História Os Condenados - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hashirama Senju, Hidan, Ibiki Morino, Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Kakuzu, Kisame Hoshigaki, Konan, Madara Uchiha, Obito Uchiha (Tobi), Pain, Sakura Haruno, Sasori, Shizune, Tobirama Senju, Tsunade Senju, Yahiko, Zabuza Momochi
Tags Akatsuki, Hentai, Hidan, Hidankai, Inohida, Kaimisha Gakunora, Kakusaku, Kisame Hoshigaki, Kisamey, Lemon, Madakai, Madakisa, Madakona, Madara Uchiha, Madasaku, Meyrumi Tsucuri, Meyyahi, Sasodei, Sasokai, Yahiko, Yahikona, Yaoi, Zabukai, Zabukisa
Visualizações 91
Palavras 24.488
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi meus Lindos e Lindas, gomenasi a demora, acabaram acontecendo algumas coisas e acabei atrasando, e me desculpe Uchiha_Kai, mas agora sem demora espero que gostem de coração.


Boa Leitura.

Capítulo 7 - Desejos Quentes Porém Pesados. Parte 2


Fanfic / Fanfiction Os Condenados - Capítulo 7 - Desejos Quentes Porém Pesados. Parte 2

Passei a mão no espelho tirando o vapor, sorri para mim mesma já prevendo a derrote de um certo alguém, não sou de perder, muito pelo contrario nunca iria perder, só porque meu adversário desta vez e um Uchiha não quer dizer que tal nome pode ter algum domino, ou melhor, conhecimento do que posso ser capaz, Madara, Uchiha Madara, seu maior erro foi me subestimar, mesmo que no fundo eu posso admitir com toda certeza, não e tão fácil de olhar e não desejar esse corpo, ate mesmo aquela voz rouca ainda sussurra em minha mente, mordi meu lábio sentindo alguns pingos escorrerem do meu cabelo, peguei a toalha em cima do lavado a passando pelo meu corpo, me arrepiei ao lembrar de seus toques, dos lábios finos deslizando pelo meu pescoço.

Kaimisha: Não, não rei me render, além do mais qual seria a graça, quero ver ate que ponto um Uchiha consegui ir.

Acabei de me secar enrolando a toalha em meu corpo, o tecido groso tampou ate a metade de minhas coxas, andei devagar ate a porta a abrindo, o vapor sairá com lentidão pela abertura, sai do banheiro a paços lentos, mas parei ao me sentir ser observada.

Kaimisha: Interessante.....-Suspirei.

Zabuza: Gosta de me desafiar não e Kaimisha?- Rosnou.

Sorri anasalado me virando para ele, Zabuza estava com o cenho franzindo, os braços cruzados destacando os músculos na pele de tom peculiar, me aproximei encurtando nosso distancia, Zabuza me encarou ou melhor, seus olhos encararam a toalha em meu corpo, o fazendo suavizar a face.

Kaimisha: Me quer tanto assim?-Debochei

Zabuza: Oque quis dizer com ‘’ essa noite não e sua’’.

Kaimsha: Simples quero que saia do meu caminho, ou vai acabar se machucando.

Zabuza: Eu, me machucar, esta bem  equivocada não acha Kai?-Advertiu.

Os dentes afiados ficaram a amostra com o rosnou, Zabuza se inclinou deslizando a ponta de seu nariz em meu pescoço, me arrepiei com o contato repentino.

Zabuza: Não se engane Kai, o rato prezo aqui e você!- Sussurrou.

Kaimisha: Acha que tenho medo de você, Zabuza? –Sorri.

Zabuza: Sei que não mas....

As mãos grosas enlaçaram minha cintura com força, Zabuza me empurrou contra a parede prensando nossos corpos, os dedos ágeis deslizaram por minha coxa, subindo a toalha, suspirei sorrindo ao sentir seus dedos por dentro de minha coxa.

Zabuza: Mas deveria....- Sussurrou.

Mordi meu lábio ai sentir dois dedos rasparem em minha pele, Zabuze sorriu beijando o canto da minha boca,-Desgraçado, não tenho como negar, ele sabe ler exatamente oque quero, seus dedos deslizaram prendendo meu clitóris.

Kaimisha: Então, me faça ter esse medo.....

Zabuza tomou meus lábios em um beijo afoito, sua língua pediu passagem que fora concedida rapidamente, a carne quente explorou puxando todo o ar que havia em meus pulmões, passei minhas mãos devagar por seus braços sentindo seus dedos brincarem com minha intimidade, nossas línguas entrelaçaram brigando por um domínio que ambos impunham, a saliva escoreu de ambas as bocas quando tivemos que sessar pela falta de ar, sorri ao ver o cenho franzido do mesmo, gemi ai sentir os dedos quentes deslizarem em minha carne com mais fervor.

Kaimisha: Ou não tem capacidade para isso...? –Sorri.

Zabuza trincou ainda mais os dentes tirando suas mãos mais de mim, lambi meus lábios o vendo se afastar por um motivo bem simples, a figura negra atrás composta por um corpo descomunal o encarava e esse maldito olhar acaba prendendo qualquer um em um misto de desespero e perdição.

Kaimisha: Irei considerar isso um, não....

Zabuza se virou encarando  Madara, os dois apenas estavam se encarando mas, o ar acabou ficando mais tenso, o clima mais pesado.

Zabuza: Kaimisha entenda uma coisa, você e minha, e de mais ninguém aqui!-Rosnei.

Madara sorriu de escarneio indo em direção ao seu quarto, os cabelos longos se moviam a medida que o mesmo se distanciou.

Kaimisha: Hun...

Afastei-me da parede indo em direção ao meu quarto, mas parei ao sentir meu braço ser agarrado com certa força.

Zabuza: Tome cuidado, você não me conheço!- Adverti.

Dei um arranco em meu braço saindo de seu aperto, sorri para o mesmo que me encarou severo.

Kaimisha: E nem muito menos você me conhece!.

Voltei o meu caminho normal ate a porta do quarto, era só oque me faltava, ninguém manda em mim, muito menos alguém com o Zabuza que não tem nada a me oferecer a não ser um bom sexo, e isso e algo que ao menos posso desfrutar aqui, mas, não no momento prefiro algo bem melhor, entrei no quarto fechando a porta atrás de mim, andei ate o guarda roupas o abrindo devagar, vi um vestido bem semelhante ao que escolhe para Meyrumi, franzi o cenho pro animal hibernando, será que realmente ela ira nessa festa, balancei a cabeça me negando a isso, não sou baba dela, ao menos foi uma boa samaritana em ajuda-la com a roupa, ao menos espero que ela saiba fazer uma maquiagem descente, peguei um conjunto um pouco mais a minha cara os jogando sobre a cama, peguei uma sandália em baixo de salto com alguns detalhes em strass, as colocando perto dos pés da cama, andei ate a outra parte do guarda roupas abrindo uma das gavetas, peguei uma lingerie vermelho vinho desfazendo da toalha incomoda, vesti a parte de cima tirando as alças em seguida, peguei a calcinha.

Kaimisha: Não!- Sorri.

Voltei a pequena peça para a gaveta andando ate a penteadeira, escovei meus cabelos os prendendo em um coque um pouco desajeitado de proposito, deixando alguns fios caírem em meu rosto e perto da minha orelha, peguei o quite de maquiagem passando o delineador, junto de uma sombra mais escura, afinal amo o preto, passei um batom nudes avermelhado passando a língua em seguida, passei um perfume de frasco pequeno o borrifando um pouco, o cheiro cítrico com um pouco de doce se fixou rapidamente, andei ate a cama olhando a roupa, sorri pegando o pequeno toper o vestindo, o mesmo de tecido fino caiu rapidamente em meus seios, a renda fina contornou a peça dando alguns detalhes a mais, peguei a saia pequena que havia algumas partes de pano fino descendo como detalhes entre as pernas, vesti a mesma vendo que deixara perfeitamente minhas pernas entre as finas camadas do pano, me sentei sobre a cama calçando a sandália completamente fechada na frente, me levantei indo ate umas das portas do guarda roupas que tinha espelho.

Kaimisha: Perfeita.

Acabei de ajeitar a saia indo ate a porta, abri a mesma passando pelo corredor, ouvi barulhos estrondosos vindo de um dos quarto, franzi o cenho me virando para traz mas antes de dar um paço vi Yahiko saindo do quarto da Meyrumi.

Kaimisha: Hun....

Yahiko: Algum problema?

Kaimisha: Não nem um, só fiquei curiosa.

Yahiko: Não precisa ficar, apenas dei um aviso a sua amiga.- Sorriu.

Kaimisha: Ela não e minha amiga, mas, vejo que irei ganhar outra aposta essa noite.

Yahiko franziu o cenho por entender, apenas balancei a cabeça voltando a seguir pelo corredor, Meyrumi pelo visto você não perdeu tempo, desci as escadas vendo que a sala já estava no completo breu, o vendo frio que entrara pelas janelas faziam as costinhas se balançarem, a TV estava desligando mas, podia se ver o console com algumas luzes acessas, passei pela sala chegando na cozinha, a iluminação fraca, provavelmente proposital, na ilha avia  4 baldes de gelos com vários tipos de bebidas dentro, algumas cervejas já outras eram vodcas, tequilas e Uísque, Tsunade não poupou nossa recompensa por sermos bons meninos, suspirei afinal pelo visto foi a primeira a descer, e o pior estou com fome, andei ate a geladeira me deparando com várias bandejas de frios, peguei uma a colocando sobre a ilha, havia salaminhos fatiados, algumas porções de presunto e mozzarella em cubinhos, palmito, e alguns outros que não reconhecia, mas como era de comer, que mande para dentro, peguei uma Skol bits preta que estava em um dos baldes, abri a pequena garrafa a levando em meus lábios.

Deidara: Wooo delicia, assim fica difícil Kaimisha!

Olhei em direção do correndo vendo Deidara, o sorriso brincalhão não saia daqueles lábios, neguei para mim mesma assumindo que ao menos estava desejável, o calça azul escura desgastadas em algumas partes propositalmente, a blusa pulo todo branco com detalhes em preto combinara perfeito no corpo mediano, um tênis All Star preto com o cadarço brancos, Deidara não e a definição de um belo corpo, mais ao menos da para brincar, ele se aproximou de mim pegando a garrafa de Tequila a abrindo, os fios loiros agora completamente presos em um rabo cavalo alto, mas a franja jogada em seu rosto ainda sim habitual.

Kaimisha: Gosto do que vejo!

Deidara: Assim anima minha noite.

Kaimisha: Mais e uma pena.

Ele deu um gole no bico da garrafa arqueando uma sobrancelha para mim.

Kaimisha: Sei que isso tudo e apenas para uma pessoa aqui!

Ele sorriu dando de ombros, Deidara seguiu em sentindo a porta indo para onde no caso e a boate, suspirei ao sentir o cheiro de seu perfume com a brisa forte que vinha do lado de fora, não demorou para ouvir vários paços aos mesmo tempo, olhei em sentido a sala vendo as duas virem se exibindo, continuei comendo enquanto bebericava a cerveja gelada em minha mão, Ino veio toda espalhafato com uma calça Jens preta de cos extremamente baixo, uma blusa tomara que caia preta deixando a amostra o sutiã branco, os cabelos loiros completamente soltos e um maquiagem pesadas nos olhos claros os deixando ainda mais a amostra, Konan vestia um vestido tomara que caia roxo escuro, deixando os seios avantajados ainda mais expostos, uma sandália de salto alto, junto do cabelo curto em um coque com uma rosa preta prendendo os fios azulados.

Konan: Esta bonita Kaimisha!

Kaimisha: Valeu você também.- Sorri Forçado.

Ino: Hum, pelo visto esta querendo alguém hoje, Kaimisha?

Kaimisha: Se estou ou não isso não e da sua conta.

Ino: Vhis com esse mal humor vai ficar e sem ninguém.

Ino se debruçou no balcão pegando uma Skol bits vermelha a abrindo, Konan se aproximou da minha bandeja pegando alguns petiscos, eu mereço, a geladeira esta cheia e ela vem pegar da minha bandeja.

Konan: Pelo visto alguém ira ser punida, oque acho pouco, deveria aniquilar de uma vez. –Debochou.

Franzi o cenho.

Ino: Não me impressiona, aquele bicho do mato não fara diferença mesmo.

Hidan: FALA MINHAS PUTAS!!!!!!

Ino: Nossa, ai sim gatinho.

Olhei para o corredor acabando de comer a mortadela, Hidan se aproximou piscando para mim, admito agora esse idiota ganhou um ponto comigo, a calça militar um pouco larga revelando a borda da box preta por baixo, junto da blusa de mangas longas toda preta, apenas com um desenho peculiar no peito, os fios brancos jogados para traz, junto de um tênis All Star apenas para piorar a sanidade alheia.

Hidan: Eu sei que vocês gostão. -Sorriu

Zabuza: Claro, para terem pesadelos seu idiota.

Arrepiei-me ao ouvir a outra voz vir da sala, Zabuza apareceu com as mãos enviando em seus bolsos, admito não curto bermuda mais no desgramado havia ficado perfeito, Zabuza vestia uma bermuda preta com correntes do lado, um tênis All Star preto com cinza, uma blusa cavada branca deixando os braços definidos amostra, os cabelos arrepiados completamente desalinhados, e o maldito olhar sobre mim, sorri descrente dando um gole na cerveja.

Hidan: Saquei, imagina se fosse outra coisa não e mesmo seu verme.

Zabuza: Vai pro inferno.

Hidan: Já estou nele capeta.

Zabuza: Prazer!

Ino: Há meninos pra que brigar sendo que tem tanta carne para vocês.

Zabuza: Ino, nem todos as carnes do mundo tem qualidade, tipo de algumas pessoas. -A encarou.

Hidan: Puta merda. –Ralhou.

Zabuza: Oque foi porra!!!

Hidan: OLHA AQUI INFERNO VAI SE FERRAR!!!!!

Hidan saiu batendo o pé em sentindo a porta, Zabuza não demorou e foi logo em seguida, - Não creio, oque esses dois estão aprontando.

Konan: Isso sim e uma bela visão.

Olhei para ela que sorria em sentindo ao corredor, acabei de beber a cerveja olhando para o mesmo lugar.

Ino: Há Konan, eu quero um pedaço, na verdade se quiser ele por um tempo e depois passar eu aceito de bom grado.

Konan: Se sobrar alguma coisa. –Suspirou.

Kaimisha: Nossa....

Konan: E apenas a verdade, Kakuzu resolveu animar ainda mais minha noite?

Ino: Não apenas a sua.

Kakuzu arqueou a sobrancelha para logo em seguida franzir o cenho, sorri o vendo me encarar, sei bem oque ele esta procurando, Meyrumi não me engana depois do que vi na cozinha, seja oque for que rolou entre esses dois, admito Meyrumi ira babar um pouco, porque mesmo esse moreno mal humorado não fazendo meu tipo, ele esta muita mais que apresentável, a calça preta justo no corpo definido, junto da blusa de mangas longas fina metade azul metade preta destacou o abdome perfeitamente detalhados, os fios castanhos claros agora presos em um rabo de cavalo alto porem curto, as íris esmeralda se destacaram no azul da blusa, em seus pés um tênis qualquer todo preto com detalhes em azul, sorri olhando para as escadas e em seguida para ele, Kakuzu confirmou minimamente apenas para mim ver e logo em seguida deu as costas.

Ino: Nossa que groso.

Konan: As vezes ser ‘’groso’’ tem seus benefícios.

Nossa eu não ouvi isso depois dessa, ate o Kakuzu que nunca sorri deve ter rido das ‘’aparecidas’’ querendo dar desesperadamente, andei ate a geladeira abrindo novamente, ainda estou com fome, e isso aqui não vai me encher tão cedo, -Merda, fechei a geladeira ainda frustrada, olhei em volta vendo Konan e Ino cochicharem, ignorei aquelas duas crianças e segui para a porta, ao menos na tenda deve ter algumas coisas melhores para se comer, desci os degraus sentindo a brisa fria bater contra meu rosto, o ar húmido me fez arrepiar, -Chuva, odeio chuva, andei pela grama úmida sentindo o mato se moldar a cada pisada, ouvi o som aumentar a medida que dava a volta na piscina, me aproximei da tenda negra, pelo visto eles capricharam um pouco aqui, passei pelo pano sendo recebido com a musica Talk, The Living Graham Bond, ao menos quem escolheu a play list tem bom gosto, adentrei mais o lugar notando o piso ficar mais groso, o chão todo em vidro ajudou o globo de luz a deixar o ambiente mais propicio, sorri vendo que ao menos quem quisesse dar um de DJ podia, afinal todos os equipamentos estavam mais ao fundo, olhei de relance vendo uma sombra ao fundo perto de uma grande mesa, me afastei da pista de dança indo de encontro aos homem de cabelos avermelhados.

Kaimisha: Ao menos aqui tem comida descente. –Sorri.

Como o lugar apenas estava com as luzes intermitente não se dava para ver muito, mas ao menos os empregados foram espertos, a vasta mesa tinha varias luzes abaixo dela, e como pelo visto eram de vidro apenas com um fino pano branco as cobrindo, facilitavam ver oque havia por cima, vários bandejas de petiscos, mas desta vez bem variados, carnes grelhadas, coxinha fritas, batatinhas, picanha mal passada, hambúrguer, enroladinhos de queijo, salgados, do tipo coxinha, lua de mel, mini kibi, e vários outros, Sasori passou a mão em um dos pequenos hambúrguer, olhei para ele que mais parecia uma criança apreciando a mesa a sua frente, e a roupa não demostrava o contrario.

Sasori: Devia experimentar esta bom....

A voz dele não faz jus a sua aparência, mas também com sua fixa, e obvio que ele esconde alguma coisa, mas hoje não irei ligar para isso, ele sorriu minimamente me oferecendo o hambúrguer, mordi o dele o vendo ficar levemente corado.

Kaimisha: Kami-sama, comida de verdade. –Sorri.

Ele negou dando outra mordida, em sua mão havia uma lata de soco de morango, arqueei a sobrancelha agora duvidando mesmo se ele e de maior, a calça justo no corpo pequeno não mostrara muito, a camisa de mangas comprida todo preta ficou extremamente larga no corpo pálido, o cabelo de tom vermelho destacou ainda mais a palidez do mesmo.

Kaimisha: Você não bebe, tipo bebidas com álcool?

Sei que corro o risco de tomar uma puta patada, mais admito que estou curiosa.

Sasori: Não curto bebidas alcoólicas. –Diz suave.

Ao menos hoje esta todo numa boa, me afastei do centro da mesa pegando alguns salgados, andei ate o final dela, me deparando com vários barris modificados com uma variedade ainda maior de bebidas tanto alcoólicas quanto de sucos naturais.

Peguei uma lata toda marrom.

Kaimisha: Achocolatado?- Diz indignada.

Tsunade só pode estar de zoação com a gente, ela realmente acha que somos crianças, neguei pegando outra Skol Bits na cor vermelha desta vez, andei para a pista sentindo a musica começar me embalar as batidas suaves mais ao mesmo tempo aceleradas me davam vontade de mexer, mordi meu lábio dando mais um gole na garrafa, sorri fraco sentindo uma presença atrás de mim, o cheiro forte do perfume, o ar predatório, rebolei de leve ouvindo a respiração entre cortada, o calor do corpo alheia se aproximou das minhas costas.

Zabuza: Deliciosa. –Sussurrou.

Kaimisha: rsrs Zabu, ira mesmo ignorar meu aviso?

Zabuza: Não, admito que tenho uma coisa um pouco melhor para essa noite.

Kaimisha: Melhor?

Zabuza: Não, refaço minha resposta, terei uma distração, não quero contraria-la.

O ar quente que sairá de seus lábios bateu em minha nuca me causando calafrios, Zabuza esticou seu braço me mostrando o maço em seus dedos, os aproximou do meu rosto sutilmente.

