História Os guardiões :o objetivo de jack frost - Capítulo 8


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Categorias A Origem dos Guardiões
Personagens A Fada dos Dentes, Bicho-papão (Pitch Black), Breu, Coelhão, Jack Frost, Jamie Bennett, Norte, Personagens Originais, Sandman "Sandy", Sophie Bennett
Tags Jamiexjack
Exibições 27
Palavras 3.499
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gnte novidades reviravoltas tristesas a parte, agora vai começar o show fiquem atentos ^*^

Capítulo 8 - Sophie Bennet o anjo


Fanfic / Fanfiction Os guardiões :o objetivo de jack frost - Capítulo 8 - Sophie Bennet o anjo


*Sophie Bennet*
_Hoje estou tão feliz_
_Mas não é todo dia?_
             Falei abrindo um enorme sorriso e o outro deboxava com ironia, ele estava se enrolando com a terceira essa semana e já tinha dado errado outra vez e ele não podia ficar feliz por meu segundo mês de namoro? 
_Pare de me contaminar, sua alma cebosa... vamos era só uma ficante_
_Mas era ruiva e tinha olhos verdes_
          Esse era Filipe meu melhor amigo desde que entrei nessa escola, e eu odiava seu drama (mesmo também sendo dramática, só o meu vale), principalmente quando ele terminava com alguém.
_Isso é horrível, sabia que você trata meninas como bonecas de coleção, por isso elas não te querem_
        Ele bateu a cabeça na mesa de madeira da escola, fingindo chorar, só acreditava quem não conhecia a peça, só conhecia ele a um ano, mas era seu único amigo, e sinceramente ele nunca considera mulherer um ser humano com sentimentos ele só via estética e só fazia esse drama se perdesse uma ruiva ou qualquer outra que tivesse características raras em sua estética, isso exclui garotas gordinhas, magras demais, ou comuns demais (cabelos castanhos, olhos castanhos), e não tinha coragem de falar,  mas essa mania dele era tão gritante que as garotas fugiam dele por ser otário.
_ vai começar a aula_
         Ele olhou para mim secou o rosto e endireitar a postura fiz o mesmo e virei para a frente, olhando para o professor gordinho que usava uma barba magnífica e realmente bem tratada, e eu sou a primeira a reconhecer adoro barbas, mas dão muito trabalho tendo que passar cremes, óleo, na hora creme de barbear, nem passar lamina barbeador descartável e aparar para mim homem que faz isso é homem bem cuidado, ou seja, tem cheiro bom e casa arrumada, resumindo homem perfeito, mas o descuido com a saúde desse professor era claro, olhei ao redor as lâmpadas de luz branca com o ambiente bem aberto, a pintura das paredes consistia em uma faixa verde musgo larga, em cima dessa faixa verde uma faixa branca fina, e por último uma salmão maior que a verde que ia até o teto, chegando lá este era totalmente branco, o chão era marrom claro dando a ilusão de madeira que na verdade era cerâmica com texturas, olhei para as duas janelas grandes com grades brancas a esquerda, lá fora uma vista bonita um vento forte entrava com o cheiro de grama molhada da noite, um sol maravilhoso com o ar húmido, as abelhas e borboletas reinavam sobre as plantas, queria fugir queria tirar meu sapato social apertado e correr pela natureza a sensação de liberdade era otima, quando era criança depois dos doze isso mudou muito, isso porque depois dos doze ganhei várias bolsas que me várias oportunidades diferentes por que sempre fui destaque nas matérias da escola, acabei entrando para uma escola interna que oferecia comida, roupa, quinhentos dólares por mês e quarto para dormir, isso não incluía internet, eletrônicos, nem shampoo, materias para limpeza dos quartos e outros, mas isso compramos aos sábados de tarde e a noite até as dez (de manhã exerciam atividades do clube) e aos domíngos o dia todo, era um colégio misto então não é tão rígido, mas mesmo assim ainda é uma das escolas mais famosas do país, e faz merecer por sua fama, ao final da aula lembrei que tinha esquecido o pendrive no quarto e fui correndo para elevador, a escola tinha 2 prédios com 10 andares, eu estava nos prédio das matérias tinha que ir ao dos dormitórios, fui até o primeiro andar e corri pera entrada onde corriam pessoas com uniformes de todos os rostos possíveis corriam achei