História Os JooJs Vorazes - Capítulo 6


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Categorias Dragon Ball, Fausto Silva (Faustão), Jogos Vorazes (The Hunger Games), Naruto, Pokémon, Rafael "CellBit" Lange, Todo Mundo Odeia o Chris
Personagens Charizard, Effie Trinket, Fausto Silva, Freeza, Gale Hawthorne, Haymitch Abernathy, Jigglypuff, Katniss Everdeen, Nappa, Peeta Mellark, Personagens Originais, Primrose Everdeen, Rafael "CellBit" Lange, Rue, Sasuke Uchiha, Vegeta
Tags Bra51l, Cellbit, Chris, Freeza, Jooj, Memes, Nomes Estranhos, Paródia, Pokémon, Thg, Ytpbr, Zueira
Exibições 38
Palavras 1.508
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, FemmeSlash, Festa, Ficção Científica, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Na foto: Carabina Tiro Certo

Capítulo 6 - Treinamento ninja


Fanfic / Fanfiction Os JooJs Vorazes - Capítulo 6 - Treinamento ninja


Cellbit, eu, Zé Jacaré, Elfie e Heybitch estão na sala de janta.
Um escravo mudo de branco nos oferece vinho, o melhor da adega, vou tomar, sim.
Sopas de cogumelo do Mario, biscoitinhos, 51,cuscuz com ovo, torrada, pastel de flango, yakissoba e Tacos!
Reparo que os garçons são todos jovens de branco que não falam nada, que nem o Chrono e o Zelda.
Falando no próprio...
– Ei, cara, tu é o Zelda?
– Katdeen, você não pode falar com eles! – Disse Elfie. – São traidores de uma figa.
– São escravos mudos, – Heybitch completa – Cortaram a língua deles para não falar mais.
– Mais. – Falou uma escrava muda engraçadinha.
– Sério? – Cellbit parece surpreso e aflito.— E se alguém quiser cortar minha língua?
— Seria bom. — Heybitch diz, deixando Cellbit com a cara deformada ao som de Superstar.
– Isso me parece estranho... Ei, baitinga! Por que cortaram tua língua?
– Eu sei lá, porra.
– Você nem respondeu a minha pergunta, escravo mudo. Tu é o Zelda?
– P*®®@! O MEU NOME É LINK! SUA VADIA! LINK!
E ele se mandou... Todo mundo me olha como se eu tivesse matado alguém. Valeime... Vou é dormir.

O meu sonho foi divertido, onde jegues aquáticos levaram eu e Cellbit para Atlântida, enquanto o Bob Esponja cantava pra gente, e de repente me tornei um esquilo dente-de-sabre e Cellbit virou uma noz. Persegui a noz. Taquei a noz no chão, isto é, o Cellbit, e ele começou a gritar. Os seus gritos eram agudos, como sempre, mas abriram um portal pra arena, onde eu tava comendo porrada pra cem comer.
– AAAAAAAAAAAHHHHHHHHH!!!!!!!
– Morra Seiya!
Eu era o Seiya, apanhando de um cara estranho, até os couro arder.
Aí eu acordo. Minha cabeça dói e meus zuvido também. Enfio o dedo nos ouvidos como de costume, depois boto na boca e eu sinto gosto de sangue.
O Zelda, meu escravo mudo e amigo tava quebrando potes de barro, não pensei duas vezes e me juntei a ele. Isso é muito divertido, além de conseguir coraçõeszinhos e talz.
– Katdeen! – Elfie começa a chiar – Já está na hora do café, anda logo e se arruma. – Ela rebola uma trouxa de roupa na cama. Antes que ela venha puxar minhas zureia, Zelda, opa... Link e eu pegamos dois potes e tacamos com tudo na Elfie. Eu ainda ia tomar banho, oras. Elfie desmaia inconsciente. Reparo que ela e o Zelda possuem orelhas de elfo. São elfos? Acho que sim.
Cansei e fui tomar banho. Ah, faz um tempo. Sem contar com a vez em que me jogaram naquele caldeirão.
Eu deixo meu cabelo igual o da Sailormoon, calcei um salto alto e resolvo ficar de sutiã e calcinha de ursinho mesmo. Agora, sim, pareço comigo mesma.
Vou comer, esperando que tenha comida, e o Cellbit está cozinhando.
Um escravo mudo, está de pé por perto, cantando. Pergunto se posso comer, ele falou que não. Fodaci.
Eu pego um prato (eu como pratos), ratoburguer, sopa de rato, torradeira com Nutella, purê de batata sangrando, suco de laranja. Enquanto eu me empanturro, eu observo o sol dos Teletubbies nascer na cidade e o Nyan Cat deixando seu rastro no céu. Já estou com medo dessa bizarrice.
Finalmente encho um prato com tijolo e sento na mesa, quebrando pedacinhos de tijolo e mergulhando-os em chocolate quente.
Minha mente vaga até minha mãe e Primdeen. Elas devem estar acordadas. Minha mãe preparando o gagau de tijolo delas, pra depois se enterrar no mundo gótico das trevas. Prim mamando na égua e dividindo seu lanchinho de carne humana a Buttercoff antes da escola. Há
apenas duas manhãs, eu estava em casa. E quanto ao Gayle? Ele ainda ultrapassa a fronteira entre o Pedaço e a floresta?
Acho que não importa muito. Por que agora EU SOU RICA! EU SOU RICA!
Escovei meus dentes e os que eu ganhei ontem. Quero encontrar o filho da puta que comeu meu dedo, me deixando igual o Lula.
A janta canibal me deu um belo colar de dentes humanos, que renderam até para fazer uma linda pulseira.
Cellbit e eu começamos a cantar uma música do 1D no elevador. Os timpano da Elfie explodem. Bum. Foi peido pra tudo que é lado.

