História Os Filhos do Amanhã - Capítulo 8


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Tags Camila Cabello, Camren, Heróis, Lauren Jauregui, Romance
Visualizações 25
Palavras 2.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem e uma boa leitura pra todos.

Capítulo 8 - Capítulo 8



POV Camila





Bangkok, Tailândia 2023





Coloco os meus fones e seliciono uma música no playlist que eu não ouvia há muito, e que fez lembrar de Lauren e da última vez que vi ela, começo ouvindo uma música da Sami Lovato.



Os meus pensamentos não fogem dela nem por um segundo desde a última vez que vir ela naquela cama de hospital inconsciente me sinto culpada até hoje por aquilo ter acontecido com ela e os meus pais por culpa minha por ter nascido diferente.




Já pessaram dez anos desde aquela noite que marcou a minha vida para sempre, prometi para me mesma que não iria descansar até descobrir os responsáveis pela morte dos meus pais, sair da cidade aquela noite sem olhar para trás deixando a minha irmãzinha num lugar seguro, eu não tinha cabeça para cuidar sendo atormentada pelos os meus demônios do meu passado que me perseguem até hoje, fico pensando como será que Lauren está será que ela casou e vivi bem com a sua família depois daquela trágica noite, sera que ela tem filhos, e principalmente será que ela pensa em mim como eu penso nela o tempo todo.




Balanço a minha cabeça para afastar tai pensamentos preciso me concentrar no meu trabalho, estou em Bangkok no encalço de ladrãozinho que roubou alguns rolos de filmes do meu atual chefe temporário Quentin Tarantino, que estava guardando a sete chaves  a sua obra de artes pelo menos foi isso que ele me disse, mas para mim isso não importa o que nptem nesses rolos de filmes e sim na grana que rei recebe quando terminar o meu trabalho.




Como precisava de grana e não queria trabalhar para traficantes ou bandidos da pior espécie tenho me virado fazendo alguns trabalhos de freelancer como esse, para bancar as minhas buscar e manter a minha irmãzinha trabalho convencional nenhum iria me pagar o que ganho fazendo esses pequenos trabalhos.




Não tive que matar nenhum inocente até agora nesse trabalho a única coisa que ele me disse para fazer foi quebre as pernas do desgraçado, é o que eu vou fazer depois disso volto para os Estados Unidos com a encomenda do meu chefe um cineasta que se envolve em cada coisa digna de roteiro de filme.
Tive que mudar de endentidade sem precisar usar um nome falso já que o meu nome completo é Karla Camila Cabello Estrabao, e hoje em dia depois de ter explodido o lugar onde o meu registro estava sem machucar ninguém é claro hoje em diabuso o nome de Karla Estrabao.




Abaixo o volume de meu antigo mp3 já que estou na frente da porta onde o ladrão burro esta hospedado num hotel de cinco estrelas, sinto que o idiota esta no quarto já que posso ler os seus pensamentos do idiota que esta nesse exato momento no banheiro, um trabalho fácil, fácil.




Adentro o quarto forçando a porta arrombando a mesma vou até onde o idiota havia deixado a mala com os rolos de filmes debaixo da cama, sorriu ao me abaicpxa e encontra a mesma e coloco em cima da cama abro a mesa verificando como estão os filmes, espero o ladrão imbecil sair do banheiro para terminar o resto do meu trabalho, me sinto estranha quado sinto a presença de outra pessoa no quarto quando me viro para atacar só atingida por raios que fazem ir parar no outro lado do quarto.




Caída no chão vejo duas sombras se aproximarem de mim então ouço um deles dizer um pouco assustado.



-Shaddix não precisava pegar tão pesado com ela. —É tudo que ouço antes de apagar





Não sei quanto tempo fiquei desacordada quando sinto um gosto de sangue na minha boca antes de abrir os meus olhos vejo que estou deitada com a minha cabeça em cima das minhas mãos numa mesa metálica gelada, pisco algumas vezes e percebo que estou dentro de uma sala parecendo com aquelas salas de interrogatório tento me levantar, mas só impedida pois as minhas mãos e pernas estão acorrentadas.




