História Os dois lados do amor - Capítulo 16


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug), Mitologia Egípcia, Mitologia Grega
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Tom Dupain
Tags Chat Noir, Ladybug, Miraculous Ladybug, Mitologia, Mitologia Egípcia, Mitologia Grega, Monstros, Plagg
Exibições 61
Palavras 689
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Noite sombria


Ao nascer do sol, Adrien voltou para baixo e trocou de baixo. Marinette havia feito tanto por ele no dia anterior e deveria estar tão triste que ele resolveu fazer a comida naquele dia. Ao acordar, a menina dirigiu-se à cozinha. 

— Bom dia, princesa! - ele disse, abrindo um largo sorriso. 

— Bom dia, gatinho. Como foi a vigília? 

— Tranquila. Como você dormiu? 

— Dormi bem, obrigada. 

— Está com fome? 

— Claro! O que teremos hoje? 

— Torradas com geléia e suco de laranja.

Após a refeição, ele retirou os pratos, lavou-os e guardou-os. Adrien voltou à mesa e sentou-se na cadeira de frente à menina. Ele lançou um olhar sério para Marinette, o que a fez ficar apreensiva. 

— O que aconteceu? 

— Ontem à noite... Lembrei-me de seu pai.

O rosto da menina escureceu. Ela se recordava daquela noite triste sempre que estava sozinha.

*FLASHBACK*


Noite. Estava escuro e frio. Caía uma tempestade muito forte. Marinette e a mãe estavam em casa enquanto o pai havia saído para buscar um presente para a filha, já que o seu aniversário estava chegando. 

Tom se esforçava para voltar para casa, protegendo-se da chuva de todos os modos e fazendo de tudo para o presente não estragar. Muitas luzes não estavam acesas porque foram estragadas pela água, dificultando o padeiro de enxergar o caminho. Aproveitando-se da vulnerabilidade do homem, capangas de Whisper começaram a persegui-lo. Ao notar a proximidade deles, pôs-se a correr.

Chat Noir apareceu depois de um tempo. O homem estava há alguns metros da casa quando caiu no chão. Os vilões estavam se aproximando quando o herói pulou na frente de Tom e avançou neles. A chuva dificultou um pouco, mas ele não iria desistir. 

Socos, pontapés, golpes. Chat Noir foi derrubado e pressionado contra o chão por um deles. Ele olhou em direção ao padeiro e viu que outro homem aproximava-se dele. Não era uma pessoa normal, ela possuía uma cabeça de animal. A água torrencial dificultava sua visão, mas pôde ver que era Seth, um antigo e malvado deus egípcio. Ele possuía a cabeça de um chacal. Era o senhor do mal e das trevas, responsável pelas guerras e a escuridão, muitas vezes relacionado com o deserto, o trovão e as rajadas do vento sul. 

— Não! - Chat tentou gritar, mas outro capanga deu-lhe um chute na barriga. 

Ele continuava a ver aquela cena e pôde perceber que os lábios de Tom se moviam enquanto ele o encarava. "Cuide da minha filha", foi o que ele sussurrou para o herói. Ao se aproximar do homem, Seth levanta seu cajado, diz algumas palavras em egípcio antigo e uma carruagem é vista saindo da terra e passando por Tom, levando embora sua alma. Chat empalideceu-se e os vilões sumiram dali sem deixar rastros. 

A chuva foi ficando mais fraca e Marinette saiu na porta da padaria segurando um guarda-chuva. Ela vestia seu pijama e foi correndo até onde o pai estava. 

— Pai? - ela perguntou. - Pai, acorde, temos que ir para dentro. - Ela sacudiu o pai, sem resposta. 

Ela deixou o guarda-chuva de lado e começou a balançá-lo em desespero. Lágrimas escorriam pelos seus olhos, misturando-se com as poucas gotas de chuva que ainda caíam. Ela gritava por seu nome e, em seguida, sua mãe apareceu. Ela desatou a chorar quando viu aquilo e gritou por ajuda. Chat aproximou-se lentamente de Marinette e, quando ela o viu, foi tomada pela raiva.

— Foi você! - ela berrou. - Por sua culpa ele morreu, você o deixou morrer! - ela disse, empurrando-o. 

— Não, Marinette. Ouça-me, eu não fiz nada. 

— Isso mesmo! Nada! Você não fez nada para ajudá-lo! Você é um inútil! Saia daqui! - ela berrou, sua voz estava misturada ao choro. 

— Marinette, eu te amo.

Ela não deu ouvidos. Voltou-se para o corpo do pai e abraçou-o, chorando. Pessoas ouviram os gritos de socorro de Sabine Cheng e aproximavam-se. Ele resolveu ir embora, mas antes, olhou para a garota mais uma vez. Com uma dor no peito, deixou o local antes que as pessoas chegassem até o corpo sem vida do padeiro. 


Notas Finais


Desculpa a demora. Estive ocupada essa semana.

Gostaram do capítulo? Não deixem de acompanhar a história para saber o que vai acontecer no final. Au revoir! Xoxo!


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