História Os Fetiches do Rei - Capítulo 5


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Categorias Magi: The Kingdom of Magic, Magi: The Labyrinth of Magic
Personagens Baal, Hinahoho, Ja'far, Sinbad, Yamraiha
Visualizações 149
Palavras 8.513
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, Festa, Lemon, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E chegamos ao último capítulo dessa maravilhosa história. estou muito feliz por ter escrito ela e por todo o retorno que recebi, obrigado á todo mundo ❤️
Desde já deixou alguns avisos: Esse capítulo envolve shotacon, ou seja, sexo entre dois menores de idade, tendo o Sinbad com 16 e o Ja'far com 12. Se esse tipo de história não lhe agrada, é melhor nem ler.
E também é baseado na história oficial do passado deles, como visto em Sinbad no Bouken ( ou Adveture of Sinbad), então se você nunca viu o anime ou leu o mangá, pode-se dizer que pode estar sujeito á leves spoiler. porém, se você viu o anime, não se preocupe que não dei grandes detalhes do que se passa após o fim do anime.
Já deixou vocês avisados =^.^=
E bem, é isso, o fim T^T
Mas estou contente também :3
Quem sabe futuramente eu não volte com outras fic's desse anime? ❤️
Enfim, desejo á vocês uma boa leitura ^-^
Kissus >3<

Capítulo 5 - Capítulo 5 - Flashback : Valefor Mode


Fanfic / Fanfiction Os Fetiches do Rei - Capítulo 5 - Capítulo 5 - Flashback : Valefor Mode

 

 

 

Haviam se passado quase um mês desde que a folga de Sinbad havia terminado e ele havia voltado á seus afazeres reais. E ele já estava querendo novas “férias” pois não aguentava mais todo aquele trabalho. “ Como é que o Ja’far ainda não enlouqueceu de vez com tanto trabalho ”- Era o que se passava na mente de Sin enquanto relia pela terceira vez um relatório de um país aliado que necessitava de ajuda com suprimentos pois estava passando por alterações climáticas que haviam praticamente devastado as plantações e espantado os animais marinhos, além de ter destruído algumas construções e agora clamavam por ajuda. Claro que ele nunca negaria ajuda á um aliado em apuros, mas o ministro o obrigou á ler o relatório pois tinha medo que o governante pudesse se aproveitar da boa vontade do rei de Sindria. “ Que chatisse, até agora não vi nada demais nessas folhas. As vezes o Ja’far é paranoico demais, vai perder o cabelo cedo se continuar desse jeito. ” – O rei riu com seus pensamentos e decidiu dar uma pausa, praticamente jogando o relatório na mesinha de vidro á sua frente e se espreguiçando, alongando os braços e as pernas, depois as apoiando na mesa e encostando a cabeça do estofado do sofá na qual estava sentado e fechando os olhos.

“ Foi tão bom aquela minha folga, e melhor ainda eram as noites que eu usava os Djinn’s equip com o Ja’far...” – Um sorriso besta nasceu nos lábios do safado rei, que sentia que poderia se excitar só em relembrar as prazerosas noites de sexo com seu amante. “ Parando pra pensar, quando foi mesmo que nós tivemos essa ideia de usar um Djinn Equip para fazer sexo? Se não me engano, foi á uns treze anos atrás...poucos depois de nós voltarmos de Artemyra. Foi com o Valefor porque o Ja’far o achava muito fofo naquela época. ” -  O rei riu com suas memórias, relembrando aquele inesquecível dia.

 

 

 

                                                                         *~ Flashback ~*

 

                                                                           13 anos atrás

 

 

Sinbad, Hinahoho, Mystras e Ja’far haviam acabado de retornar de Artemyra em uma sucedida aliança com o comércio de Sindria. O jovem Sinbad – que na época estava com dezesseis anos – se sentia á um passo mais próximo de formar seu próprio país. Ganhou a confiança de uma forte aliada como a rainha Mira e ainda por cima havia dominado completamente o Djinn Equip de Valefor. A companhia toda estava feliz pelo retorno dos jovens, em especial Rurumu por ver que seu marido estava são e salvo – Pena que a mesma nem sabia pelo o que o marido havia passado com as Artemyras. O Imuchakk também estava feliz em retornar para sua mulher e filho. Vittel e Mahad estavam contentes pelo retorno de seu antigo mestre Ja’far, e Pipirika estava animada pela volta de Mystras E todos estavam felizes pelo retorno do chefe Sinbad. Nada poderia melhorar o dia do jovem desbravador de dungeons. Pelo menos era o que o mesmo pensava.

Sinbad havia ido até a clareira para pescar como forma de relaxar depois de uma longa e cansativa viagem. Ele sentia falta disso, se lembrava do tempo que pescava com seu pai quando era pequenino. O sol brilhava forte mas gentil no céu, as nuvens eram brancas, a árvore na qual estava apoiado dava uma ótima sombra, o vento balançava seus cabelos e roupas de forma agradável, o riacho estava límpido...Nada poderia deixar o rapaz mais calmo. Até que ouviu um barulho estranho um pouco atrás de onde estava. Curioso como era, ele puxou a linha e a deixou no chão, pegando sua espada e a colocando na cintura, assim como o colar que estava em seu bolso. Andar com dois Metal Vessel poderia ser um exagero, mas ele preferia estar sempre pronto. Cautelosamente, Sinbad se aproximava de um arbusto baixo e olhava entre as folhas, vendo que o ser que fazia tais barulhos era Ja’far que estava á treinar com suas lâminas e o novo poder que havia adquirido com Baal, o seu Household Vessel. Um sorriso bobo surgiu nos lábios do adolescente ao ver seu amigo treinando tão arduamente e dedicado daquela forma. Era incrível que parecia que depois que se juntou ao arroxeado, o albino se tornou muito mais forte e ágil do que quando era um assassino. Lhe dava orgulho saber que ele havia dado uma razão para que o mais novo vivesse.