Zabuza: Pra relaxar....- Sussurrou.

Sua língua passou devagar em minha orelha, sorri tragando o beque que me foi oferecido.

Zabuza: Sei que ira me procurar depois, apenas não pense que serei bonzinho.

Kaimisha: E quem disso que gosto de você bonzinho? –Sorri.

A mão áspera contornou minha cintura, os dedos frios pressionaram minha pele, suspirei ao sentir seu abdome bater em minhas costas.

Zabuza: Kaimisha, não sabe oque esta perdendo me evitando hoje.

Kaimisha: Nada que eu já não saiba Momochi, mas não se preocupe.

Traguei mais um pouco do beque me virando para ele, seu olhar nublado, os lábios húmidos, Zabuza sorriu mostrando os dentes afiados, contornei meus braços em volto do seu pescoço, passando de leve o vidro gélido da garrafa em sua nuca, sua cabeça tombou deixando nossos lábios próximos, soltei a fumaça vendo Zabuza a puxar para sua boca.

Kaimisha: Relaxa Zabuza.-Sussurrei.

Ele negou descrente de minha provocação, Zabuza ficar a mercê desta maneira apenas me mostra o quão fraco você pode ser, ou melhor o quanto já esta se entregando, ficando a mercê dos meus caprichos, sorri me afastando, ele deu as costas se afastando o máximo de mim, isso pode acabar ficando perigoso, não sou boba em ter esquecido quem você é, mas também não sou trocha o suficiente para o deixar contra mim, ter ele na palma da minha mão e apenas uma de minha regalias, o inimigo do meu inimigo e meu amigo, enquanto estiver com ele em minhas mãos não preciso me preocupar com os demais, ao menos não por enquanto.

Pov’s Meyrumi On....

As gostas de chuva fina começaram a manchar o vidro da janela com pequenos trajetos, cruzei meus braços me negando a descer, mordi meu lábio com a pequena dor incomoda em meu pescoço, passei minha mão notando marca bem mais fraca do que de inicio, as luzes da cozinha pelo visto estão mais fracas, vozes e risos estridente podia ser ouvido do andar de baixo, suspirei cruzando meus braços, me encostei na parede fechando meu olhos.

Meyrumi: Frustrante.

Abri meus olhos novamente vendo uma sombra pela brecha abaixo da porta, franzi o cenho já imaginando quem era, esse cara, trinquei meus dentes mais logo ouvi batidas suaves me fazendo relaxar.

Kakuzu: Meryrumi..

A voz rouca soou como um alerta, será que ele esta bem, suspirei, neguei a mim mesma tal pensando, oque esta dando em mim, isso realmente importa.

Meyrumi: Entre.

A maçaneta foi girada devagar, o ranger ecoou no quarto pequeno, Kakuzu passou pela mesma fechando a porta atrás de si, os olhos esmeralda me encararam rapidamente, os paços suaves pelo cômodo pequeno quase que imperceptível, as mãos no bolso da calça justa, a blusa de mangas que destacou ainda mais seu tom de pele, me escorei ao máximo na parede enquanto nossa distancia encurtava, meu rosto começou a arder ao me recordar do que ouve na biblioteca, suspirei discreto vendo que nossa distancia agora era de apenas um braço.

Kakuzu: Esta linda senhora Meyrumi.

Me arrepiei ao ouvir seu timbre.

Meyrumi: Arigato, você....também esta bonito Kakuzu.

Recriminei-me por gaguejar, porque com ele sempre faço alguma coisa errada, sempre sou impecável em todo oque faço, mais com ele minha mente fica em branco, ouvi uma risada anasalada me fazendo o encarar, Kakuzu aproximou ainda mais seu corpo do meu deixando nossos rostos próximos, os lábios carnudos agora desenhavam um sorriso pequeno, fechei meus olhos sentindo seus dedos quentes deslizaram em minha bochecha, abri levemente a boca ao sentir uma gota deslizar por minha nuca, seu dedo acariciou devagar meu lábio.

Kakuzu: Posso ser sincero?

Confirmei minimamente.

Kakuzu: Não quero vela sendo punida, apenas desça um pouco, se não gostar volte para ka, Tsunade deixou claro que devemos participar mais não deu um tempo fixo para se ficar disfrutando da festa.

Olhei para a janela saindo um pouco de seu contato.

Kakuzu: Apenas aprecie oque achar que deve.

Mordi meu lábio ao sentir o ar quente bater contra meu pescoço.

Meyrumi: Não sei do que disfrutaria, não vejo sentindo nesses tipos de coisas.

Kakuzu: Tem razão, mas ao menos sei que ira apreciar comer alguma coisa diferente não?

Voltei a encara-lo vendo o mesmo sorriso sereno, seus dedos deslizaram devagar em meu pescoço me causando calafrios.

Meyrumi: Hun.

Kakuzu: Só mais um coisa.

O sorriso havia se desfeito, Kakuzu colou nossas testa me fazendo fechar os olhos novamente.

Kakuzu: Quando havia dito para ter cuidado, não estava duvidando de suas Habilidade mas.....

O contato foi desfeito para dar inicio ao seu nariz passando em meu rosto, alguns fios finos de seu cabeço deslizaram em minha pele, Kakuzu se inclinou depositando um beijo em meu pescoço.

Kakuzu: Tenha apenas em mente de que, hoje e o dia do caçador e não da caça!- Suspirou.

Meu corpo havia ficado estranho novamente, sua respiração batia contra o minha pele, o cheiro que vinha de seu corpo nublou qualquer resposta que estivesse em minha mente, porque, com ele e sempre assim, suspirei atraindo sua atenção, seus lábios rasparam nos meus devagar, minhas pernas tremeram, abri minimamente minha boca tentando entender oque havia de errado do porque tudo com ele sempre flui assim, nunca havia sentindo nada do tipo, as sensação que foi exposta, nada se compara quando ele esta tão próximo.

Meyrumi: Kuzu....

Kakuzu: Garota não me chame assim.....-Rosnou.

A cada segundo minha mente se perdi naquele cheiro, seus dedos se emaranharam em meu cabelo tombado um pouco para traz.

Kakuzu: Meyrumi.....

Kakuzu abaixou a cabeça se afastado rapidamente, andou ate próxima a cama passando a mão em seu rosto.

Kakuzu: Te vejo  depois?

Aquela pergunta me fez desperta do transe que havia entrando, engoli em seco respirando um pouco mais aliviada, Kakuzu estava de costas, será que fiz alguma coisa de errado, neguei para mim mesmo, Meyrumi isso não importa.

Meyrumi: S.Sim.

Kakuzu inclinou um pouco a cabeça dando um leve sorriso, seguiu para a porta a abrindo, passou pela mesma para fecha-la em seguida, ele veio mesmo aqui apenas para me avisar, voltei a olhar para janela, as folhagem das arvores se balançavam a medida que o vento batia, cruzei os braços novamente me sentindo vazia, trinquei os dentes com aquela sensação estranha percorrendo meu corpo, caminhei ate a porta passando a mão na maçaneta,-Vamos acabar logo com isso, abri a porta saindo, eu realmente não entendo muita coisa que acontece, mas porque ele perderia seu tempo se preocupando comigo, andei pelo corredor ouvindo risadas vir do quarto do  Uchiha, ignorei me aproximando das escadas, desci os degraus vendo que a TV estava ligada com um certo ruivo vidrado nela.

Sasori: Boa noite Meyrumi.

Meyrumi: Boa noite.

Acabei de descer me aproximando um pouco do sofá, Sasori se virou me dando um sorriso pequeno, estranhei tal gesto pois não sou de conversar, muito menos conversar com ele.

Sasori: Esta Linda.

Corei ao ouvir isso pela terceira vez hoje, sorri de lado logo o desfazendo, não podia dizer o mesmo pois as luzes estão apagadas não dando para ver qual era sua vestimenta, voltei a andar.

Deidara: Uiiiiiiiii que isso, assim fica difícil me segurar Meyrumi-san!

Tombei a cabeça um pouco sem entender seu real argumento, Deidara sorriu passando por mim com duas garrafas em suas mãos, ouvi risadas vindo da cozinha me aproximei vendo algumas bandejas sobre a ilha junto com alguns baldes.

Hidan: PORRA!!!!

Zabuza: Cala a porra da boca seu animal investido!

Ino: Sou muito mais eu.- Debochou

Konan: Essa roupa com toda certeza ficou péssima em você.- Rebateu.

Arqueei a sobrancelha.

Kaimisha: Se inveja mata-se!- Sorriu.

Kaimisha se aproximou de mim passando seu braço por cima dos meus ombros.

Kaimisha: Já chegou chamando a atenção, assim ele não vai se controlar.- Sussurrou.

Olhei para ela sem entender, Kaimisha estava com uma lata laranja em sua mão, logo apontou discretamente para o rumo da pia, olhei na direção vendo Kisame me encarar, abri minimamente a boca sentindo aquele olhar pesado sobre mim, os braços cruzados revelou minuciosamente os músculos de seus braços, a camisa cinza apertada lutava para se manter no corpo definido, a bermuda preta deu um contrate perfeito com o tom da camisa em seu corpo, nos pés um tênis qualquer que não soube identificar, Kisame pegou a lata ao lado sorrindo enquanto bebericava, seus lábios silabaram ‘’você e minha’’ Kaimisha me puxou rumo a ilha pegando uma lata de Skol pelo oque conseguir ler.

Meyrumi: Não bebo!

Olhei em volta vendo que as meninas haviam saído, oque elas queriam dizer, franzi o cenho suspirando, não me sinto bem aqui, essa não sou eu, Kaimisha começou a falar algumas coisas mas o mundo para mim parecia estar em câmera lenta, olhei a Skol que ela abrira para mim.

Kakuzu: Um pouco não ira fazer mal.

A voz sou rouca olhei para frente vendo Kakuzu agora com os cabelos soltos, um sorriso pequeno, peguei a garrafa sentindo uma sensação pesada, olhei para o rumo do corredor não vendo ninguém, desviei o olhar para a escada vendo Yahiko dar as costas, esse cara.

Pov’s Meyrumi Off......

Pov’s Sakura On....

Deslizei meus dedos na madeira fria mordendo meu lábio, ele esta ai dentro, irei mostrar oque tanto ele anda perdendo, ou melhor, irei faze-lo lembrar de como somos únicos quando estamos na cama, deslizei meus dedos ate a maçaneta a abrindo devagar, um barulho pequeno do clik foi ouvido, abri a porta bem devagar o vendo de costas, -Madara, suspirei ao deslumbrar o corpo desnudo apenas com uma toalha em sua cintura, passei devagar para dentro fechando a porta calmamente atrás, me escorei sentindo meu corpo já quente ao lembrar de seus toques, sorri o vendo passar as mãos em seus fios rebeldes, comecei a andar bem devagar encurtando nossa distancia, suspirei ao sentir o cheiro amadeirado de seu perfume me arrepiei ao lembrar do gosto de sua boca, sorri ao notar algumas pequenas gotas escorrer na parte de suas costas onde o cabelo não pegava,  minhas pernas fraquejarem ao deslizar um dedo seguindo o contorna da inocente gota que escorrera em sua pele.

Madara: Achei que havia deixado claro, que não queria que me toca-se!-Rosnou.

Sakura: Há Mada-chan sei que sente minha fala.

Soltei a toalha deixando a mesma cair em meus pés, o abracei esfregando meus seios em suas costas, inspirei o cheiro de sua pele, passando minhas mãos em seu peito sentindo os gomos definidos.

Madara: Sakura!

A voz do mesmo ficara rouca, sorri mordendo meu lábio, sabia que ele não iria resistir.

Sakura: Sim Mada-chan.

Seus braços desprenderam os meus de seu corpo, Madara se virou com um sorriso meigo em seus lábios, homens são sempre assim, fazem ameaças mas depois acabam cedendo ao desejo, suspirei ao sentir uma de suas mãos vir em meu rosto pegando em meu queixo.

Madara: Quer saber de uma coisa?

Balancei confirmando, Madara aproximou nossos rostos apenas para levar seus lábios ate meu ouvido, me arrepiei ao sentir seu hálito bater quente contra meu pescoço.

Madara: Me da nojo vagabundas como você, ainda mais vagabundas que não sabem o seu lugar.-Rosnou.

Suspirei ao sentir o aperto em meu queixo se intensificar.

Madara: Mas, não se preocupe, irei te mostrar o seu lugar.

Yahiko: Quer ajuda, estou afim de extravasar um pouco.

Afastei-me rapidamente olhando para o rumo do guarda roupas, des de quando esse cara esta aqui, iria me afastar, mas Madara segurou  meu braço.

Sakura: Nem ouse fazer nem uma loucura, sabe que essa casa tem câmeras para todos os lados, e principalmente nos quartos!-Adverti.

Yahiko: rsrs, ingênua. -Sorriu.

Madara: Vamos fazer assim. –Sussurrou.

Trinquei meus dentes ao sentir o aperto forte, Madara fez sinal para Yahiko que se aproximou por traz, senti meu pulso arder com o aperto exagerado.

Madara: Agora se lembra?

Sakura: Do que infeliz!

Madara: Oque o medo não faz-Debochou.

Yahiko: Pelo visto com essa não terá muita graça, além do mais não podemos mata-la.

Senti um fino pano passar em meu pescoço, os dedos gélidos do desgraçado que estava traz passaram devagar.

Yahiko: Sabe qual o problema de mulheres como você?-Sussurrou.

Sakura: Fique com a resposta pra você!

Yahiko: Olha só ela morde, mas mesmo assim direi, o maior problema e que vocês fedem, sua alma e podre, não da para se aproveitar nada, a única coisa que você chama de riqueza e apenas oque tem entre suas pernas, mas claro, meu amigo aqui não estava muito bem para pegar uma piranha como você.

Madara: Assumo, estava realmente fora de mim, pegar uma mulher tão promiscua como você, chega a me dar nojo apenas de lembrar.

Iria responder mas tive meu pescoço preso pelo pano, Yahiko o apertou em meu pescoço o suficiente para me erguer do chão, iria levantar minhas mãos mas Madara as segurou firmemente, o ar começou a ficar escasso, abri minha boca tentando puxar mais um pouco, meu corpo foi elevado pela força exercida.

Madara: Uma pena.

Yahiko: Oque?- Sorriu.

Madara: Era uma gravata linda.

Os dedos gélidos do Uchiha passaram em minha cintura empurrando meu corpo para baixo, meus olhos lagrimejaram minha garganta ardia como brasa quente, meus pés não tocavam o chão, como esse cara tem tanta força, minhas vistas começaram a embaçar.

Sakura: Ma...da

Ele sorriu fazendo Yahiko soltar o aperto, iria cair no chão mais tive seu corpo amparando minha queda, levei a mão na garganta tentando puxar o ar para dentro, mais foi em vão, virei o rosto com tudo para cima novamente com o soco que foi dado em meu queixo, acabei por morder minha língua, o gosto do ferro junto do trincar dos meus dentes me fez gronir de dor, meu corpo iria para traz mas Yahiko o impediu, seus braços contornaram minha cintura, abri minha boca vendo o sangue escorrer por meus lábios, seus braços apertaram meu corpo me fazendo trincar os dentes pela dor.

Madara: Apenas não quebre Yahiko.

Yahiko: Só uma costela não ira fazer diferença.

Madara: Yahiko!- Advertiu.

Seus lábios se aproximaram da minha orelha.

Yahiko: Oque você acha uma ou duas?

A voz sairá suave, mas o suficiente para meu corpo estremecer, seus braços apertaram mais meu corpo me fazendo gemer, agarrei seus braços mais logo foi impedida por outro soco em meu rosto, como as câmeras não veriam, eu não precisaria falar nada, eles seriam pegos, não seriam, meu corpo doía meus pulmões pediam por um ar que minha boca não daria, o sangue escorria por meus lábios, meu olho lacrimejava com o ultimo golpe, Yahiko me soltou rapidamente, iria cair no chão pela falta de ar, mas Madara me puxou para seu peito, o mesmo estava coberto por uma fina camada de sangue, seus dedos deslizaram em meu rosto afastando alguns fios meus.

Madara: Você não aprende não e?

Ralhei tentando sair de seu aperto mais fora em vão Madara me jogou contra o peito de Yahiko que segurou meus braços rapidamente.

Yahiko: Eu se você fosse ficava quietinha, não estou com muita paciência.- Rosnou.

Sakura: Vai se ferrar!

Yahiko: Olha só, tem que aprender bons modos senhoria Haruno.

Sakura: Vocês ceram punidos por isso, eles estão vendo tudo.

Madara: Não conte com isso, as duas câmeras que tem nesse quarto nesse exato momento então com seus pontos cegos perto da porta, onde apenas da para se ver as costas do Yahiko e a outra bem atrás de mim, oque eles vem e apenas uma Orgia, de uma vagabunda que esta dando para dois.

Yahiko: Um belo show não acha?

Sakura: Que se dane!

Madara franziu o cenho cruzando os braços em seguida.

Yahiko: Madara.-Sorriu.

Madara: Hun...gosto desse sorriso.

Meu corpo doía, o sangue em minha boca começou a me sufocar, me obrigando a cuspir um pouco no chão.

Yahiko: Pega o abajur pra mim.

Madara: Claro!- Sorriu.

Olhei para o abajur em cima do criado mudo, o formado cilíndrico fino na cor azul escura, estava ligado, Madara tirou a parte de cima junto da lâmpada puxou o fio arrebentando deixando apenas a base, Yahiko me soltou jogando meu corpo para frente, as mãos frias de Madara seguraram meus braços me impedindo de fugir, logo vi o objeto ser coloca na frente do meu rosto.

Yahiko: Cuspa, seu sangue ira ajudar a lubrificar, olha como sou bonzinho. -Rosnou.

Arregalei meus olhos, oque ele pensa que ira fazer, meus olhos lacrimejaram, minha garganta ardera querendo gritar, meu corpo implorava para sair dali mais nada podia ser feito pelo olhar do Uchiha, ele estava se divertindo, tentei puxar meus braços mais foi em vão os dedos firmes a cada segunda afundavam em minha pele, as lagrimas desciam por meu rosto queimando por onde deslizavam, tentei puxar meu corpo mas tive meu cabelo puxado com força olhei de lado vendo Yahiko me encarar.

Yahiko: Odeio quando reagem.

Um sorriso estranho desenhou seus lábios, Madara me puxou fazendo meu corpo se curvas, o mesmo sentou na cama me deixando completamente expostas, minhas mãos foram colocas uma de cada lado de sua cintura, meus pulsos doíam com a força que ele impunha, olhei para ele que sorria enquanto olhava para Yahiko, as íris negras me encararam rapidamente.

Madara: Não grita.- Ralhou.

Arregalei meus olhos ao velo dizer aquilo, iria olhar para traz mais a dor que veio em minha intimidade me vez trincar os dentes, abri a boca em um apelo mudo mais nada saia, minhas pernas fraquejaram, as investidas viam forte, meu útero parecia que estava sendo rasgado,  meus olhos ardiam a medida que meu corpo era movido para frente, olhei para baixo vendo sangue escorrer entre minhas pernas, apertei o lençol na tentativa falha da dor ser amenizada.

Yahiko: Apertada, desse jeito irei gozar.- Debochou.

Madara: Mais rápido Yahiko, que pena e essa?

Suas investidas se intensificaram, minha mente implora para aquilo acabar, mais seus movimentos apenas se tornaram mais brutos e mais intenso, abri minha boca sentindo a saliva escorrer entre meus lábios, sentia o objeto me cortar a cada investida mais intensa, o lençol havia manchado de sangue com a força que havia apertado no pano fino, Madara ria enquanto segurava meus pulsos, minhas pernas fraquejaram mais Yahiko mantinha uma de suas mãos em minha cintura me impedindo de cair.

