História The Demons That I See - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~saeyoonjinx

Postado
Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender
Personagens Personagens Originais
Tags Bruxas, Creepypasta, Demonios, Espíritos, Fantasia, Feitiços, Horror, Jeff The Killer, Mortes, Slender, Sobrenatural, Terror, Wicca
Exibições 36
Palavras 1.043
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Depois de um ano, voltamos a ativa!!! :3

Capítulo 5 - Clyde Hill


Fanfic / Fanfiction The Demons That I See - Capítulo 5 - Clyde Hill

Na manhã seguinte fomos até o parque novamente, estávamos sentadas nos balanços perto da caixa de areia para as crianças, esperando até as 8 horas para podermos voltar ao apartamento onde Kátia estava. Ainda tínhamos que terminar isso.
Por algum motivo Amy começou a falar sobre John, e se balançava devagar, fazendo com que o velho balanço rangesse de modo assustador.
Ela contou um pouco sobre a família dela, e sobre seu relacionamento com John, o modo como ela falava dele... Parecia tão carinhoso, eu não conseguia acreditar no fato dela tê-lo matado. Mas ela mesmo disse que o fez, e que nunca se arrependerá.
Por causa de uma tolice da minha parte, fiz a estúpida pergunta de quantas pessoas ela ja matará. Porém ela não me respondeu, apenas disse que era melhor eu não saber.
-Está na hora, vamos.
[....]
  Estávamos chegando no hotel de Kátia, Amy como sempre, andava a minha frente, para garantir que não havia perigo, as vezes parece que ela é um animal de caça que sente o perigo de longe.
-Queremos falar com Kátia, do quarto 212.-Falou ela, para a moça que supervisionava a recepção.
-Desculpem, senhorita Kátia fechou sua conta no hotel ontem à noite.
Amy lançou um olhar sério para mim, e eu me aproximei do balcão.
-Com licença, Kátia é minha tia, ela não teria comentado para onde foi?-Perguntei o mais gentilmente possível, eu podia arrancar alguma resposta dela assim.
-Não acho que eu deva... Mas como são parentes...-Falava a moça, olhando em volta para garantir que ninguém à escutaria.-Ela comentou sobre passar um tempo em Clyde Hill.
-Não é tão longe assim.-Disse Amy.-Vamos, Anne.
Eu a olhei, arregalando os olhos, era primeira vez desde que nos encontramos que ela me chamou desse jeito. Não pude evitar de sorrir.
-Certo!-Respondi a ela. Voltei-me para a recepcionista e agradeci a informação e então saímos.
Amy já estava no carro quando eu entrei, estava com um celular, que eu nunca havia notado que ela possuía. As coisas aparecem nas mãos delas de uma hora para outra.
-O que está fazendo?-Perguntei.
-Gps.-Ela respondeu de imediato.- a viajem não vai ser tão longa, mas  vamos passar na casa para pegar as roupas e comprar comida antes, não sabemos por quanto tempo iremos ficar lá.
-Mas espera aí! Vamos de carro?
-Se quiser ir a pé fique à vontade.-Retrucou.
-Mas... É longe, e você tem apenas 16 anos, não pode dirigir, seremos presas!
-Eu sei dirigir, isso que importa. E ninguém vai nos prender, ninguém toca em mim.-Um sorriso no canto dos lábios pareceu, um sorriso maldoso.
Ela ligou o carro é com muita técnica pegou a rua à caminho do super mercado, ela realmente dirigia como alguém que o faz a mais de ano.
Descemos no super mercado mais próximo, Amy mandou que comprasse comida enlatada também, que renderia mais e duraria algum tempo enquando estivéssemos lá. Ela ficou no carro e fui sozinha.
  De corredor em corredor, peguei tudo o que Amy pediu, não muito, nem pouco, mas o que era necessário por hora. Quando estava voltando ao caixa, uma criança passou correndo por mim, tão perto que derrubei as compras, mas pelo que avaliei nada se quebrou.
Me agachei para juntar as compras, e quando olhei para a frente novamente a criança estava na minha frente. Encarei-a nos olhos, e lentamente eles se tornaram negros. Dei um pequeno pulo e me joguei para trás, caindo sentada no chão, com os olhos fixados na menina. A criança me encarou por um curto período de tempo, logo sorriu para mim, e saiu correndo para fora da minha vista.
-Que droga...-Sussurrei e então juntei as compras o mais rápido possível, passei no caixa para pagar, e saí dalí. Bati fortemente a porta do carro ao entrar, fazendo Amy me lançar um olhar serio de questionamento.-O que foi?-Perguntou-me ela, já ligando o carro para dar partida.
-Eu vi uma criança... ela tinha olhos escuros.... Não aguento mais ver essas coisas.-Sussurrei ao terminar a frase.
Ela virou pra mim e deu um suspiro pesado, desviando o olhar para frente em seguida.
Apenas a encarei de volta, porém ela não falou nada, parece que ela fica incomodada com isso.
Saímos do mercado, já deveria ser por volta das 11 horas da manhã, então fomos em direção a casa em que estávamos vivendo, pegamos a comida que ainda tínhamos na cozinha, e as duas malas de roupas que Amy arrumará misteriosamente para nós.
Resolvi pegar uma coberta e travesseiro, não se sabe quando irá precisar. Carreguei um à um até os bancos traseiros do carro, pois o porta malas já estava lotado, enquando Amy garantia que não estamos esquecendo nada, segundo ela, talvez não voltaríamos tão cedo para Seattle.
  Quando terminei de arrumar tudo no carro, voltei até o quarto, e Amy estava afiando uma enorme faca, a mesma que eu tinha visto com ela quando nos conhecemos, a ameaçadora faca personalizada, como se tivesse saído de um filme, pois nas lâminas haviam pequenos desenhos de flores estranhas da cor do metal. E em cima da cama estava o meu pequeno machado de mão, e uma arma que eu não sabia reconhecer o tipo.
-Não vou nem perguntar onde conseguiu essa arma.-Falei, me aproximando dela.
-Eu só sei onde arrumar as coisas.
-Melhor dizendo, você sabe como roubar coisas, não é?-Retruquei.
Ela largou um sorriso no ar, e me olhou rapidamente, seus olhos azuis como o céu brilharam.-Eu não sou uma ladra, isso é a escória, o que eu faço é diferente.
Desde a primeira vez que nos vimos notei que ela tem uma percepção muito diferente e estranha do mundo e das pessoas, algo que eu talvez não pudesse nunca compreender.
  Ela terminou de afiar a faca e a levantou até acima da cabeça, e então cortou o invisível a sua frente, como se lutasse com alguém.-Assim está bom.-Disse sorrindo.-Vamos embora.
-Certo!
Entramos no carro e Amy deu partida, um forte impulso que me fez colocar o cinto de segurança rapidamente. Amy dirigia a toda velocidade, e assim que pegamos a estrada, ela acelerava demais,  como um piloto de corrida, cada minuto mais rápido, apertei o cinto de segurança com as duas mãos, desejando não morrer daquele jeito.



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