História Os JooJs Vorazes - Capítulo 2


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Categorias Dragon Ball, Fausto Silva (Faustão), Jogos Vorazes (The Hunger Games), Naruto, Pokémon, Rafael "CellBit" Lange, Todo Mundo Odeia o Chris
Personagens Charizard, Effie Trinket, Fausto Silva, Freeza, Gale Hawthorne, Haymitch Abernathy, Jigglypuff, Katniss Everdeen, Nappa, Peeta Mellark, Personagens Originais, Primrose Everdeen, Rafael "CellBit" Lange, Rue, Sasuke Uchiha, Vegeta
Tags Bra51l, Cellbit, Chris, Freeza, Jooj, Memes, Paródia, Pokémon, Thg, Ytpbr, Zueira
Exibições 45
Palavras 1.205
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, FemmeSlash, Festa, Ficção Científica, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amigos! Só pra dizer que estou com o livro/paródia prontos, e já estou fazendo os preparativos para o "Em Chamas". Divirtam-se!

Capítulo 2 - A Colheita Feliz - Parte I


Fanfic / Fanfiction Os JooJs Vorazes - Capítulo 2 - A Colheita Feliz - Parte I


Às cátóra da tarde fomos á praça. É obrigatório mesmo com o pé na cova. Fodaci, ninguém manda em mim nesse carai. Mas eu vou, quero ver o povo se cagando com medo de ser o próximo tributo. Nem vou ser escolhida mesmo.
Mas hoje, apesar das bandeiras verde-amarelo-azul e suástica, há um ar de felicidade. Os drones urubus nos telhados, só ajuda nesse efeito.
A colheita feliz é uma boa oportunidade para a Capetal de fazer lavagem cerebral em seus escravos. Membros da família torcem pro filho chato do vizinho ser sorteado, ou os deles mesmos. Dá até pra apostar nas duas crianças cujos nomes serão puxados. Probabilidade é dada pela idade, quem vai morrer primeiro, se eles são Do Pedaço ou comerciantes, qual deles morre primeiro  se eles terão um infarto do miocárdio e chorarão, se for um gotico, ou emo suicida, quem vai morrer primeiro.

A praça é bem pequena para a população de mais de oito mil da Bedstuy só doido vai. Os retardados são direcionados para a PQP, onde podem assistir a Hatsune Miku com a dancinha do alho poró.
Eu fico de pé sentada no grupo dos dezesseis anos do Pedaço. Nós todos mostramos o dedo do meio, depois fazemos o juramento à bandeira negra. Tem três cadeiras, caixas de TNT cedida pelos porcos verdes, e duas rodas do roda roda Jequiti, um para os meninos e um para as meninas. Vinte mil deles tem Katdeen Everniss escrito com sangue. Sentados estão o Prefeito Jailson Mendes e Elfie Drunket, escolta da Bedstuy com seu belo sorriso desdentado, orelhas pontudas e roupas a la Carmen Miranda.
Logo que o relógio bate á meia-noite, o prefeito se levanta e começa a ler 50 tons de Pãonem. Ele fala da história de Pãonem, o país que se levantou das cinzas de um lugar que já foi chamado de Brasil. Ele lista o impeachment contra a presidente Dilma, feito pela oposição no melhor estilo Teletubbies, o mandato de Temer e seus abiguinhos, os desastres, as olimpíadas, a lei do bloqueio de sinal nos presídios, nas ruas, a invasão dos pokemóns, o apocalipse zumbi da zika vírus, outro apocalipse zumbi, só que da bigcefalia, as invasões dos saia jeans e outros ETs, a guerra brutal pela plantação de bagulho restante. O resultado foi Pãonem, a Capetal e as treze comunidades, que trouxe paz e amor,e prosperidade para os cidadãos ricos. Então veio o dia da Rebelião Popular contra o Capetalismo , a revolta das comunidades contra a Capetal. Doze foram derrotadas, a décima terceira obliterada.
O Tratado de Traição nos deu novas leis para garantir a paz, acabando com os direitos humanos e criando os Jooj's Vorazes.
As regras são simples.
Em represária pela revolta, as doze comunidades devem arranjar um casal hetero para participar. Quem vence ganha tratamento vitalício no hospício, mansão, um DVD pirata do Latino, passagens de avião para a Faixa de Gaza, uma torradeira que tosta torrada, carros potentes e bolsa Comu. Se perder ganha um confinamento subterrâneo, um caixão com WiFi e ar-condicionado e um velório com tudo que tem direito.
É a hora do roda a roda Jequiti. Elfie Drunket diz como sempre, " As vacas primeiro!” e rodou a roda com os nomes das garotas. Ela pega uma tirinha. E eu estou loucamente desejando que não fosse eu, que não fosse eu, que não fosse eu. Que seja a minha irmã, que seja a minha irmã...
— Primdeen Everrose.

