História Os guarda-costas - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~kami-natsume

Postado
Categorias Batman, Batman vs Superman: A Origem da Justiça, Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), O Incrível Hulk, Os Vingadores (The Avengers), Superman, Thor, X-Men
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Loki, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pepper Potts, Personagens Originais, Steve Rogers, Thor
Tags Amizades, Babas, Fofa, Katyllin, Vingadores
Visualizações 217
Palavras 1.300
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Katyllin


Era dia dezoito de maio de 2003, no hospital publico de NY, onde em uma das salas de parto o relógio marcava exatamente dez e trinta e quatro. Ali algo maravilhoso na biologia humana ocorria. 
- Força já esta quase saindo - incentivava o medico a sua paciente. 
- Vamos querida logo, logo vamos ter nossa pequena em nossos braços! 
Passaram-se mais alguns minutos e logo todos puderam ouvir o choro da bebê que preencheu o a silenciosa ala hospitalar. 
- Parabéns é uma menina - anunciou o médico com um grande sorriso pelo esforço da mulher a sua frente - Quer pega-la? 
Com um sorriso no rosto e os olhos a lacrimejar pela emoção a mesmo concordou sentindo prontamente seu marido segurar sua mão compartilhando com aquele momento especial para eles. 
- Ela é perfeita e olha vai abrir os olhinhos... 
A mulher chorava mais ainda pela emoção de ver pela primeira vez aquela que carregou nove meses em seu ventre. Mas parou de falar assim que notou a cor diferente de sua filha, num azul tão diferente se seu marido. 
- Os olhos dela são bem diferentes. 
Estranhando a fala de sua paciente o médico resolveu se aproximar para checar melhor a saúde da criança. 
- Deixe-me ver 
Claudia entregou a pequena criança a o especialista o olhando atentamente para ver se ele lhe diria algo ruim sobre aquilo. Por um momento seu coração foi à boca. 
- Mandarei fazerem alguns exames nela 
Assim que o medico se retirou o homem olhou para sua esposa quebrando o silencio. 
- Então será Katyllin? 
- Claro, mas iremos a chamar de Kat 
Foi em um piscar de olhos que três anos se passaram para aquela família. Até que um dia aquela bebezinha descobriu algo que mudaria sua vida. 
- Mamãe! Mamãe! Veja só – mostrou o celular com vários números na tela para sua mãe. 
- O que é isso minha princesa? 
Claudia estava confusa com aquilo que sua princesa mostrava, por uma momento perguntou-se se aquilo seria um vírus que o aparelho havia pegado. 
- Eu não sei de repente apareceu quando eu toquei no celular – a voz infantil pareceu assustada com a possibilidade de ter feito algo errado – Tudo bem mamãe? 
- Não foi sua culpa querida, John vem cá! 
- O que foi Claudia? 
- Olhe isso, por favor. 
Claudia mostrou o celular ao marido, este olhou para a esposa que retribuiu o olhar antes de juntos mirarem a pequena à frente dos dois que parecia querer começar a chorar. 
Foi assim que mais três anos se passaram para a pequena Kat que passou a conviver com seu poder e então com a dor... 
- Estamos aqui para nos despedirmos de John um homem de bom coração, um ótimo marido – o padre olhou para Claudia que chorava e então para a pequena menina ao seu lado parando um pouco ao encarar a figura frágil da menor – E um ótimo pai... 
Depois do enterro as pessoas passaram a se aproximar da família para dar suas condolências e força. Havia também apenas aqueles que queriam saber da vida agora da viúva com uma criança e assim poder além de especular e fofocar sobre aquelas vidas. Foi então que um homem estranho aproximou-se das duas: 
- Eu sinto muito pelo seu marido, ele era um grande amigo. 
- Muito obrigada. 
- Claudia! – uma mulher se aproximou abraçando a outra que limpava as lagrimas que teimavam em cair – Oh minha amiga, eu sinto muito. 
- Muito obrigada Dayane. 
- Que isso amiga é para estas coisas... – então ela mirou a loirinha que se escondia nas pernas da mãe – Como ela esta? 