Um segundo barulho se fez presente e ambos se colocaram em posição de ataque, mas no fim era apenas um pequeno coelho branco. Os olhos verdes de Ja’far brilharam por um instante e ele se sentou no chão, guardando as lâminas e se punha a admirar o fofo animal que chegava cada vez mais perto de si, mas o mesmo parecia meio acuado, como se não quisesse que o coelho o tocasse. Não por medo, mas por se lembrar de que, quando mais jovem, em seus treinamentos para assassino, ele era obrigado á usar coelhos como suas vítimas. Lhe doía no coração agora se lembrar que um dia machucou um ser tão inocente e indefeso quanto um adorável coelho. Ao ver as feições do albino, Sin sentiu que não poderia apenas ficar ali agachado e observando, ele tinha que ajudar Ja’far á superar seu passado. Com calma, ele se levantou e foi notado pelo menor, que ficou surpreso com sua presença, mas apenas voltou á olhar o coelho, que comia um punhado de grama á sua frente. O pequeno ser não parecia ter medo do albino ou do arroxeado, coisa que deixava tudo mais fácil para Sinbad. Em passos calmos, o mais velho se sentou ao lado do albino, sorrindo de leve para o mesmo e afagando por breves momentos seus cabelos alvos. – O que foi Ja’far? Por acaso tem medo de coelhos? Haha – Tentou começar uma conversa mais descontraída, mas ele sabia o porque da repulsa do garoto para com o coelho. – Eu não tenho medo de coelhos Sin – Disse levemente irritado. – Mas é que...Um ser como ele não deveria se aproximar de um monstro como eu. - Tais palavras doíam no fundo da alma do adolescente, ouvir seu melhor amigo se chamar daquela forma. – Não diga isso Ja’far. Você não é mais aquela criança de antes, não tem problema nenhum, porque nós sabemos que você não vai fazer mal ao coelho. – Disse de forma simpática e positiva, tentando animar o pequeno. – Aqui, segura ele. – Sinbad pegou o coelho branco com cuidado e entregou para o albino, que ficou desesperado por um segundo, mas abriu uma cara de surpresa ao segurar o roedor no colo e notar o quão macio e fofo era ele. – Ele...é tão macio...tão fofo...- Ja’far sorriu minimamente e acabou por chorar de felicidade enquanto abraçava o pequeno ser em seus braços. Sinbad apenas acariciou os cabelos da criança com um sorriso sereno no rosto.

Então os dois ficaram ali, brincando com o coelho por mais alguns longos minutos antes que o pequeno ser foi embora. Sinbad acreditava que nunca havia visto um olhar de alívio e doçura nos olhos esmeraldas do albino, tal cena mexia com seu jovem coração. “ Isso é errado. Eu não posso me apaixonar por ele....Ja’far é só uma criança...apesar do seu passado.... ” – Sinbad sabia como o albino havia sofrido em sua vida de assassino, todas as torturas que o mesmo havia passado, tanto físicas quanto psicológicas; fora o fato de que ele já não era mais virgem, visto que era algum tipo de rito doentio que os assassinos tinham de passar antes de entrarem oficialmente na organização. “ Mesmo que ele tenha passado por tudo aquilo, eu devo preservar o pouco de infância e inocência que ele possa ter...Além de que tenho certeza que ele iria ter repulsa de mim caso eu tentasse algo com ele, e não quero que ele sofra mais. Eu prometi protegê-lo, e é isso o que farei, começando por mim mesmo, e por isso não poderei contar sobre meus sentimentos para ele até que ele fique maior. ” – Os pensamentos do arroxeado foram interrompidos com um leve puxão em sua roupa. – Sin, você tá bem? Está encarando o nada por um tempo, isso é estranho, não sabia que você podia ser tão pensativo assim. – Sin soltou um muxoxo aborrecido com a frase do albino, o vendo rir de sua cara dramática. Ah sim, ele deveria preservar aquele sorriso. – Ei Sin, porque você está com o Baal e o Valefor? Não teria sido melhor deixar um deles na companhia? – O menor perguntou enquanto se levantava e se alongava brevemente para voltar á treinar. – Ah, bem, você sabe, eu prefiro estar sempre preparado. Dois djinns á disposição é melhor que um só. – O mais velho ficou surpreso com a observação e atenção do albino ao perceber que o mesmo estava com o colar no bolso. – Enfim, eu vou voltar á pescar, quero ver se consigo pegar uns peixes bem grandões dessa vez. Volte á tempo do jantar, ok? – Sorriu para o menor que assentiu positivamente, retornando á seu treinamento. Sinbad ao voltar a se sentar apoiado na árvore e lançar o anzol no riacho bufou meio chateado. “ Eu queria ver o Ja’far me chamando de fofo uma vez...se bem que ele que é mais fofo. ” – O arroxeado deu louvor que o albino não podia ler pensamentos, ou teria sido esganados por eles.

 

 

As horas haviam se passado e Sinbad havia retornado á companhia depois de um tempo, com um balde cheio de peixes médios e pequenos e um sorriso contente no rosto- Não tão contente quanto se tivesse pegado grandes peixes, mas estava satisfeito mesmo assim. Mas ele não havia visto o albino quando retornou. – Nee, Vittel, o Ja’far já voltou? – Perguntou ao ex-assassino e antigo subordinado do albino, que agora trabalhava com eles – Ja’far-san? Ele retornou uns trinta minutos antes de você. Se não me engano, ele disse que iria tomar um banho e ler alguma coisa enquanto esperasse pelo teu retorno Sinbad-san. – O rapaz respondeu animadamente e após ser agradecido pelo moreno, saiu andando para ajudar na arrumação de algumas papeladas. “ Então ele está no quarto? Hm, bom saber. ” – Sinbad olhou para o relógio e viu que em breve serviriam o jantar, e sentiu sua barriga roncar de leve pedindo por comida. “ Acho que vou lá dar um oi e avisar que retornei. ” – Pensou consigo mesmo e foi alegremente para o alojamento dos empregados e o seu próprio, notando que no momento ninguém estava pelos corredores. Bem provavelmente porque já estava escuro e todos estavam se preparando para a farta janta que sempre tinha. Ao ver a porta do quarto do albino, ele se dirigiu até ela e quando estava prestes á bater na mesma ouviu um baixo gemido. E a voz era de Ja’far. Uma surpresa e arrepio subiram pela espinha do moreno que afastou a mão da porta de madeira e, curioso, se ajoelhou e olhou pela fechadura, querendo saber o motivo de tal som.