Yahiko: Qual é Saky, não me aguenta?

Sakura: Por favor......

As lagrimas não paravam de escorrer, minha intimidade doía ao ponto de cada nervo em meu corpo arder em um pedido nulo de misericórdia.

Madara: Não ouvi, pode repetir?

Yahiko: Que pena, ainda nem gozei.....

Trinquei meus dentes o encarando, o maldito sorriso não sairá de seus lábios.

Sakura: Por favor, eu não quero mais isso, não irei tocar em você, nem se quer cruzar seu caminho, mais por favor me perdoa....

Seu sorriso triplicou em questão se segundos.

Madara: Quem disse que quero seu perdão ?

Engoli oque restava de sangue em minha boca, Yahiko começou a rir enquanto enfiava o Objeto ate o talo dentro de mim, a ponta afiada empurrou minha carne a rompendo, nesse momento qualquer força que tinha, esvaiu por minha pernas, os dedos ásperos saíram de minha cintura deslizando por minhas costas, emaranhou em meu cabelo o puxando para cima, minhas vistas haviam ficados nubladas, minha mente aos poucos desistira da tentativa de me tirar dali, Yahiko me puxou fazendo Madara soltar meu braço, o Objeto cilíndrico começou a sair do meu interior aos poucos, só então havia notado que ele havia parados de investi-lo  em minha intimidade, mas logo meu alívio veio como um grito em minha garganta, um som que foi abafado pelas mãos do Uchiha, Yahiko forçou meu corpo com tudo para sentar novamente no objeto que ate então escorreu para fora, a ponta rompera por completo minha carne, um liquido quente começou a escorrer em minhas pernas, senti algo quente tocar em minha nuca.

Yahiko: Devo admitir que gostei da nossa noite.- Sussurrou.

Madara: Ao menos alguém se divertiu.

Meu corpo inteiro tremia, minhas pernas imploraram por suplicas, meu inteiro estava dormente, mal sabia oque havia acontecido, Yahiko se afastou de mim me dando liberdade de me levantar, forcei minhas pernas que protestaram minha tentativa, o objeto gravado em meu interior pedia espaço a cada movimento, passei minhas mãos em minha intimidade sentindo o sangue espeço molhar meus dedos, trinquei os dentes ao alcançar o objeto o puxando devagar a medida que me levantei, o barulho nítido foi ouvido, tentei ao menos raciocinar para onde deveria ir, meu útero ardera, meu corpo pedia por apenas uma cama, caminhei devagar não ouvindo nada a minha volta, meus lábios ardiam, minha língua nem se quer sabia onde havia cortado, meus braços queimavam, andei ate a porta girando com dificuldade a maçaneta por causa do sangue.

Madara: Ate mais Sakura.

Yahiko: Estarei disposto a repetir se quiser.

Abri a porta passando pela mesma, só Kami-sama podia me ajudar agora, oque ouve comigo, oque ouve lá dentro, olhei para baixo vendo o sangue escorrer por minhas pernas, enquanto meu corpo pedia por ajuda, minha mente grita por socorro.

Pov’s Sakura Off......

Pov’s Sasori On...

Isso vai além dos meus princípios,  e completamente desnecessário e for a dos meus padrões, quem em sán consciência ficaria perdendo o seu tempo com algo tão monótono, sendo que a única coisa que funciona em seu corpo seria seus dedos, e seu raciocino, oque além de deixa-lo rápido o torna lerdo pois os conflitos e ações emposta as seu redor ficam em câmera lenta, suspirei tentando pela 3 vez matar o inferno chamado de Medusa, dês de quando uma deusa como ela e tão forte, na verdade dês de quando um humano pode vencer uma criatura como ela, empulhei os machados em Kratos novamente andando de uma lado para o outro, desta vez irei mata-la semi deusa.

Deidara: Danna, desiste você e péssimo nisso!

Sasori: Se cheguei ate aqui, posso matar essa infeliz.

Deidara: Woooo Akasuna usando palavras chulas, isso sim e raro, Hun.

Sasori: Cale a boca, não vê que esta me atrapalhando.- Repreendi.

Deidara: Re, perdi para um jogo?

Me reprimi a responder tal ofensa, e tão difícil ver o quando e complica, tenho que pensar em uma estratégia, em como decepar a cabeça da víbora sedenta.

Deidara: Fala serio, na boa Danna e só um jogo, Hun!

Apenas preste atenção nos movimento.

Deidara: Danna, e só sobir na pilastra e pula em cima!

Apenas espera a hora certa.

Deidara: Danna, Danna, Danna......SASORI!!!!!!

Agora, finalmente o momento perfeito e agora que, Deidara me deu um tapa fazendo meus dedos escorregarem do controle.

Deidara: KKKKKKKKKK Game Over!!!!!

Trinquei os dentes olhando para aquela face, sorrindo em minha frente, Deidara pegou o controle começando pela quarta vez.

Deidara: Aprende meu ruivinho.

Olhei para a tela arqueando uma sobrancelha, Deidara franziu o cenho para logo em seguida sorrir.

Deidara: Sei que você me ama!

Sasori: Hun.

Deidara: Oque ganho se passar dessa parte?

Sasori: Você não vai passar!

Deidara: Oque eu ganho Danna, Hun?

Sasori: Oque você quer ?

Seu sorriso triplicou, jurei a mim mesmo que ele iria rasgar seu rosto se continua-se sorrindo naquela maneira, voltei a olhar para a tela me reprimindo o máximo que pude, não acredito, Deidara a havia deixado a vida da Medusa pela metade, sendo que o personagem que jogara nem um aranhão havia sofrido, como ele fez isso, olhei para seus dedos e vi que seus movimentos eram parecidos com os meus.

Deidara: Danna, nossa diferença e que...

Rapidamente ele jogou o controle no chão sorrindo para mim, seus dedos vieram em minha nuca me causando calafrios, suspirei vendo a Caticine se iniciar na tela, o ar quente que sairá de seus lábios bateram contra os meus.

Sasori: Deidara aqui não....

Deidara: Você pensa de mais Danna..

Seus lábios se selaram aos meus com desejo, Deidara pediu passagem que mesmo relutante concedi, a carne quente invadiu minha boca me fazendo gemer, Deidara sorriu  aprofundando ainda mais, nossas línguas deslizavam uma na outra devagar, quase em câmera lenta, maldito, explorei com cautela sua boca sentindo o gosto amargo da cerveja que o mesmo tomou antes, me inclinei um pouco cortando nossa distancia, oque estou fazendo se alguém nos ver, isso pode dar problemas, não pelas câmeras, ou na central eles estarem vendo, e sim oque os outros podem pensar, isso pode sim ser um infortuno, Deidara se inclino tombando nossos corpos, senti a macieis do tapete brancos nos aconchegar, suas mãos vieram para minha cintura a pressionando, deslizei minhas mãos em seus braços devagar sessando o beijo.

Deidara: Viu, não foi tão ruim.

Sasori: Você e um idiota Deidara.- Rachei.

Deidara: Danna.....

Tombei a cabeça para o lado tentando ao menor não olhar aquelas malditas íris azuis, que sempre quando quer algo, faz o favor de fazer uma cara de como o cão que caiu do caminhão de mudanças, me arrepiei ao sentir sua língua em meus pescoço, mordi meu lábio, com o rastro de saliva que ficou em minha pele, logo sua boca abocanhou me fazendo remexer, seus dedos deslizaram para dentro da minha blusa, os dedos gélidos seguiram ate meu mamilo o apertando.

Sasori: Dei.....

Deidara: Danna, assim fica difícil, sabe o quando amo suas suplicas.

Fechei meus olhos com o chupão estralado em meu pescoço novamente, suas pernas forçaram as minhas a se afastarem o deixando entre elas, apertei seus braços trincando os dentes, porque sempre acabo cedendo, Deidara abandonou meu pescoço nos deixando rentes novamente. Iria dizer algo mais parei ao sentir uma sombra perto das escadas.

Ino: AI QUE NOJO!!!!

Deidara: Hun?

Sasori: Droga.-Murmuro.

Ino: Era so oque me faltava, gays, ai que birra, nossa que nojo!

Deidara: Ino se olhou no espelho já?

Ino: Oque isso tem haver seu escroto?

Deidara: Porque a única coisa nojento que posso estar vendo estou olhando para ela.

Deidara não mede suas atitudes e isso pode ser ainda mais problemático, franzi o cenho forçando meu corpo, Deidara se sentou me olhando sem entender.

Ino: Nossa que desperdício, e eu que estava fim do ruivinho.

Sasori: Primeiramente tenho nome, segundo nem se você fosse a ultima nessa ilha iria querer alguma coisa com você, terceiro, se você diz ser nojento oque ainda faz aqui?

Ino: Aqui e publico meu querido, vou onde quero e quando quero.

Kaimisha: OPA, oque esta acontecendo?- Sorriu.

Ino: Esses dois nojentos estão se pegando pode uma coisa dessas?

Ela nos olhou, era só oque me faltava.

Kaimisha: E dai?

Ino: Como assim e dai, não acha isso nojento.

Kaimisha: Garota que mente de barata em.

Ino: COMO É?

Kaimisha: Esta com inveja que perdeu o Kisame, e agora o Sasori?-Debochou.

Ino: Vagabunda eu não perdi nada e nem ninguém, quem esta perde são os dois!

Kaimisha: Sei, kkkkkkk

Deidara: Merda, custei fazer um clima!

Franzi o cenho o encarando, Deidara passou a mão em suas mexas se levantando devagar.

Ino: Credo imagina quando geral saber, nem quero ser vocês kkkk

Olhei na direção dela mas logo Ino parou encarando Deidara.

Deidara: Pode dizer pra quem você quiser piranha, mesmo que você espalhe, eu não vou atrás dos outros.

Sasori: Rs.

Kaimisha: Ui......

Ino: Acha que tenho medo de uma ameaça vindo de um Gay?

Aquela foi a gota d’agua pra mim, meus nervos clamaram por uma atitude, minha vistas ficaram turvas.

Ino: Isso não e contagioso e?

Minhas mãos começaram a arder, me levantei dando a volta no sofá, Ino cruzou os braços me olhando.

Sasori: Rs....rs.......

Deidara: Vhis deu ruim!

Ino: Oque?- Debochou.

Kaimisha: Puts, que legal.

Me aproximou dela o suficiente para nos deixar rente.

Sasori: Você se diz uma assassina, e veio para aqui correto?

Ino: Oque isso tem a ver com você ser isso que você e?

Sasori: Me diga como uma vagabunda como você que não sabe nem segurar uma faca pode contra, pessoas que nasceram para matar, pessoas das quais foram condenados ao corredor da morte, como putas vão sobreviver quando cada um aqui resolver começar a se matar, oque acha Ino, acha que ira sobreviver, ou melhor acha mesmo que seu corpo não vivara uma de minhas obras?

Ino se afastou trincando os dentes.

Sasori: Deixa eu adivinhar, acho que dando para todos aqui, algum deles iria ter a bondade de te proteger caso haja uma ‘’rebelião’’, tenho pena da sua forma de pensar, tenho nojo do cheiro que você exala, a única serventia que seu corpo tem e de servir de alimento para duas pessoas aqui.

Em um movimento brusco peguei em seu braço a jogando contra a parede que dava sustentação a escada, seu outro braço iria vir em meu rosto mais o impedi o prendendo acima de sua cabeça, as íris azuis me encaram com espanto, os lábios antes róseos tomaram um tom mais esbranquiçado.

Sasori: Acho melhor você acordar, e ver exatamente onde veio parar, antes de julgar, ou sair espalhando merdas por ai.- Rosnei.

A soltei notando a mesma se tremer, Ino sorriu prepotente.

Ino: Não tenho medo de você.

Sorri a encarando.

Sasori: Não tem que ter medo de mim.

Deidara: Há Danna, seria interessante ver os órgãos dela em uma exposição na parede, que desenho o seu sangue espirrado faria, me sinto atentado em saber.

Ino: Fale oque quiser!

Suas mãos tremiam minimante, Ino as cruzou tentando despistas.

Zabuza: Iria desperdiçar suas bombas nisso Deidara?

Deidara: kkkkk minha arte, uma não ira fazer mal, algum.

Kaimisha: Zabuza!- Repreendeu.

Seu tom saiu dois mais baixo que o normal, encarei o moreno que iria passar a mão na cintura de Kaimisha mais logo sessou.

Ino: Vocês tem demência, vão se foder.- Diz saindo.

Os paços da loira se intensificaram rapidamente pela cozinha, Ignorei aquilo voltando para o carpete.

Deidara: Deu fome, Danna quer alguma coisa, hun?

Sasori: Sim, doce.

Iria me sentar mais acabei sessando meu movimento, Kaimisha se aproximou passando seu braço em meu ombro, franzi o cenho a encarando, nunca dei tal liberdade a ela, mesmo que admito ela me chamo muito a atenção, suavizei minha face ao vela sorrir sincera, os lábios em um tom fosco me prenderam.

Kaimisha: Olha não sou exemplo de ninguém mas, oque você e o Deidara fazem ou deixa de fazer só diz critério a vocês, se quererem transar na sala trazem, nem a Ino nem eu, muito menos alguém aqui dentro tem o direto de julgar vocês.

Sasori: Não quero problemas.

Kaimisha: Sei que não, além do mais, sei que se uma certa pessoa tivesse visto, Ino teria se cagado de medo, rsrsrs

Kaimisha mordeu seu lábio para em seguida guiar sua mão ate meus lábios.

Kaimisha: Vocês dois são bem interessantes, ‘’Danna’’.

Sorri negando para mim mesmo, ouvimos paços virem das escadas tomando nossa atenção, Kaimisha franziu o cenho para logo em seguida sorrir, mas algo me dizia que aquele sorriso era mais de nervosismo do que de sinceridade, olhei em direção a mesma, vendo duas sombras desceram os últimos degraus, os únicos que faltavam.

Madara: Boa noite.- Sorriu.

Sorriso, na verdade acho que e a primeira vez que vejo ele sorrir.

Kaimisha: Boa Noite Uchiha!

Sasori: Boa noite. -Digo seco.

Esses dois, mais pareciam uma organização de apenas dois homens, seja oque for que se passa na cabeça de ambos, ja esta sendo executado, Madara não dispensou como sempre as vestimentas pretas, pelo visto ele prefere estar em um luto eterno, a calça jeans toda preta justa no corpo, um tênis All Star todo preto, a blusa social azul escuro dobrada ate a altura dos cotovelos destacou o peito desnudo com três botões abertos, o cabelos desgrenhado  combinou com o jeito rebelde, mesmo escondendo as íris negras como ônix, Madara não deixa de demostrando o quando consegui e pode ser insano, Yahiho acabou por descer o ultimo degrau passando por Madara o jeito introvertido, não deixou a desejar, uma blusa branca de mangas compridas com um desenho abstrato, junto da calça Jens azul escura e de um tênis All Star preto com os cadarços brancos, Yahiko passou os dedos em seu cabelo o desgrenhando ainda mais, os fios laranjas mesmo sendo impossível combinava com o ar rebelde, os piercings que mesmo lendo na fixa tenho minhas duvidas do porque um homem se submeteria a sentir tanta dor apenas por pequenas coisas.

Hidan: Ei Kaimisha não quer dançar um pouco?

Hidan escorou no portal olhando para ela.

Kaimisha: Claro.-Sorriu.

Neguei a mim mesmo vendo a tenção que se formou mesmo que mínima, a mesma andou a paços lentos ate próximo a ele, Hidan sorriu passando a mão em sua cintura, os dedos a puxaram fazendo a distancia entre ambos diminuir, ele beijou com cuidado o ombro dela dando um sorriso ao Uchiha que apenas o encarou.

Yahiko: Sasori.

Desviei o olhar, o semblante sereno me vez duvidar do que veria.

Yahiko: Sabe me dizer se todos já desceram?

Sasori: Hun, acho que menos a rosada que anda com a Ino, tirando ela todos já desceram.

Ele sorriu enfiando as mãos nos bolsos.

Yahiko: Valeu.

Acenei que sim o vendo seguir para a cozinha, Madara foi logo em seguida, me sentei pegando o controle, o personagem estava parado no meio do decerto, sorri minimamente, ainda irei viajar para o deserto, me sinto na obrigação de ao menos conhecer, e saber como e se sentir no inferno.

Deidara: Pronto agora posso comer vendo você perder a paciência.

Olhei de lado vendo uma bandeja media com vários aperitivos, suspirei me dando por vencido ele realmente vai ficar aqui, Deidara sorriu me entregando uma lata de suco.

Deidara: Que tal começarmos a apostar ?

Sasori: Claro.- Sorri.

Deidara sorriu um pouco espantado mas realmente, oque faço ou deixo de fazer apenas diz respeito mim e ao Deidara, o restante que vier, apenas aguente além do mais somos todos assassinos correto, sorri começando a jogar.

Pov’s Sasori Off.....

Pov’s  Zabuza On.....

Traguei uma ultima vez, apagando o cigarro na arvore mais próxima, o ar frio com a neblina baixa deixou o clima perfeito para um assassinato, o ar gélido conservaria o corpo em uma temperatura perfeita para ser consumido aos poucos, soltei a fumaça me lembrando dos lábios finos próximos aos meus, o cheiro de sua pele me impregnar enquanto seu corpo se unia ao meu com perfeição, as batidas aceleradas mesclando com o ar acelerado que saia dos lábios já manchados pelo sangue, fechei meus olhos deixando a fina chuva molhar um pouco meu rosto, paços pesados se aproximaram, os mesmos passos que me condenariam sem piedade.

Zabuza: Deveria esta lá dentro.

Kisame: Vim respirar um pouco.- Sorriu.

O timbre mudara drasticamente, sorri amargo com minha própria desgraça, abri meus olhos encarando o homem um palmo mais alto, os dedos ágeis deslizaram em seus lábios indo para seu queixo, um sorriso sereno para alguns, macabro para outros, desenhou os lábios carnudos expondo os dentes afiados, Kisame negou devagar.

Kisame: Como você havia me dito, há sim, quem avisa, amigo é!- Ralhou.

Zabuza: E dai?

Kisame encurtou nossa distancia tirando sua mão de seu queixo, os dedos gélidos agora passaram devagar em meu rosto.

Kisame: Cuidado vai acabar abanando o rabinho.- Sorriu.

Engoli em seco o encarando, esse maldito sorriso, iria me afastar mas Kisame pressionou meu queixo aproximando nosso rosto.

Zabuza: Não sou você.

Kisame: Zabu, esta mentindo pra quem? –Debochou.

Seus dedos saíram do meu queixo deslizando para meu pescoço, trinquei meu dentes ao sentir o aperto, o ar se tornar escaco, ouvir meus músculos suplicarem para serem libertos.

Zabuza: Kisa....me.

Kisame: Muito cuidado Zabuza, se fizer isso, eu mesmo mato você. –Sussurrou.

O sorriso prepotente sairá de seus lábios, Kisame me erguei do chão para em seguida me empurrar com tudo para traz, cambaleei um pouco mas logo em seguida levei as mãos em meus joelhos, tossi puxando o ar desesperadamente para dentro, olhei em sua direção novamente o vendo dar as costas.

Zabuza: Merda.-Rosnei.

Ergui-me novamente suspirando mais aliviado, droga, merda, merda, -Isso não e nada bom, levei a mão em meu rosto jogando alguns fios para traz, preciso foder alguém, não, a verdade e que preciso tirar essa maldita mulher da minha cabeça, oque estou pensando, caminhei em sentido a tenda ouvindo risadas insistentes enquanto a musica dava as pausas, passei pelos panos sendo recebido por Hidan que gritou enquanto saia, olhei mais a funda vendo Konan,  Kaimisha e Ino dançarem sensualmente no meio da pequena pista, ignorei aquilo seguindo para a mesa farta que havia no canto direito, peguei uma cerveja no barril a abrindo, me aproximei da mesa pegando alguns salgados, Kakuzu se aproximou pegando um pequeno bolinho.

