História Os Filhos do Olimpo - 1a temporada - Capítulo 3


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Categorias Mitologia Grega, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Exibições 3
Palavras 525
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 3 - Ninguém fala mal da minha mãe!


Minha mãe tinha razão, é claro. Eu não devia ficar pensando naquele sonho – nem no que quer que seja que minha mãe estava escondendo. Principalmente porque era 23 de junho.

Você deve estar se perguntando: o que tem de tão especial no dia 23 de junho? Eu respondo: meu aniversário. E esse ano, eu estava completando meus 16 anos! Dá pra acreditar como o tempo passa?

Como nem tudo é perfeito, tive que ir para a escola de manhã. Não que eu não goste de estudar, sabe? Eu até ia bem na escola... mas como eu não tinha amigos, o dia não era divertido. E eu também não gostava de ficar o dia todo sentado. Talvez seja por causa do meu transtorno do déficit de atenção e hiperatividade.

Então, me despedi da minha mãe, já não vendo a hora de voltar para casa, para passar um dia divertido com a minha mãe. Ela me desejou uma boa aula, e prometeu que teria meu prato favorito no almoço. A lasanha da minha mãe era realmente incrível. A melhor do mundo.

Mal sabia eu, que demoraria a voltar a vê-la.

**

Passei um dia entediante na escola. No intervalo, me sentei em um canto afastado do pátio, um lugar pouco visível onde ninguém ficava, a fim de ser deixado em paz. Achei que dessa vez daria certo. Mas eu estava enganado. Não demorou muito, Pedro Palhares, o valentão da escola que adorava roubar o lanche dos “mais fracos” – especialmente o meu – me encontrou, e veio me importunar. Eu devia saber que é quase impossível se esconder do Pedro.

— Ei, mané! O que tem ai hoje? – disse, já pegando meu lanche.

Eu não ia aceitar isso. Não dessa vez. Tinha me preparado para isso.

— Devolve isso aqui, Pedro. Isso não é seu. Já cansei de “emprestar” meu lanche para você. Chega, se quiser vai ter que trazer seu próprio lanche, ou ir comprar na cantina.

— E você vai fazer o que? Me bater e pegar de volta seu lanche? Não, não vai. E sabe porquê? Porque você não tem coragem. Tudo o que pode fazer é ameaçar.

Pedro deu uma grande mordida no meu sanduíche. Esperei, para ver se surtiria o efeito que eu queria. De repente, Pedro começou a se abanar, pedindo água. Jogou meu lanche no chão.

— Essa porcaria... tinha... pimenta! Cara, eu odeio pimenta! Pensei que sua mãe fosse uma boa cozinheira, mas não!

Fiquei furioso, claro. Quem esse cara pensava que era para falar mal da minha mãe e da comida dela? Silvia Barbosa era a melhor cozinheira do mundo! E uma pessoa incrível!

Mas nem mesmo eu sabia explicar o que aconteceu. Nem encostei o dedo nele. Mas é claro que, quando a torneira do tanque, perto de mim, estourou, atingindo Pedro com uma boa pressão, eu levei a culpa. Pedro saiu correndo pela escola, gritando.

Me virei para pegar meu outro sanduíche, bem mais gostoso que o outro, que tinha escondido ali, para que eu pudesse comer quando me livrasse do Pedro, mas antes que desse a primeira mordida, ouço uma voz familiar atrás de mim, e percebi imediatamente que estava encrencado.



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