História Os Irmãos Eaton - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Divergente, Shailene Woodley, Theo James
Personagens Beatrice "Tris" Prior, Caleb Prior, Christina, Eric, Ezekiel "Zeke" Pedrad, Jeanine Matthews, Lynn, Marcus Eaton, Personagens Originais, Peter, Shauna, Tobias "Quatro" Eaton, Uriah, Will
Tags Adoção, Amor, Divergente, Família, Fourtris, Irmãos, Romance, Shai Woodley, Theo James
Exibições 264
Palavras 1.748
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi oi meus amores!!

Tudo bem?

Então, nem pergunte, eu tava afim de postar hoje hahahaha.

Então, hoje vocês matam a curiosidade de quem era a pessoa.
Acho que vocês vão gostar desse capítulo. Temos um cúpido genteee!!

Muito obrigada pelos favoritos, vocês que estão chegando agora, sejam bem vindos♥

Obrigada pelos comentário e visualizações♥

Bom, vamos ao proceder.

Boa Leitura♥

Capítulo 7 - É Ele!


Tris

[...]

Eu fico totalmente imóvel. Ele se parece comigo. Não inteiramente,  mas se parece comigo.

- Sobrinho!- diz meu pai animado.

- O-oi,  tio...- ele responde ainda olhando para mim.

Fico encarando ele. Não é possível. Ele se parece comigo.

Sem crer em mais nada, escorrego no ar até alcançar minha cadeira.

- Beatrice, você está bem? Está pálida!- diz Tobias assoprando meu rosto e afastando a cadeira da mesa para eu ter mais espaço- Toma um pouco de água.

Ele me dá a taça.

- Caleb!- chama a Chris.

Assim que ela fala isso perco todas as minhas forças. Sem eu perceber, minhas mãos ficam pesadas e a taça cai no chão, espatifando-se toda.

- Caleb.- sai mais como um sussurro dos meus lábios.

- Bea.- ele me responde.

Eu estou em estado de choque. Não pode ser. Não pode.

Me levanto da cadeira, sem muito equilíbrio e mesmo com os saltos eu corro para fora da casa.

Eu preciso de ar. Não posso ficar lá dentro.

Saio e me sento na calçada.

- Beatrice???- grita o Tobias atrás de mim, me procurando.-Beatrice! Beatrice, o que houve?- ele me pergunta desesperado.

- Ele... o Ca- leb... ele é... ele é meu irmão Tobias.- digo e o Tobias olha para mim totalmente sem reação.

-Como assim "o seu irmão"?- ele me pergunta estarrecido.

-Meu irmão, ué. Veio da mesma mãe que eu!- digo.

- Eu sei, né Beatrice! Estou querendo dizer,  como você sabe que ele é o seu irmão?-ele me pergunta.

- Ele foi deixado no orfanato junto comigo. Mas quando ele tinha cinco anos foi adotado. E eu nunca mais o vi. Mesmo sendo pequeno ele cuidava de mim. Eu me lembro de pouquíssimos momentos nossos, juntos. Mas eu me lembro claramente que eu o amava. Ele parece ter se esquecido de mim. Nunca mais me procurou e...- Tobias me interrompe.

- Realmente Tris. Ele foi adotado pela tia Hanna nessa idade. Ele dizia que tinha uma irmã, que havia ficado no orfanato, mas todos achavam que era uma amiga. Mas quando ele completou 15 anos ele saiu a procura da tal irmã dele. Mas quando ele chegou no orfanato, disseram que não poderiam dar informações. Então... Você é a irmã dele?!

- Sim. Na hora que eu o vi fiquei sem reação. Tobias, eu senti tanta falta dele.- a última parte saiu como um sussurro.

- Então o que acha de matar a sua saudade e a minha? - pergunta uma voz grossa, porém suave, atrás de mim.

Me levanto em um pulo e meus olhos são inundados novamente.

-Caleb.- sussurro.

- Minha Bea.- ele diz e eu o abraço forte- Senti tanto a sua falta.

- Eu também senti a sua.- digo soluçando.

- Me desculpe não ter insistido. Eu juro que te procurei no orfanato, mas eles me disseram que por questão de segurança não poderiam dar informações suas. Me perdoa Bea.- ele diz já meio embargado.

- É claro que eu perdôo,  Caleb. Eu achei que tivesse desistido de mim.- digo.