Zabuza: Que merda. –Sorri.

Kakuzu: Hun?

Zabuza: Essa comida sem graça, e ainda da pior qualidade.

Kakuzu: Infelizmente não acho que serviram o tipo de comida que lhe agrada.

Zabuza: So pra acabar de foder comigo, e ai não vai pegar a antissocial?

Kakuzu me encarou para em seguida olhar um dos cantos da tenda, o acompanhei vendo Kisame beber uma Skol bits.

Kakuzu: Não estou afim de briga.- Sorriu.

Zabuza: Saquei, esta com medo?- Debochei

Kakuzu: Medo, não, já fiz coisas piores, ter apenas a denominação ‘’Canibal’’ não me assusta, apenas não quero cair em uma briga no inicio do jogo.- Bebericou.

Zabuza: Hun, irei fingir que entendi oque você falo.

Kakuzu: Rs, e você?

Zabuza: Estou suave.

Ele confirmou saindo, me virei olhando para o Kisame novamente, aquele sorriso, franzi o cenho olhando para o lugar que prendeu seus olhos com tanta devoção, então e hoje que o caçador ira devorar sua presa, Meyrumi estava em um canto olhando para as meninas que dançavam em meio as luzes paralelas, franzi o cenho ao notar os sorrisos intercalados do moreno e do cara cheio dos metais e quem nem se quer decorei os nomes, e claro não faço questão, suspirei frustrado porque mesmo não querendo meus olhos teimavam em olhar para a pista em especifico para as curvas, o contrate dos rasgos que haviam na saia mostrarem a perna bronzeada, os músculos se moverem a medida que seu corpo embalava na musica, apertei a lata em minha mão suprindo o desejo insano de ir ate ela, agarrar aqueles cabelos e tomar o veneno que há em seus lábios, mordi minha boca me recriminando em sentir o gosto de sua boca, em me recordar do gosto de sua essência, - Merda, suspirei desviando o olhar, encarei a lata em minha mão notando uma presença a minha frente.

Kaimisha: Não quer dançar?

Desgraçada, abri meus olhos a encarando.

Zabuza: Que eu saiba, você disse para manter distancia.

Kaimisha: Uma dança não faz mal algum.

Kaimisha andou ate o barriu pegando uma pequena pedra de gelo, a depositou com cuidado em sua nuca para em seguida guiar a pedra em seu pescoço, um sorriso mínimo de prazer, contornou os lábios finos, a pele quente se arrepiou ao derreter o pequeno cubo, uma gota desceu contornando seu pescoço, uma pequena onda de prazer sendo deslizada para logo se findar entre a fenda de seus seios.

Kaimisha: Vai mesmo apenas ficar me olhando?- Debochou.

Zabuza: Oque você quer?

Kaimisha: Apenas uma dança.

A musica mudou no exato momento que um sorriso contornou os lábios foscos, neguei sentindo os dedos gélidos deslizarem por meu braço, Kaimisha começou a se afastar passando a mão nos cabelos loiros agora soltos, alguns pequenos fios grudados ao pescoço já molhado pelo suor, larguei a lata em cima da mesa caminhando em sua direção, as curvas bem acentuados, a fina saia tentando fazer seu papel, mas que falhara ao tentar tampar as pernas torneadas, deslizei minhas mãos em sua cintura enquanto seu quadril era jogado para traz, as mãos foram nas minhas com cautela, um sorriso travesso se desenhou em seus lábios, Kaimisha tombou um pouco sua cabeça para traz a deixando em meu ombro, os fios dourados agora jogados em minha pele me causou arrepios desconhecidos, as luzes batendo na pele bronzeada mesclando com a fina camada de suor o rebolar bater contra meu sexo, que a essa altura implorou por alívio, puxei seu corpo para mais próximo a ouvi rir anasalado, as batidas frenéticas de seu coração podiam ser vistas atrás da veia em seu pescoço, me inclinei passando de leve meus lábios na pele exposta, os dedos ágeis passaram em meu cabelo o apertando.

Kaimisha: Zabuza.- Sussurrou.

Fechei meus olhos ao ouvir meu nome sair daquela maneira, forcei  o corpo a minha frente fazendo Kaimisha ficar de frente para mim, seus braços contornaram meu pescoço me fazendo sorrir amargo.

Zabuza: Ira se arrepender disso. -Suspirei.

Kaimisha: Duvido muito!-Rebateu.

Abri meus olhos pronto para beijar os lábios que tanto desejei, mas parei minha ação ao ver as íris opaco me olhar sedentos  os braços cruzados denunciavam o nervoso, a ira, e infelizmente sei oque viria a seguir, soltei a cintura da mesma a vendo me olhar com reprovação, Kisame sorriu negando com a cabeça, trinquei meus dentes sentindo uma gota descer por minha espinha, me afastei minimamente da mesma.

Kaimisha: Zabuza?

A encarei sentindo meu coração falhar uma batida, isso e ridículo, oque esta dando em mim, me afastei a passos rápidos , saindo da pista de dança, passei por Konan e Ino que acabaram passando a mão em mim, vadias imundas, trinquei os dentes, indo ate a saída mais acabei esbarrando em algo, olhei na direção sendo fuzilado por duas íris negras.

Zabuza: Algum problema?

Um sorriso mínimo desenhou nos lábios finos mais logo morreu, Madara se aproximou o suficiente para sentir o ar ficar escasso entre nos, franzi o cenho ao sentir o clima ficar mais pesado do que o habitual, me afastei por instinto mais reprovei tal ação, eu nunca recou oque deu em mim, Madara sorriu anasalado voltando a sua postura.

Madara: A pessoas que deviam lembrar, onde e seu lugar.

Zabuza: Oque quer dizer?- Ralhei.

Madara: Nada, apenas tome mais cuidado.

Madara me deu as costas indo para o outro lado, passei a mão em meus cabelos os jogando para traz, mas que merda de noite, oque deu em mim, sentir medo de um bosta desses, quem esse infeliz pensa que é, neguei para mim mesmo, não tem como essa merda piorar, passei a mão na tenda a jogando para o lado, passei sentindo os fortes pingos de chuva bater contra meus ombros, -Tem Zabuza seu bosta, tem como a noite piorar, andei a paços firmas dando a volta pela piscina, franzi o cenho ao sentir meus ombros começarem a ficar pesados, me aproximei das escadas, -Que se dane, passei direto pelas escadas andando ao lado da mansão, a chuva castigou ainda mais minhas roupas, mas a essa puta de humilhação, estou pouco me fodendo para o dia de amanha, na verdade seria uma dadiva se ele não nascesse,  enfiei as mãos nos bolsos andando um pouco a mais, a mata fechada deixou ainda mais o clima propício ao meu próprio funeral, franzi o cenho olhando sutilmente para traz, mas ninguém estava ali, a maldita presença daquele Uchiha, oque deu em mim aquela hora, neguei sorrindo da minha própria desgraça, olhei para baixo vendo o gramada aconchegar meus pés já encharcados, não adianta ficar aqui, amanha meu dia vai ser mais bosta do que essa noite, dei meia volta mais parei meu movimento ao ver um certo albino escorado em uma das arvore ao longe, a arvore de tronco groso servira de apoio para o corpo inerte, o cigarro já apagado pela chuva ainda tomava os lábios pálidos, as íris lilases estavam perdida no céu negro, Hidan sorriu amargo mais ainda assim não parecia que iria sair de lá,- Pelo visto não sou o único a estar ferrado essa noite, olhei para os lados vendo se ele estaria acompanhado, se fosse ao menos fora dessa maldita ilha, essa pele branca já estaria manchado com o tom vermelho escuro, admito, mesmo que esse babaca so fale merdas, apenas de pensar no sabor de sua carne, minha boca chega a salivar, andei entrando para dentro da mata, o barulho dos galhos batendo uns nos outros pela força do vendo, apenas ajudava a minha aproximação.

Zabuza: Presa fácil de mais.

Me aproximei aos pouco o vendo fechar os olhos, sorri mordas passando pela vegetação rustica, isso esta fácil de mais, mas vindo de um imbecil que fica falando de sua religião e ainda se diz um imortal, qualquer coisa vindo dele e possível, me aproximei o suficiente para ver as gotas da chuva deslizarem pelo rosto pálido, -Albinos, neguei a mim mesmo, seria perfeito apenas arrancar um pedaço de seu pescoço, seria uma morte rápida, e mancharia sua pele branca, uma cena excitante de se imaginar, e deliciosa de se ver, mas infelizmente não quero que ele seja meu ultimo alimento.

Zabuza: Imbecil!

Hidan deu um pulo franzindo o cenho.

Hidan: PORRA CARALHO, NÃO VEM CHEGANDO DE FININHO NÃO SEU MERDA!!!

Revirei os olhos, oque eu vim fazer aqui mesmo, com o susto o cigarro acabou caindo sobre a grama, oque restou dele.

Hidan: Caralho.

Arqueei uma sobrancelha, eu realmente assustei a princesa.

Zabuza: Desculpe princesinha, não queria te assustar.

Hidan: Princesa meu pau no teu rabo, oque veio fazer aqui ?

Zabuza: Isso importa?

Hidan: KKKKK AI MERDA JÁ SEI!

Zabuza: Da pra parar de gritar como se fosse um porco indo pro abate.

Hidan: VAI VOLTAR PRA VADIA QUE TE PARIU!!

Zabuza: Xingar são suas únicas armas?- Sorri.

Hidan: kkkkkk não e apenas meu vocabulário exigente, vai tomar no porra do seu cu, oque caralhos você veio fazer aqui?

Sorri de canto o vendo cruzar os braços, logo Hidan sorriu debochado.

Hidan: kkkkkkkkkkkk o canibal que se diz o machão da porra foi chutado!!!

Trinquei meus dentes o encarando.

Hidan: kkkkkkk Jashim-sama arigato, sabia que iria ganhar alguma coisa essa noite.

Zabuza: Oque quer dizer?-Rosnei.

Fechei minhas mãos em punhos, meus músculos se tencionaram, vou socar a cara desse imbecil.

Hidan: ACHO MESMO QUE IRIA PEGAR ELA SEU MERDA?

Zabuza: Já peguei uma vez diferente de princesas como você!

Hidan: Se gaba de ter comido ela em uma piscina, vai ser troxa, ela estava necessitada acha mesmo que você um bosta iria conseguir uma mina naquelas?

Zabuza: Cabe os gemidos dela responder essa sua pergunta.

Hidan: kkkkkkkkkk chama aquilo de gemidos?

Tombei a cabeça de lado o vendo me encarar, sorri entendendo agora, e claro, Hidan pode ser da minha idade mais sua mentalidade beira a uma criança de nove anos, e fácil de mais de te ler Hidan, sorri relaxando meus músculos, não irei me estressar, não com uma cara que estou afim de foder.

Zabuza: Princesa que tal fazermos assim, quando você ao menos fazer ela gozar quatro vezes a gente conversa no mesmo nível oque acha?- Sorri.

Hidan: Faço muito mais do que isso, te garanto que uma única noite em minha cama, e ela não ira querer sair mais.

Zabuza: Precisa de quatro paredes para fazer uma mulher gamar no seu pau?

Hidan: VAI SE FODER SEU PORRA, VOCE ENTENDEU!!!!!

Comecei a rir da afobação do outro, e fácil de mais estressar esse idiota, Hidan franziu o cenho cruzando os braços, olha só, a princesa também pode emburrar.

Hidan: Você e pior que o puto do Kakuzu.

Zabuza: Não quero saber, mas sei que sou o melhor em outra coisa.

Hidan: SEI, EM SER UM ARROMBADO DO CARALHO?- Sorriu.

Neguei a mim mesmo vendo ate aonde minha necessidade chegou, olhei Hidan dos pés a cabeça, ao menos não irei me rebaixar  tanto, me aproximei notando o mesmo ainda manter o sorriso estampado em seu rosto, tirei minhas mãos dos bolsos, ao menos não posso negar que estou afim de saber o sabor de sua pele, nem que seja rápido, ao menos com isso irei extravasar um pouco, em um movimento rápido peguei em seu braço o puxando Hidan o puxou contra, a donzela sabe de defender, apertei seu pulso o ouvindo estralar, Hidan sorriu me fazendo franziu o cenho, o puxei novamente mais desta fez com mais força, ele veio ao meu encontro mais o virei rapidamente, o empurrei contra o tronco da arvore ouvindo o bate de seu corpo, puxei seu braço para traz o torcendo.

Hidan: CARALHO QUE MERDA E ESSA.

Zabuza: Cala a porcaria dessa boca e colabora.  -Rosnei.

Hidan: kkkkkk saquei esta afim de me comer, não e seu arrombado.

Zabuza: Ate que você não e tão idiota.

Hidan: Ao menos me faz gozar caralho!

Admito que fiquei surpreso ao ouvir aquilo, então esse hipócrita e bissexual, mas esta na cara de mais que ele não e o ativo de ninguém, torcei mais seu braço o vendo trincar os dentes,  passei minha outra mão em sua cintura a apertando.

Zabuza: Então gosta de ser fodido!

Hidan: Admite que quer se afundar no meu rabo de uma vez porra.

Zabuza: Isso não posso negar.

Soltei sua cintura dando um tapa estralado, Hidan riu tentando puxar seu braço mais o impedi  o torcendo novamente.

Zabuza: Qual a parte do colabora você não entendeu.

Hidan: Torce mais....-Sorriu.

A voz rouca me vez arrepiar, sorri tombando minha cabeça para frente encostando minha testa em suas costas, que buraco sem fundo e esse que me enfiei.

Hidan: Se quer uma puta pra te consolar vai atrás daquelas vadias.

Zabuza: Cala a boca porra, se quero ser consolado e no buraco que você chama de cú cacete.

Hidan: Então enfia de uma vez, ou ta achando que sou virgem.

Zabuza: Sei que nesse rabo já entram muitos.

Deslizei meu dedo entrando sutilmente na calça.

Hidan: MUITOS SEU RABO!!!!!

Sorri ao ouvir tal confissão.

Zabuza: Entendi, então foi apenas aquele cara, o Kakuzu quem te comeu?

Hidan: QUER SABER DA PORCARIA DO MEU PASSADO OU ME FODER?

Essa informação pode me ser útil depois, mas por enquanto prefiro apenas desfrutar, além do mais o Kakuzu junto daquela dupla estranha de denominando artistas são os únicos que não oferecem perigo a ninguém, me afastei olhando a camisa colado ao corpo por causa da chuva, deslizei meus dedos subindo a camisa que contornou perfeitamente o corpo mediado do mesmo, a pele clara se arrepiou com o mínimo contato, sensível de mais, sorri ao notar o silencio do outro, deslizei minha mão para frente passando por suas costas, sentindo os gomos não tão definidos do outro, seu peito puxou o ar com força para dentro, deslizei meus dedos ate seu mamilo o apertando, o corpo abaixo de mim estremeceu devagar, brinquei com o pequeno bico irisado o vendo tombar a cabeça para frente, Hidan assim você esta facilitando de mais, o puxei entre meus dedos deslizando minha mão em sua barriga, cheguei ao cós da calça o desfazendo com facilidade, adentrei minha mão sem cerimonia nem uma, o membro semi rígido me fez sorrir anasalado, o tecido da box molhada colara a minha mão denunciado a cada movimento feito, apertei sua grandes um pouco inchada o ouvindo suspirar.

Zabuza: Você e sensível de mais.- Sussurrei.

Hidan: Caralho, cala a boca......

Zabuza: Rsrsrs você disse pra te fazer gozar não é?

Sua outra mão foi no tronco da arvore a apertando, as pernas esguias se abriram minimamente me dando mais liberdade, deslizei meus dedos ate suas bolas as apertando devagar, tombei meu rosto novamente notando a nuca antes pálida tomar um tom avermelhado, deslizei minha mão ate seu membro notando a glande babada pelo pré gozo, as veias começarem a ficar saltadas, apertei sentindo o membro pulsar com minha ação, comecei a bombear seu membro vendo suas costas se contrariam, os fios brancos se desgrenharem com sua atitude, sorri ao ouvir um murmuro baixo, ao menos vou foder esse imbecil ate o talo, aumentei meus movimentos, sentindo o pre gozo deslizar sobre meus dedos, a cada vinda aumentava o aperto da carne já dura em minha mão, inalei o cheiro viril de sua pele passando minha língua em sua nuca, Hidan curvou as costas empinando ainda mais sua bunda em minha direção, -Caralho, deslizei minha mão ate a glande a apertando com força, -Hidan suspirei gemendo baixo em seguida, acariciei sua fenda com cuidado antes de forçar uma penetração pequena.

Hidan: Merda.....

Zabuza: Desse jeito não ira gozar apenas uma vez.-Sussurrei.

Hidan: Isso enfia seu puto.

Concedi seu pedido forçando mais sua fenda, Hidan tombou a cabeça para traz deixando seu pescoço exposto.

Zabuza: Sua carne me atiça.- Suspiro

Hidan: Canibal miserável, me morde seu merda.

Bombeei seu membro tirando meu dedo de sua glande, pelo visto ele aprecia um pouco de dor, mais afinal quem faz sexo sem ao menos sentir um pouco de dor, não sabe apreciar uma boa transa, intensifiquei meus movimentos, encarando o pescoço exposto, a pele pálida tomar um tom avermelhada, minha roupa ficou pesada, meu corpo se esquentou apenas de encarar aquele local, trinquei os dentes intensificando ainda mais meus movimentos, Hidan se deixou levar pelo prazer se permitindo gemer mesmo que baixo, o membro latejou acusando seu ápice, as costas se curvou mais, os dedos gélidos nas costas se fecharam, os pulmões clamaram puxando o ar o máximo que podia, a veia em seu pescoço saltou a medida que sua pele se arrepiou com a onda que percorreu seu corpo, Hidan gozou mordendo seu lábio fortemente com um sorriso estampado em seus lábios, antes brancos como a neve, agora vermelhos como sangue, estremecia ao sentir seu gozo ainda preencher com estase meus dedos.

Hidan: Da pra soltar...a porcaria do meu braço....

Zabuza: Porque?

Franzi o cenho ao notar minha voz sair mais baixo do que o normal, Hidan se ajeitou deixando os fios grisalhos tampar um pouco a pele alvo que tanto me atiçou, ele sorriu rebolando minimante em meu membro me fazendo suspirar, deslizei meus dedos por dentro da calça indo ate suas bamdas a pele clara se arrepiou com minha atitude.

Zabuza: Merda.

Hidan: Oque?

Zabuza: Você e fudidamente gostoso.-Rosnei.

Hidan: Então me fode porra.- Sorriu.

Deslizei meus dedos por sua fenda com facilitando, pressionei sua entrada a lambuzando com seu gozo, afinal quero que isso acabe rápido, e não que ele fiquei clamando dor, se bem que ira clamar de todo o jeito, não sou nem um pouco pequeno para uma entrada tão apertada, introduzi dois dedos de uma única vez o vendo ficar tenso.

Hidan: PORRA ZABUZA!!!!!!

Zabuza: Oque, não acho que faço o tipo calmo acho?

Hidan: kkkkkkkkkkkk não seu bosta, já falei que não sou a porra de uma virgem!!!!!

Franzi o cenho dando de ombros, se ele quer assim, tirei meus dedos de seu interior, me afastando minimamente.

Hidan: Agora solta o meu braço!

Zabuza: Porque, assim e bem mais divertido. -Zombei.

Hidan: Caralho kkkkkkk solta pra ver cara.

Acabei por ceder a seu capricho, Hidan o levou para frente o esticando, mas logo em seguida levou suas duas mãos na borda da calça jeans que agora estará colado por inteira em seu corpo, o tecido groso foi descido com agilidade revelando a pele dois tons mais claro, branco de mais, passei a língua em meus lábios ao ver o musculo se contrair.