- Ah...Sin... – Tal surpresa foi quando viu que o albino se masturbava e se penetrava com os dedos chamando pelo nome do arroxeado. Sinbad sentiu sua boca ficar seca e seus olhos se arregalarem e se afastou da porta em velocidade recorde, com a mão no coração e ainda incrédulo pelo o que havia visto. Ja’far...fazendo aquele tipo de coisa....pensando nele? Aquilo era verdade? Não era sua mente lhe pregando uma peça? Aquilo não era mais um de seus sonhos eróticos? Ao escutar um gemido baixo vindo da porta, Sinbad não conseguiu segurar sua curiosidade e voltou á se encostar na porta com delicadeza e espiar pela fechadura novamente, não queria alertar o menor. O garoto estava sentado na cama, mas suas costas estavam bem para trás, encostado na cabeceira da cama com um travesseiro atrás de si. Suas calças estavam abaixadas até o joelhos e suas pernas estavam dobradas para cima com os joelhos se encostando e os pés no colchão; ou seja, de onde o adolescente estava, dava para ver tudo com quase perfeição. Só não era mais nítido por causa da distância. Mas Sinbad conseguia ver bem, principalmente as mãos do albino que se movimentavam rápido lhe dando prazer, e as bochechas coradas e o lábio sendo mordido para não fazer barulho. O mais velho engoliu em seco e olhou para seu colo, vendo que estava começando á ficar excitado. “ Não não não, isso é errado. Muito errado. Fique quieto mini-Sin. ” – Ele se repreendia mentalmente e colocava a mão no colo, tentando se esconder. Ao ouvir seu nome ser pronunciado novamente ele engoliu em seco e olhou pela fechadura uma outra vez só para ver Ja’far chegando ao ápice e gemendo sensualmente seu nome. Como uma criança conseguia ser sexy daquela forma? Ou era sexy porque era Ja’far e Sinbad gostava muito dele?

Sinbad não tinha nenhum problema em ver um amigo se masturbando ou tendo outros tipos de atitudes sexuais sendo eles meio novos, visto que ele havia tido sua primeira vez com onze anos de idade, com uma concubina em um bordel em Parthevia...mas isso é outra história. O real problema é que ele viu o rapaz pela qual era apaixonado fazendo aquele tipo de coisa enquanto chamava por seu nome. Aquilo era demais para seu auto-controle. Mas ele acreditava que não deveria tocar o albino. Primeiro por Sinbad ser quase um adulto e Ja’far ainda ser uma criança – Excluindo seu passado ou maturidade, porque mentalmente, o albino era bem mais adulto que si. Segundo que ele não queria que o mais novo pudesse se lembrar do passado e o repulsar por causa disso, o arroxeado não conseguiria viver tendo sido rejeitado pelo garoto que mais amava. Terceiro que ele queria proteger o menor de qualquer ameaça, inclusive ele mesmo; Sinbad não poderia tocar Ja’far de um jeito mais íntimo, aquilo era errado, pelo menos para ele era. O problema nem é que ambos são homens – Quando descobriu estar apaixonado pelo mais novo, Sin estranhou, pois sempre gostou de mulheres, ainda mais com belos e fartos seios, mas nunca ficou enojado de ver dois homens se amando, o mesmo acreditava que o amor era livre. Então ele se prometeu que nunca iria deixar seus desejos falarem mais alto e tentar tocar Ja’far ou falar de seu amor para ele, apenas quando o mesmo fosse maior. Mas depois do que ele acabou de presenciar...seria difícil ficar perto do menor...

Viu que o albino se limpou e vestiu as calças, e nesse momento Sinbad se levantou e foi para a outra parede, olhar pela janela e pensar em coisas que pudessem fazer sua excitação passar. Até que deu certo... – Sin, o que está fazendo aí? – Ele levou um baita susto ao ouvir a voz do albino, se virando para ele e sorrindo sem graça. “ Nunca mais vou ver ele da mesma forma...droga ” – Hahaha, bem, eu vim aqui te chamar para irmos jantar, é claro. E você nem me avisou que ia voltar pra cá, mesmo estando praticamente do meu lado lá na colina. – O mais velho agiu como se não soubesse de nada e os dois foram para a sala de jantar, visto que Rurumu estava prestes á chamá-los pois a mesa já estava toda posta. Todos ficaram felizes ao ver que os dois se juntaram á eles e foram comer. Depois de ter passado muito tempo comendo cobras no abismo de Artemyra, aquela comida era uma refeição dos deuses para o chefe da companhia. – Ei Sin, quer beber um pouco? Para comemorar nosso retorno. – Hinahoho ofereceu um copo de vinho para o mesmo, mas a mulher Imuchakk interveio. – Não acha que ele não deveria beber? Ainda não é um adulto. – Ela parecia levemente preocupada e não brava. – Não tem problema minha querida, vai ser só um copo. E é uma comemoração, então tudo bem, só dessa vez, além de que Sinbad já é bem crescido. – O azulado sorriu para a esposa e entregou o copo para Sin que se sentia contente. Aliás, era só um copo, então não teria problema, certo? ....

Acabou que foi um pouco mais de um copo para o adolescente – Uns três ou quatro no máximo, mas o mesmo não poderia ser dito para os outros, que estavam praticamente desmaiados de bêbados, pelo menos uma boa parte deles. Mystras estava abraçado ao pé de Pipirika que abraçava o braço do irmão, os três caídos no chão. Vittel estava praticamente desmaiado e sendo carregado por Mahad nos braços de volta para o quarto dos mesmos, Rurumu ria baixinho do marido e cunhada, e se despediu do seu mestre e do albino e se retirou do local, indo cuidar de Kikiriku e ir dormir. Até então não tinha nada de mais, mas infelizmente Ja’far havia bebido um pouco – Escondido da mulher Imuchakk e dado por Mystras – mas não ao ponto de ficar bêbado, mas ele parecia mais alegre e relaxado. Um pouco bobinho também, mas muito fofo com as bochechas coradas...mas aquela cena não era boa para o consciente do adolescente. – Ei Ja’far, vamos para a cama, antes que você beba mais e fique de fato bêbado. – O próprio Sin não estava completamente sóbrio, mas ele tinha total consciência de suas ações e pensamentos. – Eu não quero, me deixa beber um pouco mais. – O menor falou tentando tomar um gole de vinho direto da garrafa, mas a mesma foi tirada de sua mão pelo moreno com facilidade. Com um suspiro, Sinbad pegou Ja’far e o colocou em seu ombro, o carregando para o quarto do menor, tendo um pouco de resistência do mesmo, que puxava seu cabelo e dava tapas em suas costas. Mas o mesmo ignorava e achava graça naquilo, tanto que nem percebeu que tinha passado pelo quarto do albino e o levou para o próprio. Ah não, isso era ruim, e perigoso. Entretanto, antes que pudesse sair, Ja’far escorregou de seu ombro e foi ao chão, colocando as mãos no piso habilmente e correndo para a cama grande do moreno e se deitando nela como uma criança feliz. – Feche a porta Sin, eu quero dormir. – Sem ter como contestar, ele suspirou e fechou a porta. “ Aaah, isso é ruim. Meu quarto praticamente isola os barulhos tanto de dentro quanto de fora, além de ser um pouco mais afastado...então se nós..Não Sin! Você não pode, não se esqueça da sua promessa. Só vá e durma, ignore o Ja’far, além disso nós dormimos um ao lado do outro em Artemyra, então é só fazer igual lá. ” – Mas ele sabia que as circunstâncias eram completamente diferentes, fora que Mystras estava com eles naquele abismo, então nem se quisesse poderia ter feito alguma coisa. – Vem cá Sin, eu estou com frio. – Apesar da cena ser tentadora, o moreno não pode deixar de rir da atitude do mais novo, visto que se estivesse verdadeiramente sóbrio, ele nunca diria isso.

