História Os Dois Lados da Moeda - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Estou reescrevendo a história. Espero que aproveitem <3

Capítulo 1 - Entrevista


Peguei a mochila em cima da mesa e vesti a calça correndo. Olhei para os lados e não contive um sorriso, Andrew Heather me olhava com um sorriso no rosto, os olhos verdes brilhando.

- Não vai comer nada? – Ele perguntou enquanto eu enfiava uma barrinha de KitKat na boca, aquele chocolate era dos Deuses.

- Não posso chegar tarde – Digo e retribuo o sorriso, ele está apenas de samba canção, o corpo definido, os olhos inchados, passou a noite chorando – Quando chegarmos a noite eu quero falar com você – Disse apontando para seu rosto, corri até o sofá, beijei seu rosto.

- Falar sobre cinquenta tons de cinza? – Ele levantou o livro e sorriu.

- Sobre o que está acontecendo com você – Digo rispidamente, ele olha para o chão – Gaspard me ligou e disse para eu ir imediatamente, houve algum problema.

- Talvez tenha esquecido qual a chave que abre a lanchonete – Ele disse sorrindo – Ele esqueceu da última vez... – Chegava na porta quando Andrew gritou – Fará o teste para a Drayton, soube que estão contratando para diversos cargos.

- Eu não sei, é a maior empresa do estado, eu não tenho capacidade – Disse e ele revirou os olhos.

- Se rebaixando novamente Sr. Louie – Ele disse – E não foi uma pergunta, eu já mandei seu currículo e todas as providências, sua entrevista é hoje ás sete.

- COMO? – Gritei o olhando.

- Espero que o dono... que na minha opinião é um gato, te agarre pelos corredores ou elevadores da empresa – Ele disse com um sorriso pervertido.

- Como vou estar lá as sete, se a minha aula é de seis ás oito da noite – Disse e ele sorriu, eu sabia que já tinha tramado tudo.

- Seu cachorro – Xinguei e bati a porta.

- Seus livros – Andrew apareceu na porta, ele me beijou na bochecha ao me entregar os livros – Agarre ele com força.

- Ele não é gay – Gritei.

- Ninguém sabe – Ele respondeu de dentro da casa.

Decidi ir a pé, já que a lanchonete ficava apenas a duas quadras. Pluguei o fone de ouvidos no celular e liguei o som no último volume. Andei por uma quadra quando alguém me segurou pelos braços, acertei um murro no braço da pessoa. As aulas de luta ajudavam em algo.

- Sinto muito – Disse olhando para os olhos castanhos-esverdeados de Ryan, ele sorriu e passou a mão no local dolorido.

- Desculpa se o assustei – Ele disse caminhando ao meu lado, era tão bom tê-lo perto de mim, desde o primeiro ano somos amigos. Nossa história vinha muito antes da faculdade, ele era o único que sabia do meu tenebroso passado nas mãos de meus pais – Eu só vim te dar bom-dia e tomar um café daquele jeito que só você faz.

- Eu achei que fosse um ladrão, Droga! – Disse e ele sorriu, um sorriso cativante.

- Eu quero roubar seu coração para mim – Ele disse e fiquei sem palavras, ele tinha o dom de me deixar assim – Mas que coisa mais brega... – Ele disse ao ver que ficaria mudo por um bom tempo.

- Desculpe pelo soco – Disse e ele assentiu com a cabeça, passando as mãos pelos cabelos negros logo depois.

- Não há problema – Ele diz sorrindo – Preciso falar algo com você... – Ele disse parando bem a minha frente, estávamos debaixo de uma grande árvore, os pássaros cantavam alegremente.

- O que foi que fiz dessa vez? – Perguntei e ele engoliu em seco, ele segurou minhas mãos e olhou no fundo de meus olhos.

- Nada – Ele disse e suspirei aliviado – Foram seus pais... Sua mãe me ligou ontem à noite.  

- Eu já disse que quero ficar longe deles, Ryan – Disse irritado – Mas que Droga! O que você disse?

- Que você está bem – Ele disse baixinho, estávamos bem à frente de Slack`s, o meu local de trabalho – Eles estão preocupados com você?

- Eu não vou fazer isso – Gritei atraindo a atenção de alguns clientes que entravam na loja – Eu disse que prefiro mil vezes voltar para o orfanato do que reencontrá-los.

- Eles são seus pais – Ryan disse preocupado, eu sabia o quanto se importava e queria me ajudar, mas estava me sufocando.

- Eu já disse que não quero vê-los, nem pintados a ouro – Digo irritado – Olha, eu já sofri demais, não quero que tudo o que passei volte à tona. Você não imagina o que passei, sabe apenas de alguma parte.