Hidan: Vai ficar parado ai namorando minha bunda, ou vai comer ela, pra quem falou que e de atitude kkkkkkkk

O Encarei vendo as íris lilases me desafiarem, sorri deslizando minhas mãos ate o cos da bermuda desfazendo o fecho, suspirei ao sentir meu membro latejar por atenção, desci o zíper ganhando um espasmos como resposta, abaixei minha box me arrepiando ao ter meu membro livre da apertada vestimenta.

Hidan: Gostei!

Zabuza: Ainda não viu nada.

Peguei em meu membro me masturbando enquanto via as feias em seu corpo se sobre saltar, peguei em uma de suas bandas a separando, vendo o buraco avermelhado se contraria a medida que era exposto, aproximei meu membro da entrada apertando o roçando nas pregas rosadas, Hidan rebolou mandando meu auto controle ir dar uma volta no inferno, o penetrei sem prévio aviso o vendo se contrair, seu interior me acolhei rapidamente, as paredes me pressionaram com desejo, seu interior me apertou querendo me expulsar, -Isso, suspirei com tal sensação, me arrepiei mordendo meus lábios, com um rabo apertado desse não irei durar muito, ainda mais depois do que a Kaimisha me fez passar essa noite, tirei quase meu membro por completo, para entrar novamente com tudo, Hidan gemeu ao ser invadido novamente, sorri começando a me afundar naquele corpo frágil, peguei em sua cintura o empurrando contra meu membro, nossos corpos batiam com violência um contra o outro, meus braços perderam o controle, meu membro a cada minuto foi mais esmago, a chuva já não incomodava mais, as gostas antes gélidas agora caía quentes em meu corpo, minhas estocadas a cada segundo ganhara um ritmo mais acelerado, as bandas antes branco agora vermelhas pelo atrito, gemi rouco ao sentir suas pregas esmagarem ainda mais meu membro.

Zabuza: Porra Hidan!- Rosnei

Hidan: Mais forte.... mais rápido, me fazer gemer seu merda!!!!!!

Trinquei meus dentes exercendo mais pressão na cintura fina, sorri ao ver as pregas antes róseas agora vermelhas, em meu membro o liquido espeço avermelhado me deixou ainda mais excitado, as investidas se tornaram ainda mais intensas, Hidan gravou os dedos no tronco da arvore tentando se equilibrar, sorri ao ver ser rosto vermelho, as pernas entre apertar, seu compro me acolher a contra gosto, ouvi um gemido languido sair de sua garganta me fazendo sorrir.

Hidan: Isso .....isso....

Zabuza: Puto desgraçado.....

A próstata já inchado clamava para ser poupada, foquei apenas naquele lugar o vendo delirar, os lábios avermelhados sorriam ao ter aquele local acertado, as pernas tremeram, a blusa em meu corpo a essa altura me sufocara, a calça incomodou meus movimentos, mas não consegui parar, admito que estou viciado nesse maldito, a pele seu corpo, o interior quente e apertado  querendo me expulsar a qualquer custo, mordi meu lábio ao sentir as gotas descerem por minha nuca, alguns escorriam de minha testa mais não ligava o corpo a minha frente e meu único desvaneio, os gemidos já escapavam de minha garganta, Hidan gemeu meu nome ao ter seu ponto acertado inúmeras vezes, essa maldito puto retardado, um arrepio percorreu toda minha espinha o sangue em minhas veias ferveu ferozmente, suspirei ao ver o corpo em minha frente se arrepiar junto de um gemido lânguido, -Gozou de novo,  minhas vistas ficaram turvas, estoquei mais algumas vezes me desmanchando em seu interior,  Hidan riu baixo mas logo se agarrou a arvore, me retirei de dentro dele vendo suas pregas lutarem para voltar ao normal, não demorou para ver o gozo sair róseo me fazendo sorrir.

Hidan: Gosto do estrago seu bosta?

Zabuza: Com toda certeza.

Começamos a nos vestir ouvindo algo de metal cair, nos viramos para a direção, Hidan começou a rir.

Hidan: kkkkkkkkk se esta com essa cara deixa eu adivinhar, o puto do Kakuzu não quis de comer?

Konan: Vocês são nojento preferem se comer!- Diz com repulsa.

Zabuza: Hun, prefiro comer o rabo desse arrombado do quer comer uma buceta rodada!

Hidan: Arrombado seu cú!!!

Zabuza: Prefiro você gemendo. -Advertiu.

Hidan: VAI SE FODER.

Konan: Você não me conhece e....

Zabuza: Não faço questão de conhecer, e nem se quer me imagino fodendo isso que você chama de buceta, você e o tipo de mulher que prefiro cortar meu pau do que ser obrigado a ti comer.

Hidan: Na Boa Konan, não leva pro pessoal, mas você não faz meu tipo!

Konan: Porcos nojentos, vocês são doentes, me dão nojo, acha que um dia terão uma mulher como eu, por isso ficam se fodendo ai, quer saber, voltem a fazer isso, porque e o máximo que ponderam ter.

Ela saiu balando o rabo como se fosse uma cachorra no cio, ri negando para mim mesmo de tal decadência.

Hidan: kkkkkkkkkkk ferro Kakuzu vai me fuzilar uma semana inteira.

Zabuza: Hun, está afim de terminar isso lá dentro, sem plateia?

Hidan: kkkk tranquilo.

Hidan saiu andando na minha frente tirando a camisa, as costas brancas ficaram expostas revelando os vergonheis dos lados, isso pode ser interessante.

Hidan: AI, VAI FICAR SO OLHANDO?

Ele se virou abrindo os braços, me aproximei do mesmo o fazendo sorrir.

Zabuza: Seu tom de pele ate que pode ser interessante.

Hidan: RE, Oque quer dizer?

Zabuza: Estou dizendo que quero te marcar mais.- Sussurrei.

Hidan: Manda vê seu puto.

Caminhamos um do lado do outro saindo da mata fechada, olhei para o céu vendo a chuva que  iria engrossar, mas que se dane, ao menos ganhei alguma coisa essa noite, Hidan amarrou o pano no passante da calça subindo as escadas,- Não irei admitir isso a ele mas, essa carne e viciante.

Pov’s Zabuza Off.....

Pov’s Kisame On.....

Deslizei a mão em meu cabelo tirando um pouco do excesso de água, a chuva acabou engrossando tirando alguns da tenda, me escorei no vão da pia bebericando mais um pouco da cerveja em minha mão, o frio que entrou pela janela não me incomodou, mas pelo visto fez alguns ficarem mais afastados.

Ino: Merda de chuva, acabo com meu cabelo.

Konan: Inferno.- Gritou.

Konan passou a paços rápidos indo para o corredor.

Ino: Eu em, oque deu nela?

Sakura: Ino!

Todos olharam para o rumo da escada, a tal rosada não havia descido para a festa e agora aparece apenas com um roupão todo preto.

Ino: Oque ouve ?- Diz assustada.

Sakura: Sobe.

Ino: Pra que, porque você não desce, sabe que será punida não sabe?

Sakura: Apenas sobe Ino!

A loira bufou pegando duas latas de refrigerante.

Ino: Se quiser estarei la em cima Kisame.-Sorriu.

Neguei sorrindo, pelo visto essa se apaixonou, mas pro azar dela, não estou interessado em apenas uma foda simples e sim, quero fazer um belo estrago, me satisfazer ate o limite, olhei para o rumo da sala vendo a pequena sinueta encarar a tela da TV enquanto segura uma lata de suco de laranja, os dedos pequenos e os lábios finos encaravam o que passara com devoção, apertei a garrafa entre meus dedos, já me segurei de mais, e além do mais, essa maldita bebida fraca nem se quer me fez efeito, e isso apenas ira piorar para você Meyrumi, ouvi a porta ser aberta, Hidan e Zabuza passaram ignorando os olharem que atraíram, ambos foram para o corredor sumindo no mesmo, não acredito, depois de tudo, vem querer fingir que não demostrou nada Zabuza, arqueei uma sobrancelha, iremos tirar isso a limpo, estou cansado desse seu maldito jogo, e principalmente sabe que odeio jogos.

Kakuzu: Era só oque me faltava!

Kakuzu se aproximou escorando ao meu lado.

Kisame: Pelo visto você entendeu bem.

Kakuzu: Não e difícil perceber.

Kakuzu pegou alguns salgados os comendo devagar.

Kisame: Se importa?

Kakuzu: Não, deveria?

Kisame: Não sei.

Voltei minha atenção para o canto em especifico da sala, os dedos ágeis agora jogaram o cabelo todo para o lado, -Cansada, não Meyrumi ainda não viu oque e cansaço.

Kakuzu: Boa noite!

Kisame: Com toda certeza terei uma ótima noite, ate.

Estarei meu pescoço passando por alguns que ainda permanecem na cozinha, caminhei ate a sala vendo que Sasori se mantinha na frente do vídeo game, andei mais um pouco atraindo a atenção do meu objetivo dês do inicio desta festa, nada me interessou, nem as meninas se insinuando nem muito menos os comes e bebes, apenas de ver essas íris castanho escuros me encararem, -Meyrumi, peça a qualquer deus por misericórdia, me aproximei mais um pouco passando meus dedos devagar sobre sua bochecha, a mesma acompanhou meu movimento me encarando em seguida, me inclinei aproximando de seu ouvido.

Kisame: Lembra que você me deve uma? – Sussurrei.

Meyrumi: Sim.

Kisame: Que bom, porque quero que me pague essa noite!

Afastei-me minimamente deixando nossos rostos rentes.

Kisame: Sobe!- Ordenei.

Meyrumi desviou o olhar colocando a lata no braço do sofá em seguida rumou para as escadas, interessante, quando ela disse que honra com sua palavra, não achei que chega-se a esse ponto, pelo visto dei sorte, tomei mais um gole da cerveja subindo em seguida, ouvi um estrondo alto vindo da cozinha me fazendo parar, olhei na direção vendo Yahiko me encarar, ouvi alguém gritar o xingando, perguntando o porque dele ter quebrado a garrafa, olhei para o topo da escada voltando a fita-lo, dei de ombro o vendo sair da cozinha, continuei a subir as escadas, pelo visto o Kakuzu não era o único interessado nela essa noite, acabei de subir vendo Meyrumi parada no meio do corredor, caminhei ate meu quarto abrindo a porta para ela, os paços suaves rumaram para dentro devagar, passei em seguida a fechando atrás de mim, pois a garrafa em um canto qualquer me aproximando da mesma que se manteve de costas olhando para o quarto, tirei minha blusa sentindo minhas mãos formigarem, me aproximei a vendo passar a mão em um de seus braços, -Nervosa, impossível, passei minha mão em seu cabelo o afastando de seu pescoço, a pele clara se arrepiou com meu contato, o subir e descer de seus seios condenava sua ansiedade, ela realmente estava esperando por isso, passei a ponta do meu nariz sentindo o cheiro de sua pele.

Kisame: Delicia.- Suspiro.

Os lábios finos se abriram minimamente.

Kisame: Deixarei marcas em seu corpo, como um predador deixa em suas presas.

Meyrumi estremeceu fechando seus olhos, a mão antes em seu braço agora descera para a lateral, passei meus dedos em seu cabelo o emaranhando em minha mão, sorri o sentir cheiro suave que vinha das mexas claras, o apertei ainda mais expondo sua nuca, a pele clara agora arrepiada mesclou com fina camada de suor em sua nuca, me inclinei passando a língua na mesma a notando se remexer.

Kisame: Meus dentes marcaram cada parte de seu corpo.

Puxei seu cabelo fazendo seu corpo se chocar contra o meu, submissa de mais, ate aonde pode aguentar Meyrumi, deslizei meus dedos em seu ombro os descendo por seu braço, a medida que tocava em sua pele um arrepio maior percorria a pele, sorri ao sentir o final, a mão antes gélida agora suada, passei meus dedo devagar sobre a coxa descoberta pelo vertido a ouvindo engolir em seco, a subi novamente deixando meus lábios próximo de seu ouvindo, passei minha língua em seu glóbulo o mordendo em seguida, o fraco gosto do ferro pode ser sentindo, mas parei, afinal não quero sentir seu gosto agora, se não acabaria perdendo a graça, deslizei minha mão em seu ombro indo para frente, passei devagar sobre os seios fartas sentindo a mesma ficar tensa, passei por sua barriga a deslizando suavemente pelo descido fino da vestimenta, afundei minha mão entre suas pernas a vendo trincar os dentes, subi minha mão sentindo a rendar cobrir oque e de mais valioso, minha recompensa por bancar o doido e intervir em uma briga que não me dizia respeito, afastei o pequeno tecido deslizando dois dedos em sua intimidade.

Kisame: Interessante.

Puxei ainda mais seu cabelo notando o rosto rubro da mesma, Meyrumi tombou a cabeça em meu ombro, meus dedos ficaram melados por sua essência, apertei seu clitóris a notando trincar novamente os dentes, seus olhos rejeitavam a hipótese se me encarar, sorri na pele alvo brincando com a pequena carne, os lábios semi aberto deixava escapar o ar devagar, seus olhos abriram minimamente fixados a parede, logo seu rosto tomou um tom mais relaxado, -Impossível ela ter gozado apenas com isso, tirei meus dedos de sua intimidade subindo minha mão, a fina camada banhara meus dedos, os abri vendo um fino fil. se formar, soltei seu cabelo a vendo encarar meus dedos, os aproximei de sua boca devagar.

Kisame: Prove! –Ordenei.

A mesma me olhou me arqueando uma sobrancelha, mas logo olhou para meus dedos novamente, os lábios finos se abriam minimamente senti a carne quente de sua língua passar devagar sobre meus dedos.

Kisame: Mais!

A pequena boca os acolhera de bom grado, franzi o cenho ao sentir a devoção com que a mesma limpou cada um, a saliva quente os humedeceu me fazendo trincar os dentes,  tencionei meus músculos ao sentir a carne de sua língua passar entre os mesmos, a saliva quente os cobrir por completo, suspirei apenas de imaginar sua língua em minha boca, olhei para baixou vendo a situação humilhante em que me encontrei, nem uma mulher conseguiu me excitar com tão pouco, puxei meus dedos de sua boca formando um filete de saliva que se rompeu quando agarrei seu braço, a puxei jogando seu corpo contra a parede mais próxima, Meyrumi gemeu abafado, me aproximei da mesma pegando em seu pescoço as íris castanho escuros me encararam curiosa, -Cadê seu medo, seu orgulho?.

Kisame: Meyrumi, assim você ira se tornar meu pecado em vida.

Pressionei meu corpo contra o seu a notando se enrijecer, sorri deslizando meu dedo em seu lábio, puxei suavemente a fina carne a vendo abrir minimamente os lábios, introduzi devagar meu dedo na cavidade quente a vendo acompanhar oque fiz, sempre me perguntei se teria uma mulher capaz de agir como uma animal selvagem, pelo visto irei tirar minhas duvidas com ela, senti a saliva escorrer devagar pelo lábio indo para meu dedo, o deslizei  de seu lábio acompanhado o trajeto de sua saliva, -Hipocrisia, sorri ao me dar conta da ânsia que meu corpo sentiu com aquele movimento simples, meus braços doeram ao querer sentir seu corpo mais próximo, me inclinei lambendo a salive que escorreu, as íris castanho repousaram em uma pequena neblina, -Meyrumi, sorri descrente do que fazia, se a quero tanto, irei deixar claro isso, tomei seus lábios em um beijo voraz, invadi a pequena cavidade sentindo o gosto de seus lábios, explorei sua boca notando a mesma ser acanhada em tal ato, deslizei uma mão para sua nuca apertando os fios pequenos, senti um timbre pequeno vir de sua garganta, deslizei minha outra mão para sua coxa,  subindo sua perna, os seios farto se esfregaram em meu peito pelo ato repentino, minha língua devorou cada canto mais notei a mesma não fazer o mesmo, sessei o beijo mordendo seu lábio a encarando, suspirei ao ver as íris dilatadas, o rosto rubro, os lábios antes vermelhos pelo batom agora, vermelhos pelo beijo, as mãos das mesma estavam fechadas.

Kisame: Pode me tocar!

Meyrumi piscou suavemente subindo suas mãos, os dedos quentes deslizaram para ambos os meus braços.

Kisame: Gosta tanto assim de receber ordens?- Debochei.

A mesma engoliu em seco me encarando, franzi o cenho pela visão, como uma pessoa consegui ser erótica com tão pouco, soltei sua pernas me afastando um pouco de seu corpo, neguei a mim mesmo ao sentir cada musculo protestar minha ação, Meyrumi me encarou suavemente.

Kisame: De joelhos!

Meyrumi: P..porque....?

Passei a mão em meu cabelo ao ouvir sua voz sair extremamente manhosa, - Merda.

Kisame: Me mostre oque sabe fazer!

Seu rosto mostrou confusão mas mesmo assim ela se ajoelhou o vestido mostrou um pouco a mais de suas coxas, Meyrumi me olhou confusa.

Kisame: Oque esta esperando?

Meyrumi: Eu.....não entendo.

Franzi o cenho a vendo se sentar sobre as pernas como uma boa submissa.

Kisame: Se esta brincando com a minha cara, sugiro que não me faça perder a paciência.

Meyrumi desviou o olhar fitando o chão por alguns segundo, a mesma se ergueu ficando de joelhos novamente, as pequenas mãos subiram devagar em minhas coxas indo para o cos da bermuda desfazendo o fecho com cautela, o zíper descer logo em seguida devagar, suspirei ao sentir um pouco de alivio, os dedos agora gélidos roçaram em minha pele passando no cos da box, logo o tecido apertado foi abaixado libertando meu membro, iria sorrir como sempre faço mais a cara da mesma me pegou de surpresa Meyrumi não havia mudado o semblante, apenas encarou meu membro curiosa, a pequena mão circulou o mesmo fazendo movimentos devagar, me arrepiei ao notar seus lábios se aproximar, o ar quente que sairá de sua boca bateu na glande que expelia pré gozo em excesso, devo admitir que se ela continuar assim irei perder completamente o controle,  sua boca abriu devagar expondo um pouco a língua, ri anasalado, se fosse com outras mulheres já teria a jogado na cama e fodido, mas estou a admirar cada gesto, se não estivéssemos em uma situação como essa diria que e apenas uma virgem, mas que esta conseguindo coisas que muitas não conseguem, me deleitei ao sentir a densa carne passar pela extensão do meu membro, a encarei vendo a mesma lambeu cada centímetro devagar como se apreciasse, Meyrumi pois mais a língua para fora abocando meu membro aos poucos.

Kisame: Isso....

Os movimento lentos porem fortes me fazia arrepiar a cada ido e vinda, os lábios finos aos poucos foi acolhendo meu membro, tombei a cabeça para atrás apreciando a pressão que seus lábios exerciam, os dentes rasparem por toda a extensão, a língua quente deslizar para fora dando mais espaço ao meu membro, deslizei meus dedos nos fios platinados os puxando suavemente, olhei para baixo vendo as íris castanho me encararem, mordi meu lábio ao vela abocanhar todo meu membro em sua boca, sentir sua garganta suportar toda minha extensão, suspirei ao ver a mesma me abandonar para em seguida beijar minha glandes.

Kisame: Boa garota.....

A língua quente passou devagar na fenda a penetrando suavemente, seu olhar não desviava a menos que eu mesmo o fizesse, e céus,  não estava fácil, Meyrumi me abocanhou com desejo novamente, senti a glandes escorregar por sua garganta, seus dentes arranharem minha pele sensível, puxei seus cabelos iniciando um ritmo mais frenético, os lábios agora sujou meu membro ate o talo, a glandes bateu na ovula, senti seus dedos fazer uma pressão um pouco maior em minhas coxas, mas ela não empurrou a cabeça, puxei seu cabelo a afastado para em seguida engolir novamente, Meyrumi levou suas mãos ao chão buscando um pouco mais de equilíbrio, minhas investidas tomaram um ritmo insano ate mesmo para alguém aguentar um boquete como esse, tombei minha cabeça para traz ao sentir um arrepio em minha espia, o suor em minha nuca, me afundei na pequena cavidade preenchendo por completo, sorri voltando a encara-la, sai de sua boca a vendo ficar um pouco mais aliviada, o gozo começou a escorrer por seu lábio.