Meio a contra gosto, o moreno foi até a cama e retirou as botas e deixou a espada e o colar na mesa e pegou o menor pelos ombros. – Antes nós temos que trocar as roupas Ja’far, não faz bem dormir com as roupas normais. – Porque ele foi dizer isso? Agora iria ver o albino nu e vestindo uma de suas roupas. Aquilo ia ser demais pra sua cabeça. Com um resmungo, o mais novo acatou a ideia e saiu tirando as roupas e as jogando pelo quarto enquanto ia até o armário do moreno e pegava uma camisola cinza de lá e a vestindo. Pegou uma camiseta branca e uma calça até os joelhos e jogou para o arroxeado, que o olhava estático. A camisola ficava quase como um vestido no menor, chegando até o meio de suas canelas. As mangas ficavam pendentes e deixavam os ombros alvos totalmente á mostra. Mini-Sinbad estava acordando...Mais do que veloz, o moreno se trocou de costas para o albino e se cobriu com o lençol querendo esconder o início de ereção que se formava, e então Ja’far se deitou na cama á seu lado. Talvez não fosse de todo o ruim, era só lembrar como era dormir com o menor quando não era apaixonado pelo mesmo. Mas era difícil, pois Ja’far deitou a cabeça em seu peito. Sin prendeu a respiração e segurava o lençol com força, tentando conter o nervosismo. – Ei..Sin? - A baixa voz do albino pegou o moreno de surpresa e quase que ele pulava de susto. – Eu...posso te pedir uma coisa? – O olhar inocente e doce dos olhos verdes fez o moreno quase chorar de tanta fofura. Por um instante ele até se esqueceu que queria trepar com aquele rapaz. – É claro Ja’far, pode pedir o que quiser. – Ele sorriu caloroso e afagou os cabelos brancos, vendo Ja’far se sentar e o olhar com um brilho decidido. – Você pode se transformar no Valefor? Por favor. – Aquilo era um pedido bem incomum, mas era impossível para Sinbad recusar. Com um sorriso, ele afirmou com a cabeça e pegou o colar que estava á seu lado, se transformando em seguida. – Masou. – Uma leve luz o envolveu e se dissipou depois. Mas deveria ter sido melhor ter se transformado fora da cama. As volumosas caudas felpudas do djinn ocupavam boa parte da cama e esbarravam no criado-mudo ao lado da mesma, quase derrubando a espada de Baal. O adolescente ficou esperando alguma ação do albino, que de primeiro não veio, mas rapidamente o menor se moveu e...Abraçou uma das caudas dele, com uma feição alegre e que estava adorando estar segurando algo tão macio e fofo. O adolescente apenas suspirou docemente com a atitude infantil e meiga do mais novo. – Você é tão macio Sin...mais macio e fofo do que aquele coelho de mais cedo. – A voz fina e doce do albino menor se fez presente, agradando o outro, se sentindo elogiado. “ Ele me chamou de fofo, aaah que alegria. ”

Entretanto, Ja’far não queria apenas aquilo. A verdade é que ele também era apaixonado por Sinbad, e sabia que o mesmo estava lhe vendo antes pela fechadura, e por tal motivo havia ficado corado, mas continuou com o que fazia. Ele queria ser tocado pelo mais velho e queria o tocar também. Ele queria ser amado romântica e sexualmente pelo moreno, e sabia que ele tinha sentimentos por si. Mas por temer que Sinbad se afastasse de si, ele nunca contou nada á ele. Mas não suportava mais ficar em silêncio. Ele iria fazer Sinbad ser dele e o fazer seu de qualquer forma. Sendo assim, ele largou a cauda felpuda do adolescente e o abraçou diretamente, sendo retribuído pelo outro meio confuso. – Sin. – O que é Ja’far? – Perguntou o rapaz meio confuso pelo abraço repentino. – Eu quero fazer sexo. – Sinbad ficou estático e desfez o abraço e segurava Ja’far pelos braços, o olhando incrédulo e envergonhado. – Como é que é? – Ele teve de perguntar, para ver se não era uma brincadeira de mau gosto do mais novo, mas tal atitude não era do jeito do outro, fora que ele tinha um olhar sério. – Eu quero fazer sexo com você Sin. Eu sei que você gosta de mim e eu também te amo. – Tal declaração repentina pegou o adolescente de surpresa, que não pode deixar de seu sentir feliz, mas agora não era o momento para aquilo. – E eu sei que você estava me olhando antes pela fechadura. – O rosto de Sinbad ficou vermelho ao saber que ele havia sido descoberto. – Mas...nós não podemos Ja’far...você- Não diga que não podemos fazer só porque sou uma criança. – O mais novo disse levemente irritado. – Eu sei que você perdeu a virgindade mais novo que eu sou agora, e eu também não sou mais virgem. – Ele disse sério e com uma feição um pouco magoada. – Eu sei que você não quer que eu me lembre do passado por ter sido estuprado mas...eu realmente te amo Sin. Eu quero fazer isso com você porque com você é diferente. – As palavras do menor eram muito sinceras e carregadas de pesar, tocando o coração do mais velho, que voltou a abraçá-lo e afagando seus cabelos. – Desculpa por fazer isso contigo Ja’far. Não precisa chorar por mim. – Mesmo que as lágrimas não estivessem rolando pelo rosto do menor, ele sabia que o meso queria chorar. Ergueu o queixo do mesmo e deu um leve selinho em seus lábios, o olhando com ternura. – Eu te amo Ja’far. – O mais novo sorriu imensamente feliz e o abraçou de volta, fazendo ambos caírem na cama, com Sinbad afagando suas costas.