- Eles disseram que logo vem te visitar – Ele disse, fazendo todos os meus músculos congelarem, eu respirei com dificuldade e me sentei em uma das cadeiras estofadas.

- Você só pode estar de brincadeira – Disse sorrindo, minhas mãos apertavam o celular com toda a força possível. – Eu não quero isso... – Gritei e entrei dentro da lanchonete, Gaspard me olhou de cara feia, o ajudei a consertar a máquina de sucos e seu bom humor diário voltou, Gaspard era legal, tinha quase sessenta anos, ele ainda valia muito no trabalho e não parava por nada.

- Tudo bem, eu disse que você morava em Nova York, não em Mônaco – Ele disse sorrindo, respirei aliviado.

- Por isso que eu te amo – Disse e ele sorriu de orelha e orelha – Não leve isto tão a sério! – Disse e o sorriso foi substituído por um biquinho, apertei suas bochechas e ele voltou a sorrir.

- Sr. Louie, você não pode fugir disso por muito tempo – Ele disse se sentando no banquinho e se debruçando sobre a bancada de pedra, ele piscou para mim quando coloquei o café com leite a sua frente – Seus pais são insistentes. Logo eles descobrirão a verdade, hoje em dia é muito fácil, como toda essa tecnologia.

- Eu me mudei de Londres por causa deles, eu vou ficar na França – Disse baixinho – Eles não vão me tirar daqui.

- Você é louco – Ele disse bebendo o café e sorrindo.

- Por isso você me ama – Prossigo.

- Não seja tão convencido, Baby – Ele disse fazendo careta para mim, segurei sua língua, o impedindo de respirar.

Atendi algumas garotas que se jogavam em cima de mim e Ryan e sorri. Depois de alguns minutos entreguei os pedidos e as meninas partiram, deixando seus números em um guardanapo, olhei para o guardanapo e logo em seguida para Ryan, ele negou com a cabeça, eu também não queria aquilo, amassei e joguei no lixo.

- Cesta! – Gritou e todos nos olharam, sorri exageradamente.

- Como está a empresa? – Perguntei e Ryan abriu a boca falando um em enorme AHHHHHHHHHH.

- Glória a Deus você me lembrou – Ele disse dando um tapa na própria testa – Há uma vaga na área de T.I na empresa, e meu pai precisa urgentemente de um empregado. A entrevista é hoje ás sete. Posso te levar em meu carro.

- Ás sete – Disse triste – Droga!

- O que, não pode ir? – Ele perguntou curioso.

- Tenho uma entrevista ás sete, na Drayton – Disse olhando nos olhos dele.

-Que ótimo, a nossa rival – Ele disse bebendo o café.

- Sinto muito, foi Andrew que me colocou nessa enrascada – Disse e ele revirou os olhos, era claro o ciúmes que sentia de Andrew.

- Boa Sorte – Ele disse pegando minha mão e a beijando – Tenho aula agora, te vejo mais tarde, passo na sua casa.

- Ok – Disse sorrindo e bati a cabeça no balcão. Maldita hora que surgiu essa entrevista na Drayton.

Entrei na internet e pesquisei sobre a empresa já que não sabia de nada, quer dizer, apenas que era a empresa de eletrônicos mais importante do mundo. Olhei alguma fotos, o prédio era intimidador, as janelas com vidros espelhados negros, tudo muito estranho.

Oliver Drayton, digitei e o celular quase caiu de minhas mãos. Como era lindo.

- Louie, a moça está esperando o pedido – Gaspard apontou para a moça que estava de cara feia, guardei o celular e voltei ao trabalho. O assunto de meus pais ainda em minha mente.

*************

Eu tamborilava os dedos nas cadeiras estofadas, a sala de espera era incrível, quadros caríssimos pendurados na parede, um bancada e por trás dela lindas mulheres, um loira de incríveis olhos azuis, uma ruiva de olhos verdes brilhantes e uma morena de olhos castanhos espetaculares, todas sorriram ao perceber que estava olhando, a parede atrás delas era espelhada, eu conseguia ver parte de mim. Parei os olhos em uma pintura triste, uma pessoa jogada ao chão, os olhos lacrimejando.

Que pintura estranha. Aquele lugar começava a me assustar, quando um garoto ruivo se sentou ao meu lado e sorriu, o rosto cheio de sardas e a boca vermelha.

Fiquei sentado por um bom tempo, tomei um pouco de suco que a loira me trouxe e conversei animadamente com outros candidatos, dentre todos eu era o mais calmo.