-Mas que porra é essa? —Pergunto olhando para as minhas mãos neste momento ouço alguém dizer.




-Para a sua proteção. —Olho para frente dando de cara com um homem de paletó preto e de óculos escuros ele tá com cara de agente do FBI.



-Por que estou presa? —Pergunto tentando parecer inofensiva até descobrir o que esta acontecendo.




-Bom a senhorita não esta presa, as correntes são para o seu proteção já que imagino que esta furiosa para colocar as mãos na pessoa que te laucteou.





-É bem provável. —Falo sentando na cadeira desconfortável.




-Imagino que deve esta se perguntando quem sou e o que está fazendo aqui.




-Sim, tirou as palavras da minha boca. —Falo irônica achando estranho o por que de não esta conseguindo ler os seus pensamentos.




-Sei o que está pensando. —O engravatado fala se aproximando de mim. 




-É mesmo e o que estou pensando?




--Que deve ter perdido as suas habilidades por não conseguir lê a minha mente neste exato momento. 




Ele fala puxando a cadeira e sentando em minha frente com uma pasta na mão abrindo em seguida verificando alguns papéis, por alguns segundos tira o seu óculos escuro colocando em cima da mesa, então diz.




-Eu sou o agente Simon Cowell, e a senhorita não perdeu a sua habilidade de lê mentes até o momento.




-É mesmo? —Pergunto irônica.




-Sim. —Ele diz me encarando.




-O que estou fazendo aqui agente Cowell? 




-A senhorita foi trazida até aqui contra a sua vontade para eu lhe propôr algo.





-É mesmo e o que séria isso? 





Pergunto já arquitetando uma forma de fugir daqui e me perguntando o que esta acontecendo que não consigo lê os seus pensamnetos já que o mesmo disse que não pedir a minha habilidade.




-Andei verificando a sua ficha senhorita Karla Camila Cabello Estrabao e vejo que anda fazendo algum tipo de investigação.





-O meu nome é apenas Karla Estrabao, senhor agente Cowell.



-E que ficha é essa que você esta falando? —Pergunto curiosa.




-De que temos da senhorita e que mantemos sempre atualizada senhorita Cabello.




-Já disse que o meu nome é Karla Estrabao! —Falo irritada.



--Para alguém que detestava ser chamada pelo o primeiro nome até que você usa com muita freqüência.




-Como sabe disso? —Pergunto curiosa.




-Como havia dito temos uma ficha atualizada da senhorita.




-Isso é impossível, quero falar com o meu advogado. —Falo escorado o meu corpo na cadeira fria.




-Bom até onde sei a senhorita não precisa de seu advogado afinal de contas não esta presa e nem sendo acusada de nada.





-Então quer dizer que posso sair pela aquela porta agora se eu quiser.




-Sim pode, mas quero que ouça primeiro a minha proposta primeiro antes de tomar qualquer decisão pricipitada.




-Como o senhor havia dito não obrigada, então me solta por favor. —Falo me levantando e estendendo as minhas mãos algemadas.




-Bom a senhorita pode muito bem se livrar delas sozinhas.



-Como disse? —Pergunto curiosa.




-A senhorita sabe muito bem sobre o que estou falando das suas habilidades uma delas é poder lê mentes e outra até onde sabemos é força de pelo menos mais de dez homens. 




-Estou enganado senhorita Cabello? 




-É está.




-Começo a me perguntar o que será que andam colocando em seu café. 




Neste momento sinto que por uma fração de segundos posso lê a mente do agente em minha frente, mais em seguidas tudo fica em silêncio, então percebo que tem alguém por de trás desse espelho falso que de alguma forma esta bloqueando a minha mente e assim me impedindo de saber que o agente Cowell pensa.




-Já deve ter percebido que alguem com a sua mesma habilidade está lhe bloqueando. —Ele fala sorrindo.




-Se você esta dizendo.




-Tenho que admitir que a senhorita fez um bom trabalho apagando os seus rastros inclusive a sua própria identidade quando sumiu com o seu registro escolar e qualquer outra coisa sobre a sua existência, mas se esqueceu de uma pequeno detalhe.