Eles haviam finalmente aberto o jogo e se declarado para o outro, e sentiam uma leveza na alma, mas ainda não era o fim. O apetite sexual de ambos estava no auge e não aguentariam mais esperar. “ Que se foda a promessa. Ele que veio até mim, ela não vale mais. Não vou mais me segurar. ” – Sinbad pensou e no instante seguinte, segurou o rosto de Ja’far e iniciou um beijo calmo e lento, notando que o menor não tinha experiência com isso, o que tornava mais fofo, visto que o pequeno imitava os movimentos de Sin. O albino maior passou a língua calmamente pelos lábios do outro, que abriu a boca o bastante para que a língua de Sin adentrasse sua boca sem pressa alguma, buscando pela língua do outro com calma. As línguas se entrelaçavam com calma e suavemente, devido a inexperiência do mais novo, então Sinbad comandava o ósculo, indo devagar para que Ja’far o acompanhasse e o imitasse, enrolando sua língua na dele com maestria e vontade. O beijo, que havia começado calmo, ficou mais quente e profundo, pois o menor já havia entendido como beijava e tinha até tomado um pouco mais de iniciativa, tentando ditar o ritmo do beijo, mas Sinbad não permitiu e os virou na cama, ficando por cima do albino menor. O beijo estava quente e sensual demais, os corpos colados um no outro. Ambos conseguiam sentir a ereção do outro e os braços do menor estavam entrelaçados no pescoço do adolescente e o mesmo rebolava suavemente, fazendo com que Sinbad mordesse seu lábio inferior docemente excitado. Ja’far podia ter uma cara meio séria e fofa, mas era um safadinho, ele gostava daquilo. Após apartar o ósculo, Sinbad ergueu um pouco o tronco para poder deslumbrar o garotinho abaixo de si, ficando admirado com a visão de um Ja’far corado, com uma cara pervertida e excitado por sua causa. “ Esse garoto ainda vai acabar comigo um dia...” Com uma mão, Sinbad colocou as mexas de cabelo que estavam caindo em cima do albino menor para poder vê-lo melhor, mas uma baixa risada do mesmo chamou sua atenção. – Qual é a graça? – Perguntou sem entender. – Suas caudas, estão balançando. – O menor apontou para as caudas brancas de Sin, que virou a cabeça para trás, vendo que elas balançavam levemente de um lado para o outro. Valefor é um djinn lobo e o masou transformava Sin em uma raposa de nove caudas, ou seja, é uma reação canina balançar o rabo em diversas ocasiões. Era meio vergonhoso para dizer a verdade, mas ele iria usar isso á seu favor. Usando um dos rabos, ele passou por cima dos ombros descobertos de Ja’far, vendo ele se arrepiar de leve. Hm, reação interessante. Se apoiando nos joelhos, Sinbad decidiu que iria brincar um pouco com o garotinho, usando suas caudas para acariciarem seu corpo, vendo o mesmo se arrepiar e estremecer pelos toques e pela pelagem felpuda das caudas. Cruzando os braços, o albino maior decidiu ir um pouco mais além, e com dois rabos, ele levantou a camisola do corpo de Ja’far, a jogando para o lado. Oh sim, aquela visão era maravilhosa, poder ver seu amor nu em pelo e com as bochechas coradas de vergonha, tendo o corpo acariciado pelas outras caudas. O membro infantil e sem rigidez alguma aparentemente de Ja’far estava ereto e era muito fofo aos olhos do adolescente. Com curiosidade, levou um dedo até ali, acariciando a ponta e ouvindo o menor gemer surpreso e tapar a boca constrangido pelo som. Um sorriso de canto malicioso surgiu nos lábios do rapaz mais velho, que decidiu segurar o membro do menor por completo em sua mão, fazendo uma breve masturbação, vendo Ja’far se contorcer e gemer e suspirar baixinho; ah, como aquilo era excitante, fazia seu pênis doer de tão duro e latejante que estava.

E pelo olhar do menor em sua cintura, Sinbad supôs que sua excitação estava aparente por entre o pano branco que cobria seus quadris e pernas. Viu Ja’far erguer um dos pés e lhe tocar lá, soltando um grunhido ao ser massageado com leveza pelo pé do albino menor. Ele adoraria ser acariciado pelo mais novo daquele jeito, mas também queria lhe proporcionar prazer...Oh, mas é claro que sua mente pervertida teve uma excelente ideia de como resolver isso. – Ei Ja’far, eu quero tentar uma coisa, tudo bem? – Perguntou animado enquanto recolhia as caudas e erguia a criança pelas axilas, o colocando meio ajoelhado na cama. – O que é Sin? – O menor arfava de leve, o deixando muito fofo. Sinbad apenas beijou sua testa e o colocou um pouco de lado para poder se deitar na cama enquanto colocava o menor em cima de si, mas virado para o outro lado...Foi então que o albino menor entendeu a posição, aquilo era um 69. Sinbad planejava...fazer aquilo? Pelo visto sim, já que no instante seguinte o albino maior voltou á acariciar o membro do pequeno, que gemeu baixinho com o contato. Ja’far olhou para os quadris do outro e viu uma elevação entre o pano branco e decidiu que iria retribuir as carícias, afastando o cinto dourado, o colando para o lado e subindo a saia branca da transformação, até que o pênis de Sin estivesse descoberto. O mais novo encarou o membro do outro por longos segundos, o admirando. Mesmo que Sinbad ainda não tivesse terminado de crescer, ele era grande lá em baixo, e aparentava ser bem desenvolvido, ao contrário de si – Claro, pois Ja’far ainda era uma criança de doze e Sinbad em poucos anos seria um adulto. Sem pudor algum, o menor levou suas mãos até aquele pedaço de carne quente e pulsando, sentindo que o albino maior havia estremecido e suspirado com o toque. Ja’far se perguntava se Sinbad não estava meio desconfortável naquela posição, pois eles tinham uma diferença de trinta e oito centímetros de altura de um para o outro – Por tal razão que a camisola havia ficado tão grande nele. Mas no momento não pensaria nisso, tinha coisas melhores para fazer. Estremecendo um pouco pelas carícias do seu chefe em seu membro, o menor passou a masturbá-lo no mesmo ritmo em que era masturbado; os baixos gemidos provindos das bocas dos albinos se fazia presente no quarto, mas Ja’far foi um pouco mais ousado, levando a língua até a glande e a lambendo lentamente, sentindo um agarro forte em suas coxas e um espasmo mais forte vindo de Sinbad. Um pouco mais seguro de si, o menor passou a lamber lentamente o membro do outro, indo da base até a ponta e depois cobrindo a glande com os lábios e sugando o pré-gozo com força moderada, sentindo que agora Sinbad apertava suas nádegas com força e mordia suas ancas, o excitando cada vez mais. Querendo imitar o mais novo, Sinbad colocou o membro do menor em sua boca também, o recebendo por completo, visto que não era tão grande. Um gemido alto de Ja’far escapou do fundo de sua garganta e ele acabou apertando as coxas de Sin pelo prazer que sentiu no momento. Mas ele não ficaria para trás. Respirou fundo e abriu bem a boca e começou a engolir o membro do albino maior o máximo que podia, o sentindo quase na garganta, mas ainda estava na metade do membro dele. Parou por um momento para acostumar com o volume e com um movimento de cabeça o recebeu por completo em sua cavidade bucal, sentindo a glande do maior no fundo de sua garganta, parando para respirar com o nariz e para tentar não engasgar ou se machucar. – Jaaah’far...hm.... – Sinbad gemeu alto e arranhou as coxas e bunda do menor em deleite e revirou os olhos; a garganta do outro era úmida e apertada, ele imaginava como seria o interior de baixo dele....E foi o que iria fazer, mas teria de preparar seu pequeno para recebê-lo. Beijou as partes arranhadas do albino e depois as lambeu, sentindo Ja’far tremer e enfim começar a chupá-lo, subindo e descendo com a cabeça em seu falo. Aah, como aquilo era maravilhoso, apesar de que o menor era inexperiente e roçava os dentes de leve em seu membro as vezes, não dava para não se deliciar com o ato. Sinbad foi subindo as lambidas até as nádegas do menor e as apertou e depois as separou, se deparando com a entrada pequena e branquinha do mais novo, que sentiu suas bochechas ficarem quase roxas de vergonha por saber que o mais velho estava olhando para uma parte tão íntima sua. Um sorriso meigo nasceu nos lábios do maior e ele enfiou o rosto ali, lambendo aquela parte de forma desejosa, sentindo e ouvindo Ja’far gemer e parar o boquete por um instante, sentindo as ondas de prazer percorrerem por seu pênis, Sinbad poderia gozar só com aquilo. Levou uma de suas mãos para a cabeça do menor e o empurrou suavemente para baixo, em um pedido para que o outro continuasse. O menor então fez como pedido, subindo e descendo em um ritmo mais rápido e acariciando os testículos do outro delicadamente, coisa que aumentava ainda mais a excitação de Sinbad. Como Ja’far poderia ser tão bom em tudo? Em apenas poucos momentos ele já havia aprendido a melhor forma de chupar o seu membro sem deixar os dentes encostarem e ainda movia a língua pelas veias saltadas.

