com uma caveira, ela prendeu seu broche no seu peitoral de couro, Os atiradores receberam um cordão com uma bala de bronze, e os feiticeiros receberam um anel com uma coruja de olhos vermelhos. 

Com isto, temos prova que somos classe S, pois esses itens são mágicos, e emanam uma energia que só quem é classe S tem, além de significar ter autoridade, sobre outras classes inferiores. Qualquer um que tentar adulterar os itens, serão mortos pelos próprios membros do conselho classe S.

Então terminada a formatura, todos os 20 aprovados receberam uma festa, que durou praticamente a noite toda. Eu e Katarina procuramos outro lugar pra ficar, e conversamos sobre coisas que fariam depois daquele dia, eu disse que já na mesma semana iria para a CIA, e começar os procedimentos, Katarina alisava seu broche, como se pertencesse a alguém que morreu, ela disse que o treinamento mudou ela e o teste também, e que as coisas seriam diferentes a partir dali. E que ia viajar para longe para fazer parte de uma agência secreta, então ela disse que tinha um presente para mim na casa dela, e que antes que eu ela fosse embora queria me dar, eu prometi passar no apartamento dela à noite e nos despedirmos. 

Chegando em casa, na mesa onde eu deixei uma maleta de madeira, abri ela e tinha ali duas adagas da arábia, trouxe comigo na guerra, era bem antiga. Me lembrava da Katarina, queria guardar pra mim pra sempre lembrar dela, porém depois que ela disse que me daria um presente, eu não pensei duas vezes, vou dar para ela esta adaga, pra que se lembre de mim, e o presente dela, pra que eu me lembre dela. Fui me banhar, vesti uma camisa branca simples, e uma calça jeans e um tênis branco.

Na mesma noite, eu vou ao apartamento dela, ela abriu a porta e uau. Katarina estava de camisola verde e que combinava com os olhos dela. Estava descalça, ela me cumprimentou com um abraço, ela cheirava a hidratante corporal de frutas vermelhas, ela me olhou e pediu para que eu entrasse, nem se importava por estar de camisola, quando ela virou de costas para me guiar, uau, que mulher maravilhosa! Fiquei travado e sem ar por uns segundos, mas mantive a compostura e continuei.

- Aqui está - ela disse apontando para a mesa - o seu presente.

Olhei e vi uma maleta prateada, senti até vergonha comparando a minha que eu levava.

- Eu... - consegui dizer - também trouxe um presente, tome - entreguei a maleta de madeira pra ela.

- Que fofo Garen, não precisava - ela analisou a madeira - é linda, nunca tinha visto uma maleta de madeira, achei que estavam extintas - ela riu, e que sorriso gostoso - tem até umas letras aqui, é árabe? 

- Sim, sim - disse a ela - eu consegui na Arábia, depois da última missão, então quando vi que tinha dentro, eu pensei logo em você, e acho que você gostaria de ter algo assim.

- Que coincidência, - ela disse - eu também! Recebi depois da missão só que como forma de agradecimento, eu também lembrei de você, estava pensando em guardar pois eu realmente não usaria, não combina comigo.

- Então vamos abrir ao mesmo tempo? - olhei pra ela

Ela assentiu, então colocou a maleta de madeira na mesa, e nós dois abrimos, e uau!

Meu presente era duas pistolas Desert Eagle prateadas, colocadas em uma posição de X e acima delas, havia dois pentes com balas prontas para uso, e as armas estavam bem encaixada cuidadosamente em uma espécie de esponja preta que cobria a maleta, apesar de minha arma principal ser minha espada, eu nunca tinha cogitado em ter uma arma de longo alcance, realmente farei bom proveito disto.

Katarina pareceu feliz com o presente, ela admirava a arma arábica como se fosse uma obra prima, e que me deixou aliviado, pois achei o presente dela muito melhor que o meu.

- É linda Garen, nunca tinha tocado em uma arma antiga, além de bem conservada, parece que nunca foi usada - ela analisava a arma como uma profissional - está bem afiada também - ela dizia enquanto batia levemente o polegar na lâmina - e é totalmente resistente, e essas escrituras, olha! 

