História Os Demônios em Minha mente - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~taexplicity

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassino, Bruxas, Espíritos, Magia, Tabuleiro Ouija, Terror, The Killer, Wicca
Exibições 68
Palavras 757
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Dois capítulos no mesmo dia é uma evolução. :3

Capítulo 6 - She Is Here?


Fanfic / Fanfiction Os Demônios em Minha mente - Capítulo 6 - She Is Here?

Saímos do quarteirão e fomos para o outro lado da cidade, em total silêncio.

-Qual é a sua história, Amy?-Perguntei.                          
-Minha história?-Ela riu. 
-É... Do porque você escolheu matar as pessoas. 
-Quando se está perdido qualquer caminho serve.-Ela falava sem expressão alguma, com o olhar frio.-Achei que os jornais já haviam publicado a minha "história". 
-Poucas coisas.-Falei.-Você matou seu irmão, é verdade? 
Ela parou, e me encarou seriamente.-Cale a boca. 
-Tem algum problema com o John?-Falei, encarando-a. 
-Não fale o nome dele!-Ela gritou, acho que o assunto de seu irmão menor a perturbava demais... Ela me empurrou e eu caí no meio da rua, pegou a faca novamente e a colocou no meu pescoço. Eu segurei o pulso dela com as duas mãos, com toda a força, tentando afastar a lâmina. 
-Você não vai me matar! 
-Ah, eu vou sim, é só você me provocar, garota.-Ela forçava cada vez mais a faca, estava pronta para me matar sem remorso.
Mas deixei uma risadinha peculiar escapar:-Você que sabe. 
Chutei a barriga dela com meu joelho e a puxei para o lado com toda a minha força, fazendo com que ela caísse e derrubasse a faca, peguei o pequeno canivete no meu bolso e rapidamente joguei na direção dela, porém ela rolou mais rápido e o canivete trincou no chão, quebrando a ponta do objeto. Amy chutou minha perna e me fez cair de frente, se levantou rapidamente e colocou o pé sobre minhas costas, forçando-me contra o chão, e novamente apontou a faca para minha cabeça. 
-Certo Amy... Você ganhou.-Falei, recuperando fôlego. 
-Isso não é uma brincadeira.-Falou serialmente.-Você é uma criança ainda, já deveria estar morta. 
-Você também é uma criança ainda, Amy.-Respondi. 
Ela parou, retirou a faca e caminhou a minha frente.-Eu não sou criança a muito tempo, garota.-Ela estendeu a mão para me ajudar a levantar, e eu aceitei.

    Continuamos caminhando, como se nada disso tivesse acontecido, porém de minuto a minuto ela me olhava de canto. 
Depois de quase meia hora caminhando, chegamos a um hotel, que provavelmente era onde Katarina estava morando. 
-Sua tia mora nessa porcaria aqui?-Perguntou Amy, cruzando os braços. 
-Provavelmente. 
-Ridículo, então, já posso matá-la? Não me parece que vai dar trabalho.-Amy falava como se fosse algo completamente normal e fácil, embora aparentasse ser uma adolescente normal, não posso esquecer que ela é uma assassina de sangue frio. 
-Ainda não, nem sabemos se ela está mesmo aí. 
-Então vem.-Amy entrou na frente, falamos com a recepcionista sobre Katarina e ela confirmou que o quarto 212 pertencia a ela, era ali mesmo. 
Informei a eles que eu era sobrinha de Katarina e  vim visitá-la, e eles me deixaram subir em seu apartamento, mesmo ela não estando, foi fácil demais. 
Entramos e as primeiras coisas que vimos foram quatros, tinha muitos quadros em todas as paredes, era um local grande e bonito, ela até que tinha bom gosto. No quarto dela havia fotografias das paredes, em uma delas estava eu quando era bebê e minha mãe, foi a primeira vez que a vi, eu realmente era parecida com ela, como a vovó falava. 
Ela tinha cabelos claros e avermelhados como os meus, e olhos verdes. Era linda... 
-Não fique pensando no passado.-Falou Amy, interrompendo meus pensamentos.-É inútil. 
Ela ficou me encarando enquanto pensava, mas apenas ignorei-a e comecei a procurar mais coisas no local. Não achei nada que fosse útil, ou que pudesse provar que ela era uma bruxa realmente. Acabei achando um urso de pelúcia marrom, velho, mas muito macio, com uma blusa vermelha escrito Tomy, provavelmente o nome dele. Peguei o urso na mão e continuei procurando, acabei tropeçando em algo e quase caí sobre a Amy, ela se agachou e puxou uma corrente de baixo do tapete que estava presa a uma pequena porta, um porão escondido. 
-Está trancado.-Falei. 
-A chave só pode estar aqui, procure.-Falou, sentando-se na cama. 
-Você vai me ajudar.-falei, e ela apenas revirou os olhos e começou a olhar em volta. 
Procuramos por minutos por toda a casa, mas não encontramos nada, Amy já estava irritada com isso, e eu também, ela pegou um machado que achamos guardado no guarda roupa e quebrou brutalmente a fechadura. 
-Assim foi mais rápido.-Falou. 
-Deveria ter feito isso a meia hora atrás.-Retruquei, abrindo a pequena porta. 
-Se reclamar você vai ser a próxima que eu vou acertar com esse machado. 
Eu apenas ri de sua ameaça. Amy era muito brava, notasse só pelo que a polícia divulga sobre ela, mas assim, aqui ela não parece exatamente o monstro que falam.



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