Decidido á não permitir que Ja’far se afastasse até que acabasse, Sinbad enrolou suas caudas ao redor do corpo do menor e movia seus quadris para cima, fazendo com que seu membro fosse mais fundo na garganta do menor, isso enquanto sua língua e boca se ocupavam em lamber e chupar o ânus do mais novo, introduzindo o músculo naquele anel depois de um tempo, ouvindo outro gemido de Ja’far, além de sentir algumas gotas do esperma do outro em seu peito, levando sua mão direita até aquela carne e voltar á masturbá-lo, ouvindo ainda mais os gemidos do outro e em como sua garganta se contraia e relaxava quando fazia isso. Ambos sentiam o ápice próximo e por isso aumentavam o ritmo de seus feitos, e Sinbad apertou as caudas ao redor do mais novo e introduziu um dedo dentro do interior de Ja’far, que resmungou incomodado com a invasão, mas depois suspirou quando o albino mais velho se movia delicadamente dentro de si; não doía, apenas um pouco incômodo. Depois de alguns instantes, Sin introduziu o segundo dedo e os movia em forma de tesoura, querendo alargar ao máximo aquela entrada, além de introduzir novamente sua língua naquele buraco, sentindo que Ja’far estava tendo espasmos pelo corpo e parou a felação e gemeu alto – ainda com o membro do outro em sua boca – e gozou no peito do mais velho, comprimindo sua entrada entre os dedos e língua do maior, que se deleitou com tal ação. Ja’far levou alguns instantes para se recuperar do orgasmo e voltou a chupar o membro de Sin com mais força e rápido, enquanto o mesmo colocava um terceiro dedo e estocava sua próstata com agilidade, mas ele já sentia o gosto do pré-gozo do maior em sua boca. – Ja’far...e-eu vou....hmm – No instante em que ele gozou, Ja’far voltou com a cabeça para cima, largando o membro do albino maior; parte do esperma de Sinbad havia ficado em sua boca e outra parte havia sido esguichado em seu rosto, ele era quente. O albino maior desabou na cama arfando e soltou as caudas em torno de Ja’far e momentos depois ele se ergueu, virando o menor para si, vendo o estrago que havia causado, apesar da cena lhe ser bastante sexy. Sua semente estava escorrendo pelo rosto de Ja’far de forma lenta e ele estava de boca cheia pelo mesmo, mas antes que ele pudesse oferecer um pano ou algo assim para o menor cuspir fora, o esmo engoliu aquele líquido viscoso, fazendo uma careta engraçada em seguida. Mas aquilo mexeu com o psicológico do albino maior. Mas antes que se deixasse levar, ele pegou um pano que estava na mesinha perto da espada e limpou o esperma do albino mais novo em seu peito e depois limpou o rosto do menor. – D-desculpa por isso Ja’far, eu não queria... – Estava se desculpando meio envergonhado, mas o menor ria divertido. – Tudo bem Sin, não precisa se desculpar. – Ele disse segurando os pulsos com braceletes dourados do maior e beijou delicadamente seus lábios, fazendo o outro sentir seu gosto, e o mesmo não ficou enojado de tal ato. Os rostos se separaram minimamente e Ja’far olhou para baixo, vendo que, mesmo depois de gozar, Sinbad ainda estava ereto, ou seja, eles ainda não haviam acabado.