- Eu também gostei do meu presente - disse a ela - apesar de nunca ter usado armas de fogo, fico grato por você ter me dado este presente, farei bom uso com certeza, vai me ajudar bastante.

Então Katarina guardou as adagas, eu olhei pra ela e ela me encarou e disse - Precisamos nos despedir, amanhã será o dia que não nos veremos mais.

- Sim é verdade - abaixei a cabeça triste.

- Então, que tal deixar nossos presentes de lado por um momento, e focar em algo mais importante? - ela disse levantando a sobrancelha como se me desafiasse

- É? - perguntei - o que seria?

- Venha comigo - ela disse.

E me guiou até a mesa de jantar. - vou te dar uma dica Garen - ela se virou pra mim, apoiou na mesa e dobrou as penas totalmente lisa. - eu não estou com nada por baixo.

Foi aí que eu suei frio, e foi como se uma máquina de vapor tivesse sido ligada dentro de mim, mas foi só meu coração mesmo começando a acelerar como uma bomba de adrenalina, como se eu tivesse em uma batalha pela minha vida, a diferença é que eu gostava desse sentimento, olhei para ela de cima para baixo, ela novamente morde os lábios, e olha para mim séria. Então percebo que ela não mentiu, mesmo de camisola, percebi o "farol aceso". 

Meu Deus como sou estúpido, como nunca reparei antes o que ela queria sempre que tivemos sozinhos, mas dessa vez, eu vou compensar, ela só queria um simples beijo, mas como é despedida, ela merece mais que isto.

- Que se dane! - fui em direção a ela, passei a mão nos seus cabelos e segurei sua nuca, puxei para mim e o beijei.

Nossos lábios se uniram diretamente, ela me guiou do jeito dela e foi como chupar uma fruta madura, então ela usou a língua e retribui o favor, depois de alguns minutos assim nos afastamos por uns centímetros

- Nossa - ela conseguiu dizer, quase que suspirando - você é melhor do que eu pensava.

- Isso não é tudo - falei.

 

[ATENÇÃO, AS CENAS AQUI SERÃO QUENTES, ALGO PRÓXIMO A 16-18 ANOS, SE VOCÊ TIVER MENOS QUE ISTO FAVOR NÃO PROSSEGUIR, PULE PARA O FIM DA HISTÓRIA, CASO SEJA VIDA LOUCA, CONTINUE POR SUA CONTA E RISCO]

[Então passei a mão pelas suas pernas, segurei em sua coxa e coloquei ela no meu colo, e o guiei para a parede da cozinha, ela segura meus ombros e beijamos novamente, um beijo quente e apaixonado, depois de vários minutos assim, coloco ela no chão...]

Então passei a mão pelas suas pernas, segurei em sua coxa e coloquei ela no meu colo, e o guiei para a parede da cozinha, ela segura meus ombros e beijamos novamente, um beijo quente e apaixonado, depois de vários minutos assim, coloco ela no chão e beijo guio minhas mãos até as nádegas dela e o aperto, ela me lança um olhar bem safado, então me segura pelos braços e com um gesto rápido me vira para a parede e me empurra derrubando um vaso que estava ali próximo, ela não se impota, mas me puxa pela camisa e me beija, um beijo quente e de língua, e com a outra mão ela vai guiando lentamente até meu "equipamento*", eu sinto um leve arrepio com aquelas mãos maravilhosas dela apertando levemente aquela área.

Pego ela no colo novamente, e vou beijando e andando sei lá pra onde, pouco me importa, mas por onde nós passávamos, caia alguma coisa, era vaso de plantas, pratos, livros, etc.

