História Os JooJs Vorazes - Capítulo 1


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Categorias Dragon Ball, Fausto Silva (Faustão), Jogos Vorazes (The Hunger Games), Naruto, Pokémon, Rafael "CellBit" Lange, Todo Mundo Odeia o Chris
Personagens Charizard, Effie Trinket, Fausto Silva, Freeza, Gale Hawthorne, Haymitch Abernathy, Jigglypuff, Katniss Everdeen, Nappa, Peeta Mellark, Personagens Originais, Primrose Everdeen, Rafael "CellBit" Lange, Rue, Sasuke Uchiha, Vegeta
Tags Bra51l, Cellbit, Chris, Freeza, Jooj, Memes, Paródia, Pokémon, Thg, Ytpbr, Zueira
Exibições 77
Palavras 1.262
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, FemmeSlash, Festa, Ficção Científica, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá leitores. É a minha primeira fic/paródia, claro que por ser paródia não leve tudo muito a sério. Boa leitura e boas risadas!

Capítulo 1 - Prólogo


Quando acordo há uma leve umidade quente na cama. Estico os dedos, fazendo um kamehameha, derrubo fora o estorvo extraterrestre que chamo de Prim que se diz minha irmã. Ela saiu correndo pra cama da velha.
Esse é o dia da colheita feliz.
Além do medo de ser escolhida, eu botei ela pra dormir contando histórias de terror e lendas urbanas. A cara dela... Foi muito foda.
A face de Prim é bem reptiliana, tão bizarra quanto o ET projeto de dinossauro cujo nome a ela foi dado. Até hoje suspeito que ela seja um exemplar do próprio Everrose, do planeta Primdeen. E minha mãe não tem nome mesmo.
Sentado aos ombros de Prim, está o gato mais feio do mundo. Nariz amassado, metade do rabo faltando, olhos cor do Rio Tietê. Prim o nomeou Buttercoff porque ele é nojento mesmo. Ele me ama.
— Buttercoff, vem cá, gatinho lindo da mamãe!
Ele vem.
E voa na minha cara. Arranhões e mordidas depois, rebolei o gato lazarento pela janela.
— Minhééwuuu!
CRASH!
As janelas de vidro da vizinha! Puta merda! Eu nem gosto dele mesmo.
Talvez ele ainda lembra do dia que a imbecil trouxe essa bola de pelo pra cá. Aceitei na hora, por que ia dar uma graninha legal se eu matasse o gato e o vendesse para o restaurante do Sr. Fong.
Gatinho magrelo, cheio de pulga, carrapato, pulga, lombriga, Chico Cunha e pulgas. Não ia dar muita grana. A última coisa que eu precisava era outra boca pra... cê sabe, dar de comer.
Aí Prim implorou e chorou, até tentou um autosuicídio próprio de si mesma, e por fim, os olhos pidões, aí eu tive de deixá-lo vivo.
Com paciência eu cuido bem dele, talvez ainda possa negociar com o chinês do restaurante e será bem melhor pra vender um gatinho gordo e saudável.
O gato vive num complô contra mim. Ele se alimenta da minha comida.
Rouba minhas mercadorias. E sai rasgando minhas coisas.
Não estou zoando. É sério. Certo dia o bichano mijou na minha cara, e ainda mangou de mim como um thug life.
Eu vou pegar o beco, que é o melhor que faço e calço minhas botas de salto alto. Vesti um uniforme colegial japonês e um chapéu mexicano , e agarrei meu saco de trollagem.
Na mesa, numa tigela pra proteger de vermes insolentes, está um belo pedaço de nada. O presente de Prim para mim no dia da colheita feliz.
Peraí, tem um recado aqui. Vejamos:
"E o tributo feminino será: Katdeen Everniss! Morre, diaba! "
Prim também é parte desse complô. Buttercoff e ela são cúmplices. Em desgosto, saio na bike que consegui com o BTS, só que no meio do caminho veio o Maikão e ele me pede minha bike.
Nossa parte da Bedstuy, O Pedaço está cheio de pirangs e janelas, prontos pra roubar tua carteira ou corrente de ouro nesta hora, os vets indo pro colégio ou não, o carinha que mora bem ali, e por aí vai.
Mas hoje as ruas estão vazias.
A colheita feliz é só ás duas. Pode dormir um pouco antes. Se você puder. Se não puder fodaci.
Moro quase na fronteira. Eu só preciso passar uns portões vigiados pelos homi armado pra chegar ao Miado, um cemitério assombrado de gatos. Separando Miado da floresta, há uma alta cerca de cadeia com arame-farpado no topo. Está eletrocutado. Hehehe... Sem problemas. Há um tempo atrás, um kamehameha fez este buraco na cerca, por onde passo quase sempre. De vez em quando, abro um buraco eu mesma.
Adoro pular uma cerca.
Na floresta encontro Gayle, meu melhor amigo gay e comparsa de aventuras.
— Katniss! — Realmente não me chamo Katniss Everdeen. É que quando nos conhecemos, eu não sabia que ele é meio surdo e ele entendeu Katniss. Aí, pá né? — Olha o que eu descolei.
— Biscoitinhos! Conseguiu aonde?
— Ah, caíram do caminhão hoje de manhã, amiga. Vai querer?
— Ah, seu vou.