a calçada branca que dava possibilidades dos caminhos a qual poderia ter interesse de ir e fui para a área verde que daria de encontro a pedra que marcava as horas pela sua sombra, os pontos são demarcados por pedras pontudas fincados ao chão pintadas de branco sem pintar a grama verde, era só ir de encontro a ela dar metade de uma volta pela direita e seguir em frente, o campo era enorme eram três partes, metade era usado para os dois prédios, outra parte era o campo dos esportes e a outra era para clubes ou projetos dos alunos, a maioria tinha monumento ou parques que eram feitos para crianças, mas eram parques educativos, ou projetos sustentáveis, ou espaço para artes, entrei no prédio quase vazio só faltavam dez minutos procurei a chave na bolsa e achei as duas chaves com um peixe azul de pelúcia como chaveiro, abri correndo e lá estava a ruiva que Filipe tanto se lamentava por ter perdido, o nome dessa ruiva e Lohany na verdade ela não é tão impressionante assim e é muito antipática, entrei as pressas pegando pendrive em cima da cômoda com um abajur arredondado grande e aos dois lados duas camas com forros um grosso outro fino, o mesmo para os edredons todos brancos, a esquerda tinha mais um cômodo que eram os closets e lavanderia em um mesmo espaço do tamanho do quarto.
_ você não vai para aula?_
_Por que?_
           Como se isso fosse uma resposta descente, romeu os olhos a mesma nem se dava o trabalho de olhar para mim ela dormia com o rosto enfiado na almofada.
_ estou com sono_
_ ok estou saindo e trancando a porta, curta sua vagabundagem_
_curta sua aula pessoa nerd_
        Corri trancando a porta, fui pelo caminho batendo o calcanhar com preço fazendo barulho igual ao barulho de calçados de sapateado, como uma pessoa com aquela pode estar aqui? Mata aula o dia todo e ainda fica em segundo lugar em notas de todas as turmas e sem sentido então que pessoas como eu se esforcem tanto para chegar ao topo, cheguei ao elevador do prédio das matérias, faltam três minutos mais um minuto e eu não entro na sala de aula, faltava mais 30 segundos mas consegui entrar e preparar todo o slide sobre a cultura original dos paises e como eles andam desaparecendo na atualidade, apresentei também um estudo dentro da filosofando sobre a política que fazia parte de outro trabalho, foi extremamente cansativo tentar explicar com ânimo para aqueles olhos cansados estando totalmente ruborizada, depois de longo tempo arrumando tudo o professor de historia/geografia veio me dar os parabéns e fazer algumas críticas sobre "você estava mais vermelha que uma sirene de ambulância, e parecia uma companhia de sapateado de tanto que batia os pés n chão", depois dessa só sussurrei um obrigado e fui para a porta me lamentar, odeio perder, senti o celular vibrar na bolsa o peguei olhando de quem se tratava no ecrã do smartphone, fiquei preocupada porque era minha mãe, mais ainda porque era dia de semana horário de aula.
_Oi mãe_ 
_Você precisa vir para cá_ 
_Quem morreu? O que aconteceu? _
_E que seu irmão..._
_Jamie morreu?_
           Gritei no corredor alguns alunos olhavam para mim enquanto dava meu pequeno chilique.
_Não, escuta, ele está muito mal, não sei que fazer_
_Como estranho?_
_Ele não me abraça, não me deixa toca-lo não dorme direito fica lendo livros o dia todo, quase não sai do quarto e o estômago só aguenta alimentos leves se não ele vomita do nada, ele esmoreça receber distante e parece ter dificuldade até para fazer movimentos simples como falar, tem pesadelos está muito fraco_
_Não sei mãe passa para ele_
_Tá bem_
         Ela demorou um pouco e logo a voz de Jamie se revelou baixa e desanimada, rouca como se tivesse acabado de acordar.
_Oi..._
_Oi, Jamie como você está?_
_Eu estou bem_
_Eu estou com saudade de você, queria que cantasse para mim quando for ai_
_Eu não ando escutando músicas... mas pode ser_
          Concerteza tem algo de errado meu irmão nunca foi de ficar grudado a mim mimando ou fazendo carinho, mas todos tem forma de demonstrar amor ele cantava para mim, ele sempre foi apaixonado por música e se este não ouvia nem cantava música estava sendo difícil lidar com essa dor seja qual for.