As salas de treinamento e combate ninja ficam no núcleo da Terra. Tem arsenal de guerra, caminhos da perdição e um canto pra cair morto. Cada idiota tem o nome da sua comunidade preso nas camisetas.
Eles alfinetaram o escrito "Bedstuy, só doido vai" nas minhas costas, eu dou uma olhada. Pregaram no Inocêncio Coitadinho, do D5 o escrito "Me Chute e ganhe dez reais." Sem pestanejar, eu chuto o garoto, e ele grita de dor.
– Qual é o teu problema, doida?
— Foi você que pediu, agora me passa a grana que tu prometeu.

Consegui o dindin! Ele me deu os dez conto e formamos um círculo.
– Ajeita esse círculo, tá parecendo um ovo! – Queixou Cellbit. O povo se ajeita e ele grita e ri — Você destruiu o meu ovo!
Assim que nos juntamos ao ovo, o Dollynho lê as regras. Somos livres para viajar, ficar onde der na telha. Eles ensinam técnicas de sobrevivências, outras técnicas de luta, jutsus e etc. Não vale briga de porrada com outro tributo. Se quiser dá pra praticar (hehehe) com um parceiro.
Olho para os outros bocós. É a primeira vez que estamos reunidos com o Dollynho.
Posso ser meia anã, mas isso não quer dizer nada, pois sou foda. Eu fico de pé sentada, e eu sou forte e esperta pra caralho. A comida da floresta combinadas com o treinamento de artes marciais com o Golpe Baixo me deram um corpinho de dar inveja.
As exceções são os emos góticos suicidas, os voluntários (leia-se suicida), aqueles (alguns são obesos) que foram alimentados com comida na boquinha e treinados por toda a sua vida para esse momento. É contra as regras treinar tributos antes que eles cheguem na Capetal, mas acontece sempre, e ninguém morre por isso, eu também burlo as regras então, eu nunca morri por isso, então fodaci. Na Bedstuy, nós os chamamos de Descolados, ou simplesmente de babacas mesmo. E goste ou não, o campeão será eu mesma. Eles são bocós, bons, e burros pra cacete, os típicos BBB's. Eles são mesmo uns insolentes, quando muito, uns bocós. Eles vão logo pro parquinho brincar de escorrega, balanço, casinha e gangorra.
Tem um mongol do D1. Ele é o João Sem Sobrenome. O ogro gordão do D2, mais conhecido como a Comunidade Gótica. Seu nome é Antônio Morrendo das Dores.

A anã com a faixa do Rambo se chama com orgulho de Carabina Tiro Certo porque ela atira como ninguém, é até gostosinha. E... lá está ela... Maria Tributina. Loira de olhos verdes, rosto de anjo e um corpo de panicat.
Mando um beijo para ela. E ela acena pra mim. Cara, ela tá tão na minha!!
Eu estou pensando que é uma sorte eu ser uma rápida corredora quando Cellbit baixa minhas calças e eu pulo. Ele não pode saber de nada! Ele ainda está do meu lado igual um papagaio de pirata.
– Seu...bananudo! Pra onde a gente vai? – Pergunto
Eu olho ao redor para os Descolados tentando intimidar a criançada, porque o parquinho é deles. Tributina estava praticando arco e flecha, aí ela acertou em mim. Cellbit berra.
— Ela não é alvo nenhum, sua prostituta!
— Não sou prostituta, sou uma profissional do séquiço!
Antônio arruma uma treta porque ele viu que escreveram com sangue "Comi o resto do lanche " e escrito em álcool em chamas "Bebi o resto da adega". Vejo Cellbit com o dedo ensanguentado e arrotando.

Os pobres diabos estão tendo suas primeiras lições de enfiar bufa no cordão,tirar catinga do mijo e encher pneu de trem. Fico tentada a vaiar eles, mas Cellbit me cutuca.
– Ei, Katdeen, vamos aprender a fazer fogueiras?
– Vamos. – Olho para ele com um sorriso.
Cruzamos para uma estação vazia onde o treinador está prestes a virar pó.
A aula de fazer fogo é o ponto quente dos Jooj's. Quando ele viu que eu sei fazer fogo, conto que aprendi na escola. Mataram a professora e fui vigiar os alunos baderneiros, aí eu toquei fogo na mesa. E ameacei tocar fogo no colégio se ninguém calasse a boca.
Eita cuzão! – Disse Cellbit – Quatro dias depois, ela tocou fogo na escola, de verdade. Foi para aqueles punks?
– É, foi. Mas era para tentar derrotar eles. Depois tive que fugir.
Enquanto isso, a noite pegou fogo como uma churrasqueira controle remoto.
Depois guio Cellbit até a sessão de combate, onde tento lhe ensinar o que sei. Depois Cellbit escolhe combate com espadas, e praticamos juntos. Depois aprendemos a achar água, comida e pokémons lendários. Eu nem percebi, mas uma sombra me segue na aula de fogo e ela explode. Nunca vi uma sombra feder à cachaça.


Notas Finais


Eu não sei o que dizer, cara!


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