Kisame: Engole!

Meyrumi me encarou passando o dedo no que escorreu, logo em seguida a vi engolir tudo passando a língua devagar sobre seu dedo.

Kisame: Obediente, gosto disso, mas.......

Tirei a bermuda junto da box, as deixando cair no chão, passei minha mão em sua nuca a puxando, a fiz se erguer mais notei o tremor leve em suas pernas, mordi meu lábio a puxando fortemente, a joguei contra a parede novamente atacando os lábios avermelhados, senti suas mãos vieram em meu peito deslizando por meu abdome, invadi a pequena boca desfrutando do gosto amargo do meu próprio gozo mais o misto com sua saliva me levou ao delírio, senti Meyrumi começar a fazer o mesmo em minha boca, nossas línguas deslizaram uma na outra em busca de mais contato, a prensei com mais desejo sobre a parede, o calor do seu corpo, o cheiro que exalou de sua pele,  deslizei minhas mãos sobre as curvas de sua cintura me incomodando,- Roupa de mais, passei meus dedos sobre o rasgo do vestido, sentindo nossa beijo se intensificar mais, nossas línguas vasculhavam ambas as bocas, a saliva começou a escorrer, apertei o tecido entre meus dedos impondo força sobre minha mão, o tecido se rompeu em questão de segundo, fazendo Meyrumi sessar o beijo, os lábios finos rasparem em meus dentes fazendo um pequeno corte.

Kisame: Gomen te assustei? –Sorri.

A cor vermelha tomou o lábio inferior, Meyrumi mordeu de leve para em seguida passar a língua, suspirei pois não havia notado que travei minha respiração com esse simples movimento, a encarei franzindo o cenho, seu sangue, como deve ser o gosto forte, Meyrumi olhou para o chão vendo a peça que antes cobria seu corpo agora jogado no chão frio, logos as íris castanho me encararam revelando um lábio com ainda mais sangue, sua mão subiu passando seu dedo devagar sobre o lábio, o mesmo manchou rapidamente com o sangue fresco, Meyrumi o tirou me encarando ferozmente, a gota de sangue se formou descendo preguiçosamente pela extensão do dedo, minha boca encheu d agua, meus lábios secaram, a mesma o aproximou da minha boca, inalei o cheiro de ferro polido, suspirei ao ver seu dedo virar, passei minha língua o limpando, -Kami-sama, a quanto tempo não sinto esse sabor, chupei seu dedo, me embriagando com o sabor único, seu dedo abandonou minha boca, para me mandar ao inferno rapidamente, os dentes pressionaram a carne de seu lábio fazendo assim que expelisse mais sangue da pequena ferida.

Kisame: Não faz isso.

Meyrumi: Kisa.....

Tomei seus lábios rapidamente em um beijo sedento, o gosto do ferro se espalhou rapidamente por toda cavidade quente, limpei cada canto desfrutando da pequena ferida, as pequenas mãos fora para meus braços as deslizando devagar, desci minhas mãos em ambas as coxas as apertando colei seu corpo ao meu a suspendendo, Meyrumi abriu as pernas a contornando em minha cintura, vibrei ao sentir meu membro próximo a sua intimidade, andei com a mesma ate a beirada da cama, ainda mergulhado em nosso beijo, a palavra luxuria não conseguia definir oque senti naquele momento, deitei com a mesma sobre a cama a sentindo estremecer abaixo de mim, nossos pulmões clamaram por ar, meus dedos exploraram o corpo pequeno, Meyrumi passou os dedos gélidos para meus ombros, aos poucos perdi cada resquício da minha sanidade, a saliva escorreu de nossas bocas molhando a pele sensível da mesma, sessei o beijo pela falta de ar, sugando o lábio ferido,-Meyrumi não pensei que ficaria tão entregue, tão submissa a mim, deslizei meu dedo em seu lábio sorrindo, as pupilar dilatas, o rubor em seu rosto, olhei para baixo nos afastando minimamente, deslizei minha mão ate o fecho de sua lingerie o desabotoando, os seios fartos pularam para fora se libertando me afastei ficando na altura dos mesmo, abocanhei sem cerimonia alguma ouvindo um gemido abafado, peguei no outro o apertando vendo as mãos da mesma apertar o lençol da cama com desejo, contornei minha língua no pequeno  bico descendo minha boca ate sua barriga, me aproximei de sua intimidade inalando o cheiro de sua essência, passei ambas as mãos em sua cintura pegando o fino fil da calcinha.

Meyrumi: K.Kisame.

A encarei vendo a mesma tropeçar nas palavras, apertei as calças da pequena vestimenta a puxando, fazendo o pequeno tecido se romper, joguei os pedaços em qualquer lugar, lambi meus lábios ao encarar o sexo da mesma, os lábios róseos completamente inchados, a intimidade lisinha, me aproximei a lambendo por completo, o gosto da mesma veio forte em minha boca, me fazendo estremecer, o sabor adocicado com um misto cítrico me fez delirar em segundo, agarrei suas coxas a expondo ainda mais, comecei a lamber toda sua intimidade enquanto sugava o clitóris que clamou desesperadamente por atenção, a medida que sugava a sentia estremecer em meus lábios, - Se soubesse que esse e o seu gosto, não teria demorado tanto, forcei ainda mais minha boca em sua intimidade sugando cada gota que saia, enfiei minha língua em sua intimidade ouvindo um gemido sair dos lábios finos.

Kisame: Mey...

Um suspiro maior sair de seus lábios, deslizei minha mão de sua perna indo para seu clitóris o estimulei enquanto a penetrava com minha língua, Meyrumi se contorceu minimamente na cama, ambas as pernas suavam, os dedos apertaram o lençol com força, sua coluna se forçou dando lugar ao tremor intenso que percorreu seu corpo, o gosto forte veio em minha boca, me dando ainda mais vontade de ficar sentindo sua essência, suguei cada gota que sairá com cuidado, inspirando o cheiro de sua intimidade como se fosse a droga mais cara que podia provar, me afastei passando a ponta de meu nariz em sua coxa, lambi a pele suave tomando da fina camada de suor que surgira, raspei meus dentes me segurando ao máximo para não fazer besteira, mas a essa ponto, a ver se entregar desse maneira, -Foda-se, sorri me cedendo um pouco ao meus instintos, gravei meus dentes na carne exposto perfurando devagar sua pele, o gosto do ferro veio nítido em minha boca, sentir a carne se romper a cada segundo que a aperto entre meus dentes, não a sensação melhor, soltei a carne antes que acaba-se a rançando em uma única mordida, as marcas deixava se avermelharam deixando o sague escorrer na ferida rem feita, passei minha língua lambendo o rastro deixado pelo espesso sangue, depositei um beijo suave antes de me afastar, sorri lambendo oque restara do sangue em meus lábios, a visão a minha frente e definitivamente inebriante , o subir e descer dos seios os lábios inchados pela pressão exercida, me levantei  a vendo engolir seco, passei minha mão em meu membro  o estimulando devagar, me torturando a presenciar tal cena.

Kisame: Meyrumi.

Ela me olhou serena, franzi o cenho com oque minha própria mente pedia, -Não apenas minha mente e sim meu corpo, faz tempo que não sinto o prazer do gosto do sangue alheio.

Kisame: Posso continuar mordendo você?

Meu corpo vibrou ao vela confirmar minimante com a cabeça, Meyrumi esta entrando em um buraco profundo de mais, não se arrependa depois, porque não terá volta, ao menos não da minha parte, ela tentou se sentar mais a impedi pegando em suas pernas, em um movimento rápido a virei de bruços fazendo a mesma levar os braços a frente para não se sufocar no colchão, encarei o corpo pálido a minha frente em cada detalhe, deslizei ambas as mãos em sua cintura a suspendendo, Meyrumi se ajeitou ficando de 4 sobre a cama com as pernas na beirada, sorri com a visão a minha frente, notei seus braços tremerem minimamente, o peito descer e subir com mais precisão, tirei uma de minha mãos da sua cintura apenas para dar uma tapa estalado, de novo isso, e como se ela não sente-se dor, nem um único gemido ou grunhir, me inclinei lambendo sua nádega vendo a pele se arrepiar, -Sensível,  mordi sua carne notando um livre tremor no corpo abaixo, o gosto do ferro veio novamente em minha boca, a vontade de arrancar cada pedaço e come-la ali mesmo nublou minha mente, esse gosto, essa sensação a quando tempo não sinto isso, cravei ainda mais forte vendo Meyrumi se inclinei para frente, o rosto se afundar no colchão macio, então senti dor, mas pelo visto a tenta ignorar, e uma pena, pelo visto esta perdendo seu auto controle, soltei a carne lambendo o sangue que saia da ferida, me inclinei sobre seu corpo suspirando quando minha glandes rosou em sua intimidade, Meyrumi estremeceu.

Kisame: Mey.

A mesma se remexeu indicando que estava ouvindo.

Kisame: Me pede!

Meyrumi: P..pedir?

Kisame: Sim, peça para te comer ate não aguentar mais, ate te encher com minha porra, peça!-Rosnei.

Os lábios avermelhadas se abriram minimamente, o olhos se fecharam enquanto suas mãos apertaram o lençol abaixo de nos.

Meyrumi: Por...por favor Kisame,

Os lábios foram judiado por seus dentes, humilhante de mais.

Meyrumi: Me faça sua.

Kisame: Diz de novo.- Sorri.

Meyrumi: Me faça sua.....

Meu corpo vibrou com aquele pedido, passei a mão em meu membro o encaixando em sua entrada, lambi suas costas, a vendo se estremecer, raspei meus dentes os aprofundando na carne de seu ombro, a pele se rompei rapidamente, com isso a penetrei de uma única vez a ouvindo gemer mais alto dessa vez, a voz falhara em suplica, Meyrumi tremeu abaixo de mim me fazendo gravar ainda mais os dentes em seu ombro, o lençol antes branco agora manchava-se com as gotas que escoriam de sua pele, as mãos cravadas firmemente no lençol agonizava o fino pano, em seus dedos os lábios entre abertos, o suor escorrendo por seu pescoço, seu interior se espalhou me fazendo soltar seu ombro, apertada de mais, duas sensações prazerosas ao mesmo tempo e de mais pra mim, lambi a ferida me erguendo sobre ela, passei minhas mãos em sua cintura saindo de dentro dela para em seguida entrar com tudo, o corpo pequeno se moveu com o impacto, comecei a estocar lento porem fundo, seu interior me comprimia ao máximo, sua essência me cobria com cautela, suspirei a cada investida, sorri ao ver seu corpo acolher todo meu membro de bom grado, Meyrumi erguei seus braços atombando um pouco a cabeça os fios platinados contornaram suas curvas, deixando um pouco da nuca expostas, comecei a notar seu quadril ficar mais relaxado, -Isso pequena se entrega, intensifiquei minhas estocadas sentindo cada parte do meu corpo se unir a ela, o gosto forte do sangue em minha boca me fazia delirar em êxtase, suspirei ao ouvir um gemido baixo sair de seus lábios.

Meyrumi: Kisa.

Kisame: Não me chame assim, ou vou acabar perdendo o resto do meu controle garota!

Meyrumi virou minimante sua cabeça mordendo os lábios, -Merda, oque deu nela, me afundei por completo dentro dela esperando ouvir um grito de desconforto mais o única coisa que recebi foi um suspiro que mais parecia de estase, -Incrível, voltei a estocar mais fundo o mais profundo que podia, minhas glande batia em sua pele com fervor , suas paredes se contraiam me levando ao tupor, o corpo suado, os fios grudaram em suas costas mesclando com finas camadas de sangue das feridas, meu corpo estremeceu, minha mente nublou minhas mãos formigaram minhas pernas estremeceram, sorri sentindo meu membro espalmar pedindo por mais espaço, gozei preenchendo seu interior por completo, notei Meyrumi estremecer em seguida tremendo suas pernas, um gemido abafado pode ser escutado, me retirei de dentro dela vendo meu gozo sair com filetes de sangue, -Excitante de mais, me afastei a vendo se sentar sobre suas pernas, ou como poucos conhecem Agura, os fios platinas grudaram em suas costas enquanto a ferida inchava os pequenos corte, me aproximei da cama me sentando, Meyrumi me olhou de canto tentando controlar sua respiração, me ajeitei na cama encostando minhas costas na cabeceira, os pequenos dedos passaram em seu rosto tirando alguns fios que teimavam em tampar a face rubro.

Kisame: Ainda não estou satisfeito.

As íris castanho se dilataram me encarando, sorri batendo a mão em minha coxa, peguei em meu membro que latejou com meu aperto, Meyrumi me encarou engatinhando ate a cama, nunca pensei que ela seria tão lasciva, os lábios róseos se inclinaram indo ate meu membro, a carne suave passei em minha glande a beijando suavemente, em seguida a língua contornou me fazendo tombar um pouco a cabeça, deslizei meus dedos nos finos fios os prendendo firmemente em meus dedos, ditei os movimentos a fazendo o abocanhar por completo, chega com essa paciência toda, Meyrumi me engoliu rapidamente.

Kisame: Desci jeito irei gozar rápido garota.

A garganta me acolhia de bom grado, os lábios me sugou ate o talo não deixando nem um único centímetro para fora, meu membro espalmou em sua ovula, a glande pediu por mais espalho, -Gostosa de mais, puxei seu cabelo a fazendo soltar meu membro, os dentes se serraram em reprovação mais nem uma única palavra era dita, a puxei o suficiente para erguer seu corpo, suas pernas se aproximaram das minhas.

Kisame: Abri as pernas!-Rosnei.

Ela obedeceu sem um único murmuro se quer.

Kisame: Agora seja uma boa garota e senta!

Meyrumi se ergueu deixando meu membro roçar em sua intimidade, suspirei ao sentir o calor da mesma em minha glande, suas pernas se flexionaram rapidamente a fazendo se sentar de uma única vez em me membro, encarei com devoção seu semblante que trasbordou luxuria, os lábios judiados se abriam em extasse, empurrei sua cabeça próxima a minha para em fim capturar os lábios avermelhados, mordi a pele fina a sentindo se romper Meyrumi nada disse apenas parecia apreciar tudo oque eu fazia em seu corpo, não precisou de uma única palavra seu corpo se mover devagar, suas mãos deslizaram com cautela sobre meu peito, sorri iniciando um beijo desejoso, nossas línguas se entrelaçaram uma na outra, nossos gostos se misturou ao ferro que saia das feridas feitas recentemente, agarrei sua cintura intensificando seus movimentos, o descer e subir preciso, o chocar de nossa peles,  Meyrumi deslizou suas mãos em meu pescoço arranhando suavemente minha pele, maldita, minha sanidade foi mandada ao inferno e não retornaria tão cedo, meus olhos se nublaram, os seios fartos subiam e desciam  em câmera lenta, o corpo quente, os fios platinados,-Kami, a saliva escorreu de ambas as bocas, sessamos o beijo pela falta de ar, mas não deixou de me embriagar ao ver sua boca sangrar, suspirei ao sentir meu membro espalmar novamente, essa mulher não existe, seus braços deslizaram em meu pescoço nos aproximando ainda mais, -Que se dane, deslizei minhas mãos ate suas coxas as agarrando fortemente, a joguei sobre a cama ficando por cima dela, me afundando ao máximo, Meyrumi sorriu minimamente com tal sensação.

Kisame: Você e minha, apenas minha.- Sussurrei

Meyrumi: Kisa..me....

Intensifiquei minhas estocas sentindo suas unhas cravarem em minhas costas,  o baralho de nossos corpos se chocando era a única coisa que podia se ouvir no quarto escuro, o suor descer por seu pescoço, a veia pulsar pela adrenalina, o barulho da cama rangendo a cada investida mais forte,  me inclinei lambendo os lábios judiados sugando o ultimo vestígio de sangue, meu corpo vibrou, minha mente apagou qualquer vestígio que possuía, lambi a pele de seu pescoço sentindo a veia pulsar a cada batida, meus braços protestaram meu peso, minhas pernas perderam a força, inalei seu cheiro raspando os dentes em sua pele, meu membro espalmou a fazendo gemer sincero pela primeira vez aquela noite, um gemido doce  porem baixo, o ultimo resquício de sanidade que ainda me restou veio em meu gozo preenchendo cada espaço a marcando com minha essência, tombei minha cabeça a abraçando rapidamente, meu membro latejou ao senti-la me apertar, mordi meu braço perto de seu pescoço gravando meus dentes o mais fundo que podia, o gosto do meu próprio sangue me despertou para a realidade novamente, os dedos antes quentes, deslizou em minhas costas devagar, minha respiração pesou rapidamente, o suor escorria pelo meu rosto.

Meyrumi: Você esta...bem?

Não, não estou bem, oque você me obrigou a fazer, como pude quase perder o controle, oque você tem Meyrumi, a anos não sei oque e perder o controle, nunca cheguei ao ponto de ficar tão cego, soltei meu braço vendo o sangue escorrer, me ergui saindo de dentro dela me deitando na cama, o travesseiro me aconchegou fazendo meu corpo relaxar em seguida, fechei meus olhos, passando meu braço sobre os mesmos, senti uma movimentação na cama.

Kisame: Faz anos que não tenho uma transa tão insana, e não estou falando porque fiquei preso.

Abri os olhos a vendo sentada na beirada da cama.

Meyrumi: Hun.

Kisame: Você e diferente, quando digo muito tempo, quero dizer que somente uma pessoa era capaz de me fazer sentir isso, pelo visto estava enganado na época.

Meyrumi: Sentir oque?

Kisame: Esse prazer insano, mas isso não importa, afinal a pessoa não esta mais aqui, já você, esta aqui!

Meyrumi: Oque quer dizer?

Sorri tirando o braço do meu rosto, me virei apoiando meu rosto no braço machucado.

Kisame: Estou dizendo que isso não vai terminar por aqui!

Seu rosto tomou dois tons mais rubros, Meyrumi encarou o chão para em seguida se ergueu.

Kisame: Onde vai?

Meyrumi: Para o meu quarto. -Suspira.

Franzi o cenho com tal atitude, que merda, suspirei negando a mim mesmo oque sairá de meus lábios.

Kisame: Pode ficar se quiser, sei que deve estar cansada.

Meyrumi olhou para um canto qualquer suspirando baixo, me incline passando a mão na sua chamando sua atenção.

Kisame: Relaxa não e como se eu fosse te matar enquanto dorme.

Seu corpo estremeceu mas não de medo, seu corpo esta no limite, pelo visto não foi o único a ficar satisfeito, Meyrumi se sentou novamente devagar.

Kisame: Com dor?- Sorri irônico.

Ela negou com a cabeça.

Kisame: Certeza?

Meyrumi: Apenas estou cansada.

Kisame: Hun.

Passei meu braço em sua cintura a puxando para mais perto, indiquei para ela se deitar, e a mesma o fez sem protestar, puxei seu corpo contra o meu inalando o cheiro que vinha de seu cabelo.

Kisame: Descansa, afinal a noite e uma criança, mais tarde podemos brincar mais um pouco.

Meyrumi: Hun.

Meyrumi relaxou o corpo suavemente, suas batidas ficaram mais suave a medida que a mesma acabou se entregando ao sono, -Meyrumi quando disse que você entrou em um buraco sem saída, não estava me referindo a transa, mas, me aproximei juntando nossos corpos, passei minha mão em seu rosto deslizando meu dedo em seu lábio, que sua vida pertence a mim, seu erro foi ter aceitado isso tão facilmente, mas claro você ainda não sabe do que posso ser capaz.

