História Os Guardiões : Fúria Elemental - Capítulo 18


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Categorias Originais
Tags Elemental, Fúria, Guardioes, Joe Frost, Marcos, Seike, Tristan Miller
Exibições 13
Palavras 1.821
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shounen, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sim, essa história ainda existe e pretendo escrever com frequência(sempre digo isso né? xD)
Enfim, aproveitem

Capítulo 18 - Busca por respostas


Fanfic / Fanfiction Os Guardiões : Fúria Elemental - Capítulo 18 - Busca por respostas

Novamente de volta a Porto Alegre, os Guardiões, João e sua nova namorada estavam reunidos na mesma churrascaria que foram antes.

- Então João, e a...

- Terminamos. – João respondeu a provável pergunta de Nicholas com toda normalidade possível enquanto degustava um pedaço de carne.

- Nossa... - Essa única palavra dita por Gabriel, foi, possivelmente, o pensamento de todos presentes na mesa.

Um pequeno silêncio tomou conta da mesa até que a nova namorada de João se levantou para ir ao banheiro e todos começaram a conversar do que realmente interessava.

- Então galera, como foi? – João perguntava extremamente empolgado.

- Ah, você sabe, nós chutamos a bunda dele! – Gabriel respondia com a mesma empolgação.

- Boa, meu guri! – Ambos deram uma pequena levantada para suas mãos se alcançarem em um high five.

- Ih, viado, ta menosprezando? Eu solei o White lá. – Leo dizia inconformado, porém descontraído.

- Pera, White? – Nicholas, Raphael e Patrick perguntaram em coro e, em seguida riram discretamente.

- Mas aí, Marcos, desde quando teu cabelo é preto? – João chamou a atenção de Marcos que, até agora não havia falado nada na mesa com um detalhe que ninguém havia realmente percebido. Prova disso é que após ele perguntar, todos na mesa disseram palavras como “É mesmo”, “Verdade”, “Pode crer” e “Ninguém liga”. A última obviamente foi do Leo.

Marcos disfarçou qualquer olhar pensativo ou expressão que mostrasse que ele não estivesse prestando atenção na conversa.

- Sei lá, ta assim desde que lutei contra o cara das Trevas, deve ser algum efeito colateral dos poderes dele. Enfim, quando vamos lutar de novo, tenho certeza que tu não vai nem me encostar! – Marcos dizia animado e no final da frase deu um leve soco no braço de João que sorriu de volta.

Um pouco próximo a mesa deles, a televisão estava ligada e, por coincidência (ou não), estava passando o noticiário com matérias realmente sugestivas para o momento.

“O Furacão Patrícia, o pior da história, que se aproximava da costa do México desapareceu repentinamente, pesquisadores supõem que seja uma mudança repentina no clima que ocasionou, porém sondas próximas detectaram um mapa de calor de um humano próximo. É um mistério.”

“A área conhecida como Círculo de Fogo, localizada no Pacífico, continha o maior índice de terremotos no mundo. Exatamente, CONTINHA. De uma forma misteriosa que os geólogos não conseguem explicar as placas tectônicas do local se juntaram perfeitamente, isentando o local de qualquer abalo sísmico.”

“Viajantes afirmam terem visto um homem entrando na cidade misteriosa Helltown, em Ohio. Horas depois, os mesmos afirmam terem visto vultos rondando o céu da cidade, silhuetas humanóides e árvores se movendo. Também afirmam terem ouvido um sibilo muito alto de uma cobra, mas que, com uma espécie de explosão negra, tudo cessou de repente.”

“A chamada Tempestade Eterna que ocorria no Lago Catatumbo, na Venezuela, cessou completamente. Pessoas afirmam terem visto uma pessoa de cabelos longos se banhando no lago antes dos relâmpagos pararem.”

“As calotas polares que, aparentemente, estavam derretendo, foram quase que totalmente repostas, garantindo novamente a sobrevivência dos ursos polares. Pesquisadores ainda não sabem ao certo como isso aconteceu.”