- Não sei, ela não saio do quarto o dia inteiro e agora não fala nada só fica agarrada a minha perna chorando pelo pai. 
- Eu já estou indo... Quer que eu a leve para casa este ambiente não é muito bom para crianças. 
- Obrigada, Dayane você não imagina o quanto esta me ajudando levando ela. 
Depois que as pessoas saíram e finalmente a mulher pode ir para casa tendo certeza que ninguém mais viria falar com ela sobre seu falecido marido. Claudia se dirigiu para o quarto de sua filha assim que colocou os pés em casa esperando encontrar ela lá desde que havia saído antes do enterro terminar completamente sabendo que sua amiga teria a deixado ali há muito tempo, não queria que Kat ficasse mais ainda perto das pessoas falando sobre seu falecido marido entre outras coisas que a menina poderia viver naquele cemitério. 
- Kat querida – a mulher ficou estática assim que entrou no quarto vendo o que para ela era impossível, seu marido sentado conversando com sua filha enquanto a mesma brincava – Mas o que? 
- Mamãe olha o papai – falou a garota assim que notou sua mãe parada na porta com a pele mais branca que mármore e os olhos arregalados em pura surpresa. 
- Olá Claudia 
- John o que você esta fazendo aqui – a mulher estava em estado de choque pela visão do marido que acabara de enterrar – Quer dizer... 
- Achou mesmo que conseguiria? – seu olhar para a sua ex-mulher era de repulsa e ódio algo incomum daqueles orbes azuis. 
- Como você pode estar vivo? 
- Não estou – disse simplesmente antes de não aguentar mais olhar para Claudia e se virar para sua filha – Kat pegue suas coisas, nos vamos embora agora. 
- Está bem papai. 
A pequena levantou-se de onde estava sendo encarada pelos adultos que viam a menor pegar sua mochila preferida e colocar suas coisas dentro arrumando-se para partir. Viram por um tempo a menor ir se arrumando como pedido antes de Claudia se recuperar e alfinetar seu “marido”: 
- Então se você não esta vivo o que faz aqui? – o deboche era claro na voz daquela mulher. 
- Não percebeu? 
John perguntou como quem fala com uma criança que não entende nada, para então desviar o olhar para aquela que tanto o desagradava e em fim poder voltar a observar a sua princesinha pegar algumas coisas dentro do guarda-roupa e colocar junto as outras coisas que havia separado na mala. 
- Isso é impossível! 
Ela olhava abismada para a criança que pegava tudo sem dar atenção para que seus pais falavam. 
- Kat já pegou tudo? 
- Sim papai! 
O belo sorriso inocente da garota arrancava um inconsciente de John que não resistia a sua filha 
- Ótimo agora pegue a minha mochila que guardei... Você sabe onde esta? 
- Sim papai... A mamãe não vem com a gente? 
John olhou para a mulher que estava ainda parada na porta tentando entender o que acontecia ali. 
- Não ela não vai meu amor 
Então olhando em volta parou para encarar sua viúva, um olhar que dava medo até que... 
-e hora de você parti. 
Quatro horas depois, os olhos de Katyllin que olhava para todos os lados em que o carro passava, não aguentando mais de curiosidade resolveu reunir coragem e perguntar: 
- Papai, para onde vamos? 
- Para bem longe daqui 
Em um lugar distante do antigo lar da família que já foi feliz. Um homem batia em uma porta pedindo permissão para entrar logo concedida por outra voz masculina que se encontrava bebendo um drink sentado atrás de uma imponente mesa de escritório. 
- Senhor ela foi encontrada morta e a garota sumiu 
- Mas que droga! – então arremessou o copo que estava em suas mãos na parede perto de seu empregado – Achem aquela garota! 
- Sim senhor! 
Assim que o homem se retirou depois de fazer uma referencia perante seu chefe o mesmo pegou outro copo servindo-se de mais Whisky. 
- Você não vai mais escapar de mim Katyllin – rosnou olhando para aporta dando um generoso gole de sua bebida – Não vai.


Notas Finais


Oi aqui é a Tsuki e espero que gostem desta fic que estou ajudando a linda Mabel a escrever.
Oi eu sou a Mabel-day e espero que gostem.

Beijos <3


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