História Os inimigos se atraem. - Capítulo 2


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Categorias A Origem dos Guardiões, Como Treinar o seu Dragão, Enrolados, Frozen - Uma Aventura Congelante, Valente
Personagens A Fada dos Dentes, Anna, Breu, Coelhão, Elsa, Jack Frost, Mérida, Norte, Personagens Originais, Rainha Elinor, Rapunzel, Rei Fergus, Soluço
Tags Amor, Combates, Jelsa, Mafias, Missões
Exibições 39
Palavras 2.545
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Heyyy voltei!!

Desculpa a demora.
Desculpa mesmo😥

Capítulo 2 - Serio? Um parque??


Fanfic / Fanfiction Os inimigos se atraem. - Capítulo 2 - Serio? Um parque??

Acordei no dia seguinte da quele. Dormia de shorts e sutiã então podia ver marcas roxas, cicatrizes furos, por todo o meu corpo. Antigamente já teria me acostumado pois ocorria com freqüência, mas como fiquei mais forte não rolou mais aquilo. Então tava doendo pakas. Me levantei da cama com dificuldade. Fiz as coisas de sempre, e coloquei roupas que cobrissem todo o meu corpo menos o rosto que só tinha um arranhão. Estava mancando pois aquele maldito fez buracos no meu pé.
...
Tinha demorado um tempo pra chegar na escola, mas logo que cheguei avistei uma coisa que me deixou surpresa e confusa.
- Mérida!? - Chamei-a fazendo se virar pra mim.
- Elsa! - Ela veio em minha direção, também mancando.
- O que você está fazendo aqui? - Perguntei.
- Meu pai me matriculou aqui, por que eu fui expulsa do outro colégio. - Ela sorriu. - Heheheheheh.
- Ta mais, já sabe sua sala? - Começamos a andar pra dentro do colégio.
- Ainda não, tenho que ir na secretaria agora, quer ir com migo? - Melhor não... - Ela nem me deixou terminar e já saiu me puxando. - Anna vai com calma! To machucada. - Ela parou de repente.
- Quem é Anna? - Ela me olhou confusa.
- Hã? - Falei sem entender.
- Você me chamou de Anna, quem é ela?
- Você deve estar imaginando coisas Mérida. - Pausei. - Vamos antes que a aula comece.
...
Nos acabava de chegar em frente a secretaria, quando entramos demos de cara com o garoto albino de ontem e um garoto moreno.
- Olha quem temos aqui. - O albino sorriu maliciosamente. - Lindas garotas. - Ta esse ai é galinha.
- Ah, oi. - Passei reto. - Venha Mérida. - Ela me seguiu.
- De novo me ignorando? - Ele perguntou.
- Não, apenas evitando gastar meu tempo com você. - Segui em frente e vi ele dando uma risada sarcástica e saindo da secretaria.
Pegamos o horário da Mérida com a secretaria que inclusive era igual a minha.
Quando saímos os dois garotos estavam do lado de fora.
- Vocês estão seguindo nos por acaso? - Mérida ficou irritada.
- Pse, é que somos grandes fãs. - O moreno pegou o queixo da ruiva e o levantou.
Ela devolveu com um tapa na mão, mas deu pra ver que doeu, o corpo dela também tava todo dolorido.
- Ei, ei pra que tanta agressividade. - O moreno fingiu de ofendido. - Apesar qual seu nome?
- Nenhum que te interesse. - Já tava ficando de saco cheio deles.
- Ah qual é, ursinha. - Ele brincou com o cabelo ruivo da menina. Ela apareceu surpresa.
- Ai já deu, to quase vomitando. - Revirei os olhos.
- É essa gata aqui, tem razão. - O albino chegou do meu lado.
O sinal tocou.
- Nos vemos depois. - Eles sairam.
Chegamos na sala e vi os mesmos rodeados de meninas. Fui pro meu lugar e Mérida veio atrás. Apos alguns minutos também estávamos rodeados de garotos.