“O supervulcão de Yellowstone entrou em erupção nessa semana, porém, misteriosamente cessou de repente. As pedras vulcânicas que voaram com a erupção explodiram no ar, não tendo qualquer tipo de prejuízo para a civilização. Pessoas afirmam terem visto uma silhueta “lutando” contra a lava.”

Após essas notícias, todos os guardiões sorriram orgulhosos de seus feitos e, ao mesmo tempo, olharam para Marcos, que aparentemente não fez nada do tipo em seu treino.

- Ta, eu não fiz nada relevante no treino, fazer o que. – Marcos dizia falsamente conformado e a próxima notícia diria o porquê.

“Notícia de última hora, no dia de ontem, em um hospital próximo ao Times Square, em New York, foi visto uma luz muito grande e intensa, mesma luz que foi possível ser vista pelo mundo todo. E não para por aí, as pessoas que entraram em contato direto com essa luz, tiveram suas doenças curadas, desde as simples até as mais graves. Várias pessoas no hospital com doenças terminais foram curadas, algumas até reanimadas após serem dadas como mortas. Seria Deus?”

Após essa notícia, Marcos se levantou da mesa com um sorriso confiante e, ao mesmo tempo, extremamente debochado.

- Seria Deus? – Ele dizia apontando pra si mesmo e saindo em seguida.

- Ta, foi bem badass, admito. – Nicholas disse conformado.

Marcos se dirigiu até o balcão de bebidas e pediu uma água tônica. Um homem encapuzado se aproximou dele.

- Sabe que esse corpo não vai agüentar assim por muito tempo né? – Olhando mais adentro do rosto do homem, era Tristan.

- Sim, a questão é: Como avisar ele o que fazer? – Em uma fração de segundos, os cabelos de Marcos se bagunçaram e seu olho direito mudou. Seike havia assumido.

- Que tal o espelho? – Tristan apontava para o banheiro.

- Boa idéia. – Marcos voltou ao normal sem perceber o que havia acontecido e o homem ao seu lado havia desaparecido.

- Senhor, seu nariz está sangrando. – A balconista alertava Marcos que, rapidamente limpou com um guardanapo e se dirigiu ao banheiro.

Assim que entrou no banheiro, Marcos se olhou no espelho e seu próprio reflexo falou com ele.

- Olá, Marcos. – A única diferença entre ambos, era que o reflexo havia o Yin-Yang no olho direito.

- Pera, tu é o cara da minha mente, né? – Marcos respondia para o próprio reflexo. - Você tem algo a ver com meu cabelo ter mudado de cor? – Ele perguntava.

- Sim, você precisou usar meu poder para se salvar do Sebastian e salvar aquela garota. Agora, seu corpo não vai agüentar por muito tempo nós dois. – Seike explicava. – Só existe uma pessoa que conhece o treinamento necessário pra isso, e você sabe quem é.

Após essas palavras, o reflexo de Marcos “explodiu” arremessando o mesmo para longe e gerando um grande estrondo no restaurante. Em poucos segundos, os outros guardiões e João estavam no banheiro para ver o que aconteceu.

- O que houve? – Gabriel perguntava de imediato enquanto levantava Marcos.

- Preciso encontrar o Blaine. – Marcos dizia convicto enquanto abria os olhos com o Yin Yang em seu olho direito. Na buraco da parede em que o espelho explodiu, estava um símbolo de um sol semelhante ao desenho que Marcos faz em seu Ruptum.

No dia seguinte, Marcos estava em na orla de uma praia, observando o horizonte em silêncio. Provavelmente se preparando para partir.

- Eu não sei ao certo o que ta acontecendo, e também sei que você não vai falar, então... Boa sorte. – Gabriel chegava ao lado de Marcos que permanecia em silêncio.

- Obrigado. – Ele agradeceu ainda olhando fixamente para as ondas que quebravam.

- Ah é, a Alice pediu pra te entregar isso. – Gabriel entregou uma pulseira, aparentemente artesanal para Marcos. O mesmo sorriu e a colocou em seu pulso. – Ta rindo por quê? Tem treta né, viado?

- Quem sabe? – Ele respondeu sorrindo, ambos se cumprimentaram socando os punhos e em seguida, Marcos desapareceu em um feixe de Luz.