Pov’s Kisame Off....

Pov’s Madara On....

O barulho se tornará ensurdecedor, o som alto faziam as paredes tremerem, o cheiro de sexo misturado com maconha impregnava o lugar, mas de nada isso me importava, não agora, me aproximei da escada olhando para cima, a sala estava com um fina penumbra, sorri me recordando de que apenas 3 pessoas haviam subido esta escadas, e duas sei que estavam bem ocupados a essa altura, comecei a subir a mesma sentindo os tremores a cada degraus, suspirei ao chegar no topo a roupa suada e incomoda me dava agonia, como queria retira-la mais antes preciso dela, mesmo que cada parte do meu corpo rejeite a ideia, franzi o cenho com minha mente gritando para não ir, mas meu corpo desobedecia, o desejo, a luxuria, o pânico interno me cego ao ponto de estar aqui de frente para o corredor desejando aquele corpo bronzeado, andei a paços firme pelo corredor ouvindo de uma das porta um estrondo forte, arquei a sobrancelha identificando ser o quarto do Hoshigaki, neguei a mim mesmo com a coragem do mesmo de querer possuir tal mulher, andei mais um pouco ate ouvir o barulho do chuveiro, o ranger familiar do registro se abrindo, a porta do box sendo fechada com cuidado.

Madara: Perfeito.

Me aproximei da porta passando meus dedos na maçaneta, o barulho da agua se chocando contra seu corpo formara a melodia perfeita, girei a maçaneta com cuidado abrindo a porta, o vapor ameno tomou conta, a luz piscava informando que a festa puxara energia a mais, entrei  fechando a porta em seguida, travei meu corpo as ver os fios loiros danças a medida que a agua passava por ser corpo, a pele bronzeada agora em um tom mais escura demarcara a marquinha do biquíni, -Kaimisha, as pequenas mãos passaram nos fios os enxaguando enquanto a agua tratava de levar a fina camada de espuma para fora, os dedos entrelaçaram-se devagar em um gesto que acabara me deixando sem ação, desci meu olhar para as coxas torneadas que a cada volta delicada a agua fazia o contorno perfeito, um suspiro pode ser ouvido, enquanto os dedos finos passavam no azulejo frio.

Kaimisha: Que inferno.-Suspirou

Os lábios róseos agora vermelhos pela pressão exagerada que fizera apenas por causa de seus pensamentos, sorri para mim mesmo sentindo meu sangue ferver apenas de ver aquele corpo, de sentir o cheiro do sabonete fresco em sua pele, me aproximei cautelosamente do vidro passando a mão devagar, o vapor domou meus dedos deixando a marca no vidro groso, Kaimisha passou a mão em sua nuca deslizando devagar por seu braço a cabeça fora jogando para o lado, enquanto as íris carmim os analisava com devoção, seus dedos começaram a trilha um caminho perigoso para minha sanidade, passaram devagar sobre seu braço descendo pela lateral de seu corpo, onde deu para ver a curva de seu seio, passei a língua no meu canino ao sentir um arrepio pior percorrer minha nuca, a agua agora trilhava o caminho para sua cintura caindo por fins em seu bumbum avantajado, um pequeno flash do que ouve na festa percorreu minha mente.

Flash Back 30 Minutos atrás On....

O subir e descer que a saia fácil com o menor movimentos das pernas torneadas, o sorriso lascivo nos lábios finos contornando com o batom fosco, aquilo já estava sendo de mais.

Madara: Kaimisha, acha mesmo que ira conseguir alguma coisa com isso?- Provoquei.

Kaimisha: Se não estivesse, não estaria dizendo Uchiha!

Dei mais um gole em minha bebida me aproximando da mesma, o jogo de luzes apenas deixava o ambiente mais propicio ao meu descontrole, deslizei meu dedo gélido pela lateral de seu pescoço a vendo sorrir, os finos lábios agora molhados pela bebia se destacara com o brilho da saliva que desenhava os lábios húmidos.

Kaimisha: Admita!-Suspirou.

Sorri.

Kaimisha: Admite que ira perder.

Me inclinei inalando o cheiro de sua pele, que estava com uma fina camada de suor, lambi a pele clara a sentindo se arrepiar.

Madara: Sou um Uchiha, nunca perco-Rosnei.

Senti seus dedos deslizarem na blusa abrindo um dos botões, Kaimisha deslizou seu dedo em minha pele me fazendo estremecer, a maldita sorte esta ao lado dela, uma rainha capaz de me fazer cair de joelhos, trinquei meus dentes olhando o trajeto de seus dedos.

Kaimisha: Uchihas...

Um rir anasalado pode ser ouvido, seus lábios se aproximaram dos meus, os carmins se encontraram com os meus, os dedos subiram devagar abandonando o trajeto que estavam fazendo.

Kaimisha: Já que.... eu não irei conseguir nada......porque ainda continua me devorando a cada movimento meu.- Sorriu.

Madara: Vendo ate aonde vai seu auto controle.

Kaimisha: O meu, tem certeza?

Seus dedos apertaram o tecido fino na cabeça me puxando, nossos lábios rasparam um no outro, o ar quente que sairá das finas carnes, agora batera judiando da minha sanidade.

Kaimisha: Então não ira te incomodar, saber que....... estou sem calcinha. –Sussurrou.

Sorri descrente do que ouvira.

Madara: Kai.

Seu nome sairá como um apelo a minha sanidade, ao menos oque restara dela.

Kaimisha: Madara.- Sorriu.

Seus lábios deslizaram em meu pescoço indo ate meu ouvido.

Madara: Ira se arrepender por isso.

Kaimisha: Gosto de ser punida, basta saber se você, ira conseguir fazer isso, Uchiha!

Flash Back 30 Minutos atras Off....

Kaimisha: Mada.....

Ouvi um suspiro seguido do meu nome, trinquei meus dentes fechando os olhos, minhas mãos tremeram meu corpo mandou qualquer auto controle para  o inferno, minha veias doíam com o sangue correndo como acido por dentro delas, abri o maldito box com um puxão bruto ouvindo o pequeno tilintar em seguida uma batida forte do mesmo se chocando contra a parede, Kaimisha se virou rapidamente me encarando, a agua escorria por seu rosto descendo em seus lábios.

Kaimisha: Mada..ra...

Sua voz saiu como um sussurro para meus ouvidos.

Madara: Que se dane! -Rosnei.

Entrei dentro do box passando a mão em sua nuca, prendi com certa força os finos fios de seu cabelo entre meus dedos a ouvindo gemer baixinho, trinquei os dentes a empurrando para o fundo do box.

Kaimisha: Vai me peça.

Franzi o cenho ignorando todos os avisos que vinha em minha mente, ignorando o fato do meu corpo implorar para devorar cada centímetro daquela pele bronzeada, os lábios avermelhadas, o subir e descer de seu peito, a agua quente agora cairá sobre meu corpo molhando minha camisa.

Madara: Eu não aguento mais. -Rosnei.

As íris carmins me encaravam nubladas, senti seus dedos quentes deslizarem por meu corpo, sua língua humedeceu seus lábios, Kaimisha colou nossos corpos deixando nossos lábios próximos.

Kaimisha: Oque deseja ? –Sorriu.

Suas mãos tremeram em meu rosto, seus dedos deslizaram para os meus lábios.

Madara: Você, eu preciso de você.

Um sorriso nefasto desenhou seus lábios, onde cheguei, como posso ter chegado ao ponto de suplicar o corpo a minha frente.

Kaimisha: Não me desaponte Uchiha!

Puxei seu cabelo selando nossos lábios em um beijo sedento, minha boca doeu ao sentir a dela novamente, quão sujo sou ao ponto de manchar o sobrenome que carrego ao ponto de me humilhar para uma mera mulher, seus braços contornaram meu pescoço, nossas línguas disputavam que ficaria no domínio, seus dedos emaranharam em meu cabelo me causando arrepios pequenos, mas que não fora pior do que a combustão que meu corpo se encontraram, o gosto do ferro se destacou em meio a nossa saliva, a empurrei contra os azulejos frios a ouvindo gemer baixo, a agua do chuveiro bateu contra meu cabelo molhando meu corpo, mordi sua língua voltando a explorar cada canto em sua boca o cheiro do sabonete em sua pele, os pequenos dedos deslizarem em minha nuca, oque essa mulher tem, deslizei minhas em seu corpo o presando ainda mais contra o meu, o sorriso pequeno se destacou entre o beijo, sessamos o beijo pela falta de ar exagerada que nossos pulmões clamaram, os dedos ágeis saíram do meu cabelo vindo ate minha blusa.

Madara: Oque você fez comigo. -Suspirei

Kaimisha: Rs, Uchihas..

O sorriso analisado veio em seguida do puxão em minha camisa, a ajudei acabando de tirar a blusa que foi jogada em qualquer lugar, os dedos agora passaram suave em meu abdome, sorri amargo a encarando, Kaimisha sorriu mordendo seus lábios, tomei os mesmo novamente em um beijo desejoso, nossas línguas brigavam por domínio, nossas lábios se chocaram em suplica, deslizei minhas mãos em seu corpo descendo devagar por sua cintura, as puxei suspendendo a mesma, os músculos contornarem minha cintura com precisão, seus dedos apertaram meu cabelo o puxando com força, Kaimisha mordeu meu lábio nos afastando.

Kaimisha: Esperava mais de um Uchiha!- Debochou.

Franzi o cenho a encarando, passei a língua onde ela havia mordido, devo admitir que ela tem razão, o que penso que estou fazendo, sorri sentindo a mesma se arrepiar em minhas mãos, a pressionei em minha cintura aproximando nossos rostos novamente, o ar quente que saia de seus lábios, o olhar forte sobre meu corpo, ela pode se fazer de forte, mais esta na mesma situação que eu, o desejo e mais forte, deslizei minhas mãos em sua cintura, a fome por um contato carnal piora a cada segundo, forcei seu corpo a jogando contra o vidro do box, Kaimisha levou as mãos no vidro a ajudando a se sustentar, os fios claros agora presos a pele molhada, puxei um pouco sua cintura a deixando empinada para mim.

Madara: Não me subestime Kaimisha.

Kaimisha: Devo admitir que o Zabuza e bem melhor nisso do que um simples Uchiha!

Me curvei por cima de suas costas a vendo sorrir, peguei em seus braços subindo suas mãos, o barulho da agua caindo sobre meu corpo não me incomodou tanto quando suas palavras, Kaimisha sei o quanto gosta de ver um homem perder o controle, mas graças as suas palavras serei o inferno em vida para você, emaranhei meus dedos em seu cabelo os puxando com força, lambi seu ombro dando um chupão simples, comecei a descer por suas costas sentindo as gotas molharem meus lábios, mordi alguns lugares e deixei chupois em outro, a todo momento ouvia resmungos, mas a quando gemer um puxão em seu cabelo era dado, suspirei ao chegar em sua cintura, passei meu dedo na pele sensível a vendo se arrepiar com um toque tão simples, suspirei dando um tapa estalo, o corpo abaixo se estremeceu minimamente, me ajoelhei beijando suas nadegas  com devoção, passei meus dedos por dentro da sua coxa, a carne frágil estremeceu com meu contato, passei minha mão perto de sua intimidade a vendo suspirar.

Kaimisha: Droga....

O subir e descer em pura antecipação dominou seu corpo, deslizei meus dedos em seu lábio a sentindo estremecer, Kaimisha pelo visto não sou o único a perder o controle, passei meus dedos mais afunda sentindo a temperatura elevada dos lábios mais inchados, o clitóris clamar por atenção, puxei seu cabelo vendo seu quadril empinar mais, -Uma rainha que acaba de cair de seu pedestal, apertei seu clitóris entre meus dedos o estimulando devagar em seguida, as pernas estremeceram, Kaimisha tombou um pouco a cabeça me dando uma visão melhor de seus lábios, deslizei meus dedo mais a fundo em sua intimidade penetrando dois de uma única vez, sua essência me lambuzou os ajudando a se mover lentamente, o corpo bronzeado se arrepiou em um pedido de mais contato, retirei meus dedos os passando perto do meu nariz, seu cheiro realmente e maravilho,  minha boca salivou quando os passei em meus lábios, Kaimisha tombou um pouco a cabeça vendo oque eu fazia, os lábios agora abertos trasbordando a pura luxuria.

Madara: Kaimisha pelo visto caiu em sua própria armadilha.

Ela franziu o cenho iria se virar, mas puxei seu cabelo segundo sua perna.

Madara: Shiu, apenas geme!

Abocanhei sua intimidade notando a mesma dar um sobre salto, passei minha língua em seu clitóris enquanto sentia sua essência molhar minha boca a cada lambida seus lábios tremiam, passei minha mão em uma de suas nadegas a afastando, lambi de sua intimidade ate sua entrada rósea, a mesma se contraiu com tal atitude,-Sem reclamar, interessante, voltei a lambeu sua intimidade passando a língua em sua entrada, Kaimisha ficou nas pontos dos pés, seu corpo vibrou aos poucos, seus dedos se fecharam no vidro gélido, suguei seu clitóris com mais força circundando a língua na carne frágil, as gostas de suor com a agua mesclavam desenhando na pele sensível, os lábios vermelhos agora se abriram indicando que estava em seu limite, a penetrei novamente tomando o máximo que podia de sua essência, suas pernas se abriram minimante o ar se tornou escasso, seus braços fraquejaram se segurar, Kaimisha gozou estremecendo seu corpo por completo, lambi cada gota, bebia o máximo que pode de seu gosto, que devo admitir viciar e pouco, mas nunca diria isso e ela, lambi uma ultima vez ate a pequena entrada que pulsou com minha ousadia, me levantei passando meus dedos em meus lábios, soltei seu cabelo a vendo tentar controlar sua respiração, passei minha mão no cos da calça desafivelando, desci o zíper a vendo me olhar de canto.

Madara: E isso que você quer?

Ela sorriu descrente.

Kaimisha: Vai pro inferno Madara...

Madara: Prazer rainha demônio!

Os dentes pressionaram os lábios, Kaimisha se virou se ajoelhando, franzi o cenho, pois aquele maldito gesto ficou mais erótico do que qualquer devaneios que posso ter tido, os joelhou bateram no chão quente, o agua do chuveiro bateu forte contra meus olhos, os dedos ágeis subiram para o cos da minha calça a abaixando, o tecido groso grudou em meu corpo, um sorriso pequeno desenhou os lábios, os dedos agora passaram fazendo o trajeto do elástico da box, logo o tecido desceu me fazendo suspirar suave, neguei a mim mesmo vendo meu estado, o glande roxa pelo inchaço, meu membro completamente molhado pela lubrificação, as veias saltadas, Kaimisha lambeu minha glande me fazendo travar o maxilar, os dedos gélidos apertaram a extensão do meu membro com força, nossos olhos não desgrudaram hora de uma um do outro a íris carmim pareciam ler oque se passava em minha mente, sua língua passou contornando a cabecinha  para em seguida pressionar minha fenda, logo os dentes rasparam me fazendo agarrar seu cabelos, seus lábios se abriram abocanhando meu membro de uma única vez, apertei as mechas loiras a fazendo sorrir do meu desespero, Kaimisha não poupou um único centímetro, começou a fazer movimento rápidos e ritmados, os dedos abandonara meu membro deixando apenas sua boca fazer o trabalho, suas mãos foram para minhas coxas as apertando com força, franzi o cenho pois se ela continua-se assim não iria aguentar muito, suspirei ao ter meu membro mordido os dentes pressionando a carne rígida, sua língua contornava cada veia que ressaltava ainda mais o desespero por atenção, suas sugadas a cada segundo me leva a um delírio diferente.

Madara: Kai!- Repreendi.

Ela o tirou por completo da boca beijando minha glande.

Kaimisha: Oque ouve com rainha?

Madara: Rs, continua!

Rosnei para mim mesmo ao notar minha voz sair fraca, Kaimisha sorriu abocanhando meu membro com devoção fechei meus olhos, me dobando da sensação crescente, minha coluna começou a formigar, minhas mãos a suarem, levei minha cabeça para debaixo do chuveiro mais tal sensação apenas piorou o prazer, minhas veias doía m em meu corpo, meus músculos tencionaram, apertei ainda mais seu cabelo a fazendo me engolir ate o falo, Kaimisha brincou com meu membro em sua garganta me fazendo chegar ao limite, gozei em sua boca notando meu membro espalmar na cavidade apertada, olhei para ela sentindo os fios do meu cabelo grudar em meu corpo a cada movimento, Kaimisha sorriu abrindo sua boca, o gozo escorreu do lábio caindo no chão frio, sua língua brincou com o pouco que sobrou passando em seus lábios, a puxei pelos cabelos a fazendo ficar de pé novamente, o dentes trincados, a andei contra o box, devorando os lábios inchados, invadi sua boca sentindo meu próprio gosto, sua língua invadiu minha boca batalhando por um domínio que perderia, acabei de tirar minhas roupas as deixando em um cano qualquer, a prensei contra o vidro frio sentindo suas mãos se emaranharem em meus cabelos, nossos pulmões clamaram por um ar que não teria, meu corpo implorou para sentir sua temperatura, rocei meu membro em sua cintura a ouvindo gemer baixo, me inclinei minimante não sessando o beijo, passei minhas mãos em ambas as coxas as apertando, suspendi Kaimisha a fazendo entrelaçar as pernas em minhas cintura, desgrudamos nossos lábios apenas para pegar um pouco de ar, mas logo um beijo mais afoito foi iniciado nossos línguas deslizaram uma na outra, o choque térmico apenas mandou nossa sanidade para o inferno, meu membro a essa altura já estava ereto novamente, com uma mulher dessas admito que ficar calma e quase impossível, me ajeitei em sua entrada a sentindo morder meu lábio, abandonei suas coxas , para em fim pegar os braços que prendiam meu cabelo, Kaimisha franziu o cenho mais sua feição mais parece um pedido mudo de apelo, ergui ambos os braços prendendo suas mãos acima de sua cabeça, juntei ambas as deixando presa apenas por uma mão, voltei a outra para a coxa farta a vendo suspirar.

Madara: Quem e melhor?

Kaimisha: kkk Mada....

A penetrei antes mesmo de terminar a frase, um gemido manhoso saiu dos lábios húmidos, meu membro pedia por um espaço que não tinha, um espalho que estava sendo comprimido a cada segundo, sorri começando as investida, o corpo pequeno bronzeado se chocava contra o vido, seu interior me esmagava a cada ida e vinda, o bralho de nossos corpos se chocando era abafado pelo barulho do chuveiro ligado, Kaimisha gemia baixinho manhosamente oque não ajudava minha sanidade, a sincronia de nossos corpos, a fina camada de suor de ambos, o cheiro de sua pele, se o inferno e assim minha alma seria condenada, intensifiquei meus movimentos notando o vidro vibrar a cada ida mais profundo, meus movimentos se tornaram insanos como queria sentir mais de seu corpo, quero ouvir mais de seus gemidos, levei minhas duas mãos no box, a fazendo agarrar meus ombros para em seguida me abraçar, nossos lábios se selaram novamente em puro desejos a saliva escorreu de ambas as bocas, agarrei seu corpo a penetrando o máximo que pode, o barulho de nossos intimidas apenas nos deixou ainda mais empregados, meus movimentos se intensificaram ao ponto de ouvir o vidro se romper da parede, o quadrado caiu se estilhaçando no chão frio, a levei ate a parede continuando com meus movimentos, ela sorriu entre o beijo apertando ainda mais suas pernas contra minha cintura, meus braços formigaram novamente, minha mente se embriagou no cheiro de sua pele, nossos corpos pareciam estar em chamas, intensifiquei o beijo a sentindo se arrepiar, o corpo estremecer, Kaimisha sessou o beijo gemendo em plenos pulmões ao ouvir aquilo foi de mais para mim, gozei preenchendo por completo seu interior, sua essência saiu aos poucos cobrindo por completo meu membro, escorei minha cabeça em seu membro tentando inutilmente controlar minha respiração o descer e subir de seus seios me hipnotizou,  a subi mais um pouco abocanhando seu seio a mesma rosnou em puro deleite.