_Eu vou para aí... Com quantos quilos você esta?_
_Acho que com quarenta e cinco_ 
_Chego aí em dois dias_
         Desliguei o celular na cara de Jamie indo em direção a secretaria e administração da escola que era no último andar do mesmo prédio em que estava, encontrei uma " moça" onde os alunos conversavam e fui até a fila, tinham 4 meninos e 2 meninas na minha frente, demorou cerca de trinta minutos quando consegui falar com a moça.
_Olá eu queria me ausentar por pelo menos 8 dias, queria saber como posso fazer _
_Primeiro você consegue atestado e..._
_Não tenho atestado de nenhum tipo, mas é um caso de urgência familiar_
_Vai ter que esperar um horário com o diretor,mas tem que marcar_
_ só vai ter horário para depois de amanhã_ 
_ Acho que você não entendeu quero hoje_
_Senhora hoje não vão dar_ 
_A hoje vai dar sim... Meu irmão está com um problema de estima e preciso de um tempo para ele se recuperar da anemia, chama o diretor_ 
_Eu vou chamar o segurança_
_Ok sem stress vou sair_
            Disse recuando a moça de cabelos negros e olhos castanhos, que me olhava já ansiosa, talvez seja muito agitada e demonstre tudo que sinto com os olhos, me afastei assim que ela tirou os olhos de mim pulei a bancada de mármore com porta com cadeado o que não ajudava muito na segurança do estabelecimento já que era do tamanho da minha cintura, andei até o corredor onde tinham placas douradas escrito o nome de cada função.
_Ela entrou_
           Que droga a vagabunda, corri até a porta escrita diretor e a tranquei com a chave que estava lá, ouvi os murmúrios do outro lado dela e de mais dois homens.
_Posso saber o que a senhorita está fazendo aqui?_
           Virei arrepianeo dos pés a cabeça, que droga! o diretor me viu ajoelhada fugindo das autoridades e invadindo a sala dele.
_E-e-eu... desculpe_
_Entre e sente-se_
          Entrei pelo espaço que era um escritório com uma enorme janela aberta para o campus, com uma cortina creme com fios dourados dos dois lados da mesma, uma mesa bem grande com aspetos de nova, quatro cadeiras de camurça negra 3 do lado de fora e uma do lado de dentro da escrivaninha, muitas pastas de arquivo engavetados do chão a teto em uma parede ao lado da escrivaninha, sentei destraida.
_Ao que se deve essa confusão?_
_Eu preciso ficar fora por oito dias, porque meu irmão está com anemia e está muito deprimido_
_Seus responsáveis sabem?_
          Acenti, precisava conseguir isso, também era pelo meu irmão, mas quero sair destas paredes frias parar de me concentrar em trabalhos e clubes e poder correr descalça na grama fresca, ele pediu o nome da minha responsável, dei o número da minha mãe e eles conversaram por longos minutos onde fiquei muito entediada, peguei um pequeno copo de plástico e coloquei um pouco so café que estava sobre a escrivaninha, bebericando o mesmo.
_Tudo certo senhorita Bennet..._
             Dei um sorriso largo e verdadeiro, acho que isso ajuda muito a se relacionar, penso que quando as pessoas vêem através de você elas ficam menos receiosas, levantei andando até a porta de madeira.