- Não,  claro que não. Eu até tinha conversado com a minha mãe,  quando eu completasse maior idade eu tentaria te adotar. Arranjei um emprego, comprei um apartamento, e o fato de sermos irmãos de sangue facilitaria na sua adoção. Mas quando eu cheguei com a papelada eu soube que já havia sido adotada. Eu fiquei mal por um bom tempo, até que Zeke e Uriah disseram que me ajudariam a te encontrar, pelo menos para eu te ver. E olha só. ! Nem precisei.- ele diz.

Eu o abraço forte, sentindo o cheiro de segurança que até então quem me transmitia era Tobias.

Depois de alguns minutos abraçados decidimos entrar. Quando voltamos estavam todos à mesa, conversando, o maior furduncio.

Assim que nos vêem param de falar.

- Então,  vocês não devem estar entendendo nada.- diz Caleb.

- Não mesmo.- diz Uriah.

- Lembram- se quando eu era pequeno,  dizia que tinha uma irmã e vocês achavam que era delírio? - ele pergunta.

- Não, filho. Não achávamos delírio,  somente...

- Mãe,  eu sei, relaxa.- ele diz calmo para tia Hanna- Pois então. Depois de anos procurando, quem me achou foi ela.- ele diz e eu sorrio.

Todos começam a gritar de novo e meus pais vêm falar conosco.

- Então é ela?- pergunta Marcus sorrindo.

- É sim, tio.- Caleb responde me olhando.- Só cresceu, mas o rostinho de anjinho é o mesmo. - ele diz e me abraça.

Olho ao redor e não vejo Tobias em lugar algum.

Não vou procurar ele agora. Depois eu procuro, caso ele não volte.

Tobias

Fico feliz que a Beatrice tenha reencontrando seu irmão.

Saio daquela bagunça que estava a sala e vou para o jardim de trás. Começo a andar em meio as flores, até que eu vejo uma sombra, no balanço.

Me aproximo e quando estou perto percebo que é apenas a vovó.

- Gosta dela, não gosta?- ela me pergunta.

Vish, agora eu fiquei com medo. Que sinistra.

- Não precisa ter medo, meu neto. Só estou dizendo porque eu reparei. Não só em você mas como nela também.- ela diz tranquila, como sempre.

- Vó, eu não posso dizer que gosto dela. Faz pouquíssimo tempo que nos conhecemos. Mas que ela me atrai,  atrai. Tudo nela, Vó. O sorriso, o olhar, o jeitinho doce, envergonhada e bobinha de ser. Tudo.

- Você está gostando dela, Tobias. É muito cedo para você dizer que a ama. Mas dizer que gosta dela não tem problema algum. Realmente, se você chegasse para mim dizendo que a ama, eu desconfiaria. É muito dificil  e eu particularmente não acredito em amor a primeira vista. Não hoje em dia. Mas você gosta dela. Isso está explícito.

- A senhora acha, Vó?- pergunto.

- Sim, sim. Tenho certeza.- ela diz sorrindo.

- Mas tem um problema, Vó.

- Qual?- ela me encara preocupada.

- Não sei se meus pais vão aceitar isso. E não sei se a Beatrice namoraria comigo escondido...Mas me parece tão errado.- digo.

- Meu filho. Se você gosta dela de verdade, uma hora o amor será desperto, e quando essa hora chegar, se o amor for verdadeiro, nem pai, nem mãe, nem ninguém,  além de Deus, separa. Então se for para vocês ficarem juntos, vocês ficarão. Entendeu?

- Sim. Mas a senhora acha que eu devo conversar com eles? - pergunto.

-Claro. Mas ainda não é o momento. Você precisa ter certeza de que realmente a ama, para depois falar com eles. Porque, por exemplo.  Você fala para eles que gosta dela, dá a maior confusão e você acaba por brigar com eles, e depois você descobre que não gostava dela de verdade. Não que seja isso que vá acontecer,  mas você entendeu o que eu quis dizer?- ela me pergunta olhando nos meus olhos.

- Entendi sim, Vó. Então eu tenho que sentir algo mais concreto por ela, para poder tomar uma atitude.- digo.

- Isso mesmo. Mas isso não os impede de uns beijinhos e amassos de vez em quando, viu? !- ela diz e eu rio.

- Obrigado, Vó. A senhora é um anjo. Sempre me ajudando na confusão. - digo abraçando ela.

- Eu estou aqui para isso. Sou a Super Vovó!- ela diz e rimos.

Minha avó tem 79 anos, mas ela parece ter uns 65. Ela é sempre doidinha e sempre quer estar no meio da muvuca.