Tá uma delícia. Pão de batata, danonim, entre outros.
Gayle poderia ser meu irmão gay. Somos parecidos, só não sabemos quem deu pra quem.
Não há como a gente ter algum rolo. Seria incesto. Tolos acreditam que Gayle vai virar hetero e se casar comigo, e a maioria torce para um padeiro anônimo que me dá rosca queimada e pão mofado.
— Se você continuar gritando desse jeito, sabe o que eu vou fazer?
— O quê?
— Te agarro pela cabeça e te Jooj...
Aí Gayle me agarrou pela cabeça e me joojou dentro d'água. Grrr... Vou me vingar.
— Eu te agarro pela cabeça, assim pela cabeça, com toda minha cabeça e te JOOJ! — Joojei Gayle dentro d'água, a gente faz isso todo ano por conta dos Jooj's Vorazes. O feriado onde duas famílias vão bancar uma festa de arromba.
Gayle me conheceu quando o pai dele morreu num atentado terrorista. Sim, eu conheci o pai dele antes de morrer. No velório, brincamos de vivo ou morto. Ele me perguntou "Quais foram as últimas palavras do meu papi?" Eu respondi. "Menina, desative essa bomba senão eu explodo, porra! Aí cortei o fio vermelho e saí correndo."

— Ei, baitola — Cutuco Gayle — a gente podia fazer isso, sabe?
— Namorar você? Nem morto, querida!
— Né isso não, viado. Fugir de Pãonem!  Pra sempre. Aí fundaremos nossa aldeia anarquista na floresta!
— Até daria certo, querida, se você não tivesse tantos bebês.
— Aquelas quengas aprontaram pra mim no teste de DNA, Gayle. — Encaro firme seus olhos — Acontece que EU. NÃO VOU. CUIDAR. DE NENHUM. BEBÊ.  Fui clara?
— Sim, Katdeen.
— Não quero ninguém me chamando de mamãe, não.
— Tá bem, mamãe.
— Ah, tu morre hoje, lazarento!
— NÃÃO! MAMÃÃÃE!
Corremos um atrás do outro, aproveito e pego um tacape improvisado no chão, e acerto Gayle na cabeça.
— Huehuehue Br Br! Ponto pra mim!
Faço a dancinha da vitória. Aí não percebo que alguém acerta minha cabeça. Gayle.
— Ai, viado! Isso dói!
— É pra doer mesmo, ordinária.
— Ah, qual é... — Gayle não faz idéia do que guardo no saco de trollagem. Sempre uma zueira imprevisível. Jogo balões de leite azedo. Gayle fica melado de leite. Ele corre atrás de mim com um facão. Hehehe. Tenho um plano. Subo numa árvore e quando ele passa, eu pulo em suas costas como se fosse um cavalinho, me agarrando em seus chifres de relações anteriores.
— Sai de cima, sua gorda. Ainda temos que conseguir as laranjas para o prefeito.
— Mas não sou gorda... Magoou...
(...)
Acabamos de pegar as laranjas para o prefeito Jailson Mendes, um pai de família apreciador de suco de laranja. Gayle e eu vamos até a casa do prefeito e encontramos Merlicia, filha adotiva de Jailson.
— Fala, cambada! — Merli estava vestida de Luigi, cosplay para ocasiões especiais, como a colheita feliz. — Ah, isso é pro meu pai. — Passei as laranjas e ela dá 300 para Gayle. — Boa sorte.
— Belo cospobre, sua pobre. — Disse Gayle.
— Sempre tem como piorar. — Digo a Gayle, que está vestido de Nicki Minaj, mas parecia uma baranga mal-acabada da esquina. — Pera... Esse aí é o Red?
— Sim, um Angry Bird. Comprei esse boton num evento de anime.
— Te pego na saída.
Gayle e eu voltamos para casa, mas primeiro empurro ele pro chão e pego os 300. Sim, o filme dos 300 espartanos. Peraí, tem dinheiro dentro da capa! Woohoo! Meu dia de sorte!


Notas Finais


É apenas o começo do princípio!


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