_Mas da próxima vez por favor marque horário_
           Ele piscou com um sorriso malicioso fantástico, com um dos olhos negros, já os dois brilhavam, nem notei que ele olhava diretamente para minha saia que estava com a barra rasgada, acho que no meio da correria nem notei, fiquei vermelha quando olhei sai pela porta da sala tendo como última visão o rosto de queixo quadrado do diretor e rosto bem esculpidos, os fios negros desciam sua testa molhados, respirei fundo ao fechar a porta e fui até a "simpática" moça, para dar na cara dela que consegui, ela estava recebendo uma ligação no telefone de mesa, e então assinou o papel e me deu enquanto continuava falando, agora estou liberada tinha que avisar Richard meu namorado, Filipe, e a antipática do quarto, soltei meu cabelo que logo se desenrolou até a cintura e o sacudi para tirar o formato amassado do penteado, fui até o terceiro andar do prédio e bati na porta de Richard ele tinha feito todas as atividades das suas aulas então estaria livre o dia todo, o aluno que recebia o primeiro lugar em tudo era meu namorado e estava dormindo, peguei o molho de chaves na bolsa grande e abri com a segunda chave, lá estava ele só de box aquela bundinha empinada se não fosse o colega dele já teria fundido ele todinho pela bunda, brincadeira não tenho equipamento, fui até a frente da cama batendo na sua bunda de mão aberta provocando um estalo estrondoso, seu amigo não escondia o quanto se divertia com aquilo ria até doer a barriga, ele sentou imediatamente ficando em posição direita, olhei para ele assegurando o riso.
_ boa noite amor_
          Disse com ironia ele ainda se deu o trabalho de olhar a janela.
_Bom dia também, obrigado por me acordar com gentilezas amor tbm gosto muito de você_
_Vim só te avisar que vou viajar_
_Mas para que?_
_Vou cuidar do meu irmão ele está muito doente_
_Quantos dias?_
_Oito_
_Ok amor se divirta e se cuide_
           Levantou me dando um beijo na testa com toda a delicadeza passando a mão pelos meus cabelos, em seguida me abraçando, e tão confortável e tão quente ouvia seu coração disparado, disse tchau e fui até o dormitório de Filipe que era no final do quarto andar, deixei um cartão de despedidas debaixo da porta já que estava nas aulas, tenho que correr para arrumar as malas, fui até meu apartamento a ruiva ainda se encontrava lá, mas dessa vez ouvia música se não estivesse errada pela batida era rock, um bem pesado escutava da minha cama, comecei a reunir algumas roupas que tinha levado para lá e que iria usar nos dias que tivesse fora, comecei a tirar a roupa e colocar uma que não fosse a da escola, preferia os tops e as calcinhas de renda me deixa muito mais fresco e não aperta meu corpo, tirei a blusa social branca, a saía de pregas cinza é me alonguei, virei em direção a cama da ruiva para pegar a presilha para minha franja, e a ruiva me olhava de boca entreaberta, a encarei enquanto a mesma piscava várias vezes, e virava na cama, não sabia se ela olhava para mim só não sabia se ela achava o que via muito feio ou muito bonito.
_Lohany?_
_Xiuuu! Quero silêncio para durmir_
          Rolei os olhos coloquei um short dins, a presilha no cabelo tirei os sapatos sociais e coloquei uma bota de camurça parda e uma blusa com trançado até a manga que iam até o cotovelo totalmente prata e vermelho outono, por cima coloquei o moletom azul gelo.
_Estou indo em uma viagem..._
           Não disse nada, também não me importava muito se ela queria ser grossa então vou ser seu reflexo, liguei para aeroporto, um moço me disse que tinha uma viajem em meu nome e da minha mãe daqui a quatro horas, disse um obrigado e levei as minhas duas bolsas que não chegavam a estar entupidas, mas pesavam, fui até o portão de grades negras, mas ouvi alguém gritar meu nome, era Filipe.
_Quer... que... carregue?_
         Se ofereceu para levar as bolsas ainda estava ofegante da corrida, ele é um amorzinho com os amigos, me levou até o táxi e colocou as malas no porta malas e se despediu com o beijo na testa, entre no aeroporto levou uma hora e meia até eu conseguir deixar todos os critérios ok, fui para o portão de embarque encontrando a aeromoça que me levou até o interior do avião, olhei a janela até o avião subir,o céu era lindo principalmente do lado de fora da escola,  lá vou eu New More.