As vezes o Jack (acho que esse é o nome dele) olhava pra mim e me dava um risinho, e eu devolvia só que um riso malicioso. Ele era galinha, e eu também então estava morrendo de vontade pra ver no que ia dar, bem no maximo a gente se pegar, mas seria engraçado ele se apaixonar por mim.
O professor entrou e mandou nos sentarmos e chamou a Mérida e o amigo do Jack pra ir pra frente e se apresentar.
- Oi meu nome é Mérida, me mudei pra cá por causa que fui expulsa do meu colégio antigo. Espero que não se metam com migo. - Ela sorriu fofa, Mérida era meio confusa as vezes, fofa e ameaçadora.
- Eu sou o Soluço e to aqui por causa do meu melhor amigo Jack. - Ele olhou pro amigo que deu risada. - Que disse que tinha muitas gatinhas aqui. - Toda a sala deu risada.
Os dois se sentaram.
...
As aulas passaram e o sinal do recreio finalmente tocou.  Nos duas fomos pra cantina e sentamos em uma mesa qualquer com lanches.Logo depois dois garotos se sentaram com nos, e advinha quem era? Sim, o albino galinha metido Jack, e o brincalhão e popular Soluço.
- O que vocês querem ? - Perguntei já de saco cheio.
- Nossa, que mau humor. - Jack colocou a mao no peito e eu revirei os olhos. Olhei pro lado e vi o Soluço também enchendo a Mérida.
- Só nos deixem em paz. - Olhei naqueles olhos dele... Arrepiei.
- Mas eu to de bom humor hoje, e queria dar uma volta de tarde.
- E o que eu tenho a ver com isso? - Dei uma mordida na maçã.
- É que vocês duas. - Ele apontou pra nos o que chamou a atenção da Mérida. - Vão vir com nós.
- Não. - Respondemos em unisso.
- Caramba, seis são frias em. - Soluço disse.
Levantamos e saímos andando e ainda bem não nos seguiram.
... Tempo depois...
A aula havia acabado e fomos as ultimas a sair, pelo menos é o que achávamos.
- Vão aonde? - Jack pegou no meu pulso e Soluço fez o mesmo com a "ursinha".
- Me solta Jack. - Mandei, mas ele só apertou mais forte, ótimo tava doendo muito e agora com ele apertando.
- Nananina não vocês tem um encontro hoje esqueceram? - Ele beijou meu pescoço.
Não ouvia o que o Soluço falava pra minha amiga.
- Se é assim. - Fui pra dar um soco com o outro braço, mas fui lerda demais então ele pegou-o e apertou mais tava doendo pra K7.
- Não ache que vou perder pra uma menina metida. - Ele tava sorrindo. E cada vez que falava apertava mais, se não fosse por aquela dor do inferno dava uma surra. - Você vai sair com migo hoje querendo ou não.
A dor tava tao grande que saiu uma lagrima do meu olho.
- Elsa! - Mérida praticamente gritou e soluço chegou até nós.
- Ei cara, acho que já ta bom. - Ele segurou o ombro do Jack e o mesmo me soltou.
- Hã...- Ele virou a cara. - Por que ela tem uma faca na perna?
- Como... você percebeu? - Arregalei os olhos.
- Percebi muitas coisas. - Ele voltou a me olhar. - Exemplo por mais que eu tenha apertado o seu punho, não fiz com tanta força a ponto de você chorar de dor. Levante essa manga.
Mérida me olhou assustada.
- Mas pra falar a verdade, é estranho as duas estarem com roupa de inferno num calor desses. - Soluço observou.
Bem nessa hora o celular da Merida tocou. Todos olhamos pra ela.
- Alô. - Ela atendeu ao telefone. - Oi chef!
Ela olhou pra mim, Chef! O Sr.Fergus.
- Não estamos fazendo nada. - Olhou pros meninos. -Eu sei... Eu sei... - Olhou pra mim. Tirou o telefone do ouvido e deu pra mim. -É pra você.
Peguei da mão dela.
- Oi... - Ele nem me deixou terminar.
- Vocês estão atrasadas!! - Ele gritou.
- Desculpa chef, é que nos encontramos com uns amigos...