Eles trocaram mais um beijo e se deitaram na cama, com o albino menor por baixo; o ósculo quente se fazendo presente. Os corpos estavam quentes e suados, e o calor da noite também não ajudava muito. – Sin...estou com calor... – A criança disse com um olhar de cansaço, ganhando apenas um beijo na bochecha do maior. Sinbad ergue as mãos até a altura de seus ombros e os olhos nas palmas se abriram e uma fina névoa gelada cobriu o quarto, resfriando o ambiente, mas agora Ja’far estava com frio e tremia por causa disso, mas foi coberto pelas caudas felpudas e quentinhas do maior. – Bem, nós ainda não terminamos, não é? – Sinbad perguntou ao voltar para a mesma posição e beijar o pescoço do menor com vontade, se controlando para não mordê-lo. A névoa já havia se dissipado e o quarto começava a ficar quente novamente, mas Ja’far já estava mais refrescado. Com um beijo mais profundo, Sinbad largou o corpo do menor e descansou as caudas, e encostou os membros, vendo a notável diferença de um para o outro, sorrindo ao ver Ja’far corar com o contato e olhar para o lado envergonhado e segurando no tecido que cobria parte do peito e tórax do mais velho. Sin levou a mão até os pênis de ambos e os masturbou brevemente antes de se afastar minimamente e seguras as coxas de Ja’far e as colocar em seus quadris – O enfeite dourado do cinto da transformação havia sido colocada para trás e o pano branco levantado até a cintura e amarrado de tal forma que não atrapalhasse o contato entre as partes dos albinos. Mesmo não querendo aparentar, o mais velho estava visivelmente nervoso enquanto encaixava seu membro entre as pernas do mais novo e encostava sua glande na entrada pequeno do mesmo, engolindo em seco e temendo um pouco enquanto segurava em suas coxas. J’far ao notar o nervosismo de seu chefe, não pode deixar de achar adorável e segurou suas mãos com ternura e o olhou nos olhos com um sorriso gentil. – Tudo bem se não quiser fazer isso. – Ele disse suave e gentil para acalmar o outro, que retribuiu o sorriso e se inclinou para beijar sua bochecha com sardas. – Eu quero sim Ja’far. Me desculpe se doer tá? – Ele disse e o menor confirmou. – Se doer é só me dizer que eu paro tá? – Tá bom Sin, então vai logo. – O mais velho riu da pressa do mais novo e reunindo um pouco mais de coragem, penetrou a cabeça no interior do menor, que agarrou seus barcos com força e fincou suas unhas na pele do outro albino. Sinbad grunhiu de dor ao sentir as unhas de Ja’far em seus braços, mas também em prazer ao sentir seu membro ser apertado daquela forma pela entrada do menor, ele era tão estreito, quente e úmido, era extasiante. Viu o albino menor arfar e algumas lágrimas se acumularem no canto de seus olhos; tal cena dava um aperto no coração do maior, mas eles já haviam chegado até tal ponto e não dava para voltar, além de que mais tarde o menor também sentiria prazer. Voltou a beijar docemente o menor tentando distraí-lo e enfiou um pouco mais de seu membro nele, sentindo as mãos dele o apertarem mais e sentiu que um pouco de sangue saía, mas não ligou para isso no momento. Ele ia aos poucos e parava para deixar o albino menor se acostumar até que depois de longos segundos ele finalmente conseguiu enfiar até o talo, arfando pesado por sentir seu membro ser esmagado deliciosamente daquela forma pelo canal do menor. – S-Sin...v-você é....taaaõ g-grande.... – Ja’far gemeu baixinho enquanto suspirava pesadamente, e tal frase excitou ainda mais o albino mais velho, que engoliu em seco. – V-você tá bem? – Ele perguntou enquanto secava o suor da testa do menor que sorriu gentilmente e olhou para os braços machucados do mais velho. – Desculpa por isso Sin. – Pegou um dos braços e beijou a área machucada e depois lambeu o sangue que saía e depois fez o mesmo com o outro depois. – Eu...só preciso de um instante...ok? – Ele disse enquanto tentava se ajeitar mais confortável na cama e tentava normalizar sua respiração e relaxar para se acostumar com o volume em seu interior. Olhou de soslaio para o rapaz acima de si e viu que Sin estava com os olhos fechados e mordendo o lábio inferior com uma feição de puro prazer no rosto; o menor sentia o membro do outro pulsando dentro de si e aquilo meio que o excitava.

Respirou fundo e rebolou de leve, como se dissesse que o outro poderia se mover. Sin abriu os olhos e sorriu para o menor e moveu os quadris para trás um pouco e voltou para frente de forma lenta e suave, vendo que Ja’far fez uma careta de incômodo, então por enquanto ele iria devagar. O maior manteu esse ritmo lento e suave por alguns instantes, até que viu que o menor não apresentava mais nenhuma resistência e tinha as feições mais eleves e que estava sentindo prazer, então o maior passou a estocar o mais novo com mais força e cada vez mais rápido, até o ponto em que os joelhos do albino menor estavam em seus ombros e os gemidos de Ja’far eram quase berros de prazer, assim como os gemidos nada contidos de Sinbad. Os olhos do maior estavam focados apenas no menor e em como ele estava sexy com as bochechas rosadas e que suas pintinhas estavam mais notáveis e que um filete de saliva escorria pelo queixo dele, se inclinando para lamber o rosto do menor e falar algumas sacanagens em sua orelha para ver ele ficar constrangido, e pelo visto ele gostava daquilo, já que sua entrada se contraía com mais força, levando Sinbad a loucura. E não era apenas o albino maior que parecia estar vendo estrelas de tanto prazer, já que Ja’far vez ou outra revirar os olhos nas órbitas e agarrava os punhos de Sinbad e murmurava coisas sem nexo algum, tendo sua próstata sendo quase esmurrada de tanta força. As caudas de Sin voltavam á percorrer pelo corpo do menor, o arrepiando e o agarrando também, como em suas coxas e braços, deixando tudo mais excitante e sexy para os dois albinos; o jeito animalesco que Sinbad estocava Ja’far era digno de uma verdadeira fera, provavelmente por influência de Valefor, mas nem por isso tornava tudo menos quente. Em determinado momento, uma das caudas se enrolou no membro do mais novo que gemeu alto e lacrimejava de prazer, indicando que em breve chegaria ao ápice. – Siiiin...aaaah, p-pare...o-ou eu v-v-aaah – O pequeno mal conseguia falar, não que fizesse diferença, pois parecia que o outro não o escutava, não diminuindo em momento nenhum o ritmo e força das estocadas, e ainda marcava a cintura branca de Ja’far com suas mãos e unhas afiadas, além de não ter se segurado e meteu-lhe uma baita mordida no ombro direita e o estocou mais fundo ainda, deixando o pequeno praticamente mudo. – Ainda não...hmm...só mais aah um pouco – Disse baixo e rouco no pé do ouvido do menor e mordeu o lóbulo em seguida, voltando o corpo para trás e parando as estocadas por completo. Ja’far gemeu em desaprovação, mas ficou curioso com tal ação, até sentir que Sinbad largou sua cintura e segurou em seus pulsos com certa força; as caudas se agarraram em seus quadris e do nada Sin lhe puxou com força enquanto movia os próprios quadris contra o menor, o fazendo ter um espasmo violento. E assim o mais velho continuou as estocadas, puxando o mais novo contra seus quadris enquanto os empurrava na direção dele, atingindo o ponto sensível do menor em quase todas as estocadas; Ja’far sentia seu estômago doer um pouco, como se o membro do outro estivesse quase o atingindo de tão fundo que ia em seu interior, mas era altamente prazeroso, fazendo ele berrar deliciado, nem ligando se poderia acordar toda a companhia. E ainda por cima, uma das caudas do outro apertava seu pênis deliciosamente. – S-sin...aaaaah...e-eu...e-eu... – Sem conseguir terminar a frase, o mais novo chegou ao ápice, gozando forte contra o rabo felpudo e branco, sentindo que um pouco de sua barriga fora atingida. O urro que Sinbad deu ao sentir os espasmos em volta de seu membro no interior do menor quando o mesmo gozou fora tão selvagem que arranhava sua garganta, o canal de Ja’far havia se comprimido fortemente em volta de seu pênis que foi impossível se segurar mais um pouco, gozando no interior do menor em seguida e o puxando para perto de si o máximo que podia, ouvindo um último gemido de prazer do menor quando o fez e rebolou os quadris contra ele, prolongando a sensação de pós-orgasmo.