Me sinto como um moleque hiperativo após comer muito açúcar, totalmente aliviada enquanto o nome salta para dentro do meu crânio.
– Woo! Acabou essa merda pra mim! Iêêêiii! Se fuderam, cambada de trouxa!!! Iêêêiii! Iêêêiii! _|_ As minas que não vão mais pros joojs vem comigo! – Faço uma rodinha com alguns amigos e começamos a dançar Fire, até que um carro cai do céu.
— EEEEIITAAA CUZÃUUUMM!!! — todos berraram.
– Katdeen,– Disse Gayle – Prim foi sorteada...
– Pera, quem é Prim?
– Prim é a tua irmã, sua égua ensebada!
– Ah, tá ...
– E Você ainda tem 16 anos, ordinária!
— Mó paia, baitola.
Deve ter sido algum engano, esse aparelho deve estar quebrado. Prim era uma tirinha entre milharais!
"Milhares" Disse a minha consciência
"Que seja! Vai ver se eu tô rodando a bolsa na esquina!"
"Eu só quis dizer..."
Eu tomei o bolsa tributo, (que nos garante nosso alimento) recusando a deixar ela fazer o mesmo, pois o dinheiro seria só pra mim.
Assisto com deleite a multidão vaiando e jogando ovo podre porque é menos um pivete chato na comu. E então eu vejo sua cara de bunda pálida, os pulsos cortados pra seguir a modinha, seus olhos pidões, andando como tartaruga em direção ao palco, e vejo que sua saia jeans tá abaixada de propósito, com o cofre aparecendo. É isso, os olhos pidões, e o cofrinho que me traz de volta ao meu transtorno bipolar. Ou não.
“Prim!” Berrei. Porra, o que foi que eu fiz? “Prim!” Eu preciso empurrar a multidão. De boa, adoro empurrar os outros. Consegui! Com um arrastão do meu braço, eu a empurro pro chão, e algo dentro de mim me fez rodar a baiana e larguei a mão de ser besta.
— Eu me voluntario como tributo! Não levem minha irmãzinha, ela é jovem demais para morrer! Sou eu que vou trazer fama pra essa bagaça!!
— Pensei que fosse deixar a Prim ir logo.
— Gayle, não sou egoísta a ponto de deixar ela morrer.
— É mesmo, neguinha? — Disse ele e reviro os olhos.
— E a culpa vai ser tua se eu morrer nessa desgraça, catita. — Sussurei para Prim. – Vou mandar os capanga vir atrás de tu, oras, por acaso tu tá achando que vai ficar recebendo baguio só no bem-bão?
— Já vai tarde. — Cochicham os dois. Por um minuto desejo estar morta. Espera...Bedstuy nunca teve voluntários. Uma vez que o trouxa for escolhido, outro bocó pode vir se suicidar em seu lugar. Em algumas comus góticas os emos, masoquistas e suicidas acham que ganhar a colheita feliz é bom, o voluntariado é por eleição. Mas na Bedstuy, ser voluntária nos JooJs só doido vai. Como eu sou doida mesmo, me voluntariei.
— Fodástico! — diz Elfie Drinkit. Seus olhos estão vermelhos . — Mas cê tem certeza de que quer se matar?
— E daí ? — diz o prefeito. Ele está olhando para mim com uma expressão de deleite – Deixa ela ir. O pessoal quer sangue, e essa garota vai tirar essa comunidade da merda, e cá entre nós, agora tô afim de relaxar.
– Isso já não é comigo. Qual o seu nome, querida? 
– Katdeen Everniss.
– Você deve ser a irmã daquela catitassaura, certo? Cê que tem de ter sangue nos olhos, ou o Grande Freeza não vai te notar. Vamos aplaudir nossa trouxa suicida... digo, tributo!

Mas ninguém aplaudiu. Como assim?  Em vez de aplausos de reconhecimento, Prim e Gayle imitavam um grilo.
Então todos mostram o dedo médio pra mim. É um gesto usado em funerais e no dia a dia. Significa que você tá ferrado, que nobody yes door, retribuo o gesto pro povão.


Notas Finais


Sugestões e críticas construtivas serão bem vindas!


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