Ela é aquele tipo de avó meio gordinha, fofinha, que dá vontade de ficar apertando toda hora.

Depois de conversar mais um pouco comigo, ela entra. Fico lá fora mais um pouco, olhando e admirando aquelas lindas flores.

Ouço o barulho do balanço e me viro para o mesmo.

- Estava te procurando e não achei. A vovó disse que estava aqui.- ela diz.

- É. Estávamos conversando um pouco.

- Ah, sim.

- E aí? ! Matou a saudade do Caleb?- pergunto.

Sei que Caleb é irmão da Beatrice, mas não tive como evitar, fiquei enciumado.

- Ainda não. Mas com o tempo mata.- ela diz e eu assinto, andando em sua direção.

Ela se levanta e eu me sento no balanço, quando ela vai sentar no banco ao lado, eu a puxo para o meu colo. Ela se aconchega e deita a cabeça em meu ombro.

- É meio estranho pensar em você como irmão. - ela diz.

-Como assim?- pergunto na intenção de que ela diga que sente algo por mim.

- Não sei. Eu não consigo te ver como um irmão.- ela diz dando de ombros.

- E eu não consigo te ver como uma irmã. Mas eu tenho um motivo.- digo e ela levanta a cabeça.

- Qual?- ela pergunta me olhando com aqueles grandes olhos verdes, lindos e curiosos que me hipnotizam.

- Em breve você vai saber.- digo e ela bufa.

- Me diz, por favor.- ela pede.

- Não.-digo apenas.

Ela suspira e volta a deitar em meu ombro.

- Acho melhor entrarmos para não acharem estranho nosso sumiço.- ela diz

- Tem razão.- digo e ela se levanta.

Assim que entramos nossos pais nos chamam para irmos embora.

Nos despedimos de todos e fomos para o carro. Chegando em casa nossos pais vieram conversar conosco.

- Então crianças,  eu estou com um problema, com um dos meus clientes. Eu e sua mãe iremos viajar para o Rio Grande do Sul. A contabilidade ficará sob os cuidados de Max enquanto isso. Ficaremos lá por volta de uma semana. Dessa vez nós não levaremos vocês, mas eu prometo que um dia iremos só para curtir. Tudo bem?- diz meu pai.

- Tudo. Mas quando vocês vão? - pergunta a Beatrice.

- Manhã de manhã. Às 05:00- responde minha mãe.- Vou sentir falta de vocês. Eu e seu pai deixamos dinheiro no segundo cofre do escritório para comida. Se vocês quiserem sair para comer e essas coisas. Essa sexta a Dulce não vem limpar a casa, já que ela veio ontem, então juízo vocês dois. Ok?!

- Ok.- respondemos eu e a Beatrice juntos.

Depois de nos despedimos de nossos pais e lhes desejar boa viagem, fomos todos dormir. 

Tomei banho e me deitei na cama. Sem roupa mesmo. Assim como vim ao mundo.

Fiquei pensando no que a vovó disse.

Eu gosto da Beatrice, mas realmente eu ainda é cedo para eu dizer isso aos meus pais.

A viagem dos meus pais é a oportunidade perfeita para mim e Tris.


Notas Finais


Hmm... Marcus e Evelyn em uma viagem... Beatrice e Tobias na mesma casa, sozinhos... isso está me cheirando a pegação.

E aí, viram só? ! Era somente o Caleb, e relaxem, ele é zen, não vai fazer mal a ninguém na história.

Spoiler do próximo capítulo:

"Coloco um shorts curto jeans e uma regata azul. Calço meus chinelos e rumo para o quarto do Tobias, para acordar a preguiça."

"Seguro a barra da porta e empurro a mesma. Juro que eu me assuto com a visão que tenho."

"Ainda assustada com a visão me viro para sair do quarto quando ouço..."

"Sem conseguir me controlar, solto uma risada que acorda Tobias."

" Queridoo, eu já vi. Não adianta esconder."

" - Olha, eu sei que você viu. Mas é algo engraçado? - ele me pergunta."


"- Eu não disse isso!- ele diz incrédulo.

- Fica ao seu critério acreditar ou não.- digo dando de ombros."

Pronto. Hahahaha.
Me diga o que acham que a Tris viu para ficar assustada.
Eu ri um pouquinho quando estava escrevendo e imaginando a cena. Mas enfim.

Espero que tenham gostado do capítulo.

Um beijo meus amores, e até amanhã!♥


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