- Por que todos tem tanto medo? – Perguntei ao garoto ruivo, seus olhos verdes pararam sobre os meus e ele sorriu ironicamente.

- Sr. Drayton não é uma pessoa muito agradável – Ele disse e sorri.

- Então por que estão todos aqui? – Perguntei por impulso.

- Dinheiro, meu caro – Ele disse e alguém gritou. “Chester”. Pulei assustado, a moça estava realmente brava, Chester adentrou a sala e tudo ficou normalmente em silêncio.

- Hoje não é um belo dia para Oliver – A mulher disse irritada, mas algo me incomodava, ela ainda sorria.

- Você está sorrindo feito boba – A garota ruiva disse.

- Ele causa esse efeito em todos – A loira disse, se acostumem – Mesmo ele sendo um grande idiota as vezes, ele continua encantador.

“Louie Creswell”

Me levantei e um Chester apavorado passou por mim. O que esse homem tem demais?

O garoto não durou dois minutos na sala!

Parei na porta da sala e respirei fundo, segurei a maçaneta gelada e balancei as mãos. Entrei e levei um baque, o homem estava a poucos centímetros de mim, seu rosto, eu sentia sua respiração misturada a minha. Seus olhos azuis se encontrando com meus olhos cor de caramelo. Seus cabelos loiros estavam arrumados em um corte estiloso, me lembravam ondas. Ele ficou me encarando por alguns segundos e se sentou na mesa, o local era maior que todo meu apartamento, a metade do local não possuía nada, uma mesa de última linha escura, uma cadeira de couro que deve ter custado mais que minha moto. Algumas prateleiras repletas de livros e janelas que que iam da minha cintura até o teto, uma brisa fresca entrou e respirei fundo.

- Louie Creswell – Ele disse e congelei, seu sotaque era irresistível, agora eu entendia porque as garotas ficaram daquele jeito, me senti corar e me matei por isso. Um esboço de um sorriso atravessou rapidamente seus olhos – Quantos anos? – Ele disse vindo em minha direção e se sentando em um cadeira bem a minha frente, era super intimidador.

- Dezenove – Respondi entredentes, o olhei nos olhos e os desviei ao mesmo tempo. Por que me fazia sentir assim?

- Vejo que é o último candidato – Ele disse olhando para minhas roupas, eu usava uma blusa de couro e uma calça jeans escura, o tênis comprado ontem estava impecável.

- Sim – Disse o olhando – Por que não vamos diretamente ao ponto!

- Estava tentando ser amigável – Ele disse ironicamente e voltou a sua mesa – Qual sua especialidade?

- Eu faço faculdade e sei tudo sobre tecnologias, a área de T.I é a minha preferida, sei de tudo um pouco – Sorri. Eu soei um pouco convencido, isso não me faria mal algum, Drayton parecia ser um idiota. Gato, mais idiota.

- Que bom – Ele disse anotando algumas coisas em um papel, ele perguntou mais algumas perguntas bobas e olhou em meus olhos.

- Poderia prestar atenção em mim – Gritei irritado, ele arregalou os olhos, com certeza ninguém nunca o tratou daquela forma – Eu estou falando com você e você não dá a mínima, quer saber, pegue essas vagas e enfie onde achar melhor – Eu não entendi toda aquela explosão, talvez fosse o assunto de meus pais rodeando minha cabeça e ele ficar olhando para o celular e o notebook caro o tempo todo.

Me levantei irritado e bati a porta da sala de Oliver. Escutei passos em minha direção, dois seguranças me seguiam, os empurrei e desci pelas escadas correndo, chegando no segundo andar minhas pernas falharam e parei para respirar, a mochila em minhas costas pesava, olhei em uma porta de vidro, uma saída de emergência. Estava descabelado e um sorriso bobo preenchia meu rosto, O que estou fazendo?

Cheguei a recepção, todos me olharam e sorriram. Olhei para o lado, Oliver estava parado bem ao meu lado, o sorriso impecável no rosto, o terno caro sem nenhum amassado.

- O que veio fazer atrás de mim? – Disse e todos me olharam boquiabertos, agora eu tinha a plena certeza, ninguém nunca o tratou assim, saí correndo do prédio e fui até minha moto.

- Você vai embora nisto – Ele perguntou com um sorriso debochado. Olhando para a Indian Sport Scout 75 de 1939.

- Desculpe, mas não sou riquinho idiota igual a você – Cuspi as palavras.

- Como é? – Seus olhos me olhavam com um olhar assassino, ele chegou mais perto de mim e sua respiração se acelerou. É agora que vou morrer, pensei.

- Eu não me importo com o que você diz – Digo irritado – Eu nem o conheço direito, te conheci a alguns minutos e te acho um ser desprezível.