***
*Jack on*
     Eu estou pronto eu já fiz meu testamento, eu já disse tudo o que tinha para dizer agora quero partir, viver melhor em outra vida, talvez seja uma menina, ou um empresário bem sucedido, talvez seja uma criança levada, hoje de manhã tive que ir a casa da fada e pensei que aquele era o ápice da minha desgraça, então o que eu perco com isso? Todos os guardiões neste momento estão lendo a carta que escrevi e estão me odiando concerteza por ter ficado com um humano escondido por ter aceitado a chantagem da fada, mas de uma coisa eu sei nesse jogo se meu rei cair o dela cai também, cheguei aquele lago em que morria uma segunda vez,  sabe essa vida não foi tão ruim acho que era para acontecer, já pensou se o Coelhão o e o Norte não descobrissem quem a fada realmente é, séria um caos, acho que esse é meio que o fim dos guardiões a fada vai ser banida eu vou para onde o homem da lua quer que eu vá, o Sandy foi uma tragédia que não podíamos parar, só sobraram dois de nós, mas acho que vão virar novos integrantes novas pessoas, isso se o breu não tomar de conta de tudo, mas isso é impossível não? Ele morreu de novo também, vou andar até o lago e fazer um longo mergulho de tempo determinado ou indeterminado, trouxe também uma faca para caso de algo errado antes de tudo começar a ficar nublado só queria falar mais uma coisa.
_Jamie eu te amo, homem da lua faça o que tiver que ser feito..._
          Agora eu entendi muita coisa, tudo acontece de alguma forma para melhorar, se tivesse acontecido de outra forma não mudaria nada, a mudança e boa não importa se não mudar para melhorar sua vida, mas vai mudar a vida de outras pessoas, o ar tomou meus pulmões foi substituído por água eu estou sufocando e uma dor angustiante não consigo gritar, me debater não resolve, só se...
***
*Sophie Bennet*
       Cheguei até em casa finalmente, minha mãe com o pai estavam na cozinha fazendo uma torta de morango e chocolate que só eles sabem fazer, fui muito bem recebida, minha mãe abriu com chave meu quarto e estava tudo do mesmo jeito que deixei, minha mãe se impressionou com o tamanho do meu cabelo e o pai estava como sempre muito orgulhoso pelas minhas notas, nessa hora realmente rolei os olhos discretamente e dei um sorriso forçado, fui até o quarto de Jamie subi um lance de escada entrei em seu quarto, ele estava deitado lendo livros estava tão franzino, seus olhos tinham curvas negras e parecia que sentia frio apesar de estar bem calor hoje, entrei e pulei em cima do mesmo, joguei seu livro para longe e comecei a abraça-lo, rolando com o mesmo para as duas extremidades da cama, ele me abraçava com toda força que tinha e não escondia seu sorriso nem os olhos brilhantes, mesmo sendo totalmente ao contrário do rosto cansado, senti também que esta mais carinhoso, larguei do abraço.
_Que saudade de você pensei que nunca mais ia ter oportunidade de te ver_
            Seu sorriso durou pouco, mas foi o suficiente para mim estava pensando que estava mal a ponto de não ligar de eu estar em casa de novo, meu irmão mais velho sempre foi tão alegre parecia mais criança que eu, em relação a escola e trabalhos de casa, mas ele foi nossa alegria e ainda não deixou de ser.
_Você está muito grande..._
_Relaxa não vou ficar maior que você_
       Sorri do comentário, estava decidida a tirar ele daquela cama.
_Vamos lá para baixo, a mãe e o pai estão fazendo torta_
_Não quero..._
        O interrompi fazendo minha carinha de cachorro que caiu do caminhão de mudanças.
_Por mim..._
_Tá_
           Ele se levantou, com calma da cama calçando os chinelos, fui logo atrás ajudei o mesmo a descer e fomos até a mesa da sala minha mãe logo abriu um sorriso cintilante para Jamie que ficou em silêncio ou distraído a maior parte do tempo, comeu uma fatia magra de torta e logo queria encostar no sofá e fechar os olhos, me deitei atrás do mesmo o abraçando pelas costas dormimos assim a tarde toda, e por incrível que pareça ele conseguiu cantar uma música para mim "Sweader weather- The Neighbourhood", até durmir, sua voz era calma quase triste, mas ainda era rouca e doce, minha mãe logo em seguida deitou conosco abrindo o sofá cama e colocando filme dead pool.
_ amanhã tenho uma surpresa para você..._
         Sussurrei para Jamie que perguntou quase no mesmo tom que sopro de fim de tarde.
_Eu não quero, mas se você for comigo não vou odiar tanto assim..._
            Quase podia ver um sorriso sereno pelo tom de sua voz que invadia meu coração de felicidade, logo meu irmão vai estar de volta.
 



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