História Os Filhos do Olimpo - 1a temporada - Capítulo 1


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Categorias Mitologia Grega, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Exibições 2
Palavras 559
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Primeiramente, quero agradecer à Amanda, por me ajudar a avaliar as sinopses hehe

Espero que gostem da história.

Capítulo 1 - Um Sonho estranho


Naquela noite, tive um sonho estranho. Eu estava num grande campo aberto. Haviam construções em estilo grego por toda a volta. Ao longe, uma fogueira, com pessoas em volta, cantando. Eu não conhecia o lugar, disso eu tinha certeza. Nunca estive ali antes. Mas então, que lugar era esse?

Resolvi investigar, descobrir que lugar era aquele onde eu estava... andava com cuidado, meio escondido entre construções estranhas, com medo de ser visto por alguém. Notei um garoto mais afastado da multidão na fogueira, o que me deixou intrigado. Porque será que estava ali, isolado, distante de todos?

Observei o garoto. Mesmo de longe, pude perceber que, mesmo usando uma camiseta igual a dos outros, que parecia ser uma espécie de uniforme, ele não se sentia à vontade. Talvez não fosse seu estilo. Ele deu um passo à frente, ficando na parte mais iluminada do pátio, mas ainda sem se juntar ao coro. Pude vê-lo um pouco melhor. Ele tinha pele clara, num tom pálido, como se não tomasse muito sol. Sua calça jeans era de um tom escuro, próximo ao preto. Tive a impressão de que esse era o estilo do garoto, quanto mais escuro, melhor.

Subitamente, o garoto olhou na minha direção, e me escondi rapidamente próximo a uma das construções, que tinha uns enfeites estranhos de tridente. Não sabia dizer se o garoto me viu, mas fiquei com receio de olhar para ver.

— Ele não te viu. Ninguém aqui pode te ver.

Viro rapidamente, assustado com a súbita aparição às minhas costas, e me deparo com um homem adulto. Ele parecia ser bronzeado, como se passasse muito tempo sob o sol, e vestia camisa havaiana e shorts cáqui. Parecia uma daquelas pessoas que ficam o dia todo na praia, como um pescador, ou talvez um surfista, que passa seu tempo esperando pela onda perfeita.

— Quem é você? O que veio fazer aqui? E o que quer dizer com eles não podem te ver?

— Garoto, isso é um sonho. Você não está aqui de verdade. Então, é claro, ninguém além de mim pode te ver. – ele disse aquilo como se fosse óbvio. – Quanto ao que vim fazer aqui... vim ter uma palavrinha com você.

— Veio falar comigo? Mas... como? Se isso é um sonho... então quer dizer que nada disso é real... certo?

— Não, Alex, pelo contrário. Tudo aqui é real. O lugar, as pessoas, essa conversa... tudo isso é real.

Fico em silêncio, em parte pelo choque por esse estranho saber meu nome sem que eu nem tivesse me apresentado, em parte para que ele prosseguisse.

— Bom, Alex. Não tenho muito a dizer. Trouxe você aqui para que conhecesse esse local. É um acampamento. Em breve será seu novo lar.

— Meu novo lar? Como assim? Moro com minha mãe, não com um monte de outros jovens que cantam em volta de uma fogueira – falei, apontando para o local.

— Tudo vai mudar em breve. Você terá que vir para cá. Essas pessoas te acolherão, serão seus amigos, te ajudarão.

— Não entendo... O que quer dizer? Aliás, quem é você?

— Logo entenderá, Alex. Não se preocupe. Agora vá, se prepare... E nunca se esqueça das coisas que sua mãe te diz. Tudo o que ela diz tem algum significado, por mais que você ainda não entenda.

Com essas palavras, o homem moveu a mão e então, subitamente, tudo escureceu.



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