Ambos desabaram na cama, com Sinbad em cima de Ja’far, desfazendo o masou em seguida, se sentindo muito mais cansado do que deveria, mas também muito mais satisfeito. Levantou o tronco momentos depois para ver o estrago que havia deixado em Ja’far; sua mordida no ombro do menor estava extremamente vermelha e com certeza ficaria roxa, poderia ser esganado pelo menor por isso, mas no momento estava tudo bem. Com calma, retirou seu membro da entrada estreita do pequeno, gemendo extasiado junto ao outro quando o fez, vendo com orgulho e prazer seu esperma escorrendo para fora daquele buraquinho e manchando o lençol. Deitou ao lado do menor que estava bêbado de sono e mal mantinha os olhos abetos. – Isso foi ótimo Sin... – O albino comentou abraçando o moreno e deitando a cabeça em seu peito com ternura. – Eu também achei Ja’far, também achei. – O maior bocejou. Queria dormir, nem ligando se ambos estavam sujos ou suados, o sono falava mais alto, além de que poderiam tomar banho no dia seguinte. – Deveríamos fazer isso mais vezes. – Os olhos âmbar se arregalaram e o mesmo engoliu em seco, tentando não ficar excitado com a fala do menor. Apenas afagou os cabelo alvos e beijou a testa do pequeno. – Vamos dormir Ja’far. Boa noite. – Ele disse e foi respondido pelo menor que sorriu levemente e beijou seus lábios suavemente, para depois voltar á posição que estava e adormecendo no instante seguinte com o carinho do maior em seus cabelos. Sinbad sorriu e fechou os olhos, caindo no sono também.

 

 

 

 

                                                                                ~*~*~*~

 

 

 

De manhã, os dois rapazes acordaram bem desgastados e sem um pingo de energia, ainda mais Sinbad, mas com certo esforço e determinação, foram se banhar e trocar os lençóis sujos da cama do maior, que teve de sair para buscar roupas limpas para o menor só para depois eles irem enfim para o local onde se reuniam para comer. As pessoas os receberam com bom dias calorosos e aparentemente ninguém havia escutado nada – Claro, estavam todos praticamente desmaiados de bêbados da noite anterior. Claro, o quarto de Sin isolava os sons, então tudo bem. E ainda bem que o som ficava isolado, pois poderiam ter acordado todos na noite anterior, e não seria nada legal terem de justificar os barulhos. Eles se sentaram á mesa e foram comer, o que ninguém percebeu foram os olhares apaixonados dos dois e em como suas pernas estavam enroscadas por debaixo da mesa, além de que eles tomaram o cuidado de esconder as marcas da noite anterior. Eles podiam ser considerados amantes oficiais a partir de agora, e mesmo que tivesse de esconder o relacionamento, eles nunca deixariam de se amar...

 

 

                                                                          *~ Flashback ~*

                                                                                   Presente

 

 

Sinbad arfava e se masturbava de leve com as memórias do passado. Ele não planejava chegar até aquele ponto, mas foi praticamente impossível. “ Caralho, só agora que eu me toquei de como o Ja’far já era extremamente sexy desde aquela época... ” - Ele tomou um susto quando ouviu a porta ser aberta e retirou a mão de seu membro e cruzou as pernas, tentando esconder sua ereção, com o rosto levemente corado de constrangimento. A pessoa que havia entrado era Ja’far, que estava segurando a porta olhando para seu rei, notando o que estava ocorrendo. – Você não tem um pingo de vergonha Sin? Fazendo esse tipo de coisa agora e aqui? Já terminou seu trabalho? – Ele perguntou com uma leve irritação, vendo seu rei coçar a cabeça sem graça e mexendo as pernas meio incomodado. Um sorriso surgiu nos lábios do albino que fechou a porta trás de si e a trancou, indo para a sacada e fechando a porta, e em seguida a cortina, fazendo isso com as outras janelas e olhando safado para o moreno, que sorriu malicioso em seguida e desfez a posição, deixando suas pernas bem abertas e se encostou no sofá, apoiando os braços no estofado. – No que estava pensando Sin? – O ministro perguntou enquanto caminhava até seu rei e se agachava entre suas pernas, erguendo as vestes do mesmo até deixar o membro moreno exposto. – Estava lembrando da nossa primeira vez, e ainda por cima fizemos com o Djinn Equip – Ele disse de forma debochada enquanto arrancava o keffiyeh verde da cabeça do albino e a colocando na mesinha junto aos papéis. – Oh, jura? Entendi. Mas eu quero que agora você pense apenas em mim, certo, meu rei? – O menor disse de forma sensual enquanto acariciava o pênis de seu amante com as mãos. – Claro Ja’far, eu só penso em você mesmo... – Um sorriso depravado surgiu nos lábios do rei.

 

 

 

Pois é, o rei era cheio de fetiches, e quando envolvia Ja’far e Djinn equip era sinônimo de melhor transa de suas vidas. Por alguns longos minutos, aquele cômodo ficou escuro e sem que ninguém soubesse o que estava havendo nele. Diga-se de passagem, Sinbad ainda poderia usar seus outros três djinns para futuras brincadeiras. Que Ja’far o aguardasse...

 

 

 


Notas Finais


Desculpem-me por qualquer erro viu? :p
Obrigada novamente á todos que leram, gostaram, comentaram e afins ❤️
E é isso. Até um dia, quem sabe ^-^


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