Pouco nos importávamos, quando fomos ver estávamos no quarto dela, então ela tirou minha camisa e começou a passar a mão pelo meu abdômen definido, e depois nos meus braços, me segurou pelo pescoço e me puxou para beijar novamente, eu segurava em suas costas enquanto beijávamos em pé, quando mais nos beijávamos mais eu puxava ela pra mim, pra ela sentir aquele volume, então ela me virou e me empurrou para a cama dela, então ela tirou a camisola e jogou na mesa do lado, e uau, o corpo dela era simplesmente uau. Tirei os tênis, e abaixei o zíper, tirei o botão então ela puxou minha calça e jogou para o lado, então subiu em cima de mim totalmente nua, percebi então que ela tinha um piercing prateado no umbrigo, e a tatuagem dela ia dos seios até a perna esquerda, eu só tinha visto na barriga uma vez, agora que vi completo zerei a vida.

Enquanto eu me imaginava no céu, ela ainda me mostrou que podia ir além disso, começou a se arrastar acima do meu equipamento, pra frente e pra trás, mesmo eu estando de cueca, pude sentir o calor vindo dela, e ela estava já molhada, e seu corpo totalmente depilado, me deixou totalmente excitado, eu me sentei e fiquei de frente pra ela, então beijei mais uma vez, dessa vez, beijei seu pescoço também, ela me segurou pela nuca, e gemeu baixinho, aquilo me deixou doido pra continuar, então apertei seus seios, mordi a ponta e comecei a chupar como se fosse manga doce, e não parei por aí, ela me pressionava contra os seios dela, pedindo para que eu não parasse, em troca ela arrastava o corpo pra trás e pra frente em cima do meu volume.

Não aguentei, então virei ela e deitei na cama, deixando de frente pra mim, então segurei pelas pernas e coloquei acima dos meus ombros, deixando ela totalmente aberta para mim e chupei a caverna** dela, começando pelos grandes lábios, beijei cada área dele, tudo lentamente para que ela aproveitasse de todos os detalhes, então com um dedo eu coloquei lá na caverna e entrando lentamente e saindo, decidi focar no grelinhos***, então chupei e dei uma leve mordida, fiquei assim por um bom tempo que Katarina já estava gemendo mais alto, pedindo para que eu continuasse, e quanto mais eu chupava mais ela pressionava meu rosto na caverna dela, então ela disse que era a vez de ela retribuir o favor.

Então eu fiquei de pé, e ela sentou na cabeceira da cama, abaixou minha cueca e pela reação de quando ela viu meu equipamento eu fiquei orgulhoso de mim mesmo, então ela olhou pra mim, lambeu os lábios, e beijou meu equipamento na cabeça, e deu uma leve chupada, aquilo me arrepiou completamente, então ela lambeu a língua, e deslisou ela pelo meu equipamento deixando ele todo molhado, e continuou chupando lentamente, enquanto me olhava com aqueles lindos olhos verdes, era a visão mais linda que pude imaginar.

Enquanto ela chupava, fazia pressão para estardar a ejaculação, e isto me deixava louco, e lambia da base à cabeça, depois enfiava tudo na boca, e engolia tudo e nossa que garganta heim. 

Então ela se levantou, e lambeu os lábios novamente e disse - Deite na cama, agora! 