- Desculpa nada, vocês tem que voltar, o quanto antes vocês acharem aquele experimento, vocês não precisaram passar por aquilo... - Ele suspirou.
- OK, já estamos indo. - Desliguei o celular e o entreguei a Mérida. - Precisamos ir.
Me levantei.
- Ei Elsa! - Jack me chamou. - Isso não acabou. - Os dois se viraram e foram embora.
Nos saímos do colégio e fomos direto pra máfia, entramos no escritório do Sr.Fergus e ele não estava então achávamos melhor começarmos sozinhas.
- Err... Mérida. - Ela olhou pra mim. - O que nos temos que fazer mesmo? - Perguntei, e vi uma gota nascer na sua testa.
- Temos que dar um jeito de conseguir aquele experimento. - Ela abriu seu computador. - Que esta com a Mafia do Norte.
- Isso quer dizer, que temos que entrar lá? - Como nos conseguiríamos fazer isso? Nem sabíamos onde era.
- Sim. - Ela suspirou. - Se não...
- Se não, seremos torturadas todos os dias. - Olhei pro chão.
- Elsa... Eu...- Ela nem continuou.
A questão era que ela não sofria que nem eu pois era a filha do chef, mas eu... eu não tinha ninguém... tinha que ser perfeita, então minha dor era maior quando fracassava.
As horas se passaram Mérida com seu computador tentando descobrir qualquer coisa e eu com meus pensamentos de ontem tentando ver qualquer pistas, já que não me dava com computador. As horas passaram ate que chegou 21:00 e o Sr.Fergus chegou.
- Não conseguiram nada? - Ele perguntou apreensivo.
Negamos com a cabeça.
Ele suspirou decepcionado.
- Vão. - Nos abrimos a porta. - Mas antes, Mérida venha aqui.
Mérida foi até ele.
- Entregue isso a ele. - Um papel...
...Tempo depois...
Me deixaram em casa quase desmaiada e cheio de sangue. Quase não conseguia levantar, só consegui pois me apoiava em tudo, tomei um banho e fiz curativos em todo meu corpo deitei e o choro começou sem eu permitir.
Por que com migo? Chorava mais. Mãe, Pai... Por que me deixaram? Anna por onde anda? Sera que esta morta? Por favor não esteja.
Chorei até cair no sono, acordei no outro dia muito mal. Se pudesse faltaria aula, mas se eu fizesse isso correria risco de perder minha bolsa. Me arrumei que nem um zumbi muito fraca, tive que pagar um taxi pra me levar até a escola, estava muito fraca...
- A senhorita tem certeza que não quer ir ao médico? - O taxista perguntava pela decima vez.
- Não, estou bem. - Sussurrei, até falar doía.
Na frente do colégio, me esperava uma ruiva de cabelos encaracolados. Quando me viu correu até mim.
- Elsa! me desculpa, eu não sabia o que estava escrito no papel... - Mérida me ajudava a caminhar. - Depois que eu descobri.
- Tudo bem. - Olhei pra ela e dei um pequeno sorriso. - Você não tem culpa de seu pai ter pedido pra me machucar no seu lugar e te deixar impune. Eu ate fico aliviada de você estar bem. - Quase cai, mas a ruiva me segurou.
- Precisamos ir a enfermaria. - Ela disse seria.
- Não posso, se não perco a bolsa...
- Melhor perder a bolsa do que a vida. - Ela já estava indo em direção a enfermaria do colégio.
Chegamos lá a enfermeira não estava, ainda bem. Mérida reforçou os curativos, o sinal tocou fazia 5 minutos. A enfermeira abriu a porta.
- Oh! O que houve meninas? - A enfermeira que estranhamente tinha o apelido de fadas de dentes, perguntou.
- Ah! Nada de mais, é que ontem a burra aqui caiu em uns arames em farpados e veio pra aula mesmo assim. - A Mérida apontou pra mim.
- OK...- Ela falou lentamente, acho que ela não caiu nessa historia, mas por sorte não perguntou mais nada. - Então a senhorita já pode ir pra aula que eu cuido da sua amiga. - Mérida fez bico, mas saiu.