Em poucos minutos, o mesmo estava no pé de uma montanha bem alta.

- Uau... – Ele dizia acompanhando a altitude com a cabeça. – Bom, não vai ser problema, em um segundo eu to- Assim que Marcos tentou usar seus poderes, sentiu uma mudança súbita na atmosfera do lugar e caiu de joelhos no chão. Seus cabelos voltaram ao castanho normal e seu olho direito a sua cor normal. Uma voz ecoou nos céus:

“Acha que vai ser fácil assim? Para subir aqui você vai ter que mostrar que merece.”

Marcos apenas sorriu olhando para cima, se levantou e começou a subir a montanha. Foi um caminho relativamente tranqüilo, sem maiores perigos até que o mesmo chegou em uma trilha reta, com as pedras da montanha fazendo arcos acima da trilha, deixando o caminho relativamente escuro. Como a pessoa “inteligente” que ele é, Marcos decidiu abusar de sua sorte.

- É sério que é só isso? Se fosse pra ser fácil assim era melhor me deixar com poderes. – Ele disse os céus e, antes que tivesse tempo para reação, uma lasca de pedra passou rapidamente rente ao seu rosto, fazendo um corte. – É disso que eu to falando. – Ele disse sorrindo.

Ele seguiu pelo caminho escuro desviando de algumas pedras que chegavam, porém sendo atingido de raspão por uma quantidade relativamente grande, o que é raro, visto que entre os guardiões, Marcos havia os melhores reflexos e velocidade. Em um determinado instante, as pedras pararam e o local começou a pegar fogo, entre as chamas, uma silhueta foi vista por Marcos.

- É difícil esquivar quando não está vendo, né? Precisa de óculos? – Uma voz que parecia partir da silhueta dizia em um tom sarcástico.

- Bem engraçado você né? Mas vou fazer isso à moda antiga: Metendo o loco. – Marcos correu para frente inconseqüentemente, sem se importar com fogo, pedras, ou qualquer coisa que viesse pela frente. Coisa que, curiosamente deu certo, pois ele não foi atingido por qualquer tipo de pedras e as chamas não os queimaram por ter passado muito rápido.

No final da trilha, Marcos se deparou com um caminho amplo que dava para um monastério imenso. Ao dar o primeiro passo em direção de seu aparente objetivo, crateras semelhantes a de vulcões começaram a se formar em locais aleatórios expelindo pedras vulcânicas para o alto que caíam no chão. Como qualquer pessoa consciente e sem poderes, Marcos fez a única coisa lógica(ou não): Correr em direção do monastério em ziguezague. E realmente deu certo, mais uma vez ele não foi atingido por nada.

Dando de cara com as portas do monastério, elas não abriam por nada, por outro lado, a pequena erupção continuava e, em um momento, uma das pedras voou na direção da porta e, conseqüentemente, Marcos.

- Ta me zoando...

No momento em que a pedra estava à centímetros de acertá-lo, as portas se abriram, Marcos caiu deitado para trás e viu de cabeça pra baixo a pedra continuando o trajeto em direção a uma pessoa sentada em uma cadeira. Mesma pessoa que, ainda sentada, destruiu a pedra com um soco, sem usar elementos ou coisa do tipo.

Em meio às lascas incandescentes de pedras espalhadas no chão, foi possível ver a tal pessoa misteriosa: Era um velho de kimono, com uma grande barba, o topo da cabeça raspada, porém na nuca havia uma espécie de rabo de cavalo que se estendia até as costas. Seu cabelo era preso por uma japa (bolas usadas em cordões budistas). Esse velho se aproximou de Marcos, que o observava ainda de cabeça pra baixo.

- Ah... – Ele se levantou rapidamente, olhou fixamente para o homem e deu um sorriso. – Eaí, vô. – O velho sorriu de volta, era perceptível uma semelhança em seus olhares.

- Pra você é Vô Blaine. – Ele acrescentava ainda sorrindo.


Notas Finais


Gostaria de dizer que o bagulho vai ficar insano, obrigado
Não desistam dessa história


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