Kaimisha: Madara......

Deslizei minha outra mão ate seu seio o apertando devagar, Kaimisha suspirou se contorcendo, mordi seu bico o puxando devagar, a olhei vendo seu rosto rubro, os lábios inchado seu peito descer e subir com precisão, me afastei minimamente tirando meu membro de dentro dela, oque fora uma tortura, afinal já estava semi rígido novamente, Kaimisha desceu suas pernas devagar tentando se equilibrar, o sorriso antes prepotente deu lugar a pura luxúria nas íris carmins, me afastei a vendo ir para debaixo do chuveiro devagar, olhei ao lado vendo o vidro completamente estilhaçado, acho que exagerei, me afastei indo ate o vaso, me sentei sobre o mesmo jogando meu cabelo para traz, o corpo moldado a fogo puro se deleitou um pouco debaixo do chuveiro, Kaimisha fechou  o registro se virando, as gotas que escoriam em seu corpo castigou minha sanidade, ela se aproximou a paços suaves sobre o vidro, os lábios levemente aberto, os fios deslizarem para a fenda de seus seios, os olhos trasbordando pura luxuria.

Madara: Incrível.- Suspirei.

Kaimisha: Porque?

Madara: Nunca ninguém me deixou assim.

Kaimisha: Diga.

Madara: Com esse desejo, praticamente me sento sufocado a cada paço que você da.

Arqueei uma sobrancelha não a entendo, esperava uma critica ou uma risada, mas a única coisa que tive foi sua aproximação junto do subir e descer de seus seios, a pele bronzeada.

Kaimisha: Eu também.- Sorriu fraco.

Kaimisha se inclino tomando meus lábios novamente, levei minha mão ate sua nuca prendendo os fios em meus dedos, dessa vez uma chama maior não so dominou meu desejo mais sim cada parte em meu corpo, o beijo desta vez não era de desejo, nem por pura luxuria, a verdade e que não sabia identificar oque realmente senti, meu membro espalmou suplicando por atenção, os dedos quentes desceram, o corpo moldado se aproximou minimamente, nossas línguas deslizaram com cuidado, nossas mentes se perderam na sensação completamente incomum, não exploramos a boca um do outro apenas queríamos sentir o contato sentir oque o outro queria dizer, mesmo sem nem uma única palavra saindo de nossos lábios, sessamos o beijo tomado pelo incomum, Kaimisha sorriu se aproximando as pernas torneadas se abriram a fazendo se colocar a minha frente, deslizei um pouco no vaso dando total acesso a ela, Kaimisha pegou em meu membro o raspando em sua entrada, suspirei ao sentir sua intimidade quente, morde meu lábio a vendo me encarar, em um único movimento ela desceu por completo me fazendo agarrar suas pernas, Kaimisha suspirou ao sentar por completo em meu membro, as paredes faziam o possível para me expulsar, suas mãos vieram em meus ombros com desejo cravando as unhas em minha pele, o subir e descer lento, a respiração se pesar a medida que suas investida eram mais forte, o ranger da privada, suspirei deslizando meus dedos nas mexas claras, Kaimisha sorriu mordendo seu lábio, tomei seus lábios novamente em uma tentativa falha de controlar meu corpo, seus movimentos se intensificaram fazendo meu membro bater em seu limite, nossas línguas dançavam em uma sincronia perfeita de insanidade, seu corpo tremia a cada descida a saliva escoria de ambas as bocas, Kaimisha desceu com mais precisão enquanto seu corpo entrou em pura combustão, afastamos nossas bocas apenas deixando nossas línguas desfrutarem da sensação prazerosa que era nos sentir, sessei o beijo mordendo seu lábio, arrancando um filete de sangue, lambi a pequena ferida sendo recompensado com uma sentada mais brusca em meu membro.

Madara: Assim não irei durar muito.

Kaimisha: Me fode Madara!-Rosnou.

Trinquei os dentes soltando seu cabelo, a afastei fazendo que o meu membro saindo de sua intimidade, meu corpo reprovou tal ação, mais com uma pedido daqueles e impossível de ser negado, me levantei a pegando pelo pescoço, Kaimisha sorriu mordendo seus lábios, a empurrei ate o lavatório a virando rapidamente, suas mãos foram no espelho sustentando seu corpo, dei um tapa estralado em sua nadega a vendo sorrir, posicionei meu membro atrás rosando em sua intimidade, Kaimisha rebolou devagar me provocando.

Madara: Não.

Sua cabeça se virou devagar me encarando, sorri para a mesma deslizando minha glande  em sua entrada mais rosada, seu corpo se contraiu mais não vi protesto de tal ato, forcei minha entrada a vendo tombar a cabeça para baixo, as mãos no vidro se fecharam e um rosnar maior fora ouvido, a penetrei de uma única vez vendo seu corpo ir para frente, parei por alguns minutos deslizando minha mão por sua cintura, dedilhei sua intimidade massageando seu clitóris, o suspiro foi minha aprovação, fiz movimentos circulares começando a me mover dentro dela, os gemidos doces aumentaram a cada estocada, os dedos voltaram a espalmar no vidro.

Kaimisha: Isso, mas rápido.....

Intensifiquei meus movimentos ouvindo o único som ecoar no banheiro pequenos, o chocar dos nossos corpos, a fina camada de suor em seu corpo, os fios molhados trilharem a linha perfeito, seu intimidade inchar junto de sua essência molhando meus dedos, rosnei ao sentir sua entrada me apertar a cada investida Kaimisha gemida sem poder, tal som fazia cada pelo do meu corpo se arrepiar, e cada investida ficar ainda mais intensa, nossas respiração se mesclavam, seu interior me apertada as pequenas pregas me sugavam ao máximo, trinquei meus dentes tentando me segurar ao máximo, seu corpo vibrou me esmagando ainda mais, minha glande judiou da carne profunda, minhas investida apenas pioram os gemidos que saiam da garganta já cansada, retirei meu membro de sua entrada deslizando minha mão para sua cintura novamente ouvi um murmuro de reprovação, mais logo a penetrei novamente mais desta veste sentindo sua essência me banhar, seu interior me acolher com desejo.

Kaimisha: Madara, me faz gozar.

Madara: Seu desejo e uma ordem, vossa majestade!

Sorri a olhando atrás do espelho, investi com rapidez, nossos quadris se chocavam deixando ambas as carnes vermelhas, os movimentos sincronizados, as respirações descompassadas o arrepio em minha coluna não tardou a vir, Kaimisha se arrepiou espalmando as mãos no espelho intensifiquei ainda mais meus movimentos sentindo o suor escorrer em minha nuca, meus olhos se nublarem sua essência escorrer entre suas pernas molhando ainda mais meu membro, suspirei ao ouvir um gemido maior siar de seus lábios, tombei a cabeça para traz sentindo o sangue correr com fervor minha mente se perder, minha boca secar, gozei me afundando o máximo que podia em seu interior Kaimisha bateu a mão no vidro fazendo o mesmos se quebrar em vários pedaços, tombei minha cabeça para frente encostando em suas costas.

Kaimisha: Destruímos o banheiro rsrsrs

Madara: Sim rsrs

Sai de dentro dela vibrando com a sensação de ver meu gozo descer junto de sua essência, me afastei minimante tentando inutilmente controlar minha respiração, Kaimisha se erguei olhando para os pequenos cortes em suas mãos.

Kaimisha: Merda, mas valeu a pena.

Madara: Valeu?

Kaimisha: Cada corte, mas, como você agora e meu quero outro coisa.

Madara: Sou seu?

Kaimisha: Se recorde, Uchiha, se perdesse o controle, você seria meu, e claro não foi eu que invadi um banheiro.

Sorri descrente negando a mim mesmo, olhei para ela que andou devagar por cima dos cacos indo ate o box, Kaimisha se inclinou pegando minha blusa, ela sorriu rasgando a manga em varias tiras apenas deixando uma fina fita grosa, seus pés passaram devagar sobre o vidro, pelo visto não e a primeira vez que ela anda sobre uma superfície com cacos de vidro, ela se aproximou de mim esticando o pano.

Kaimisha: Quero mais de você!-Sorriu.

Me curvei sorrindo para a mesma, se iremos brincar, irei entrar nesse seu joguinho, Kaimisha passou o pedaço do pano em meu pescoço o amarrando em uma ponta, na outra ela puxou como se formasse uma coleira, olhe para o pano o vendo enrolado em sua mão.

Kaimisha: Uchiha podem ser domados. -Afirmou.

Madara: Por hoje sim, quero ver se ira conseguir dar conta disso depois.

Ela sorriu me puxando pela ‘’coleira’’ improvisada, sorri gostando daquele jogo, Kaimisha se aproximou da porta a abrindo, os corte em sua mão manchou o tecido branco encharcado pela agua do chuveiro, saímos do banheiro andando pelo corredor, mas logo parando o sorriso perverso em sua face me vez olhar na direção.

Sakura: Mas oque.....

Kaimisha sorriu me puxando para seu quarto, a porta foi aberta, isso pode ate ficar mais interessante mais e claro, a porta foi fechada, me aproximei a vendo se escorar na porta.

Madara: Se quer brincar, iremos brincar Kaimisha!.

Pov’s Madara Off.......

Franzi o cenho com a claridade em meu rosto, fossei as vista sentindo minha cabeça latejar, -Merda, olhei para o teto vendo o mesmo rodar, acho que acabei bebendo de mais ontem, me virei na cama não querendo me levar ao menos não por agora, senti meu rosto queimar com a cena a minha frente, os cabelos negros desgrenhados mais do que o normal, os lábios finos cortados, o subir e descer de seu peito, os roxos espalhados pelo peitoral, mordi meu lábio ao ver seu pescoço completamente tomado por chupoes, Madara se remexeu fazendo algumas mexas descerem de seus braços as marcas avermelhadas das minhas unhas estão gravadas na pele pálida, -Um bom trabalho, agora me animei a me levantar, me sentei sobre a cama me arrependendo amargamente a dor em meu traseiro veio forte, as cenas do que ouve no banheiro vieram rapidamente me recordando do porque da dor, mas claro não me arrependo desse incomodo, com um pouco de dificuldade me levantei da cama, me espreguicei ouvindo meu corpo estralar, me virei sentindo a porta me surpreendendo com o estrago do quarto, a cômoda tombada, o criado mudo agora no chão junto do abajur quebrado, a parte que antes pertencia a uma camisa agora estava amarrada sobre a cabeceira da cama, vibrei ao me lembrar do porque tal pedaço estava ali, olhei para os meus pulsos vendo a marca da amarra ainda fortemente em minha pele, dei a volta na cama indo ate o guarda roupas, abri o restante das portas que estavam fechadas vendo um roupão preto entre as roupas, peguei o mesmo o vestindo, fechei a porta que contia o espelho me espantando com meu pescoço, as marcas de chupão ainda estavam forte, abri o roupão vendo as outra marcas pelo meu corpo, sinto muito Zabuza mas você nunca conseguiria me fazer gozar mais de 9 vezes em uma única noite, sorri me lembrando quando quase desmaiei ao sentir meu corpo tremer com a sétima gozada, olhei para traz fechando o roupão.

Kaimisha: Uchiha Madara.-Sussurrei.

Andei ate a porta pois meu estomago começou a roncar, abri a mesma passando por ela, a fechei com cautela sorrindo em seguida, afinal não foi a única a ficar exausta, me virei para ir em sentido das escadas mas ouvi uma sirene ser tocada, o barulho vez minha cabeça latejar fortemente.

Tsunade: TODOS PARA FORA DA CASA, IMEDIATAMENTE!

A voz estridente saiu por um dos alto falante, ou um mega fone, franzi o cenho será que ela veio mesmo ate aqui, ouvi uma das portas ao lado ser aberta, olhei na direção sorrindo com a cena.

Kaimisha: Uau!

A platinada se virou para mim com o rosto rubro, pelo visto ganhei a aposta e ainda fico com minha cabeça no pescoço, Meyrumi saiu do quarto que não lhe pertencia com uma blusa grande toda branca com o símbolo de um tubarão.

Meyrumi: B.bom dia.

Não precisava dizer nada as marcas exageras em seu pescoço já condenou oque ouve, iria dizer algo mais a porta atrás de mim foi aberta.

Madara: Oque ouve?

Kaimisha: Não sei, mas mandaram sair.

Madara: Hun.

Madara saiu de dentro do quarto fazendo Meyrumi desviar seu olhar para as escadas, a mesma franziu o cenho em confusão, olhei para Madara o vendo sair completamente nú, Meyrumi aprecie minha obra de arte, o mesmo foi ate seu quarto entrando rapidamente cruzei meus braços sorrindo.

Kaimisha: Como foi sua ‘’noite’’ Mey?

Seus lábios se abriram para dar uma resposta mais ela parou ao ouvir a porta atrás de si ser aberta, Kisame saiu apenas com uma bermuda branca exibindo o cós da box preta.

Kisame: Bom dia Kaimisha, como esta?

Kaimisha: Com muita fome, e você?

Kisame: Ótimo melhor impossível!- Sorriu

Meyrumi havia paralisado, Kisame se aproximou dela atraindo sua atenção, seus lábios se aproximaram perigosamente antes do mesmo sussurrar algo contra eles, Meyrumi ficou mais rubra me fazendo rir internamente.

Tsunade: CONDENADOS SAIAM DA CASA IMEDIATAMENTE, NÃO ME FASÃO USAR A FORÇA.

Revirei meus olhos ao ouvir a voz irritante novamente, Tsunade sua vaca, não esta vendo que estou presenciando a Meyrumi passar vergonha, neguei a mim mesma indo em sentido das escadas, as desci rapidamente abrindo a porta principal, ouvi paços desceram as escadas em seguida, franzi o cenho com a luz forte que veio em meu rosto, quando minha vistas se acostumaram com a luz me surpreendi ao ver mais de cinquenta homens muito bem armados de farda preta me encarando, desci as escadas da varando pisando no gramado quente, Tsunade sorriu cruzando os braços, a mesma estava fardada como os outros a única diferença era que estava de saia e salta, suspirei ao notar 3 pessoas ao fundo com uniformes idênticos de quando chegamos, resumindo pelo visto teremos mais visitantes, suspirei apenas de pensar em conhecer mais loucos, não deu para identificar ninguém pois todos estavam com sacos pretos em suas cabeças.

Tsunade: Bom dia senhorita Kaimisha como foi sua noite?

Kaimisha: Bem de mais e a sua senhorita Tsunade?

Tsunade: Boa, vejo que alguns curtiram a festa.

Kaimisha: Alguns, achei que todos haviam descido!

Tsunade: Menos a senhorita Haruno, não e mesmo Sakura.

Sakura: Tive meus motivos, diz logo oque eu tenho que fazer como punição!

Ino: Que merda, tem noção de que horas foi dormir sua velha!

Hidan: OPA OQUE ACONTECEU QUEM MATO QUEM?

Zabuza: Não grito sua hiena!

Hidan: CALA A PORRA DA BOCA INFERNO!

Kisame: Só vocês mesmos.

Tsunade: Silencio!

Ouvimos mais alguns paços saírem da casa mas nem uma dizia uma única palavra, todos ficaram em fileira esperando oque poderia vir agora.

Tsunade: Serei breve afinal, não quero atrapalhar a tarde de vocês, como sabem a festa foi um sucesso, menos pelos gastos que serão reparados depois e claro, mas tirando isso como foram boas crianças resolvemos modificar um pouco os planos.

Konan: Grande bosta.

Tsunade: Konan eu disse silencio, se não sabe ao menos oque e, apenas imite seus coleguinhas!

Nossa que merda, ela realmente acha que somos crianças do jardim de infância.

Tsunade: Continuando, os quartos serão alterados e suas vidas iram consistir em conhecer outros pessoas oque ira resultar na complementação de mais três indivíduos.

Os guardas se afastaram dando lugar aos três condenados, os mesmo deram alguns paços para frente ainda algemados, o clima de neutro se tornou tenso por algum motivo.

Tsunade: Espero que se deem bem, e as regras continuam as mesmas, uma pagina será entregue a vocês com informações sobre eles, e claro eles já sabem tudo sobre vocês, retirem os sacos.

O primeiro presidiário era bem estranho seu rosto estava coberto por uma mascara todo laranja apenas deixando um olho de fora, isso e bem bizarro mais interessante, o segundo na verdade segunda era uma garota de cabelos ruivos e o semblante pior que o da Meyrumi, os olhos na cor mel analisaram um por um de nos, o outro for retirado espantados a todos, o homem com pele devo dizer extremamente clara era uma espécie nova de humano, sorri internamente o homem estava com metade do corpo tatuado e a outra não o cabelo todo repicado exibindo um sorriso gigante em seus lábios, as algemados foram tiradas dos três.

Tsunade: Tobi se apresente.

Ino: Tobi?

Sakura: Que merda de nome e esse?

Tobi: Tobi ser bom menino, Tobi não gostar de insinuação estranha.

Hidan: kkkkkkkkkkkkkkkkkk eu ouvi mesmo isso?

Tobi: Nome Tobi gosto muito de fazer amizades, sejam gentis com Tobi.

Mais quem e esse cara, neguei a mim mesma ao ver como o homem se referia a si mesmo.

Tsunade: Prossiga Asami.

Asami: Sou Burani Asami prazer em conhecê-los- Falou com deboche.

Tsunade: Bom e por ultimo o mais complicado, afinal, Zet......

Ela olhou para o individuo que não tirou o olho de alguém as íris no tom amarelado, talvez um castanho extremamente claro ou verde mais opacos estavam vidrado.

Tsunade: Quem esta ai?

A pergunta me fez franzir o cenho.

Zetsu: Zetsu Tsunade-sama não precisa se preocupar.

Tsunade suspirou atraindo a atenção de todos.

Tsuande: Este e o Zetsu, um homem que sofre de personalidade múltipla, então tomem cuidado afinal não queremos ver o Zetsu ruim aparecer não e mesmo!

Zetsu: Claro que não, apenas quero ser gentil, principalmente com duas pessoas em especial, para mim. -Sorriu.

Zabuza: Tipo quem seu infeliz?-Rosnou.

Zetsu: Calma não quero brigar.

Hidan: Você já arrumou briga dizendo uma merda desse seu imbecil.

O sorriso de Zetsu morreu, dando lugar a uma face mais seria, os lábios bicolor sorriram exibindo um sorriso destorcido.

Zetsu: CHEGUEI NESSA MERDA! –Sorriu.

Ele deu dois passos para frente abrindo os braços, pelo visto ela não brincou ao dizer sobre sua personalidade, isso pode realmente ser algo bom ou ruim ira depender se essa personalidade ficar aparecendo ou não, olhei novamente para o mascarado vendo que o mesmo me encarou, quem e esse cara.

 

Continua............


Notas Finais


Lindos e Lindas espero que tenham gostado de coração.

Musica que foram ''tocadas'' na festa.
TeZATalks - Find Me, TeZATalks - STFD, Chill TrapTeZATalks – Had, Salvatore Ganacci – Talk, The Living Graham Bond - Winter Hunter Ft. Fiona Bevan (Bare Noize Remix), SIVIK - HIGH (REMASTERED)


Irei deixar o link da fic mais diva de todas, e unicamente perfeita da Uchiha_Kai minha Diva linda e amiga do coração.


Link: http://socialspir.it/7330990

Podem ler com fé, iram amar de coração e muitoooo, só depois que viciarem não me culpem por favor XD

Beijos Roubados:* *Ovomaltine


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