- E a senhora, como é seu nome? - Se virou pra mim.
- Elsa. - Sussurro. Tinha um corte bem na minha garganta.
- Você se machucou feio em. - Ela anotou algo em algum papel, devia ser um atestado.
- Você tem que descansar. Eu vou ter que sair um pouco, mas pode dormir tranquila. - Ela já havia abrido a porta.
- OK... - Ela saiu e fechou a porta.
... Tempo depois...
Abri os olhos lentamente, o sol já entrava pela janela isso quer dizer que havia passado um bom tempo já. Olhei pros lado e me deparei com um ser.
- O que você esta fazendo aqui? - Perguntei me sentando.
- Bem tem vários motivos. 1° Soluço saiu com Mérida. 2° Eu sei que você é uma bolsista e pra faltar aula deve ser grave. E 3° A minha tia me contou que você estava aqui. - O albino respondeu.
- A Mérida aceitou sair com o Soluço? - Levantei uma sobrancelha.
- Aham. - Ele confirmou.
- Que horas são? - Perguntei.
-16:00 - Ele olhou no relógio.
- Ai não! To atrasada! - Me levantei, um pouco dos meus ferimentos estavam mais leves já.
- Pera aí, você não vai a lugar nenhum. - Ele me segurou.
- E você é quem pra me impedir? - Ergui uma sobrancelha.
- Não preciso ser ninguém, só ser mais forte e do tipo que você está, com certeza eu sou. - Ele tinha razão...
- Mas se eu não sair daqui agora, vou ficar pior do que já estou. - Olhei pro lado.
- Como assim? - Droga! Não deveria ter falado isso.
- Nada. Só me deixar sair daqui. - Pedi.
- Já disse que não e ponto. - Ele pegou e me colocou na cama. - Agora fica ai que já volto. - Ele saiu.
Ate parece que ia obedecer ele. Levantei com um pouco de dificuldade e abri a porta, mas o Jack estava bem ali.
- Sabia que não ia me obedecer. - Ele sorriu.
- Não vou mesmo, você só é mais um galinha na face da terra. - Passei por ele.
- Pelo que eu sei você também é. - Ele começou a andar do meu lado.
- Não vai me impedir? - Perguntei.
- Não vai adiantar nada, então eu vou com você. - A situação piorou mais ainda!
- Ah não vai não. - Impedi ele
- E porque? - Ele me encurralou.
- Por que... Eu vou ver meu namorado. - Menti.
- Mérida disse que você não tinha. - Aquela ruiva ta estragando minha vida.
- Se você vier junto não vou poder ir aonde quero. - Encarei ele.
- Então não vá. - Ele cruzou os braços.
- E ficar aqui com você? - Perguntei ironizada.
- HM... Não... Aqui não. - Ele agarrou meu pulso. - Vamos.
O idiota do Jack começou a me puxar pra fora da escola, ele me levou ate um carro preto e abriu a porta.
- Você acha que eu vou entrar ai? - Apontei pro carro.
- E por que não? - Ele ate tem razão, ele não vai me deixar sozinha mesmo.
Entrei e ele fechou a porta. Ele entrou também, ligou o carro e pisou fundo.
...Tempo depois...
Ele nos levou ate um parque.
- Um parque, serio?! - Sai do carro.
- Parques são bons, único lugar na cidade que você pode sentir o cheiro da natureza. - Ele respirou fundo.
- Ok, você falando assim é estranho. - Ele veio do meu lado.
- E por que? - Ele perguntou.
- Não sei... Você não tem cara de quem fala essas coisas. - Observei.
- Bah! Você que não tem sentimentos, agira vamos. - Ele saiu me puxando pelo parque todo. Confesso que vou bem mais divertido do que eu esperava. Mas agora... Terei que enfrentar aquelas torturas...


Notas Finais


Bom é isso... Espero que gostem
Vou tentar postar o quanto antes (se não me der bloqueio de criatividade.)

Bjs da Luh ❤🎼❤


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