História Os Deuses do Makai - Capítulo 15


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Demonios, Hibridos, Romance
Exibições 11
Palavras 773
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


E ai galeraaaaaa. Sentiram saudades? Bom, podem guardar as foices e facões, pois eu voltei. Desculpem a demora, estava sem inspiração nenhuma, mas agora ela voltou e se meu tempo conspirar a favor, postarei pelo menos um cap por semana.
Bom, espero vocês nos comentários.
Boa Leitura ^^

Capítulo 15 - Seremos Um Trio


Fanfic / Fanfiction Os Deuses do Makai - Capítulo 15 - Seremos Um Trio

Eu não podia acreditar na proposta dela. O que ela pensava que eu era? Que tipo de homem, aceitaria dividir sua mulher?

Daryl = Eu aceito!

Lowell = O que? – Eu gritei perplexo.

Eu olhei para meu irmão, meio que sem reação. Como ele podia ter aceitado aquilo?

Daryl = Ora Lowell, não seja pré-histórico! É uma solução simples, os dois a amam, os dois a tem. – Ele se aproximou dela. – Ninguém sai machucado e ficam, ambas as partes, bem! – Ele sentou-se na cama, ao lado dela que sorria.

Lowell = Mas, não é certo, uma mulher ter dois parceiros! –Disse meio sem jeito. – Nem papai fez isso.

Tessa = De acordo, com as regras de Deus, realmente não! – Ela disse séria. – Porém, eu estou, cagando pro meu pai, e acho, que vocês também não se importam, com suas leis! – Ela sorriu.

Daryl = Pois é, não sabia, que havia se tornado tão humano, irmão! – Ele pôs o braço, em volta do pescoço dela, puxando-a para perto.

Olhei para os dois, e comecei a pensar. Realmente, havia lógica no que falavam. Quando demônios e anjos, amam, dificilmente o amor morre, e sim era possível se apaixonar por duas pessoas, no nosso caso, dois demônios. Melhor, do que um de nos sofrer, seria aquela decisão, embora absurda era sensata.

Lowell =Ah, que se foda! – Joguei os braços para o alto, em rendição. – Porém, a prioridade é minha, eu achei primeiro, você se vira. – Disse bem sério e dei-lhes as costas.

Sai do quarto batendo a porta. Fui para o último andar, na cobertura do prédio, naquele fim de tarde, e lá me deitei para pensar. Aquela seria uma competição e tanto. Sorri, de excitação, ao pensar nisso, eu ia acabar com meu irmão e Tessa seria só minha.

Sem ao menos perceber, havia caído a noite, e eu estava deitado, ainda na cobertura, devia ter caído no sono e nem reparado, resolvi então, que deveria descer até o apartamento. Chegando lá, Daryl estava só de cuecas, jogando Wii, tranquilamente.

Lowell = Você não cansa de ficar pelado não? – Disse jogando-lhe uma almofada na cara.

Daryl = Hey, as garotas gostam assim! – Ele sorriu ,apontando para seu corpo seminu. – E além do mais, não sou igual você, que faz cosplay de Blade caçador de vampiros, 24 horas, gosto de ficar confortável. - Ele deu um sorriso debochado e pôs as mãos atrás da cabeça. – E você está com inveja!

Lowell = Vai se fuder, Daryl! – Dei-lhe as costas como sempre, mas logo percebi, que faltava alguém. – Hey, cadê a morena? – Ergui as sobrancelhas questionando.

Daryl = Ah, ela disse que queria treinar, ou coisa parecida, não entendi muito bem. – Disse, sem desgrudar os olhos do jogo. – Eu disse a ela, que tínhamos um galpão, que ela podia usar, lá na garagem, lembra?

Lowell = Sim! – Disse revirando os olhos. – Você é um ótimo vigia, idiota! – Dei-lhe um pescotapa. – Se alguém ver aquelas lindas asas, estamos ferrados!

Deixei-o sozinho e fui até o tal galpão. Até então, eu o conhecia como um galpão velho, empoeirado, onde papai guardou algumas coisas da mamãe. Era doloroso pra ele ver aquelas coisas, assim como para mim e Daryl, mas ele não aguentou o fato de jogar nada fora. Ao chegar a garagem, logo senti a pressão espiritual dela, emanando do galpão 5. Abri a porta e desci a escada, que dava para baixo.

Desci o lance de 20 degraus e cheguei a uma plataforma, não lembrava que aquele lugar era tão grande. Mas, ao olhar para baixo, me surpreendi. Ao invés do galpão empoeirado, havia um enorme ringue de luta, bonecos de treinamento para socar e atirar flechas, e vários já tinham fechas, até em lugares impossíveis. Fiquei abismado, como aquilo tudo havia parado ali?

Fui tirado de meus devaneios, quando escutei flechas, acertarem outro boneco. Tessa, estava bem abaixo de mim, com seu arco, e atirava flecha atrás de flecha, eu podia ver ódio em seus olhos, como se aquele boneco, não fosse apenas um boneco. Aquela garota, tinha algo de muito estranho, ela estava livre, para que se preocupar? Mas, eu descobriria seu proposito.

Eu pretendia sair dali as escondidas, para que ela não desconfiasse. Até que eu comecei a escutar, barulhos de algo cedendo, quando menos percebi, a plataforma sumia de meus pés e eu ia em direção ao chão. Lá se foi meu disfarce e a queda, não seria nada bonita.

Fechei os olhos, esperando o baque no chão, mas estranhamente, agora eu flutuava. Abri os olhos e ela sorria pra mim, me segurando nos braços, planando perto do chão.

Tessa = Quer uma carona?

 


Notas Finais


E ai galera, o que acharam do cap?
Espero vocês nos comentários.
Bom galera, por hoje é só, Kissus de Morango, até a próxima ^^


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