- Você não é diferente – Ele disse e senti as lágrimas percorrerem meu rosto, ele ficou quieto, extremamente quieto, por alguns segundos pensei ter visto um olhar piedoso, mas apenas o ignorei.

- Quer saber, eu não preciso disto – Subi na moto e dei a partida.

Cheguei em casa depois de meia hora, abri a porta abruptamente, não estava com paciência para nada.

-  E aí? – Andrew olhou e parou de falar ao ver as lágrimas em meus olhos – O que aquele idiota te fez? – Ele chegou mais perto, me aconchegando em seus braços.

- Ele me chamou de desprezível e durante a entrevista disse várias coisas que me magoaram – Disse entre soluços desesperados.

- Desgraçado – Escutei a voz de Ryan, eles se entreolharam, um olhar de ciúmes e fui passado para os braços de Ryan.

- Hey, baby – Ele disse limpando as lágrimas que caiam em meu rosto.

- Você não é nada disto – Andrew disse sorrindo e arrumando meus cabelos despenteados, os dois competiam minha atenção, sorri, era engraçado – Vamos pedir pizza e ficar vendo filmes de terror – Ele disse me agarrando, Ryan olhou indignado.

- Terror não – Ryan disse com os olhos arregalados.

- Quer dizer que o pequeno Ryan tem medo de filmes de terror – Andrew disse me fazendo sorrir.

- Não é isso, Idiota! – Ele disse pegando o telefone e deixando Andrew falar sozinho enquanto pedia pizza.

Horas depois estava me despedindo de Ryan, ele me deu um abraço demorado e um beijo na bochecha e saiu em seu carro de luxo. Me virei e dei de cara com um Andrew emburrado.

- O que foi dessa vez? – Perguntei passando a mão em volta de sua cintura.

- Não gosto nem um pouco desse garoto metido! – Ele disse me abraçando e me jogando para dentro do apartamento, me deitando no colchão e fazendo cosquinhas em mim – Agora preciso dormir, amanhã preciso estudar logo cedo – Ele disse fazendo careta.

Dei um beijo em sua testa e ele foi para o quarto com um sorriso bobo no rosto. Saí de casa e fui até a praça, apesar de tarde ainda haviam crianças brincando na rua e vários pais conversando. Andei por todo o local pensando em tudo o que passei, a arrogância de Oliver, a declaração de Ryan, os ciúmes de Andrew, quanta coisa apenas em um dia.

Passei horas sentado na grama observando a lua e as estrelas, eram três e meia da manhã, já era hora de voltar para casa.

Meu telefone tocou. Número desconhecido. Será que são meus pais?

Olhei o DDD, era da cidade. Por que alguém me ligaria a essa hora?

- Louie Creswell – Escutei a voz do outro lado, fiquei estático, meu corpo gelou.

- O que quer comigo? – Disse agitado. Oliver me ligando?

- Eu queria me desculpar – Ele disse, sua voz soando um pouco triste – Poderia?

- Tanto faz – Digo indiferente.

- Você é diferente – Ele disse, uma coisa que não entendi.

- Eu sou diferente, eu não moro em um apartamento que custa milhões, eu não tenho carro de luxos e empregados que fazem de tudo por mim. Eu sou independente, eu sofri muito para chegar aqui, e não vai ser um riquinho idiota que irá me fazer desistir dos meus sonhos – Desliguei na sua cara, escutei ele gritar meu nome em tom autoritário.

Andei irritado até o apartamento, entrei devagar.

- Onde estava? – Andrew estava apenas de cueca box com desenhos do bob esponja, sorri – Eu ia ligar para a polícia! – Segurava o telefone nas mãos e sustentava os olhos arregalados.

- Precisei de um tempo para pensar, fui na praça – Disse e ele sorriu – Agora vou ir para cama, amanhã tenho que começar o trabalho ainda mais cedo já que Jéssica não vai.

Entrei no quarto e arranquei a roupa, fiquei apenas de cueca. Me enrolei nos cobertores e as lágrimas vieram à tona. Tudo piorava aos poucos.

Meu celular apita e o desbloqueio, tenho que digitar a senha três vezes já que as lágrimas impedem que eu enxergue claramente os números.

Assunto: Trabalho – Me desculpe

De: Oliver Drayton

Primeiramente eu queria me desculpar, fui um idiota por ter dito aquilo. Você passou para próxima fase. Aceitaria minhas desculpas?

 

Me virei para o lado e chorei ainda mais.


Notas Finais


Comentem o que Acharam!!!!!!!
O próximo capítulo sai amanhã <3
Tenho 12 prontos <3


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