Não pensei duas vezes e obedeci, então ela sobe em cima de mim, e encaixa meu equipamento na caverna dela, e desce lentamente, e sentimos um encaixe perfeito, então ela sobe lentamente e desce de novo, em poucos minutos ela está cavalgando, e a cama tremia fazendo um barulho arrastante (fique com dó dos vizinhos de baixo, mas nem ligava, eu estava no céu), então ela virou de costas pra mim, e começou a cavalgar de novo, eu me sentei enquanto ela continuava, passei a mão pelo seu corpo, seu corpo, suas coxas e subi até seus seios, e comecei a apertar e a amaciar, quanto ela ainda cavalgava e gemia. ficamos assim por um tempo, então em um movimento rápido eu girei ela na cama e deixei ela de quatro, e comecei a socar lentamente, e fui acelerando, ela se segurava no travesseiro e empinava para facilitar a penetração, então segurei-a pelos cabelos, enrolei em minha não e soquei mais forte, a cama voltou a tremer, dessa vez batendo na parede ao lado (já disse q sentia pena dos vizinhos mas não ligava pois estava no céu? pois é), ela gemia safadezas e pedia mais, e que não parasse, então de quatro ela levantou o corpo colando no meu seu pescoço ficou praticamente na altura do meu ombro, aproveitei pra beijar o pescoço dela enquanto continuava metendo, ela virou de lado e pediu para que continuasse, então segurei em seus seios e soquei ainda mais forte, a tesão era tanta que não havia como eu parar, mas a dor nos músculos começava a afetar, então mudamos de posição para aliviar, ela deitou de frente pra mim, e eu montei nela, coloquei as pernas dela entre mim e encaixei ali mesmo, ela se contorcia de orgasmos, eu passava a mão pelo seu corpo, sua barriga, seus seios, então coloquei os dedos nos lábios dela, ela mordeu de tanta tesão, e encaixou as pernas em mim como uma lutadora de jiu-jitsu, como se dissesse, "você me pertence" , então abaixei para ela, e o beijei, depois de um tempo senti a tremedeira na perna.

- Tá saindo - consegui dizer.

Então ela me soltou com as pernas e girou rapidamente da cama, e ficou deitada de de frente pra mim, segurou no meu equipamento - eu não vou deixar nada sobrar - ela olhou pra mim com aquele rosto safado e sexy que só ela tem.

Foi o suficiente pra me deixar louco, então ela começou a chupar rapidamente, e a bater pra mim. Senti meu corpo vacilar, uma sensação incrível claro, então a essência da vida saiu de mim, ela abriu a boca, e gemi e relaxei. Ela engoliu até a ultima gota, e ainda lambeu os lábios, depois chupou as pontas, eu estava acabado claro, mas não podia terminar ali.

Com meus braços apoiei a perna dela, e com as mãos segurei as costas dela, então puxei ela pra cabeceira da cama e comecei a chupar da melhor forma possível, usava os dedos, a língua, de vez em quando apertava os seios dela, ela olhava pra mim gemendo, segurava os peitos dela, e as vezes minha cabeça pressionando contra ela, então as pernas dela tremeram ela grita, - NÃO PARE! - e eu continuo chupando, lambo seus grelinhos, e chupo como se fosse um pirulito, e uso meus dedos para tocar pra ela, dessa vez mais rapidamente, então ela procura algo pra agarrar levanta e abaixa a cabeça várias vezes (já assistiram o exorcista? é tipo isto, só que não é assustador), então ela segura meu cabelo com uma mão, outra ela segura as cobertas, e prende suas pernas na minha cabeça, como se fosse me assassinar, só que desta vez quem mataria seria eu (de prazer, claro), foi então que ela tem um orgasmo e seu corpo relaxa.

[Com meus braços apoiei a perna dela, e com as mãos segurei as costas dela, então puxei ela pra cabeceira da cama e comecei a chupar da melhor forma possível, usava os dedos, a língua, de vez em quando apertava os seios dela, ela olhava pra mim gem...]

[FIM DAS CENAS QUENTES, QUEM PULOU ESSA CENA, ELES PRATICARAM COITO OK? AGORA VAMOS CONTINUAR]

Estamos cansados, mas nós conseguimos relaxar, ficamos rindo e comentando sobre o que aconteceu.

Não dizemos mais nada depois, então eu deito também, e Katarina me abraça, e e retribuo o favor, então ela se vira e fica me encarando.

Eu olho pra ela rindo - O que foi?

- Nada - ela responde - só quero aproveitar esse momento.

Minutos depois ela se vira e deita olhando para o teto, eu seguro a mão dela, e ela encaixa na minha e aperta, sinto calor de sua mão.

Depois de um tempo em silêncio, acabamos dormindo nus, ali mesmo juntos de mãos dadas.


Notas Finais


* equipamento: vocês sabem exatamente do que estou falando

** caverna: sim isso mesmo que você está pensando

***grelinho: sim você sabe bem o que é.


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