-É e qual foi? —Pergunto irônica.





-A senhorita esqueceu de se livrar do corpo de um ex-colega de escola o senhor Bradley Simpson. —Ele fala pegando algumas fotos de dentro da pasta e começa colocar cada uma em fileira na minha frente.




-Eu não sei o que ele fez para a senhorita ter ficado irritada ao ponto de lhe quebrar o seu pescoço.




-Não sei do que o senhor esta falando. —Falo um pouco nervosa.



-Bom eu até poderia acreditar na senhorita se não tivéssemos o DNA e digitais da senhorita naquele quarto de hotel, há dez anos quando o seu colega foi morto.




-Isso é impossível.



-Não, não é, mas veja bem eu tenho uma proposta para esse pequeno erro sumir de sua ficha, é claro se a senhorita aceitar.




-Eu quero falar com o meu advogado.




-É sério que vai continuar com essa birra senhorita Cabello.


-Se continuar assim vai acabar matando a sua irmãzinha Sofia. 





Ao ouvir o nome de minha irmãzinha fico irritada ao lembrar o que havia acontecido naquela noite, ao ponto de parti as correntes que me  prendem, fazendo ele se assustar só um pouco.




-Não toque no nome de minha irmã.




-Tudo bem Camila se acalme um pouco e me ouça vou parar com os rodeios e ir direto ao ponto.


-Por favor sente-se. —Respiro fundo e me sento na cadeira desconfortável novamente.




-Faço parte de um departamento que combate as forças que estão querendo dominar este mundo chamando Darkside, que estão querendo derrubar o governo dos Estados Unidos criando caos e discórdias  provando que somos incapoezes de proteger o nosso país.



Antes que ele continuasse com o seu discurso para reclutar pessoas para a sua pequena guerra falo interrompendo ele.





-Olha só professor Xavier esse seu discurso e bem legal e tudo mais, não estou interessada por que não chama o Wolverine quem sabe ele engole esse seu Papinho chato de super heróis.



Falo me levantando da cadeira já que eu havia quebrado as correntes que me porendeiam e vou andando até a saida dessa sala quando ele diz.




-Tenho provas que eles estão por trás do assassinato de seus pais!




-Não estou interessada, se não se importa tenho que ir entregar uma encomenda para o meu chefe.



-Não esta interessada em saber o que tenho sobre o assassinato de seus pais? —Ele pergunta incrédulo.




-Não.




-Por que? —Ele pergunta curioso.




-Porque trabalho só senhor.




-Tudo bem eu não posso obrigar-la a fazer o que não quer.
-A sua mala esta com o agente Wilson que lhe aguarda na portaria.




-Obrigada. 




Falo saindo da sala sem saber por onde ir então resolvo pegar o elevador e sem querer acabo esbarrando em alguém fazendo essa pessoa espalhar algumas pastas que estavam em sua mão, imediatamente começo a apanhar as pastas rapidamente sem reparar em quem eu havia esbarrado até vejo duas mãos delicadas tão pálidas quanto a branca de neve.




Imediato olho para a mulher agachada em minha frente também apanhando as fichas só que agora me encarando com uma intensidade fazendo o ar sumi dos meus pulmões, não podia ser ela Lauren eu não via ela desde o hospital, ela continua a me encara até que dar um sorriso tímido e fala.




-Me desculpe eu não vi você. —Ela fala fala como se não me reconhecesse.




-Tudo bem a culpa foi minha. —Falo olhando pra ela confusa sem entender o que ela esta fazendo neste lugar que não sei onde estou e por que ela não lembra de mim.




-Então esta perdida? —Ela pergunta me olhando de um jeito que não sei decifrar.



-Não.



-Tudo bem então preciso ir com a sua licença.




Assinto e vou andando até o elevador apertando o botao chamando o mesmo olho para a direção onde ela vai que bate na porta da sala onde eu estava a alguns minutos atrás, a porta do elevador se abre enquanto a porta da sala onde eu estava se abre ela antes de adentra a mesma olha para mim e depois entra na sala.





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