História Os guerreiros do apocalipse - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mecha, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - O gigante de aço


A luta incansável para vencer o monstro não parava de forma alguma na rua principal de central city, os soldados tentavam derrubar o máximo aquele monstro horrendo que é estava espalhando a destruição por todo lado. Os aerodrones estavam sendo destruídos , os soldados mortos e as mechas e robôs desviando da destruição era um verdadeiro caos aquele lugar e algo precisaria ser feito para parar aquilo.

            ***

      NORMAM O ALQUIMISTA 

ENCONTRA DOIS CORAÇÕES

Correndo pelas ruas desertas de central City o alquimista passa por vários quarteirões até chegar no posto de doação de órgãos onde ele começava a procurar dois órgãos três corações para seu robô que estava só na espera de uma fonte de energia ou de vida para ligar. Normam procura em todas as salas até achar um deposito com dois corações dentro que possivelmente iriam ser inseridos em algumas pessoas antes da tempestade atingir a cidade e causar a destruição, o alquismista sem mais enrolar procurou e achou a tampa do recipiente e logo tampou com bastante cuidado e saiu dali, mas um tremor começou e as paredes iam desabando aos poucos.

Demorou pouco tempo e o tremor passou deixando o posto quase todo destruído. Normam havia se escondido debaixo do balcão da recepção e assim que passou tudo ela saiu como um foquete do local e continuou correndo pelas ruas de central city,  dobrando uns dois quarteirões e entrando em uma rua estreita que da acesso direto para a rua principal da cidade o alquimista se depara com um ambiente de guerra e o alvo seria aquele enorme zumbi que jogava tudo para os altos e matava tudo e todos.

Norma percebeu que aquela seria a oportunidade perfeita para ele testar o poder de sua mais nova invenção e assim correu para seu sitio.

                 ***

             PADRE

Uma hora depois da tempestade alcançar a cidade e os eventos recentes acontecerem o padre Lancast passeia pelas ruas da cidade em busca dos demônios que ele tanto deseja matar. Dobrando a esquina da oitava rua ele se depara com um bando de homens se arrastando em sua direção, pareciam que estavam feridos ou morrendo e buscando pela paz então o padre se aproximou deles e viu que estavam com parte do corpo queimado e os ossos aparecendo, a vida já não fazia mais parte daqueles corpos degenerados. - em nome do pai , do filho e do espírito santo, amém. -Vão em paz almas pecadoras e que o senhor tenha piedade e aceite-os em seu reino. - disse o padre ajoelhado na frente dos corpos e logo em seguida puxou um facão que estava estava em sua cintura e cortou a cabeça dos três e depois ascendeu um esqueiro e pôs fogo neles.

Lancast saiu dali e continuou seu caminho até ouvir sons de tiros e explosões alguns metros da rua que ouvir mesmo se encontrava, curioso o padre decidiu ir verificar o que acontecia. Correndo para a rua principal o padre se depara com um esquadrão tentando derrubar um monstro gigante que parecia furioso e muito destrutivo.

- padre?! - disse um dos soldados. - o que o senhor faz aqui e coloque alguma máscara, pois o ar contém toxinas mortais.

- tudo bem meu filho, Deus está comigo e nada vai poder me afetar. - responde o padre.

Então Lancast começa a correr entre os tiros e explosões e lança uma corda que prende o poste e ao esticar um pouco e soltar o padre é lançado até o monstro e ao alcança-lo começa a esfaquear a criatura que logo começa a se bater para tentar impedir o padre, logo então o padre se posiciona na nuca da coisa e começa a esfaquear sem parar. O zumbi consegue pegar o padre e o arremessa, mas novamente ele solta a corda elástica e consegue se balançar até chegar no solo.

- essa criatura é muito forte. - diz o padre que logo desiste de continuar a esfaquear a criatura.

             ***

        DANDO VIDA 

depois de algumas horas andando finalmente Normam chega em seu sítio onde onde a paz reinava e o seu gigante de aço esperava por um coração ou melhor três corações que Normam trazia consigo. Ao abrir a porta do celeiro um enorme robô estava ali todo pronto e desligado esperando alguém para ligar sua parte mecânica e coloca - lo para funcionar , mas o seu criador não queria mais um monte de sucatas ele queria uma máquina que pudesse ser igual a um ser humano.

O gigante que tinha um diferencial que era sua criação através da alquimia não podia ser igual um robô que foi criado em uma fábrica ou um laboratório científico, esse era o pensamento de Normam e por isso a razão de buscar uma fonte de vida melhor. Normam fez um círculo ao redor do gigante que se encontrava bem no meio do celeiro , pegou um livro de alquimia e começou a ler , fez um desenho que representava o selo da  transmutação onde iria ser fixado algo no objetivo que seria transmutado.

O alquimista já havia colocado os corações em um compartimento super resistente ligado à parte elétrica do gigante, usou sua magia alquimica e uma enorme luminosidade tomou de conta do celeiro , o círculo começou a girar e uma luz azul surgiu chocando - se com a luminosidade branca gerando uma explosão de luz que durou por alguns segundos e depois tudo ficou escuro e Normam desmaiou. Vinte minutos depois Normam desperta e se depara com os olhos azuis brilhantes do gigante olhando para ele , Normam da um pulo e fica maravilhado ao ver aquele enorme "homem" de aço.

- minha criação finalmente tem vida e isso me alegra desde já. - disse Normam sorrindo. - certo meu caro amigo agora vamos ver como estão seus corações. 

Normam escala até onde seria o peito do gigante gigante e abre uma pequena porta que dá acesso a um pequeno túnel que vai da bem no compartimento onde está os três corações bem pulsantes. - ótimo! -  diz Normam dando um sorriso de satisfação.

- bem meu gigante de aço, vamos para cidade , pois você vai acabar com um monstro.

O alquimista se posicionou no ombro do gigante que logo marchou em direção a cidade para uma batalha épica.

                ***

- precisamos de reforços! - gritavam os soldados desesperados com aquele monstro que não para de destruir.

- capitão nossas mechas não conseguem derruba - aerodrones são como moscas para ele. Estamos perdidos. - disse o soldado Ryan.

- senhor! Precisamos de uma luta corpo a corpo com ele. - gritou o padre que continuava ajudando o esquadrão. 

Quando as esperanças estavam perdidas surge o alquimista com seu gigante de aço dizendo. - não! Eu e o meu amigo aqui vamos acabar com ele.



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